Casa dos Contos Eróticos

Servindo ao meu dono (Viagem ao Chile 3)

Autor: Sub Mineiro
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 20/10/2016 17:41:03
Nota 10.00
Ler comentários (1) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Enrabado por Dom Carrasco

Tinha fome e sede. Já tinham se passado umas duas horas desde que o Dom me deixou com Layca naquela sala. A loirinha dormia dentro da gaiola. Até que ouvi a porta se abrir novamente. Dom Carrasco usava somente os coturnos. Seu corpo não era de um homem malhado. Pelo contrário. Um homem parrudo, de 1,90 e 110 kilos. O peito tinha pelos e um mamilo saliente. O pau, mesmo mole deveria medir uns 19 cm. Aquela coisa pesadona entre as pernas me dava medo. Também reparei que ele era sacudo. Bem mais do que Dom Henrique.

Se dirigiu até a gaiola e puxou a escrava colocando-a de 4 no meio da sala. Em uma das gavetas pegou um plug de mais ou menos 20 cm. Mandou que Layca empinasse bem a bunda e foi enfiando o acessório. A loirinha gemeu de dor. Tive dó da pobre coitada.

Me dessamarrou da cadeira e me fez ficar de pé. O cansaço era tanto que cai no chão ajoelhado nos pés do Dom. Antes não tivesse acontecido isso. Ele aproveitou e subiu sobre mim com todo o seu peso e começou a limpar a sola do coturno nas minhas costas. Aquilo doia muito e eu comecei a chorar.

Pegou meu topete e me levantou pude olhar nos olhos dele. Me ordenou que ficasse quieto pois não gostava de escravos chorão. Com os acessórios nas mãos e tornozelos era fácil para o Dom me amarrar em qualquer lugar. Quando dei por mim já estava amarrado em um cavalete com a cabeça pendendo para baixo.

A posição não era nem um pouco confortável. Procurei com os olhos a figura do Dom que agora tinha uma vela nas mãos. Disse que ia desenhar um pouco. Começou a pingar em meu corpo. Com a gag eu só emitia sons abafados, mas já molhava o chão da sala com minhas lágrimas e a baba que saia da boca.

Essa brincadeira durou uns 5 minutos até que senti um dedo no meu cú. Dom Carrasco cuspia e começou a enfiar um, dois, três quatro dedos no meu rabo. Eu pensei que fosse me fistar.

Gemia de dor. Até sentir que ia ser enrabado. Ele encostou o pau na portinha do meu cú e enfiou de uma vez. Devo ter gritado muito mas a gag ball impediu que qualquer som saísse da minha boca. Nem mesmo se eu quisesse dizer a palavra de segurança poderia.

Começou a foder devagar e depois acelerou o ritimo. Vez ou outra dava um tapa na minha bunda. Senti saudades da "delicadeza" do meu dono. A altura do cavalete permitia que Dom Carrasco enfiasse seu pau até as bolas.

Me retirou do cavalete e me prendeu na cruz em forma de X. Me disse que eu tinha sorte pois meu dono não tinha autorizado espanking e que por isso Layca iria sofrer no meu lugar. Prendeu o corpo da loirinha no meu e mandou que ela contasse cada chicotada.

O sádico começou a espancá-la. Cada chicotada ela colava o corpo ainda mais no meu. Senti pena da coitada. Ele deu 20 lapadas alternando nas costas e pernas. Excitado jogou a loirinha no chão e voltou a me penetrar.

Agora eu tomava no cú em pé. Soc, soc, soc, soc, o safado colou as mãos na minha cintura e metia sem dó enquanto meu corpo era arremessado para frente e para trás. Nunca tomei tanto no cú.

Ele meteu assim por meia hora até retirar o pau de uma vez. Me mostrou um comprimido azul. Tomou um e me fez tomar outroA noite seria longa.

