Toque Aqui - Cap. 4

Um conto erótico de Gabriel
Categoria: Homossexual
Contém 1254 palavras
Data: 29/06/2016 00:33:18
Assuntos: Gay, