CASADA, TRAÍ COM O VIZINHO PODÓLATRA.

Um conto erótico de Adelia
Categoria: Heterossexual
Data: 01/11/2016 07:42:23
Última revisão: 28/09/2018 18:23:29
Nota 9.86

Rosana é minha vizinha há anos. Seu filho, Edson era adolescente quando vieram morar na casa ao lado. O rapaz casou, teve uma filha, separou e depois de cinco anos, voltou para casa da mãe.

A mãe coruja sempre criticava a nora. Principalmente depois que abandonou o marido para ir morar com outro. Segundo ela, Edson era o melhor homem do mundo, honesto, trabalhador, bom filho, pai melhor ainda. Não merecia ser traído daquela forma pela esposa sem-vergonha. Coisa de mãe revoltada.

Não tive muito contato com o rapaz. Para mim sempre o considerei como criança, um tanto arredio, seu jeito embaraçado ao conversar comigo. No máximo cumprimentava de forma respeitosa, sempre de cabeça baixa.

No retorno, agia de forma envergonhada, talvez pelo casamento fracassado. Voltou a trabalhar na oficina do bairro. Se antigamente roupas sujas de graxa era constante, agora adulto, ia e voltava vestido de forma impecável. Quem visse, juraria que trabalhava num escritório.

Num domingo, quando fui sair com o carro, ele não quis pegar. Marido viajando, tive de acordar meu enteado para ajudar e foi em vão. Lembrei que o Edson era mecânico. Fui até a casa da vizinha chamá-lo. O rapaz prontamente atendeu, resolvendo logo o problema.

Disse que havia também um vazamento de óleo, além de barulho esquisito. Recomendou que levasse outra hora o carro na oficina para fazer os reparos. Quis pagar o conserto e Edson não quis receber, dizendo que não era nada, apenas uns cabos soltos.

Na terça-feira levei o carro até a oficina. Depois de erguer num elevador, tentou me explicar sobre troca de juntas, correias, sei lá. Só entendi que seria demorado. Sugeriu que deixasse o carro e que me daria carona até em casa.

Pegou a camionete da oficina e fomos para casa. Durante o trajeto, um silencio constrangedor. Ambos pensando no que dizer. Eu preocupada com o custo do conserto. Ele, bem, pelos olhares que dava com o rabo dos olhos, mirando meus pés. Tive de puxar conversa:

- Será que o conserto vai ficar muito caro?

- Acho que não, dona Adélia. Essas peças são baratas e vai ser mais o trabalho de trocar.

- Ainda bem. Quem sempre cuida disso é o meu marido.

- Nem se preocupe. Eu posso explicar para o seu Gilberto. Ele está em casa?

- Não, está viajando.

- Nossa, então ele continua viajando é? Sabe que poucas vezes vi ele em casa. Deve ser chato ficar tanto tempo sozinha, né?

- É um pouco. Antigamente eu não ligava quando o Edinho (meu enteado) era pequeno. Depois que entrou na faculdade não para mais em casa.

- Nossa, como o tempo passa! O Edinho era um guri e agora já está na faculdade. Puxa vida, hein?

- Pois é, passa rápido mesmo.

- Só pra senhora que não...

- Pra mim? Como assim?

- A senhora parece até mais jovem e bonita que antes... Com essa sandália então, nossa!...

Sandália? Estava com uma de salto médio e tiras que envolviam o tornozelo. Algo que sempre cuidei foi os pés com visitas mensais à podóloga e manicures. Gosto de sapatos com saltos porque aumentam minha estatura e deixam a silhueta mais elegante. Porém, aqueles não eram meus calçados mais sensuais.

Um elogio cortejador. Na hora fiquei meio surpresa, lisonjeada e sem ação. Tem amigas que em situação parecida, fingem ficar ofendidas quando no fundo adoram isso. Há muito deixei a hipocrisia de lado. Quando o galanteador agrada, eu correspondo.

Edson se não era um belo espécime de homem, tinha juventude, passando confiança, visto que o conhecia há tanto tempo. Moreno, queimado de sol, barba rala por fazer dando certo ar de desleixo. Dentes alvos e sorriso tímido, o que deixava cativante.

Eu, para quem já leu meus relatos, sabe que sou uma mulher comum, madura, típica dona de casa. Cabelos castanhos escuros, 1,64m, 55kg., falsa magra com coxas torneadas, bumbum saliente, algumas celulites, seios médios e mantenho a região genital depilada sempre que posso. Sem querer me achar, em forma razoável para a idade.

Na hora passou pela cabeça que ele era alguém conhecido cuja mãe morava na casa ao lado. Risco de outros ficarem sabendo aumentado. Principalmente meu marido. Porém, dizem que quanto mais arriscado, mais excitante. Num impulso disse:

- É, tirando as sandálias não se salva muita coisa...

- Que nada, dona Adélia! A senhora é maravilhosa e sabe bem disso. É que eu sempre reparei nos seus pés. São lindos, delicados e seus sapatos realçam ainda mais a beleza deles!

- Ããhhhnn, sei...

Talvez ele sentia atração por pés femininos. Aliás não só ele como meu marido, que adora transar comigo toda nua, apenas com sapatos de saltos. Ou então, na falta de argumento melhor, elogiou os pés.

Nas vezes seguintes que nos vimos, cumprimentou de maneira efusiva. Sorriso aberto, mais solto e seguro de si. No feriado de 12 de outubro, sua filha veio visitá-lo. A Rosana, toda feliz com a presença da neta, fez um churrasco e nos convidou.

Edson assava as carnes e várias vezes o surpreendi olhando para mim. Sabe aquela sensação de estar sendo desejada. Toda mulher vivida percebe isso facilmente. Teve momentos que seu olhar esta pousado em meus pés, a ponto dele não dar conta que eu o observava.

Por ser na casa da vizinha, naquele dia nem dei ao trabalho de me vestir melhor. Estava com um vestido leve e nos pés sandálias havaianas. Com ar inocente, enquanto fingia prestar atenção na conversa com sua mãe, cruzei a perna direita sobre a coxa esquerda, deixando o pé no ar.

Sabia que o vestido tinha subido expondo parte das coxas. Enquanto papeava, fiquei brincando com os dedos, deixando a sandália balançando na ponta do pé. Ao olhar de forma disfarçada, notei que ele estava pasmo, fascinado com a cena, garfo na mão e carne queimando na grelha.

Certa hora deixei o chinelo cair de forma displicente. O rapaz largou tudo que estava fazendo e num pulo, catou o chinelo, batendo no pé da mesa para derrubar a areia. Agachou na minha frente e colocou o calçado no meu pé, aproveitando para acariciar de leve o peito do pé, enquanto dizia:

- Cuidado que o Rex adora chinelos. Já detonou uns dez aqui em casa. É só deixar no chão que o bicho pega e sai correndo...

Depois do incidente, parei com a provocação para não chamar atenção das outras pessoas, especialmente do meu marido. Porém a brincadeira me agradou. Deve ter sido nessa hora que decidi não deixar só nisso.

Na sexta-feira, vesti uma saia mais curta, blusa decotada, calçando minha sandália mais sensual. Ela é de tiras douradas, bem aberta. Quase não usei por ser para noite, além do salto fino e bem alto não ser confortavel. Na verdade era apenas para provocá-lo.

Esperei no portão seu retorno do trabalho. Meu marido viajando, enteado em ¨happy hour¨ com colegas. Quando Edson passou, fiz sinal com a mão. Ele veio até mim e cumprimentou. ¨E agora?¨, pensei. Tinha que inventar alguma desculpa. A primeira coisa que passou pela cabeça foi:

- Será que você não pode olhar meu computador? É que ele não está conectando na internet.

Quando entramos em casa, senti que seu olhar deveria estar fixado no meu bumbum, rebolando de forma involuntária pela altura dos saltos. Deu até impressão que o olhar era quente, aquecendo minhas pernas torneadas.

