Casa dos Contos Eróticos

Tarado num cu, descabacei meu cunhadinho

Categoria: Homossexual
Data: 26/10/2016 06:08:21
Última revisão: 26/10/2016 08:34:10
Nota 9.85
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Meu nome é Sérgio. Tenho 35 anos, mulato, 1,80 m, 84 Kg e uma barba cheia na cara, aparentemente normal, um cara comum. Nunca tive problemas com minha sexualidade e sempre fui bem resolvido quanto a isso, então me definia como heterossexual, já que, até então, não havia tido relações com nenhum outro cara e nem sentia atração. Mas, tarado como eu sou num bom cu, um dia acabei perdendo completamente a cabeça e todo o resto da piroca, para ser franco. Vim contar a vocês sobre esse dia.

Tinha acabado de me arrumar para ir até a empresa, como faço algumas vezes na semana. Tomava um café reforçado na cozinha quando a mulher entrou e me abraçou pelas costas.

- Hmmm, bom dia! - ganhei um beijo matinal.

- Safada! - dei-lhe um tapa na bunda gorda, por cima da camisola curta que vestia. - Hoje tem mais?

Falava da noite passada. Comemoramos meu aniversário na churrascaria com amigos e na cama ela me dera um feliz "analversário" matador, por isso eu tava tomando aquele café grandão.

- Depende do que você vai dizer.. - lá vinha merda.

Sempre que tinha esse "depende do que vai dizer" vinha merda.

- .. quando eu disser que Flavinha vai passar o final de semana aqui.

Flavinha era o irmão mais novo dela, um viadinho de 17 anos. Viadinho é minha forma carinhosa de chamar, tinha vários amigos viados e sempre aprendi muito com eles. Até o que era um cu.

- E teus pais, não vêm junto não? - debochei.

Eu não tinha filhos e não ia querer tomar conta do filho dos outros. Tinha certa implicância com meus sogros, que nunca gostaram de mim pelo fato deu trepar com a filha deles, branca, burguesa. Mas acabou que nem levei a birra tão a sério, porque não tinha nada contra o moleque e ele é irmão da mulher.

- Não. Vão comemorar o aniversário de casamento na Ilha Grande e ele vai ficar aqui enquanto isso. Tudo bem? - continuou.

Fernanda era maravilhosa. A pele clara e os cabelos vermelhos ficavam ainda mais bonitos pela manhã. Ou de repente era pela liberação intensa de hormônios nas duas vezes que a fiz gozar aquela noite, enquanto enterrava o pau em seu cu. Os seios fartos soltos na curta camisola que revelava parte de sua gorda e suculenta bunda. A voz doce e pausada que me dava a certeza de que era o homem mais amado do mundo.

- Você pode tudo! - beijei-lhe safadamente.

Normalmente não recusava sexo, mas estava atrasado e precisava sair rápido para uma reunião, a rola já dando sinal de vida na calça social.

- Preciso ir. De noite você é minha! Safada!

Odiava ter que fazer aquilo. Passei toda a segunda-feira com o pau dando surtos e querendo atenção, mas segurei muito a onda pra não bater umas punhetas. Afinal de contas, de noite ia comer rabada.

Tolo. Fernanda é aeromoça, viaja internacionalmente. Recentemente, estava cumprindo vários expedientes para antecipar as férias. Nos encontramos só na quarta de manhã, ela chegando de carro e eu saindo de moto, ambos atrasados. Ela viajou de novo. Naquele dia, estava decidido a dar uma boa de uma gozada, mas acabou que peguei no sono tomando umas, enquanto assistia ao futebol na TV. Na quinta feira já subia pelas paredes, mas estaria com Fernanda no dia seguinte, então resisti. Tudo pelo anal perfeito. Na sexta, Flavinho chegou e ela o levou para um "programa só de irmãs", do qual só retornaram de madrugada, quando eu já dormia bêbado. Estava tão alucinado que esqueci um dos celulares na empresa. Antes de amanhecer, ela saíra novamente para trabalhar e agora só voltava segunda. Minha punheta estava mais que certa, não gozava há 6 dias, não tinha mais como esperar.

Acordei na manhã de sábado com a piroca estalando. Tinha o hábito de dormir nu, então só o lençol me cobria. Encarei minha rola e a apertei, começou a sair a babinha, que espalhei ao redor da cabeçona. Comecei a bater uma punha gostosa quando ouvi a TV da sala ligar no último volume. Com o susto, levantei, vesti um roupão e corri para ver o que era aquilo. Ao chegar, lembrei que o Flavinho estava ali. Era ele. Usava um desses shorts molinhos, de dormir, e uma blusa curta, mostrando a barriga fina. Estava de costas pra mim, tentando abaixar o volume da TV desesperadamente, quando me viu e se assustou.

- Desculpa, te acordei! - a voz fina, cuidadosa.

- Ah, é tu! - ri, meio sem graça. - Puta susto que tu me deu.

Abaixei o volume da TV e ele ficou mais tranqüilo. Perguntou pela irmã e eu respondi que só voltaria dali a dois dias. Flavinho era mais baixo que eu, tinha a pele mais morena que a da Fernanda, mas os poucos pelos que tinha no braço eram tão vermelhos quanto o cabelo curto. Mesmo sendo homem, seus traços eram completamente finos, meio que delineados, femininos. Suas expressões pareciam sempre serenas. O tipo de cara que não tinha como negar que gostava de uma boa rola. Não pude deixar de perceber que as polpas de sua bunda estavam de fora.

- Tava fazendo o que? - ele ria descaradamente. - É brincadeira, depois o viado sou eu!

E apontava pro volume no meu roupão, rindo. Ele era tão divertido quanto a irmã. Nunca entendi como seus pais podem ser tão escrotos e terem filhos tão diferentes deles.

- Tá foda, tua irmã só trabalha. - explicava.

Como eu disse, nunca tive problemas com minha sexualidade. Sabia que entre nós sempre houvera respeito, então estava livre para fazer estas brincadeiras e comentários.

- Tá vendo, se fosse bonito até pensava no seu caso. - respondeu.

- Me respeita, viado! - eu ria. - Olha pra isso!

Ficava provocando ele de palhaçada, forçando os bíceps e o trapézio. Eu me cuido. Até porque, não posso vacilar tendo uma mulher dessas ao lado. Não tenho tanquinho, mas a barriga é gostosa, dessas com descidinha marcada. Nem faço academia. Parte da minha vida foi trabalhando em oficina, então o corpo tá sempre em dia.

- Tadinho. - ele ria ainda mais.

Tomamos café na cozinha e fui tomar banho, pois precisava dar um pulo na empresa pra buscar meu celular. Ao sair, ele me perguntou se podia usar a piscina, tendo eu dito que sim.

- Quero ficar com marquinha. - dizia, meio que empinando a bunda.

Naquela família, todas as bundas eram grandes, até a da mãe deles. Aquela coroa era gostosa e eu era doido pra comer o cu dela. Me imaginava atrás, arregaçando, com o pé dentro da boca da filha da puta. Não levei a sério o que o Flavinho disse, mas ri e logo sai.

Demorei meia hora para chegar à empresa. Perdi mais um tempo carregando o celular e logo sai. Comprei comida num restaurante próximo, não querendo ter que fazer almoço quando chegasse em casa, e retornei. Entrei desatento, deixei tudo na cozinha e percebi o silêncio. Ao chegar na área da piscina, não acreditei no que vi: Flavinho estava deitado na esteira, de costas para onde eu tava, de biquíni vermelho enfiado no meio das fartas bundas. Ele parecia estar dormindo, com os óculos escuros na cara, sob um sol meio tímido. Me aproximei em silêncio, para não acordá-lo, na intenção de confirmar se era real o que estava vendo. E era. O viado era ainda mais abusado do que eu imaginava: usava ambas as partes do biquíni, mesmo não tendo peitos. Sua bunda era maior do que imaginava, parecia até que o puto empinava as ancas.

- Acorda, viado!

Nada. Balancei ele dessa vez, tocando no ombro.

- Ou! Trouxe comida!

Nada. Ao tocá-lo, porém, o pau despertou na bermuda. Não entendi como aquilo aconteceu, só podia ser por conta de tanto tempo sem gozar. Sentei na esteira ao lado da dele e fiquei observando aquela bundona arrebitada. A piroca agora pulsava na bermuda, me sentia quente, aflito, mas não sabia o que fazer. Não podia ir além, não era viado e sabia disso. Comecei a lembrar das fodas intensas com a Fernanda, na intenção de limpar a imagem daquela raba daquela bicha, mas isso só me deixou mais encaralhado ainda. Apesar dele estar deitado de bruços, seu rosto não estava virado para onde eu estava, então alisava meu caralho por cima da bermuda sem dó, mas com enorme peso na consciência por estar excitado com um cu de homem. "Só uma punheta", pensava.

Tirei a piroca pra fora e comecei. Não me agüentava de tanto tesão e não tava fazendo nada que colocasse minha sexualidade em risco. Só tava olhando para aquele cu porque minha mulher foi para longe e me deixou na mão há dias. Só isso. Batia tão intensamente que o corpo suava e ofegava. Em determinado momento, fiquei tão curioso que dei a volta, totalmente despreocupado, e comecei a encarar aquela bunda por baixo, meio que de trás. Cheguei a me abaixar, na intenção de ver mais de perto e pude ver o quão lisinha e feminina era. Em nenhum momento largara a piroca, doido pra gozar e terminar logo aquilo. Tava tão alucinado naquela raba que puxei o biquíni pro lado, na intenção de ver aquele cuzinho. O viado ameaçou se mexer, corri de volta pra esteira e escondi a piroca dura. O coração estava a mil, mas ele não se mexeu. Aproveitei e sai dali, ia tomar um banho frio e terminar de vez essa jornada de abstinência.

Entrei no banheiro já quase nu, deixei as roupas ainda no chão e fechei a porta. Liguei o chuveiro no frio. Ia bater a maior punheta da vida e tirar logo aquelas imagens da cabeça, pois já estava zonzo. Tudo isso era culpa da Fernanda e ela ia pagar caro com o cu quando voltasse. Comecei a me masturbar pensando naquele rabo do Flavinho pra cima. A mente ia tão longe que lambia os beiços e não me arrependia. Tinha até colocado um pouco de creme condicionador pra deixar a punha mais gostosa. No meio de todo o conflito, porém, avistei uma calcinha roxa de rendinha, diferente das que conhecia de Fernanda, pendurada na parede do box. "Viadinho filho da puta", pensava. Não resisti e nem hesitei: peguei aquela calcinha fina e danei a cheirar. Estava úmida, mas ainda sentia o cheirinho doce de cuzinho virgem na parte traseira. "Ainda é virgenzinha", imaginava. Minha piroca tava dura como nunca havia visto, nem mesmo com a Fernanda. A cabeça parecia que ia explodir, as veias saltavam feroz e não parava de pulsar. Aquele cheiro de cu parecia subir até meu cérebro e o caralho respondia à altura, passando do umbigo, vivo. Já tinha perdido meu controle, passava a baba que saia bem onde imaginava que ficava o buraquinho do cu dele na calcinha, quando ouvi as batidas na porta do banheiro.

- Serjão.. você vai demorar? - era ele.

A mesma voz fina, doce, mas agora parece que fazia charme. Interrompi o punhetão que batia.

- Tô morrendo de fome, você vem comer comigo? - as palavras saiam manhosamente.

Pensei um tempo. Comer? Com ele?

- Tô saindo. - com certeza eu ia. - Dois minutos, vai indo.

Tomei um banho rápido e fui pra cozinha. Vesti somente uma sunga vermelha, de praia, não tava ligando mais para nada, queria mesmo que aquele viado encarasse minha rola. Para minha decepção, ele sequer manjou. Me senti o cara mais otário do mundo, pois por alguns instantes, eu, hétero, achei que ia rolar uma putaria com outro cara, sendo que nem ele mesmo que era viado talvez pensasse isso. Pior ainda, por se tratar do irmão da minha mulher. Por outro lado, fiquei mais manso sexualmente e já nem pensava mais na visão que tive de sua bunda arrebitada.

Almoçamos, tomamos uma cervejas e conversamos várias coisas idiotas enquanto ficávamos na piscina. Estava começando o brilho quando ele sugeriu de abrirmos um whisky. Abri um e ainda abri uma vodka, que misturamos com suco de frutas e mandamos para dentro. A tarde já estava acabando quando o céu rodava sobre nossas cabeças. Estávamos alcoolizados, largados à beira da piscina, cada um num canto. Ele estava deitado de bruços e mais uma vez aquela visão me perturbou. Dessa vez, porém, a bebida mudou o rumo das coisas.

- Flavinho, conta pra mim o que tu gosta num cara. - puxei.

Ele estava rindo quando respondeu.

- Gosto de pelos. - cuspiu. - Pelos nas pernas, nos braços.

Ele não tinha respondido exatamente como eu queria, mas dei uma risada sacana, porque minhas pernas são peludas e isso faz até um contraste gostoso com minha mala na sunga vermelha, ao meu ver. Sou muito safado nesses sinais que as pessoas dão.

- Tô falando na cama. - ri.

A situação começou a me excitar.

- Gosto de pauzudo. E o cara não pode ter nojo de cu. - respondeu sem enredos.

Pirei. Era melhor do que eu esperava. A piroca começava a dar sinais de vida e eu não ia mais esconder o jogo. Além de tudo, aquela raba ainda tava ali me encarando, esperando uma atitude minha, ou então eu não era realmente um tarado em cuzinho. Foda-se que era de viado, cuzinho é cuzinho, tem que ser invadido.

- Nojo de cu? - perguntei curioso.

- Um namorado disse que não tava preparado pra me comer porque era nojento.

Não entendi nada daquela resposta. Como alguém poderia não querer comer aquele rabo gordo? Ainda mais o próprio namorado do viado.

- Como assim nojento? Tu não fez a chuca? - perguntei rindo.

- Não sei, porra! - riu. - Eu até usei uma lingerie nesse dia, mas ele não quis.

Nesse momento tive uma ideia genial. Corri no quarto e peguei duas longas meias da Fernanda e um vestidinho vermelho curto que ela usava. Trouxe ainda um batom também vermelho. Estava destinado a transformar aquele puto numa ninfetinha. A esta altura, nem escondia mais a rola dura na sunga.

- Vamos ver se fica tão ruim assim?

- Tá. - ele respondeu animado de bêbado.

Fomos para a sala e ele pediu que eu fechasse os olhos. Fechei. Passou uns cinco minutos e me chamou. Ainda com o biquininho fio dental, ele vestiu as meias esticadas até a parte de cima das coxas e o vestido vermelho ficou na altura da bunda, com as polpas de fora. O batom estava estonteante, dava o toque final naquela nova menina. Eu estava sentado no sofá, com as pernas abertas e a sunga explodindo de tesão. Ele deu uma voltinha na minha frente, quase na ponta dos pés e se empinou.

- Gostou, Serjão? - a voz manhosa.

- Claro! Mas ainda não entendi porque ele disse que era nojento.

E realmente não entendia. A cabeça zonza, a piroca estourando de tesão.

- Alguém mais já falou que seu cu é nojento? - perguntei maliciosamente.

- Não, Serjão. - ele repetia meu nome. - Mais ninguém falou, só ele.

- Porque tua bunda é bonita. Não tem como o resto ser feio. - arrisquei.

Pausa. Por alguns segundos pensei ter ido longe demais.

- Eu posso te mostrar, você quer ver, Serjão?

A piroca deu outro pulsão.

- Eu quero. - fiz questão de responder.

Me recurvei para frente, ainda sentado no sofá, e puxei o corpo dele para mim. Com movimentos calmos, o virei de costas e afastei um pouco o elástico do biquíni que cobria seu rego para o lado. Meu pau chegou a doer de tanto tesão acumulado quando vi aquele cuzinho rosa, inacreditavelmente miudinho, menor até do que meu polegar. Ele deu uma piscadinha e pude sentir o cheirinho doce que exalava. Minha boca encheu de água e a cabeça tonteou com aquela imagem.

- Que cuzinho lindo, Flavinho!

Abri sua bunda com uma mão e comecei a me masturbar com a outra por dentro da sunga. Passava de leve a ponta do dedo indicador naquele buraquinho úmido que reagia ao meu toque abrindo e fechando, parecia um botãozinho. Apesar de lindo e cheiroso, tinha algo que me intrigava muito naquele cuzinho.

- Não sei como esse namorado não quis te comer.

- Acho que é porque eu era virgem, Serjão. - respondeu.

- E quem foi que tirou esse lacrezinho?

- Ninguém.

Viajei. Era hoje.

- Ninguém nunca meteu nesse cuzinho, Flavinho? - perguntei, já lambendo os beiços.

Nem dei tempo do viado responder, meti o linguão dentro daquele cu e passei a barba de todos os jeitos que pude. A cada linguada, sentia sua piscada de nervoso. Linguei tanto lá dentro que podia sentí-lo todo aberto na minha língua quente. O gosto e cheiro doces eram entorpecentes, eu tava me sentindo um drogado. Vez ou outra lembrava da piroca estalando de tesão e tocava uma lenta, só na cabeçona babada, mas durava pouco. Com a cara toda enfiada no meio daquela raba enorme e a língua sendo engolida por um buraquinho quente e apertado, tinha encontrado o caminho do paraíso. Estava prestes a estrear um cuzinho virgem de um viadinho afeminado e não poderia estar mais feliz. Me perguntava como podia ser idiota o maluco que estivera cara a cara com aquele rabo e não o estreara. Gostaria de agradecê-lo por deixá-lo para mim. Em vários momentos, observava o tamanho daquele anelzinho e me assustava, pensando ser fisicamente impossível colocar minha caralha ali dentro. Mas ia ter que dar.

Já estava com a cara toda suada e o maxilar doendo de tanto chupar, morder e linguar a bunda daquele puto. O pau não parava de pulsar, já tava pelado e o Flavinho ainda usava as meias e o vestidinho vermelho da Fernanda. Ele gemia bastante com o meu trabalho no cu dele e se contorcia de quatro no sofá.

- Não tô agüentando mais, Serjão. - disse. - Tira meu cabacinho, eu imploro!

Fui no céu. Já tava na hora. Afastei o rosto e coloquei a cabeça babada na portinha daquele cu. Só o tamanho dela devia ser duas vezes maior que o do buraco. Mesmo babada, a rola não tava pronta. Dei a primeira forçada sabendo que não ia dar certo e ele reclamou.

- Ai, calma, Serjão!

- É muito pequeno. Vai doer um pouquinho, Flavinho. - disse.

- Deixa eu lubrificar pra você.

Virou-se e segurou meu pau. Só nesse momento me dei conta do que estava fazendo com o irmão mais novo da minha mulher. Sua carinha lisa ainda era de bebê, seu corpo era fino e bem mais frágil que o meu, isso para não falar do quão menor era. Ele tava ali, segurando minha piroca dura e babada, me olhando no olho.

- Eu posso, Serjão? - perguntou, somente com a ponta da língua na minha glande.

Seu olhos eram de pena, como de quem pede muito por algo. Não teria como negar nada aquele puto, nem mesmo rola. Não que eu ache que ainda era hétero fazendo o que fazia, mas meu orgulho desde o começo é de ser tarado por cu. Entre outras palavras, não ia só realizar uma tara, também estaria deixando um outro cara me chupar. No inferno, amigo.. abraça o capeta. Segurei seu rostinho entre minhas duas mãos enormes.

- Só se você engolir tudinho, Flavinho. - entrei no jogo.

O viado foi atolando a piroca toda na boca, devagar, até o talo. Não acreditei. Com a ponta da cabeça, sentia parte de sua garganta. Me perguntava como ele conseguia fazer aquilo e onde guardara o restante do meu pau. A sensação era maravilhosa, estava sentado nu no sofá, suando, com a piroca trincada na garganta de um viadinho de cu apertado. Conforme ele sugava e passava a parte áspera da língua na parte de baixo da cabeça da minha rola, eu sentia e até via a baba saindo e ele se deliciando, enquanto me olhava. Nessas horas eu ia à loucura, chegava a contorcer os dedos dos pés e sentia o gozo quase subindo. Começava a lembrar do porquê de estar ali: cu. Com ele deitado no sofá e a cabeça pra cima do meu colo, comecei a dedar seu anelzinho de pele cuidadosamente. Quando a mamada me levava aos céus, dedava mais fundo.

