Sexo no carro, direção perigosa.

Um conto erótico de Papaaleguas
Categoria: Heterossexual
Contém 1079 palavras
Data: 09/08/2016 15:17:24
Última revisão: 09/08/2016 22:19:25
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é "Papaa Leguas", sou casado, tenho hoje 38 anos, moreno claro, 1,72 de altura, 80Kg, com um nível social médio e cultural alto, moro em Novo Hamburgo-RS. Meu e-mail de contato é:papaaleguas@yahoo.com.br.

A história que lhes contarei é verídica, ou seja aconteceu mesmo a algum tempo atrás quando eu era solteiro e morava no interior do RS.

Tudo começou no bailinho... Sabe como é né, festa no interior, não tendo o que fazer, pegamos o carro e nos largamos para lá, eu e meu primo pinguço, sabe aqueles que bebem todas e perdem os sentidos? Esse é meu primo.

E lá estávamos nós, entre um Chopp e outro, a festa ficava cada vez melhor e melhorou ainda mais quando chegaram umas amigas da época da escola, sabe aquelas que você passa anos sem ver e quando volta a vê-la, ela está simplesmente linda e gostosa? Pois é, vamos chamar ela de “Maria”, loira de olhos verdes, 1,70 de altura, corpinho em dia e com olhar tão safado que nos fazia ficar de pau duro na primeira olhada.

Entre um chopp e outro, risadas, lembranças da época do colégio, e umas dancinhas, (ela dançava de mais) todos à tiravam para dançar, também era a mais linda e gostosa do lugar, e ela como sempre (um jundiá ensaboado) se livrava de um por um com categoria.

Meu primo já estava louco, só faltava anunciar no microfone que iria pegar ela, para ele já estava certo, a noite iria ser uma criança.

Então ela vem, pega na minha mão e me puxa para o meio do salão, e sussurra em meu ouvido:

- já que você não me convida eu te pego a força para dançar.

Sabe quando teu pau levanta na hora com uma intensidade tão forte que parece que a calça vai estourar? Foi essa a reação de meus sentidos quando senti em meu ouvido a respiração e a safadeza da entonação do sussurro de Maria em meu ouvido. Não tinha mais o que fazer, não dava para disfarçar, o pau duro como um cacete, estourando a calça e a dança ficando mais quente e novamente vem ela a sussurra novamente:

– Adoro quando ele fica assim, louco para saltar para fora.

“Meu deus” foi de estourar o feche, dançamos mais umas com sussurros de provocação:

– Quero ele todinho pra mim.

– Quero ele dentro de mim

E eu ficando cada vez mais louco, mas sem muita esperança, pois conhecia a peça e sabia que poderia ser somente um blefe, não coloquei muita esperança...

Bom, bailinho se encaminhando para o final, 4 horas da manhã, meu primo chamando urubu de meu loiro e achando que estava agradando... aí comunicamos a partida

– Estamos indo!

Ai ela sem pestanejar pede uma carona para nós, carona para ela e uma amiga dela, pois vieram com os irmãos da amiga e ambos estava afim de ficar um pouco mais. Meu primo já me intimou:

- A Maria é minha.

Confirmei somente que sim.

No carro, conversa normal, muitas risadas, comentário sobre o bailinho e as pessoas, e meu primo nos primeiros 3km já estava dormindo, normal, “ele dorme até quando dirige”, bom chegamos na cidade e ele foi o primeiro que descartei, tive que carregar para dentro de casa. Na ordem deixei a amiga de Maria, que sai do carro e convida Maria para dormir em sua casa, ela recusa e diz que quer ir para casa, pois esta morta de sono e quer sua caminha, nos despedimos, fiz a volta e peguei a avenida principal que atravessa toda a cidade pelo centro, uma avenida de aproximadamente uns 4KM, foi quando então Maria simplesmente pula em mim com o carro em movimento e começa a me beijar e agarrar meu pau com força, dizendo:

– Não para de dirigir, somente diminue a velocidade...

Aquilo parecia uma loucura, a cidade completamente deserta, na rua nenhum cachorro para dar um coice, e nos primeiros 200 metros, Maria já estava completamente nua dentro do carro e tirando minhas calças, arrancou minha camiseta, tirou meus tênis, puxou minhas calças com cueca e tudo (não sei como) e eu com aquele medo de que alguém vice e de bater o carro no mesmo instante, embira a velocidade naquele momento não passasse dos 10km/h.

Maria então se debruça e em um malabarismo acolhe meus 17cm de pau todinho dentro de sua boca, que loucura de boquete, o mais louco que já recebi, e quando se acha que já está bom, não tem nada que não possa melhorar, então Maria começa a me beijar na barriga e vai subindo até minha boca, e eu naquela tenção entre sentir prazer, dirigir, cuidar para não ser visto, medo, e desejo ao mesmo tempo... Maria então tira minha mão direita do volante, e se joga no meu colo de frente para mim, e começa me beijar enlouquecidamente enquanto eu tentava degustar daquele momento e não bater o carro. Atravessamos o centro com ela cavalgando no meu colo, com os vidros do carro baixados e os gemidos de Maria que quebravam o silencio da noite da pacata cidade de S... aquilo era uma loucura misturada com muito prazer e tesão misturados com o tempero do medo com uma sensação de transgressão e de que podíamos ser flagrados a qualquer momento, Maria estava completamente louca e eu estava adorando aquela loucura. Consegui levar o carro até uma rua deserta, debaixo de uma figueira e ali terminamos a noite, ela simplesmente estava de mais, e eu modéstia parte também, sabem quando você goza e ele permanece em pé como uma pedra? Pois é, era assim que estava, senti ela gozar e molhar o carro por 5 vezes, (sem exagero) e eu consegui gozar 3 vezes, sendo que todas as vezes ela fez questão de engolir ele todinho e não deixar uma gota para trás, essa loucura durou das 4:30 h da manhã, até as 6:00 horas sem parar, eu estava apavorado até comigo mesmo, cheguei a me orgulhar de minha performance, 6:15h deixei ela em casa com um tchau e a intimação dela com olhar penetrante nos meus olhos:

– Quero dormir com você no meu quarto na casa do pai e da mãe quando eles “estiverem” em casa, quero de novo.

E eu também quero.

Esta história é totalmente real, acreditem ou não amigos, aconteceu comigo e foi uma das melhores loucuras da minha vida. Coisa que eu faria novamente.

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