Peguei o notebook e dei a ele. Enquanto ligava, fiquei de pé ao seu lado. O computador como esperado, conectou sem problemas. Edson acessou o navegador e abriu algumas páginas.

- Olha, está conetado.

- É mesmo? Eu tentei várias vezes e não dava pra acessar nada! Deixa eu ligar de novo.

Desliguei e religuei. Sem problema. Tive que continuar a simulação. Rs.

- Que estranho! Agora está conectando direto!

Edson procurava alguma explicação para o inexplicável. Foi até o aparelho que dá o sinal, verificando os cabos que fazem ligação com o telefone.

- Pode ser mal contato. Ou algum problema na linha telefônica...

Ele se abaixou para verificar a caixinha do telefone, eu ali parada bem ao seu lado como uma estátua, as pernas quase encostando nele. Enquanto procurava o suposto defeito, seu olhar furtivo ia para meus pés. Quando terminou, era visível seu desconforto. Edson estava tentando ocultar o estado de excitação, visível no volume da braguilha da calça.

- É, parece tudo normal. Pode ser que algum conector esteja oxidado. Se acontecer de novo, é melhor chamar o pessoal da telefônica...

- Tomara que não aconteça de novo. Muito obrigada, tá?

- De nada, precisando é só chamar...

Vendo que ele não parecia muito disposto a ir embora, acabei convidando:

- Quer tomar um café?

- Eu aceito.

Enquanto sorvíamos a bebida, Edson disse:

- Sabe que estou fazendo um curso de massagem? É uma técnica japonesa chamada Shiatsu.

- Ah é? E como é isso?

- Bem, é uma massagem nos pés, com pontos de pressão. Sabia que todos os orgãos do corpo estão ligados com os pés? É bem relaxante, sabe? Eu estou precisando praticar. A senhora não quer ser minha cobaia?

Mal concordei, ele me fez sentar no sofá, puxando um cadeira, sentando de frente para mim. Pegou meu pé direito cuidadosamente, colocando sobre seu joelho.

- Nossa, dona Adélia, seus pés são mesmo lindos! Dignos de uma rainha.

Retirou a sandália como estivesse manuseando um cristal delicado. Com as mãos ficou alisando toda extensão do pé, fazendo leves pressões em alguns pontos. As vezes passava suavente o nariz neles. Aproximou mais a cadeira, fazendo com que meu calcanhar tocasse seu ventre. Começou a pressionar varios lugares na sola, causando agradáveis sensações.

Fez a mesma coisa com o pé esquerdo. De repente, beijou o peito do pé. O contato dos seus lábios quentes foi inusitado e agradável, porém, causou certo incômodo. Mesmo tendo tomado banho pela manhã, sempre temos impressão de que os pés, por estarem próximos do chão é algo sujo.

Causou arrepio, me deixando dura, estática quando Edson abocanhou o dedão, chupando-o como fosse um picolé. De massagem a coisa estava descambando para sacanagem pura. Seus beijos já percorriam o pé por inteiro, chupando todos os dedos. Nunca alguém tinha feito aquilo comigo!

Sem saber o que fazer, resolvi tomar parte ativa na brincadeira. Com o pé direito toquei seu badalo endurecido. Passei a acariciá-lo, arrancando seus primeiros suspiros de prazer. Mais do que depressa, ele abaixou as calças, expondo o membro ereto.

A situação tinha invertido. A massagista agora era eu. Com os dois pés, comecei a masturbá-lo. Certa altura, me limitei apenas a prender seu mastro com os dedos. Ele todo tarado é que bombava, literalmente furunfando em meus pés. De olhos fechados, Edson gemia dizendo:

- Isso, minha rainha, ahhh, como é bom, minha rainha. Ahhh, ahhh...

Acabou gozando fartamente. Seus jatos potentes espirraram esperma, melecando meus pés. Eu nessa altura bem excitada, a periquita molhada implorando por uma piroca. Ele com ar de criança que acabara de fazer arte:

- Desculpe, pôxa, desculpe. Não deu pra segurar...