- Tá bom, Serjão? - o puto parava para me perguntar, me olhando.

- Tá ótimo, Flavinho! Continua, vai!

- Tá melhor que a Fer?

Perdi as palavras. Mas tava adorando.

- Que viadinho sujo! - mandei. - Tá falando muito, tá na hora deu comer esse cu.

Como se nada fosse, o coloquei sentado no meu colo, de costas para mim. Chegava a ser engraçada a diferença do meu corpo pro dele, de forma que, se deitasse sobre ele, com certeza o mataria. Encaixei a rola dura e toda molhada de cuspe na porta daquele cu recém alargado e ele foi escorregando devagar.

- É muito grosso, Serjão! Ai!

E é. Mas ia ter que dar, afinal de contas era um cu e eu não gozava há 6 dias. Conforme escorregava na minha rola, eu o segurava para dar tempo de acostumar com meu tamanho dentro dele. Mesmo que tivesse tarado, não queria machucar o viado. Com o tempo, a cabeça passou e ele foi ficando mais relaxado, até o ponto onde já podia começar a se mover.

- Tô dentro desse cuzinho, Flavinho.

Comecei devagar, mexendo o corpo dele cuidadosamente, ao mesmo tempo que mexia meu quadril. Comer um cu virgem era algo que não fazia há muito tempo, então não podia exagerar de cara. Quando senti que o puto já se mexia sozinho, aumentei o ritmo e ele começou a gemer cada vez mais alto.

- Que delícia, Serjão! Tô sentindo tudo dentro!

- Tá gostando, viadinho?

A sensação era maravilhosa. Todo o meu caralho estava dentro daquele botãozinho, sendo comprimido por uma carne quentinha e muito, muito apertada. Conseguia sentir cada preguinha dele se abrindo para dar passagem a mim, todo grande. Num determinado momento o coloquei de frente para mim e pude ver suas expressões de dor e prazer. Nessa hora ele se segurou no meu pescoço com as duas mãos e já subia e descia automaticamente. Ficamos assim um tempo, até colocá-lo de frango assado e mandar mais rola dentro daquele cu. Cada vez que tirava meu pau e botava dentro de novo, sentia um calafrio gostoso na espinha. Quando entrava, podia sentir a parede interna do seu buraco arrastando na cabeça da rola e no restante, agasalhando-a por completa, até o talo, ficando só as bolas pentelhudas para fora. Nessa parte mais grossa da base do pau, que era até onde ia seu cu quando eu o invadia, conseguia sentir o calor que saia das pregas da beirolinha do anel machucadinho pela minha caralha. Às vezes parava até de meter e só pulsava o pau latejando, para crescê-lo lá dentro e ter a certeza de que alargava cada pelezinha daquelas com minha piroca. Eu sou um tarado em cu mesmo.

Fodi cada cantinho daquele rabinho de todas as formas possíveis, mas não gozava enquanto não me sentisse satisfeito. A gente já tinha se perdido na putaria nessas horas.

- Parece que tem um sapato dentro de mim, Serjão! - dizia entre gemidos.

- Mas tem, viado! E tá todinho dentro de você, tá sentindo?

Eu parava e deixava pulsando, para ele sentir.

- Tá sentindo, viadinho?

Quando ele não respondia, eu colocava os dedos da mão dentro de sua boca. Não posso mesmo ver um buraco aberto que tenho que colocar algo dentro, eu sei.

Quando senti que não tinha mais o que fazer com aquele cu e que ele já estava usado e alargado, botei o viado do Flavinho de bruços e deitei por cima dele. Ia começar minha posição favorita porque já estava sentindo os sacos doerem. Ele reclamou um pouco pelo desconforto e pela força que usei para comê-lo nessa hora, mas não me importei muito, afinal de contas ir finamente gozar.

- Tá machucando meu cuzinho, Serjão.

Mas eu não respondia. Estava acelerado, quase gozando, parecia que ia arrancar aquele cu fora de tanta força que fazia.

- Calma, Serjão! Ai, calma! - continuava, enquanto gemia e se deliciava.

