O Cavaleiro Negro do Sertão: mito ou verdade? IV

Um conto erótico de Jornalista77
Categoria: Heterossexual
Contém 2550 palavras
Data: 30/09/2016 23:27:40

Coronel Fernando convidou Denise para um piquenique no riacho onde foram no dia anterior. Ela adorou a ideia e aceitou de imediato. Contudo, enquanto preparava a cesta, pensou no que estava acontecendo com ela. Era casada, tinha um caso lésbico com Laura e estava se envolvendo, emocionalmente, com o sogro. E, claro, transava de forma alucinante com um completo estranho vestido de negro e que todos pensam ser apenas um mito. Em meio a esses devaneios, cogitou a ideia de cancelar o passeio e resolver uma parte do problema. Não mais dormiria com ele e evitaria os longos passeios pela fazenda. Contudo, o velho entrou na cozinha, avisando que a charrete estava pronta e apressando a nora. Denise desfez os pensamentos e disse que podiam ir.

Chegaram ao riacho e ela o ajudou a descer da charrete. Novamente, ficaram bem perto um do outro e a ponto de se beijar. Fernando se acomodou em uma pedra e Denise estendeu a toalha com a cesta sobre ela. - A última vez que fiz um piquenique foi com meus pais, quando eu era criança - disse ela. - No meu caso, Madalena costumava fazer quando o Eduardo nasceu. Ele adorava vir pra cá, correr, brincar - lembrou Fernando. Começaram a contar histórias antigas e, quando na vez dela, o sogro não dizia uma palavra, prestava atenção a todos os detalhes.

As horas passavam e não eram sentidas. Denise se encostou na mesma pedra e deitou a cabeça no ombro do coronel. Ficou melancólica, os pensamentos haviam voltado. - Está com saudades do marido ou da Laura? - perguntou, de repente, o coronel, assustando Denise. - Quando eu pergunto da Laura, não me refiro à amizade de vocês - completou, deixando claro que sabia do caso das duas. - Como o senhor descobriu? - perguntou Denise. - Minha querida, eu sei tudo o que se passa na minha fazenda. Além disso, vocês não são exatamente muito discretas - respondeu. Denise riu. - É, acho que não somos mesmo. Nunca me envolvi com uma mulher e nunca pensei que fosse gostar, mas gostei. Acho que é a carência, a falta de um colo, um beijo, um afago mais íntimo, que me mostre que sou desejada - explicou. - Coisas que meu filho deveria fazer e não faz. Eu já tinha percebido essa carência. Quando dormimos juntos, sinto como seu corpo estremece nos meus braços - disse ele. Denise ficou constrangida. - Ai, desculpa, coronel. Que vergonha. Não durmo mais lá, prometo - afirmou.

Denise cobriu o rosto com as mãos de vergonha. Fernando puxou suas mãos, olhando diretamente nos seus olhos. - Não estou pedindo para você não dormir mais comigo. Eu gosto de dormir com você, sentindo você nos meus braços, teu cheiro gostoso, tua pele macia - disse. Os dois se olharam e o mundo parou ao redor deles. Foram se aproximando e o resultado foi inevitável: um beijo longo, calmo e muito excitante. Fernando a puxou para seu colo, de frente para ele, e a abraçou. Denise mandou suas dúvidas e hesitações para bem longe e se entregou, por completo, àquele beijo. Seu corpo inteiro ardia e tremia de tesão. As mãos de Fernando corriam em suas costas e coxas, por cima e por baixo do vestido. Naquele riacho, não havia sogro e nora, mas sim macho e fêmea, dando vazão a seus instintos mais básicos e primitivos. Ele baixou uma alça do vestido e descobriu um dos seios. O segurou em sua mão, apertando-o delicadamente, e passou a língua no mamilo, entesando-o. Denise fechou os olhos e gemeu, jogando a cabeça pra trás.

Fernando abriu bem a boca e engoliu o seio da nora, começando a sugá-lo deliciosamente. Ele a apertou mais um pouco com o outro braço enquanto sugava o peito. Denise abraçou seu pescoço e gemeu mais alto, sentindo o orgasmo se aproximar. O pau de Fernando estava a ponto de explodir dentro da calça e ela percebeu. Sentou, com vontade, nele e passou a quicar e se esfregar intensamente. Sua calcinha melada roçava no volume da calça e ela gozou, gozou forte, caindo sentada e inerte no colo do coronel. Fernando parou de mamar em seu peito e, simplesmente, a abraçou. Ficaram calados, ouvindo apenas suas respirações e batimentos cardíacos. – Foi incrível. Nunca gozei com alguém chupando meu peito – disse ela com voz cansada. – Foi incrível sim, mas acho melhor nós irmos embora. Não devíamos ter feito isso – respondeu Fernando, fazendo-a se levantar do seu colo. Denise não entendeu muito bem, pois ainda estava excitada e queria continuar. Porém, percebeu que o coronel estava decidido quando tentou se levantar sozinho.

Voltaram para a fazenda e, durante o dia, se mantiveram afastados e sem se falar. O clima entre eles estava, claramente, pesado e constrangedor. O coronel falante e espontâneo tinha dado lugar a um introspectivo e sisudo. Chamara Ximbica e foram ao pasto. Sozinha em casa, Denise refletiu sobre o que acontecera e o que sentira, principalmente. Tinha sido muito forte. Queria conversar com alguém, mas não tinha ninguém. Até que decidiu telefonar pra Laura. – Você transou com o coronel? É só eu sair daí que você começa com sem-vergonhice, né? – brincou. – Eu não transei com ele. Achei que iria transar e queria, mas ele parou e nós voltamos pra casa. Não foi sem-vergonhice, foi algo natural. Nós nos aproximamos muito depois que você viajou, conversamos bastante, passeamos a cavalo, dormimos juntos, mas nunca aconteceu nada até hoje. Agora, não sei o que eu faço – disse Denise. – Menininha, desde que você chegou aí, ficou óbvio pra mim que você está em busca do seu lugar no mundo. Se casou com um babaca, dorme comigo, trepa com o Cavaleiro. Por que não dá uma chance ao coronel? De todos, ele é o melhor de nós – aconselhou Laura.

A noite chegou e jantaram. Mais uma vez, silêncio total. Depois da refeição, o coronel Fernando desejou boa noite e foi ao quarto sem a cachaça. Denise viu ali sua oportunidade. Pegou a garrafa, dois copos, pegou sua camisola e o seguiu. Entrou sem bater no quarto, dando um susto no velho coronel. – O senhor se esqueceu da sua pinga e, como me ensinou, não tem graça beber sozinho – disse ela. Sentou-se na cama, serviu os copos e entregou o dele. – Não estou com vontade de beber hoje – falou Fernando. – Por que não? Nós bebemos todas as noites. Será que já se cansou da minha companhia? Veio dormir e não me chamou, não quer beber comigo. Está com saudades da Laura? – ironizou Denise. – Não se faça de besta. Nós cometemos um erro hoje e não quero cometer de novo – disse ele. – Não sei de que erro o está falando. Vá me explicando enquanto eu troco de roupa – respondeu. Denise se levantou e, sem cerimônia, tirou sua roupa, ficando somente de calcinha, e colocou a camisola, voltando a se sentar. – Menina, você pare de me provocar. Você é minha nora, mulher do meu filho – disse Fernando, agarrando os ombros dela. – Sou esposa dele, mas nunca fui mulher dele. Seu filho nunca me fez sentir o que o pai dele fez hoje e eu quero mais – respondeu, desafiadora.

Fernando a puxou e a deitou de costas na cama. Caiu por cima dela, entre suas pernas, e começaram a se beijar. Denise o abraçou e correspondeu ao beijo, com fúria. Bem diferente do beijo carinhoso da manhã, este era forte e carregado de tesão acumulado. Chupavam as línguas e se esfregavam. Fernando segurou a camisola e puxou com força, rasgando ao meio. Denise deu um gritinho de susto, mas seu tesão tomou conta e ele caiu de boca em seus peitos. Chupou com gula, engolindo o máximo que conseguia, e apertava o outro. Beijou e chupou seu pescoço e voltou à boca de Denise. Ela se contorcia em baixo dele, gemendo alto de tesão, com seu corpo em brasa. Denise jogava a pélvis pra cima, contra a cintura dele, implorando para ser penetrada. Temendo mais uma decepção, virou-se por cima dele e agarrou sua rola. Abriu sua bermuda e a desceu, liberando um pau muito grosso e estourando de duro. Ela arregalou os olhos, segurando aquela barra de ferro, com a boca cheia d’água. – Minha Madalena sempre reclamava de dor – disse ele. – Desafio aceito – respondeu, sorrindo. Escancarou a boca e o colocou pra dentro. O pau deslizou macio pela sua língua e a deixou entalada com apenas metade dentro da boca. Mesmo assim, chupou maravilhada e sem descanso.

A resistência do velho era enorme. Apesar da chupeta deliciosa de Denise, ele não gozou. Ela, porém, chegou ao orgasmo, se masturbando durante o boquete. Louca pra sentir aquele pedaço de carne dentro dela, montou no colo do sogro e o colocou pra dentro. Apoiada no peito forte e cabeludo dele, Denise foi descendo e sendo empalada pela rola. Depois de alguns minutos, sua bunda encostou nas coxas do velho, sinalizando que ela estava toda preenchida. Denise soltou o ar que estava presa e sentiu algumas lágrimas descerem de seus olhos. Fernando a abraçou, confortando-a. – Você é louca. Eu sou muito grosso pra sua bocetinha. Não deveria ter entrado todo, minha menina – disse ele. – Claro que deveria. Um pau desses, não se aproveita só pela metade – respondeu com a voz embargada. Os dois se beijaram longamente até ela se acostumar com o corpo estranho dentro dela. Sua xoxota pulsava e tinha espasmos de prazer. O cacete do coronel era quente e cheio de veias, que também pulsavam contra as paredes vaginais.

Denise começou a mexer a cintura, lentamente. Primeiro, pra frente e pra trás; depois, subindo um pouquinho e descendo. A cada movimento, seu tesão aumentava mais e mais. Fernando não se mexia, deixando que ela comandasse a foda para não machucá-la. Apenas beijava seu pescoço e acariciava suas costas. Denise foi aumentando o ritmo dos movimentos e se aproximando de mais uma gozada, essa que parecia ser bem forte. Mordeu o ombro do sogro, se agarrou nele e começou a pular com força. O orgasmo veio e ela quase teve um troço. Um fogareiro acendeu em seu baixo ventre, uma onda de calor subiu pela sua espinha e, quando ele explodiu, Denise soltou um berro, se agarrando ainda mais forte no coronel e começando a chorar. Uma poça de líquido quente saiu da xoxotinha, ensopando o cacete e o colchão. Era líquido da gozada misturado com urina, uma característica que ela estava desenvolvendo: urinar quando gozava muito. Sua boceta se fechou com força, esmagando a rola dentro dela. – Goza dentro de mim – pediu ela. Fernando tornou a deitá-la e a penetrou, no papai e mamãe. Denise cruzou as pernas nas suas costas e se deixou ser martelada por ele. O coronel mostrou uma força e virilidade que ela desconhecia, fodendo sua xoxota como um garoto de 18 anos. Entrava e saía sem dó nem piedade até seu pau começar a pulsar e engrossar, ejaculando uma torrente de porra grossa e fervente na boceta.