- Tudo bem, Edson, vem, vamos nos lavar.

As surpresas não terminaram por aí. Saindo do banho, ele pegou a toalha me enxugando por inteiro, dando atenção maior nos pés e entre dedos. De forma submissa dizia:

- A partir de hoje, sou seu escravo, minha rainha. Faço tudo que quiser e ordenar.

Nus, o conduzi até o quarto. Deitei na beira da cama, abrindo as pernas, expondo a xana:

- Me chupa! Me faça gozar!

Edson ajoelhou entre as pernas, caindo de boca na bocetinha. Adoro ser mamada ali. Principalmente quando é feito sem afobação, um oral longo e com vontade. Não demorou muito para eu atingir o primeiro climax.

Ele então desceu pelas pernas beijando a parte interna, até chegar aos pés. Beijava e lambia demonstrando a adoração por eles. Certo momento, foi até a sala, pegou as sandálias de tiras douradas, calçando-as em mim. Deitou de costas no chão e pediu:

- Minha rainha, pise em mim. Faça de mim seu tapete, seu capacho!

Participando da sua fantasia, levantei e coloquei um pé em seu peito, fazendo leve pressão. Ele implorou:

- Pise forte! Eu mereço um castigo por ter gozado nos seus pés. Pise mais forte!

Aumentei a pressão, enquanto vi seu semblante prazeroso reagindo à leve dor. Olhei para seu falo, semi ereto dando sinais de vida. Escorreguei o pé até seu baixo ventre, pisando forte, enterrando o bico da sandalia nos pentelhos, a ponta dos dedos tocando na ferramenta.

Tudo que eu queria naquele momento era ser penetrada. Aquele naco de carne estava rígido, pronto para o ato. Peguei um preservativo, cobrindo o pênis duro. Deitei na cama, abri as pernas pedindo:

- Vem, mete em mim!

Edson deu pinceladas na entrada da gruta e numa só estocada, entrou com tudo. Quase tive outro orgasmo só em sentir invadida. Desejando penetração mais profunda, ergui as pernas apoiando em seus ombros. Como uma franguinha assada recebia sua estocadas.

O ritmo alternado nas bombadas me levaram à loucura. Sou multiorgástica, conseguindo seguidos êxtases, cada qual mais intenso que o outro. Devo ter gritado, soltando um monte de palavrões. Edson trocou de posição, me fazendo ficar de bruços na beirada da cama, os pés no ar.

Conhecendo agora suas preferências, pensei que iria brincar novamente nos meus pés. Ao invés disso, abriu os montes das nádegas admirando o fiofó. Será que estava cobiçando meu cuzinho? Enquanto eu pensava ser deixaria ou não, ele direcionou o pinto novamente na xoxota e enfiou.

Aquilo me me fez entrar no clima novamente. Apoiei as pontas dos pés no chão empinando a bunda enquanto seu ventre chocava com ela, fazendo um barulho de carnes batendo em carnes. Mandava ver, socando com vontade, copulando como fosse a ultima vez na vida.

Adoro quando sou possuida assim. Com carcadas fortes, cópula quase animalesca. De macho cobrindo a fêmea. Ele acelerou ainda mais o ritmo e repentinamente, parou. Só percebi o que acontecia com algo roçando a sola do pé, seguido da coisa umida e pegajosa escorrendo.

Edson tinha tirado a camisinha, esfregado o pênis no meu pé e ejaculado nele outra vez. Mesmo depois de gozar, continuou esfregando a glande, espalhando seu sêmen pela planta do pé, lambuzando até os dedos.

Soube depois que a causa do falência do casamento dele foi seu fetiche. A esposa não admitia brincadeiras nos pés, por achar antihigiênico e coisa de pervertido. De minha parte, descobri em mim o prazer de ser dominadora, tendências sádicas até então ocultas.

