Casa dos Contos Eróticos

Servindo ao meu dono (Viagem ao Chile 2)

Autor: Sub Mineiro
Categoria: Homossexual
Data: 19/10/2016 14:24:40
Nota 10.00
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Encontrando com Dom Carrasco

No segundo dia tomamos café e pegamos um táxi. Meu dono já tinha explicado que me alugou por dois dias para um Dom de Santiago. Eu fiquei apreensivo é claro, porquê era um Dom que nenhum dos dois conhecia. Mas ele me disse que conversavam muito pela internet e parecia ser um cara sério e experiente no BDSM.

Chegamos a uma casa simples em um bairro de Santiago. Tocamos o interfone e do outro lado atendeu uma voz masculina firme. Tanto eu quanto meu dono falamos muito bem espanhol .

Fomos convidados a entrar. Quando vi o tal Dom fiquei com mais medo ainda. Um sujeito de 1,90 de altura, 110 kilos mais ou menos, negro e com cara de poucos amigos. Usava um short de nylon branco que realçava as pernas e uma camiseta surrada. Nos pés uma havainas preta.

Me foi ordenado que ficasse de joelhos na sala enquanto os dois conversavam. Depois de alguns minutos, Dom Carrasco mandou que eu tirasse toda a roupa e fosse de 4 até ele. Olhei para meu dono que assentiu com a cabeça.

O dom me olhou como quem analisa uma peça e deu seu veredito. Ia ficar comigo até o outro dia.

Meu dono foi até mim e me deu uma cusparada na boca. Despediu-se do Dom e foi embora.

Agora eu estava sozinho em um lugar estranho com alguém que via pela primeira vez. Felizmente ele foi bastante compreensivo e disse que tinha anos de experiência em BDSM e que tinha alguns escravos fixos e uma escrava 24x7 que logo eu conheceria. Disse que era para falar somente quando fosse solicitado. E me deu uma palavra de segurança, que eu poderia usar e depois me "entender com meu dono". Vi que era uma ameaça para suportar tudo que aconteceria naquela casa.

Ele dizia isso sentando em uma poltrona e me olhando nos olhos enquanto eu estava de joelhos. Colocou uma coleira no meu pescoço, prendeu a guia e colocou pulseiras de couro com argolas nos meus pulsos. Meus calcahnares também receberam o acessório.

O dom saiu da sala e retornou com o peito nu, vestido com uma calça de couro, coturnos e uma máscara que o deixava com um aspecto assustador. Tremi de medo quando vi.

Engatou a guia na coleira e foi me puxando.

Eu só tinha autorização para andar de 4. Fomos até outra sala. Quando entrei levei um susto. A sala parecia a do filme 50 tons de Cinza. Muitos acessórios pela parede. Um cavalete e uma cruz de madeira em forma de X. As paredes preparadas com uma camada de isolamento acústico.

Em um canto algo me espantou ainda mais. Uma loirinha de uns 20 anos, raquitica, estava de 4, de coleira e com uma gag ball. Tinha o corpo todo marcado, provavelmente das constantes surras a que era submetida.

Dom Carrasco me apresentou a menina como Layca, a sua cadela de estimação. Fiquei pensando como uma pessoa poderia se submeter a ser uma escrava 24x7, totalmente entregue a seu Dom. Realmente eu não conhecia nada de BDSM.

Dom Carrasco me prendeu a uma cadeira. Fiquei totalmente imobilizado. Pegou Layca pelos cabelos e levou até meu pau foçando a boca de sua escrava no meu membro ainda mole. Ela tinha uma boca doce e logo meu pau deu sinal de vidas. Parecia que tinha muita prática em excitar um homem. O único barulho que se ouvia na sala era da sua boca sugando meu pau e logo depois os meus gemidos. Tomei um tapa na cara e a ordem para ficar quieto. O tapa doeu tanto que nem precisava pedir duas vezes.

O dono afastou a boca da escrava e prendeu um aparelho no meu pênis que já estava duro. Parecia uma bomba de sucção. Aquilo apertou meu pau me provocando dor. A bomba foi ligada a outro aparelho e a sensação é a de como se alguém batesse uma punheta de leve no seu pau.

Na minha frente, Dom Carrasco tirou a calça enfiou o seu pau na boca da escrava. Era incrivel a cena, um macho enorme de coturno e mácara submetendo uma menina raquitíca. A boquinha da loirinha recebia uma tora de uns 22 cm muito grossa, estufando a sua garganta. Fiquei imaginado como alguém poderia suportar aquilo. A cabeça dela era manipulada pelo Dom para frente e para trás.

Aquela cena me dava muito tesão e parecia que meu pau ia explodir quando derepente a bomba foi retirada. Senti um alívio mas ao mesmo tempo uma vontade louca de gozar. Meu pau dava pinotes

Entendi como seria a tortura. Dom Carrasco ia me impor uma castidade. Meu pau estava muito duro com as caricias da Loirinha e o estimulo da cena.

Vi quando ele pegou o corpo da loirinha como quem pega uma pena e levantou de uma vez colocando-a de cabeça para baixo de modo que a sua boca ficasse ao alcance do pauzão. Nem em filme pornô tinha visto uma cena como aquela. A loirinha tinha sua boca fudida enquanto o negão segurava suas pernas. Depois de uns 5 min, virou o corpo da menina com uma facilidade e atolou os 22 cm na buceta dela. Vi que saiu lágrimas nos olhos da pobre que agora enlaçava as pernas no corpo e as mãos no pescoço do seu dono. A loirinha gemia feito louca.

Dom Carrasco colou as costas da pobre na parede bem de frente para mim e fudeu com muita força. O corpo da magrinha era levantado com a força das estocadas. Seu cabelo era puxado para tráz com muita força. Realmente uma foda animalesca em um contraste incrível. Um homem parrudo de quase 2 metros de altura com uma mulher de 1,60 com um corpo magrinho. O contraste das peles era ainda mais excitante.

Eu estava me deliciando com a cena, mas não podia me tocar. Meu pau dava saltos involutariamente. Nunca tinha sentido uma coisa assim.

Dom Carrasco colocou a escrava de 4 e enfiou de uma vez seu caralhaço. A pobre me olhava e lacrimejava.

Sem tirar o pau o negão levou a loirinha até meu pau. Agora ela era fudida enquanto chupava meu pau.

A ordem era clara. Se ela me fizesse gozar sofreria as consequências. Por isso ela dosava as sugadas. Comecei a gemer muito. Dom Carrasco enrolou o cabelo de sua escrava com uma das mãose e puxou. A loirinha foi obrigada a parar de me chupar. O negão retirou o pau da sua buceta e enfiou de uma vez na minha boca. Gozou e me fez engolir tudo. Engasguei com a quantidade de porra. E comecei a tossir. Ele não demonstrava nenhuma compaixão. Pelo contrário, colocou uma gag ball em mim.

Agora eu estava imobilizado, com uma gag ball. Fiquei muito vermelho e tive medo de desmaiar.

Vi quando puxou os cabelos de Layca e prendeu a escrava em uma gaiola. Saiu nos deixando ali.

A essa altura meu pau já tinha amolecido.

Comentários

20/10/2016 17:51:54
epilef23 Pode ficar tranquila. Não têm nenhum Quarto de Jack aqui. Meus contos são ficção.
20/10/2016 12:18:32
Fiquei agora preocupada com a loirinha raquítica. Espero que ela não seja escrava sexual involuntária.
19/10/2016 18:10:04
que tesão alucinante porra

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