Casa dos Contos Eróticos

Servindo ao meu dono (O sítio)

Autor: Sub Mineiro
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 04/11/2016 17:48:56
Nota 8.80
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Depois da lição que levei entendi que meu lugar é servindo um macho como Henrique. Ele me faz bem. Me faz ser eu mesmo sem nenhuma máscara. Me faz entender que meu lugar no mundo é como capacho de um macho alfa. Vejo-o como superior em tudo. Seu jeito de vestir, falar e se comportar diante dos outros. Eu jamais conseguirei ser como meu dono. É a ordem natural das coisas. Entender isso deixou minha vida muito melhor.

No fim de semana meu dono me comunicou que íamos a um sitio de amigos. Eu achei a ideia muito boa não fosse pelo fato de que Pedro ia nos acompanhar.

Nõ gostava dele. Além da surra que me deu, achava que atrapalhava minha relação com Henrique. Quando meu dono estava perto do Pedro se tornava mais cruel, e eu acabava sofrendo as consequências.

Saimos na sexta de casa em direção ao sitio que ficava a 40 km de BH. Chegamos por volta de 18 horas no local. Uma casa pequena, com uma picina e sauna, tudo muito ajeitado e limpo. Na cozinha, onde eu passaria grande parte do tempo, uma geladeira e fogão. Panelas e outros utensilios ficavam em prateleiras.

Henrique e Pedro vestiram sunga e foram para piscina. Eu (de coleira, vestido de jock e avental) fiquei ajeitando as coisas. Coloquei cerveja para gelar, arrumei os mantimentos, piquei a carne e guardei carvão.

Depois de tudo pronto fui servir cerveja e petiscos para os dois que conversavam na piscina. Meu dono estava lindo em uma sunga vermelha realçando seu tom de pele. Pedro vestia uma sunga estampada. Ele era claro e mais baixo que meu dono, mas tinha um corpo trabalhado em academia. Eles ficaram descansando e curtindo a piscina servidos por mim.

Já eram quase 22 quando chegou um terceiro convidado. Uma caminhonete Amaroc buzinou no portão e meu dono me mandou abrir. Fiquei meio sem jeito pelos trajes que usava, mas como sempre me resignei a cumprir as ordens.

Desceu da caminhonete um homem que mudaria minha relação com Henrique. Um negro, de quase dois metros de altura, bombado,descalço vestindo uma bermuda jeans apertada e sem camisa.

-Fala viadão!! Você deve ser o capacho do Henrique! Faz o seguinte, pega minhas coisas na caminhonete e leva para casa que vou ver meus brothers.

Depois fiquei sabendo que o nome dele era Jorge, ou Jorjão como era mais conhecido. Um dos colegas de trabalho do meu dono. Jorjão foi direto para piscina e tirou a bermuda jeans que usava. Quase tive um troço quando vi aquele negão de sunga. A peça branca, proposital, deixava a mostra um pacote descomunal. Se o do meu dono e do Pedro eram grandes, o do Jorjão deveria medir uns 20 cm mole.

-Babou viadão?? (perguntou meu dono) Traz cerveja para o Jorge e depois prepara a carne para a gente começar a assar que hoje vai ter espeto para você ainda.

Todos riram da situação. Menos eu, que me limitava a responder "sim senhor" e cumprir as ordens. Comecei a assar a carne e eles ficaram bebendo até as 3 da manhã. Eu estava morrendo de cansado. Meu dono e Pedro estavam bem altos, mas Jorge ainda se mostrava sóbrio. Vi quando Pedro foi para o quarto e ficaram só os dois na piscina.

-Fala mano! Esse viadão te obedece mesmo hein!

-A cara, isso foi um achado. Nesse meio BDSM têm mais curioso ou viadinho que acha que submissão é tapinha na cara. Achar um sub disposto a servir como esse ai, é dificil.

-Porra, tu tem as manhas.

Fiquei feliz em saber que meu Dom estava satisfeito comigo. Desde que encontrei Henrique, tinha me dedicado ao máximo em servi-lo cumprindo tudo que me era demandado sem questionar nada. Claro que alguns limites eram previamente combinados, mas viviamos um relação onde o Dom manda e o Sub obedece.

Quase 5 da manhã meu dono foi deitar e me mandou organizar a bagunça. Jorjão tinha ido ao banheiro dentro da casa e eu fui limpar tudo. Estava distraido próximo à piscina quando sinto uma mão na minha bunda.

-Viadão, tou afim de relaxar na piscina. Bora?- Era Jorge que tinha voltado da casa.

-Não posso, meu dono me mandou limpar aqui e depois vou decansar um pouco.

-Para de juntar isso ai e cai na piscina!

-Mas eu disse que..... slapt, Jorjão me deu um tapa tão forte que cambaleei e segurei em uma mesa de plástico.

-Qual parte você não entendeu?? Quer tomar mais um?

-Não senhor!

Tirei o avental e a jock e cai na piscina. Para mim foi até um modo de relaxar porque desde que tinhamos chegado só os 3 brincaram na água. Jorjão tirou a sunga deixando saltar um pau de uns 20 cm meia bomba e pulou atrás.

-Consegue manter a respiração viado?? Vem cá!

Fui para perto dele com medo de levar mais um tapa, mas também porque comecei a sentir tesão na situação. O negão me juntou pelos cabelos e fez com que eu mergulhasse na água. Fiquei desperado com o susto e tentei de todo jeito emergir. Mas ele segurou firme minha cabeça e depois puxou de uma vez. Tossi e tentei recuperar o fôlego.

-Adoro judiar de viado!!

Juntou meus cabelos e e fez mais uma vez, eu tentava respirar debaixo d´água com medo de me afogar. Um homem de quase dois metros parrudo contra um eslave franzino de 1,70 de altura.....covardia.

-Isso!!.....Olha como já tá vermelhinho!!! Bora mais uma vez!!??

E fez mais umas 4 vezes. Eu já não aguentava mais a tortura e segurava firme nas pernas dele em um gesto desperado para que parasse. Até que ele deixou que eu saisse da piscina e veio atrás. Fui colocado de bruços na beira da piscina e senti o peso do meu algoz.

-Tá pronto para levar no cú!!!??? Hein!!!??? Quer chorar em uma rola!!??? Hein!!??

Dizia Jorjão no meu ouvido. A falta de fôlego, o chão duro descofortável e um peso de quase 100 kilos nas costas não foi nada perto da dor que senti ao ser penetrado. O negão enfiou no pêlo em uma estocada e tampou minha boca para que eu não gritasse.

-Isso, tá todo dentro!!! As minas não aguentam uma pica dessa no rabo mas sabia que um viado ia aguentar!!

Dizia no meu ouvido me humilhando. Tentei tirar as mãos dele da minha boca para pedir que pegasse uma camisinha e gel. Mas aquela mãozona não cedia.

-Calma viadinho!!! schhhiii, schhhii..... relaxa que dói menos!! Vou comer esse cú até o sol raiar.

Jorjão começou um vai e vem devagar e depois que viu que meu cú cedeu, iniciou o bate estaca característico de uma foda entre dois homens. Puxou minha cintura me posicionando de 4. Agora eu conseguia só gemer com aquela estaca de 24 cm atolada no rabo.

-Toma viadão!! Toma no rabão viadão!! Geme para mim geme!!!

Jorjão metia sem dó no meu cú levando meu corpo para frente e para traz. Eu gemia feito uma cadela. O negão montou em mim fazendo com que eu ficasse com a bunda empinada e meteu ferro sem dó. Nessa posição eu sofri ainda mais com os 24 cm parecendo que me rasgaria no meio.

