Casa dos Contos Eróticos

A professora de dança

Um conto erótico de RaulCWB
Categoria: Heterossexual
Data: 27/06/2016 12:47:24
Última revisão: 27/06/2016 14:38:57
Nota 9.67
Assuntos: Heterossexual

Sábado, frio e garoa em Curitiba. Não queria ficar em casa, já fazia alguns meses que meu namoro havia acabado, sentia falta da noite.

Sempre gostei de dançar, quando comecei a fazer aulas e frequentar gafieiras e forrós pé de serra que percebi os outros benefícios. Tímido, sempre tive dificuldades em iniciar uma abordagem a uma mulher desconhecida, mas lá bastava a pergunta: Quer dançar? E com alguma sorte, já tinha uma garota nos braços.

Fiquei em um canto tomando minha caipira, enquanto a banda se instalava, eu observava o local e as pessoas, era a primeira vez que ia naquele bar, não conhecia ninguém, mas isso não era problema.

Muitos tem preconceito com esses lugares, e admito, eu mesmo tinha, mas depois que peguei gosto nunca mais parei. A primeira que convidei era uma morena de cabelos cacheados, estava da saia apesar do frio que fazia lá foraEnvolvi sua cintura em um abraço terno, nem muito solto que ela pense que não quero contato, nem muito apertado, para não pagar de tarado.

Segurava sua mão esquerda suavemente enquanto a conduzia por um xote mais romântico, encostei meu rosto no dela sentindo o perfume nos cabelos, enquanto com a mão direita acariciava as suas costas.

Aos poucos suas defesas foram caindo, no final da música ela estava com a cabeça apoiada no meu ombro, olhos fechados e os lábios carmim semi abertos pedindo um beijo que neguei.

Educadamente agradeci e fui circular. Pode pensar que foi um erro, mas esses lugares tem certa etiqueta a ser seguida, nunca saia agarrando no primeiro contato, dê a moça tempo para pensar, dançar com outros homens ou mulheres, e depois de algum tempo a convide de novo, se ela estiver disposta as coisas acontecem naturalmente.

Obviamente não foi o que aconteceu essa noite, por acaso encontrei a tia de um amigo meu naquela noite, ela era professora de dança em uma escola que frequentei. Já havia conversado com ela outras vezes, e fui lá cumprimentar.

Conversas amenas, oi, tudo bem, como vai a vida. Chamei para dançar. Mal sabia onde estava me metendo. Por instinto a segurei como sempre dançava, mas ela ficou um pouco mais perto, seus seios roçando de leve a minha camisa. Ao apoiar a mão dela em meu ombro, ela foi além, acariciava de leve minha nuca e pescoço com a ponta das unhas, me causando arrepios involuntários.

Ao invés de manter seu rosto ao lado do meu, insistia em me olhar nos olhos, e se aproximar devagar, tocando com a ponta do seu nariz o meu rosto. Minha mente estava turva, não sei se era o perfume, as carícias ou os lábios a apenas um centímetro dos meus mas meu sangue estava virando vapor de tão quente.

Entre tantas meninas, foi a tia de um amigo, que tinha idade para ser minha mãe, que me levou para cama naquela noite fria.

Voamos para o motel mais próximo, onde aos beijos tentei despi-la, ela se impôs e quis conduzir aquela música, e eu deixei.

Deixei ela me despir totalmente, enquanto ela ainda usava seu sobretudo. Deixei ela apertar a minha bunda até suas unhas marcarem a pele enquanto ela não permitia que eu a tocasse.

Até que ela cansou de brincar comigo e me mandou despi-la. Como bom aluno obedeci. Ela se deitou, nua, e disse que queria sentir a minha língua, quando fui subir na cama ela me parou.

Quero você de joelhos, no pé da cama! - De novo obedeci.

Mas também tive minha vingança, comecei beijando os pés, dando atenção a cada dedinho. Devagar minha língua foi subindo pela pernas, até aquela covinha atrás do joelho. Dali entre mordidas e beijos em suas coxas cheguei a terra prometida. E como de costume, virei as costas e voltei para a outra coxa, gerando protestos que foram abafados com um bom tapa na bunda. Também posso ser mau, tive uma boa professora.