Noite longa com Dom Carrasco

Já tinha perdido a noção da hora. O comprimido azul me deixou com um baita tesão e não podia ao menos me aliviar em uma punheta. Agora eu tinha meus braços esticados em uma aste de ferro, com a gag ball e estava ajoelhado diante do Dom que estava sentado em uma confortável poltrona. Ao lado dele sua escrava branca que tinha um plug em formato de rabo de cachorro enfiado no cú.

Ele me dizia que gostou muito da minha obediência e que meu dono tinha sorte. O pau de 22 cm e grosso estava em riste. Parecia que não ia abaixar nunca. Depois do comprimido ele já tinha me fudido duas vezes e montou sobre Layca até gozar. Mesmo assim o pau não abaixou.

Meu corpo já estava dolorido e sentia dores nos rins resultado de tanta estimulação e castidade.

Ordenou que a escrava fizesse mais um boquete em mim. Mas como da primeira vez, se eu gozasse ela sofreria as consequências. Como a pobre não queria sofrer nas mãos do seu dono, dosava as mamadas para que eu não explodisse em um gozo alucinante.

Enquanto ela mamava, Dom Carrasco castigava sua bunda com uma vareta. Era impressionante a passividade e resistência da escrava. O dom enrolou os cabelos da loirinha em uma das mãos, puxou com força fazendo com que ela parasse o boquete, retirou o plug e enfiou de uma vez no cú da coitada.

Eu de joelhos e de pau duro, com os braços esticados para trás via aquela cena inusitada. Um homem parrudo montado em uma frágil garota que agora chorava de dor. O Dom puxava seus cabelos com força enquanto fodia sem dó.

Colocou as mãos em sua cintura, segurou firme, e se levantou. Ele gostava de posições diferentes. Agora a escrava estava suspensa tomando no cú e sem apoio para as mãos, segura apenas pela força do seu dono. Mesmo com a dor visível, agradecia a cada estocada.

Eu sentia muito tesão vendo a cena. Sem poder gozar comecei a gemer feito um louco.

Dom Carrasco não gozou dessa vez. Levou Layca até a gaiola e voltou-se para mim. Não sei como ele fez isso, mas eu fiquei de bunda para cima com o rosto colado no chão enquanto ele segurava minhas pernas. A posição era por demais incômoda e vi que ia tomar mais um vez no cú. Sem perda de tempo o safado enfiou a tora no meu rabo. Puxava minhas pernas e atolava o caralho no fundo. Sou um pouco mais alto que a escrava, mas Dom Carrasco é muito grande e forte. Tinha facilidade em manusear nossos corpos. Eu estava sendo muito mais esculachado do que o dia que meu dono contratou os GP.

Sentou-se na poltrona sem tirar o pau do meu cú. Agora eu estava sentado em seu colo e era obrigado a cavalgar de costas para ele, mesmo sem qualquer apoio para as mãos. Subir e descer naquela tora estava por demais doloroso. Meu maxilar já doia pelo tempo em que estava de gag. Dom Carrasco segurava na aste que prendia meus braços para me "ajudar".

Eu queria que ele gozasse logo para aquela tortura acabar. Intensifiquei os movimentos até sentir seu pau pulsando dentro de mim. Com a gozada ele me puxou para junto do seu corpo, ficando por alguns minutinhos com o pau atolado. Depois me jogou no chão como quem joga um objeto. Retirou a camisinha e elogiou minha performace.

Retirou a gag da minha boca e a aste que prendia meus braços. Ufa!! Que alivio. Retirou os outros acessórios e me deu uma bicuda na perna me mandando tomar um banho porquê eu fedia.

Me dirigi a um banheiro que tinha na casa. A água quente do chuveiro foi um alivio. Peguei no meu pau e me masturbei até explodir em um gozo que estava contido a mais de 8 horas. Sentei no chão do banheiro com a água caindo e tentei relaxar.

Comentários

08/11/2016 15:52:07
Continua

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.