-Aguenta no cú né viado!!! Quer dar para mim direto quer?? Responde viado!! (E tome tapa na bunda com a força de suas mãozonas.)

-Quero!!! Me fode Jorjão, me faz de vadia!!

-É,é, é, é.... hein!! (gemendo),então deixa eu ver o buracão!!

O negão retirou a tora deixando uma sensação de vazio no meu rabo.

-Caralho maluco!! Olha o estrago disso!! Perai de 4!! Se sair apanha!!

Saiu me deixando de 4 na beira da piscina. Voltou com o celular na mão.

-Gosta de videozinho?? Heinn (tapa na bunda) Vamos filmar você tomando no cú??

E enfiou de uma vez começando a filmar a foda. Eu me sentia uma atriz pornô sem pensar em Henrique, Pedro e mais ninguém. Era só eu e aquele negão parrudo com corpo fenomenal. Ele era como um dos caras que eu sempre via nos videos heteros comendo putas loiras.

Jorjão enterrava firme e meu joelho doia em contato com o chão da beira da piscina. Até que eu senti um liquido espesso invadindo meu cú e o negão urrar de prazer. Ainda foram umas 5 estocadas firmes descarregando toda energia dentro de mim.

-Caralho!! Fdp!! ( e tome tapa na bunda). Você vai ser meu viu??? Meu!!!

Saiu de dentro e eu cai deitado no chão. Jorge mergulhou na piscina e me chamou para ir junto. Fiquei com medo de ele me torturar novamente mas obedeci.

-Vem cá, sem medo!! ( me aproximei e ele me envolveu nos seus braços sem me beijar)

-Como te prometi vou te fuder até o sol raiar.

Me fez enlaçar as pernas no seu corpo e minhas mãos no seu pescoço e me penetrou novamente. Que vigor tinha aquele cara. Dessa vez entrou mais fácil pela lubrificação do gozo anterior. Eu me limitei relaxar e gemer tomando pirocada de uma forma diferente dentro d´água.

Comentários

23/11/2016 21:08:35
Sou #TeamJorjão sem dúvida nenhuma!!!!! Henrique é um idiota, prefiro o Jorjão, que parece saber o que é limites...
06/11/2016 15:16:43
Só não entendo, porque seu DOM não quebra as barreiras da relação DOM/SUB com você como ele quebra com as outras personagens que você trás a trama. Ex. o tal Diego, ninfeto com quem ele transa na sua frente e com sua participação. A personagem Henrique, parece ter ciúmes e sentimentos além da posse, claro que devo estar me precipitando e a personagem "Jorjão" seja exatamente para causar esse frisson. Tomara. Espero que seu conto deslanche para algo além de um diário de auto humilhação onde a personagem principal é incapaz de sair de sua subsistência psicológica e de personalidade.
06/11/2016 15:10:29
cada louco com sua loucura... o conto é bom, bem escrito, os personagens cumprem o que prometem. Gostei muito de ler. Tentarei acompanhar. Parabéns pela qualidade da escrita.
04/11/2016 18:37:06
tomara que fique com o Jorjão
04/11/2016 18:31:01
Faço minhas palavras do William26! Tomara que vc fique com o Jorjão acho o Henrique muito trouxa!
04/11/2016 18:03:53
Tudo bem cara?Respondendo ao seu comentário eu não sou nem sub e nem dom, estou a três anos comprometido com meu primo ( ohhh incesto), cada um com seu relacionamento, cara sou pass e gosto dessa posição,já fui atv mas não curti,assim como meu companheiro não curtiu.Quando falei sobre exposição cara foi sobre você acabar virando motivo de chacota, mas você acabou me respondendo o que eu queria saber, então se se sente bem assim só posso dizer que esse capítulo foi.um dos que eu mais gostei simplesmente pelo fato de que por mais que o Jorjão te judiar no fim ele foi digamos "carinhoso" contigo e também pelo fato do Henrique reconhecer que você é um "achado". abraços.

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