Cineminha...

Um conto erótico de Esmeralda cdzinha
Categoria: Homossexual
Contém 1405 palavras
Data: 16/08/2016 08:17:49

Oi meninas, finalmente a primeira saida do ano!

Larguei serviço ontem e vazei para o cine da padre Belchior, fui com o modelito da foto e doidíssima para dar o cuzinho bem gostoso. Cheguei lá ainda com o sol quente, tive que despistar bem para entrar rapidinho, olhando para todos os lados. Entrei e já fui logo procurando um lugar para me montar, a sala quase vazia me ajudou, e logo estava transformada na cadela Esmeralda. Depois dei uma volta lenta pela sala, percebi que tinha poucas pessoas, fui na sala escura e estava vazia, voltei, procurei um assento e fui curtir o filme. Devo ter passado uns 30 minutos, quando percebi que o movimento começou a melhorar, o barulho da roleta lá fora e o levantar das cortinas da entrada denunciavam que bofes e viados estavam chegando. Ainda mais uns quinze minutos e fui notada por um senhor, eu diria de uns 40 anos, magro, ele parou de pé próximo do meu assento e ficou um período olhando, como para tirar a dúvida se o que estava alí era uma mulher ou um traveco, eu fiquei fazendo umas caras e bocas para ele, coloquei o meu dedo na boca e fiz que chupava, ele então se decidiu e se sentou na ponta da fila. Continuou olhando e eu pisquei para ele, aí ele avançou mais umas duas cadeiras para perto, daí eu dei uma levantada na saia e mostrei a bunda de ladinho prá ele ver a calcinha, aí rolou, ele já sentou do meu lado e começou um papinho. Ele muito educado, perguntou se podia sentar, falamos um pouco sobre o filme, nessa altura ele já sabia que eu não era uma mulher, pois mesmo com minha voz de Esmeralda dá para perceber que não é um timbre 100% feminino. Ele colocou a mão na minha perna, e eu já coloquei logo a mão na altura da virilha dele, e já percebi que o pau estava começando uma promissora ereção. Papo vai papo vem, ele quis saber o que eu queria alí, eu disse que estava a procura de um encontro bem gostoso e excitante, ele perguntou se eu era travesti, eu disse que não, que era uma cdzinha(!), aí lá vem aquela pergunta básica né. O que é isto? Respondi do modo mais simples e rápido que podia, ele parece que entendeu. Ele perguntou se eu estava a fim de pegar no pau dele, claro que sim amor, ele abriu o fecho e colocou prá fora um pau muito lindo, médio na grossura e no comprimento, nada de assustador nem de decepcionante, e com uma bela ereção, peguei naquilo com o maior carinho e fui nas nuvens, fiquei super tesuda, estava com muita saudade de ter um cacete nas mãos. Punhetei ele algum tempo e depois ele perguntou se eu chupava. Chupo ele todinho amor. Me abaixei e coloquei o pau na boca, e que pau cheiroso meninas, parece que ele passou algum tipo de óleo hidratante, uma delícia de perfumado, Chupei gostoso procurando conter meu entusiasmo, porque minha vontade era engolir aquele pau todo e sugar como se dele dependesse a minha vida. Com calma fui passando a lingua, dando beijinhos, punhetando, e ele adorando, o pau duro igual pedra. Enquanto punhetava ele rolava uma conversinha e outra, aí ele perguntou se eu estava a fim de ser comida por ele. Comida só não, devorada por você amor. Percebi que ele adorava quando eu o chamava de amor. Ele perguntou onde poderíamos transar, eu sugeri o fundo do cinema, ou a sala escura, ou um cantinho mais discreto. O bofe pensou um pouco, e falou. Um motel rola? Uai! Aí o cuzinho da Esmeralda até mastigou a calcinha. É claro que rola amor! Então ele falou que se eu pagasse o motel a gente podia ir agora mesmo. Aí eu continuei punhetando aquele pau e pensando na proposta. Ora, porque não? Pensei. Analisei mais um pouco a situação e topei. Disse a ele que poderíamos ir no motel da praça sete, o mesmo em que fui com o professor, afinal é um ambiente que eu já conheço. Disse a ele que eu teria que me trocar e ele poderia me acompanhar então. Troquei de roupa, pus a calça por cima da meia-calça e da calcinha mesmo, tirei o soutien e coloquei na bolsa junto com a peruca, o brilho labial foi só passar um guardanapo e pronto. Saímos e ele veio uns dez metros atrás, despistando, e eu no maior tesão e na maior preocupação de topar com algum conhecido(a). Cheguei na porta do motel, dei uma despistada e entrei que nem um raio, fiquei aguardando ele entrar e fomos até a recepção, como sei que lá não tem preconceito, pedi um quarto e entramos. Pedi a ele um tempo para poder me montar de novo. Ele concordou. Fui para o banheiro, um chuveiro rápido, troquei de roupa, pus a peruca, passei o brilho labial e voltei toda mulherzinha, ele vendo que eu estava de banho tomado também resolveu tomar uma ducha, enquanto ele foi lá eu preparei as camisinhas e o gel lubrificante. Ele voltou com uma toalha na cintura e se deitou na cama, mandando que eu me deitasse ao lado dele.

Ele abriu a toalha e deixou o pau livre, leve e solto. Eu já levei a mão e comecei os carinhos, ele se virou para mim e me abraçou pela cintura, e procurou minha boca para beijar, beijamos gostoso enquanto ele explorava meu cuzinho com o dedo. Ele mandou eu ir tirando a roupa, tirei a saia e a blusa, fiquei só de meia-calça, calcinha e soutien. Ele falou para eu ficar de quatro e mamar no cacete dele. Depois de mamar bastante ele mandou eu ajoelhar no chão, na beirada da cama e empinar a bunda prá ele. Fiz certinho e já fui falando para ele lubrificar bem o cuzinho da sua puta. Ele pegou o gel e besuntou sem economia, chegou até a pingar e escorrer nas coxas. Ele colocou a camisinha e me segurou no ombro com uma das mãos e com a outra apontou a cabeça do pau no meu cu. Que delícia gente, entrou macio, sem atrito, só alargando as pregas um pouquinho e já foi logo até o fundo. Dei uma suspirada longa de prazer e comecei a elogiar ele. Que pau gostoso, que delícia de socada, que pauzão duro! (homem gosta de ouvir essas coisas). Ele meteu muito bem, depois me colocou deitada de bruços na cama, de quatro na cama, de ladinho, de frango assado, cavalgando...gente, dar no motel é maravilhoso demais, a gente pode se soltar como em nenhum outro lugar, fomos variando de posições ele com muito fôlego e uma ereção deliciosa não me decepcionava, eu também fazia a minha parte, atendendo a todos os comandos dele e deixando a Esmeralda se esbaldar naquela pica. A coisa estava tão boa que ele teve que trocar de camisinha, porque a primeira parece que começou a ficar desconfortável, quando ele trocou eu pude perceber nitidamente a diferença, a outra estava mesmo sem lubrificação, parece que o cuzinho vai chupando ela. Depois de um tempão eu já sentia o cuzinho frouxo, sem resistencia às socadas dele, o pau entrava deslizando macio que nem nos filmes, eu me senti realizada e preeenchida. Uma delícia de metida, depois ele me mandou sentar no chão que ele iria meter na minha boca, tirou a camisinha e meteu até gozar, encheu a minha boca de porra, engoli um pouco, escorreu um pouco pelo queixo e pescoço, continuei chupando até deixar o pau dele bem limpinho. Ele elogoiu a foda, disse que eu metia muito gostosinho. Eu retribui dizendo que ele fudeu meu cuzinho gostoso, que eu estava nas nuvens...e se ia ter repeteco. Ele riu e disse: Tarada.

Conversamos mais um pouquinho e por fim ele disse que teria que ir. Tomou um banho, se despediu e saiu. A recepcionista ligou perguntando se eu autorizava a saída e tudo OK. Deixei com ele o meu e-mail, não sei o nome dele e ele não perguntou o meu, sabe que é Esmeralda apenas pelo email. Quem sabe rola um repeteco né?

Morri em 50 reais, mas valeu a pena. Estou com o cuzinho saciado.

Ah! Depois que ele foi embora bati uma cunhetinha básica e gozei que nem uma puta.

Beijos amigas.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Cdzinha evangélica a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

gostoso conto, um pouco louco afinal um totalmente desconhecido nesse mundo e perigoso, mas foi excitante, do próximo seja mais detalhista nas roupas, pq cd gosta mesmo e de se vestir e se sentir mulher. Beijão

1 0