Não houve conversa depois da trepada. Estavam cansados demais para isso. Denise dormiu nua, de bruços, com porra escorrendo de dentro dela, e Fernando, de costas, também nu. Seu pau amoleceu e ficou caído de lado, todo melado. Pela manhã, ele acordou primeiro e viu que Denise continuava ferrada no sono. Levantou-se e foi à cozinha. Mandou preparar uma bandeja de café da manhã e levou até o quarto. Denise foi desperta com a surpresa preparada pelo sogro e abriu um lindo sorriso ao ver a bandeja e um crisântemo. – Que lindo, coronel. Obrigada – disse ela, sentando-se na cama. – Minha Madalena adorava ser acordada com café na cama e achei que você também iria gostar – falou. – Eu adoro – confirmou Denise, dando um selinho nele. Fernando se sentou na cama ao lado dela para comer e conversar. – O senhor está bem depois de ontem? – perguntou. – Estou ótimo. Mas, preocupado com você. Não sabia que seu casamento estava tão ruim assim. Desde que chegou, se envolveu comigo, com a Laura e o tal de Cavaleiro – respondeu. – O senhor sabe do Cavaleiro? – perguntou Denise, assustada. – Eu lhe disse ontem que sei de tudo o que acontece na minha fazenda. Sei que você sai de madrugada para ir se encontrar com ele, como naquela noite que você dormiu aqui e voltou suada e com cheiro de gala no corpo – respondeu.

Denise ficou calada, sem saber o que dizer diante da fala do sogro. Sua única reação foi começar a chorar de vergonha. Fernando a abraçou e disse que estava tudo bem. – Por um momento, ontem à noite, eu pensei que o senhor poderia ser ele. Na verdade, eu quis que fosse ele – confessou. – Como poderia ser eu, menina, nessa cadeira? E, depois, sempre achei essa história de Cavaleiro Negro do Sertão uma grande bobagem, história desse povo. Só acredito que ele existe porque você tá me dizendo – disse o coronel. – Ele existe sim, coronel. E as histórias são verdadeiras. Ele é grande, forte, se veste de negro, um capuz e aparece em meio a uma névoa densa. Ele seduz só em aparecer e é o melhor sexo que a mulher pode ter – contou Denise. – E por que esse filho de uma égua não tira esse capuz? Pra que esconder a cara? – perguntou ele. – Não sei. Ele não me deixa vê-lo. Agora, ele traz uma venda e cobre meus olhos para poder tirar o capuz e a roupa – disse Denise. – Aposto que deve ser horroroso – afirmou o coronel. Denise riu e foram tomar banho. No chuveiro, com ele sentado, ela se ajoelhou e chupou seu pau. Fernando acariciava seus cabelos e gemia baixinho. Denise chupou deliciosamente até ele derramar sua porra na boquinha dela, que engoliu tudo.

Laura chegou naquela tarde e trocou um apertado abraço com Denise. - Quero saber tudinho - disse ela, recebendo um sorrisinho tímido e cúmplice da amiga. O coronel também ganhou seu abraço e um beijo no rosto. Laura arrastou Denise para o quarto e a encheu de perguntas. A jovem ficou constrangida no princípio, mas no final contou. - Foi maravilhoso, Laurinha. Ele é tudo o que eu queria que o Eduardo fosse: carinhoso, atencioso, safado. Foi tão bom dormir nos braços dele depois. Meu corpo ainda formigava e ele ficou fazendo carinhos nas minhas costas, nos meus braços. Eu me senti amada, desejada. Sei lá, é viagem minha, mas foi muito bom - contou.

Depois de colocar suas coisas no quarto, Laura voltou para a varanda e encontrou o coronel. Sentou-se ao seu lado. - Como eu senti falta desse lugar - exclamou. - Como está seu pai? - perguntou ele. - Está bem. Foi só um susto. E por aqui? - perguntou ela. - Tudo bem. Ela substituiu você com louvor. Em tudo - respondeu o coronel. Laura riu e segurou a mão dele. Perguntou como ele estava depois do que aconteceu. - Bem. Eu gosto muito dela. Não foi como uma menina de currutela. Foi mais, muito mais - respondeu. - Ela falou do Cavaleiro? - perguntou Laura. - Falou sim. Quero saber quem é esse degenerado - disse o coronel. - É difícil saber. O cara só se veste de preto, toca berrante e tem a tal névoa e o cheiro de eucalipto que a deixam entorpecida - Fernando virou o rosto pra ela, de repente. - Você falou eucalipto? Tem certeza disso, Laura? - perguntou, assustado.

P.S. Olá, pessoal. Qual o problema do coronel com eucalipto? O que será que ele pensou ao ouvir a palavra? Deixem seus comentários e acessem https://mentelasciva.wordpress.com

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