Às vezes ele até pedia para não parar nunca. Quando senti que ia gozar, entrelacei meus braços e pernas nos membros de Flavinho, imobilizando-o por completo. Mexia somente o quadril, quase que violentamente, enquanto respirava muito ofegante e suava por cima dele, ainda no sofá que agora arrastava aos poucos.

- VOU RASGAR ESSE CUZINHO, FLAVINHO!

- Pode rasgar, Serjão! Rasga ele todinho! - ele respondia.

Senti a primeira jatada de porra dentro daquele cu e fui reduzindo as estocadas que dava. Veio a segunda, terceira e quarta. Cai sobre ele, deixando o corpo relaxar. Ambos suávamos muito e arfávamos como se tivéssemos corrido a maratona.

- Tô todo gozado, Serjão.. - ele disse.

- Deixa aí dentro, é seu primeiro leitinho. - respondi.

- Eu também gozei. - e riu.

Era verdade. Eu nem sabia que era possível, me senti ainda mais surpreso e orgulhoso. Agora eu tinha o poder de fazer outro cara gozar só de dar o cu, tudo isso com meu pau. Tava feito.

- Gostou de dar o rabinho, Flavinho?

- Claro, Serjão.

Porque eu tinha curtido estrear um cu de viado. E já pensava em quantas vezes poderia comê-lo ainda naquele final de semana. Minha intenção era deixar aquele viado grávido de mim, pelo cu.

Comentários

06/04/2017 22:15:27
10
07/02/2017 03:41:11
Moleque Israel- http://www.casadoscontos.com.br/texto/
20/01/2017 00:54:42
Adorei o jeito como vc escreveu este, ficou machista e tal, mas dá pra ver que éa visão do personagem, demais!!!
02/01/2017 12:14:04
Muito bom.
16/11/2016 20:10:48
tu é foda !!! escreves bem pra caramba e deixa a gente louco para b ater
07/11/2016 23:49:33
perfeito
07/11/2016 05:55:42
Bom dia, gente bonita! Trago a vocês uma continuação para o sábado de Serjão e Flavinho. Espero que gostem. Experimentei deixar ainda mais informal e coloquial. Até! http://www.casadoscontos.com.br/texto/
06/11/2016 18:10:55
Agradeço pelos comentários e notas. Vou aproveitar e ressaltar que a proposta dos meus contos é justamente a vida sexual urbana, nua e crua do jeito como ela é hoje, por isso mantenho os termos cotidianos e palavreado comuns. Se a intenção fosse ser puramente violento ou agressivo, não haveria sexo nos contos. No mais, existem mais 4 textos que estou finalizando para finalmente postar. Permaneçam comigo que a diversão só está começando! Até! 🐮
06/11/2016 10:55:07
muito bom esse conto...
02/11/2016 17:30:33
Precisas suavizar os termos da foda para não ofender o Waltersó, coitadinho! No mais nota 10.
02/11/2016 13:09:05
Nossa amei......
02/11/2016 04:51:19
APESAR DE MUITO BOM, O CONTO É EXTREMAMENTE MACHISTA E PRECONCEITUOSO. COM TERMOS MUITO VULGARES.
30/10/2016 02:18:52
UAUUUUUUUUUUUUUU
27/10/2016 00:59:36
Olá.... Aproveitando que vc é autor de contos aqui no site, se puder fazer um gentileza para mim ficarei agradecido. Leia meus contos e me diga se falta algo ou se tenho que mudar alguma coisa. Desde já ficarei agradecido. Eles estão na minha pagina, Peludodf, "Virei a puta do Renatão", "Eu e o PM - Mais um conto maluco", "Marinete - A Rainha do Boquete" (ESte tem uma proposta de conto humorístico. Um grande abraço Peludodf
26/10/2016 23:18:06
muito gostoso de ler, conta o resto do final de semana.
26/10/2016 22:24:27
Prazeroso o conto. Gostei muito da forma da escrita. Prazerosa.
26/10/2016 16:51:32
Muito bom
26/10/2016 15:50:08
Esse Flavinho. Ah ,esse Flavinho !!!
26/10/2016 14:13:20
Excitante, cont maisss
26/10/2016 14:00:58
Bommmm
26/10/2016 09:18:24
Adorei.... 10
26/10/2016 07:30:01
Muito top e excitante, conte mais, rsrs... 10

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