Sempre que possível, estamos avançando nas práticas, escalada essa que confesso, assusta um pouco. Por outro lado, tenho nele, meu escravo sexual. Um brinquedinho de carne e osso. Sei lá onde isso vai dar...

*********************************

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
09/05/2019 16:23:57
Cada um tem o seu fetiche particular e esse do seu vizinho é diferente dos que já conheci... um oral bem feito desmonta qualquer mulher, sou prova viva disso; no final, uma transa deliciosa. Beijos.
02/05/2019 01:32:44
Entre em contato comigo por favor marcos.silva17@outlook.com
02/05/2019 01:20:41
Adélia , de onde você é ? Quero muito te conhecer
09/04/2019 15:15:09
Demais! Demais!!
08/04/2019 15:32:01
roberto.casado.contos@gmail.com
05/04/2019 07:30:20
Vizinha boa.roberto.casado.contos@gmail.com
19/03/2019 09:36:08
Delicia de conto.
18/03/2019 11:39:25
Explicado o desejo de lhe possuírem. Lindas fotos.
18/03/2019 10:22:55
Muito bom.
15/03/2019 07:17:19
excitante, tambem adoro pés, muito bem escrito seus contos ale65@bol.com.br
26/02/2019 23:14:15
Excitante.
21/02/2019 18:58:31
Sensacional, adoro os seus contos, me deixam excitado e mais inspirado para escrever a continuação. Envie a parte 3 espero a sua visita, bjs
13/02/2019 16:45:22
Muito bom até me exitei
12/02/2019 17:10:39
Muito linda as fotos gostosa adorei cada cm do seu corpo,imaginei possuir cada pedacinho dele
05/01/2019 15:07:08
Dentre os fetiches, a adoração aos pés é a mais comum e inofensiva. Daí ser apreciada pelas mulheres, que gastam horrores em pedicures e calçados sensuais. Mais um conto sexy, erótico e carregado. Adorei...
01/01/2019 12:58:39
DENTRE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL CONTOS, ESTE É O QUADRAGÉSIMO-SEXTO (46) MAIS COMENTADO DO SITE, COM 227 VOTOS. Muito bem escrito, merece a nota máxima.
08/12/2018 12:21:13
Que delícia de conto tbm adoro um pezinho fiquei mto excitado com esse conto 10 com certeza
14/11/2018 18:21:20
Adelia, vc está sempre inovando as técnicas! Mais um conto extremamente excitante!
27/10/2018 19:40:46
Amei tipo da situacao que adoro tbmmm adoro lamber um pezinho perfeito
22/10/2018 13:49:50
Não pude deixar para um depois a leitura desse conto. Confesso um admirador dos pés femininos, delicados, insinuosos, bem cuidados, em salto, sandálias sensuais, rasteirinhas. Um corpo de mulher madura, a sua gostosa presença delicada dentro de um vestido, uma saía, um traje bem de mulher. Coloquei-me literalmente no personagem, não só pelo mesmo fetiche, mas por já ter vivenciado situações semelhantes. Não são todas as mulheres que tem reciprocidade a essa idolatria pelos pés. Contudo, as que aceitam acabam descobrindo uma forma de prazer muito abrangente, ultrapassando o circulo do corpo, alcançando um estado comportamental elevado. É a necessidade ambígua de estar aos pés da mulher em respeito, amor, prazer e a fascinação de tornar-se escravo a ela, ao que a torna submissa à própria vontade. Ah, sim, nos pés a uma enormidade de ramificações nervosas que não apenas servem para excitação, mas para muito outros pequenos problemas corporais. Qual a mulher não gosta de uma massagem nos pés? A um bom podólatra o orgasmo nos dedinhos, nas solas, é divino. Normalmente, é o homem que escreve, descreve, as peripécias com os pés. Vendo-o no prisma de uma dona de casa, mulher casada, madura, dá um que de esperança por inúmeras mulheres que vemos pelas ruas a fora dentro desse perfil, as quais, nem sabe do poder que tem nos pés!