Refazendo todo o caminho para os pés e de volta, finalmente dei o que ela pediu, primeiro um toque suave com a língua, de cima até a pequena entrada do paraíso em baixo, depois beijos mais intensos, e por fim obedecendo a boa etiqueta, devorando, chupando e lambendo como uma manga madura.

Para minha família, lá no interior do Paraná, danoninho era coisa muito rara, nossa educação oral era na temporada de manga, se lambuzando até as orelhas, sem frescura ou pudor, e não se incomodando com os fiapos.

Ela, que se orgulhava da compostura, se descontrolou no primeiro orgasmo, gemia, se contorcia e gritava para todo o motel escutar. Obviamente, depois de alguns momentos para ela se recuperar, voltei a minha tarefa, lhe dando mais um orgasmo carregado de palavrões.

Por fim a situação se inverteu, com os joelhos doendo voltei para a cama, e foi a vez dela me mostrar suas habilidades. Começou lambendo a pontinha, e foi explorando todo o meu pau até a base, com as mão massageava as bolas suavemente.

Poucas dão atenção adequada as bolas na hora do boquete, ganhou pontinhos. Até que resolveu engolir, no começo só a cabecinha, depois foi até a metade, enquanto os seus dedos começavam a brincar na região do períneo.

Já estava alucinado de tesão, com muito esforço tirei o doce da criança e vesti a camisinha, a deitei na cama, seus pés apoiados no meus ombros, fui pincelando devagar, em seus olhos via toda a raiva que ela sentia por não ir de uma vez, mas fazer o que, gosto de provocar.

Penetrei forte e sem aviso, gosto de penetrar depois do orgasmo da mulher, ela fica mais quente, mais molhada e receptiva, e obviamente por isso nos dá mais prazer. Desconfio de quem não faz sua mulher.

Em poucas metidas ela já gozava de novo. Fiquei curioso, quantas gozadas será que consigo tirar dela, pensei comigo. E seu gozo era escandaloso, eu que era apenas um menino recatado nunca havia escutado tanto “Mete seu filho da puta! Mete que eu quero gozar mais!”. Na escola de dança a travávamos por professora, e professora a gente tem que obedecer.

Fizemos todas as posições imagináveis, perdi as contas de quanto ela gozou, e eu ali me segurando, até por fim ela se deu por vencida e pediu uma pausa.

Suado, tirei a camisinha que já estava esfolada e me deitei, ela disse que ninguém havia dado aquela maratona de sexo para ela, e que ela não ia sair perdendo, antes que eu pudesse reagir ela montou e começou a rebolar, pedindo leitinho. Os homens sabem que é muito difícil resistir a um pedido desses, e por fim cedi, me derramando todo dentro dela.

- Puta que pariu, a camisinha estourou! - Disse ela.

- Não, eu tava sem, você subiu e nem me deixou interromper.

- E agora, eu não tomo remédio seu filho da puta, você quer me engravidar?

- Calma, não é culpa minha. - Pense no meu desespero, pelado, suado, o pinto apontando pra baixo, levando bronca da professora.

- Haha, riu ela! Relaxa garoto, amanhã eu tomo pílula do dia seguinte e tudo fica certo. Mas não me dê um vacilo desse de novo.

- Sim, professora!

meu email:

raul_soares2010@outlook.com

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
30/07/2016 17:20:21
Delicia, Raul. Finalmente resolvestes nos contar as suas aventuras. Também sou de Curitiba e este ano, o inverno esta mesmo coisa séria. Dançar deve ser bom para aquecer. Ir para cama acompanhado esquenta ainda mais. Como fez essa mulher que pela narrativa deve ter apreciado ser sugada como se faz numa manga babada. Rs. Nota dez e beijocas.
27/06/2016 20:41:46
Ótimo, parabéns
27/06/2016 14:40:06
Obrigado Amora, seus contos também são incríveis, cheios de tesão...