🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Mariele nas mãos de um sádico quarta parte

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Mariele
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1136 palavras
Data: 21/08/2016 09:51:36

Eu estava nua com as mãos amarradas no meio das costas. Ele me pôs deitada de bruços no seu colo e estava batendo na minha bunda.

- Que delicia de bundinha que voce tem. Eu vou deixar ela bem vermelhinha, agora olha pra camera e dá um sorriso.

Eu olhei pra camera mas não consegui sorrir, eu estava muito envergonhada.

Daí ele encostou um dedo no meu cuzinho e ficou fazendo círculos em torno dele. Com a outra mão ele continuou dando tapas na minha bunda.

- Ai ai ai ai

Aí ele enfiou a ponta do dedo no meu cuzinho e ficou pondo e tirando.

- Abra bem as pernas

Ele mandou. Eu fingi que não ouvi. De repente.

Plaft

Ele pegou no meu cabelo e ergueu a minha cabeça e me deu um tapa na cara.

- Eu mandei você abrir as pernas, CARALHO, sua puta burra, não se faça de surda.

Então eu abri as pernas. Eu não queria levar outro tapa na cara.

- Assim mesmo, agora vire um pouquinho pra direita pra Camera pegar bem a sua bucetinha.

Quando ele falou isso eu não aguentei e comecei a chorar copiosamente . Eu chorava mais de vergonha e humilhação do que de dor na bunda. Porque até então os tapas não eram fortes.

Ele viu que eu não parava de chorar, então ele pegou a mochila que estava do lado. Ele pegou um pequeno vibrador e disse.

- Eu vou fazer você parar de chorar.

Então ele ligou o vibrador e ficou esfregando ele na minha xaninha.

Eu ainda chorava de vergonha. Mas depois de um tempo o vibrador começou a fazer efeito, e eu fui sentindo um calor percorrendo o meu corpo. Então ele encostou o vibrador no meu cuzinho e foi enfiando ele bem devagar. Ele enfiou a metade depois tirou aí ele voltou a esfrega-lo na minha xaninha. Não deu pra evitar, e eu eu fui me excitando . Eu fechei a boca pra não gemer, eu não queria que ele soubesse que eu estava excitada.

Ai ele colocou o vibrador no meu cuzinho e o enfiou tudo de uma vez só. Eu dei um gritinho de dor misturada com prazer. Ele percebeu e riu um pouco.

- HÁ HÁ HÁ HA. Voce gostou disso né ?

Então ele retirou o vibrador do meu cuzinho, me tirou do seu colo e me pôs debruçada na parte de trás da poltrona, amarrou as minhas pernas bem abertas e amarrou a corrente da coleira na frente da poltrona me deixando curvada. Aí ele pegou a Camera novamente.

- Eu preciso pegar um ângulo perfeito.

Depois ele deu um close no meu rosto.

- Olha pra cá.

Mesmo envergonhada, eu olhei pra Camera, afinal eu estava bem indefesa amarrada daquele jeito e eu sabia que ele me castigaria se não obedecesse.

Depois de me filmar inteirinha, ele pegou o vibrador e voltou a passá-lo na minha xaninha que já estava toda molhadinha. Aí ele enfiou o vibrador no meu cuzinho novamente. Depois ele se afastou um pouco e ficou olhando pra mim ali amarrada na poltrona com as pernas bem abertas deixando a minha xaninha exposta.

Aí ele veio e vendou os meus olhos. Depois eu senti ele passando a língua na minha xaninha. Quando ele encostou o rosto na minha bunda eu percebi que ele havia tirado a máscara. Foi por isso que ele me vendou.

Logo ele começou a chupar a minha xaninha, ele a chupava e com as duas mãos ele batia na minha bunda. Tudo aquilo estava me levando à loucura. O vibrador no meu cuzinho, os tapas na bunda, o fato de estar vendada e principalmente a língua dele explorando toda minha xaninha. Eu fechei a boca pra não gritar de prazer.

- Hum hum hummmmmm.

De repente ele parou de chupar. Aí eu senti ele encostar o seu pau na minha xaninha. Ele ameaçou enfiar mas ficou só brincando na entradinha. Eu já estava fora de mim e fiquei rebolando um pouco na tentativa de fazer-lo me penetrar.

- Você quer?

Ele perguntou. Eu permaneci calada, e ele continuou roçando o seu pau na minha xaninha quase me penetrando, me levando ao deliro. Aí ele sussurrou no meu ouvido

- E então Mariele, você quer?

Eu não falei nada. Ele voltou a me chupar, o canalha sabia chupar uma mulher. Ele explorava toda a minha xaninha enquanto aumentava a velocidade do vibrador no meu cuzinho e dava tapas na minha bunda, que já estava pegando fogo.

Nessas alturas eu já havia perdido o controle e gemia mais alto.

- AH UHHH VAAAUI METEU DEUS AH.

Então ele parou de me chupar, recolocou a máscara e tirou a venda de mim. Daí ele encostou o seu pau na entrada da minha xaninha que estava toda olhadinha e mandou eu olhar pra ele. Eu o olhei e ele perguntou.

- Você quer?

Eu apenas acenei com a cabeça dizendo que sim.

- Fala com a boca, eu quero ouvir você dizer. Vamos diga. Você quer que eu meta nessa bucetinha maravilhosa?

Eu estava muito excitada, mas também tinha medo dele e não queria irrita-lo.

-Sim.

Eu disse bem baixinho

Sim o que? Eu não ouvi direito.

Enquanto ele falava ele continuava esfregando o seu pau na minha xaninha.

- Sim, sim eu quero que você meta em mim.

Então ele parou um pouco, e ficou me bolinando com os dedos, me deixando mais maluca ainda.

- VAI VAI VAI VAI UHHH.

Quando eu estava quase gozando ele parou e desligou o vibrador . Depois ele se afastou e voltou com um objeto na mão.

- Abra a boca.

Ele mandou.

Eu abri a boca e ele colocou um tipo de mordaça ou coisa parecida que me impedia de fechar a boca. Daí ele pegou outro vibrador e o encostou na minha xaninha, depois ele passou umas fitas adesivas, deixando o tal vibrador colado na minha xaninha sem estar penetrado nela.

Então ele ligou os dois vibradores e na mesma hora o meu corpo se estremeceu todo.

Aí ele veio na minha frente, agarrou a minha cabeça e enfiou o pau na minha boca. Ele enfiou sem dó até a minha garganta me deixando sem ar. Depois ele ficou bombando feito louco. Eu fiquei aflita, mal conseguia respirar. Daí ele aumentou a velocidade dos vibradores me levando ao delirio. Quando viu que eu estava prestes a gozar, ele desligou os vibradores e aumentou o ritmo do seu pau na minha boca. E pouco depois ele gozou

- AHHHH AHHHH AHHHHHHHHH. Que delícia de boquinha. AHHHH.

Mais uma vez, ele gozou na minha boca e me fez engolir a sua porra. Então ele falou.

- Puxa, já está tarde. Tá na hora do almoço. Depois a gente continua.

Então ele saiu dali me deixando amarrada na poltrona com os vibradores desligados, extremamente excitada. Eu fiquei olhando para ele que saiu sem olhar trás.

Continua.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive relações extremas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →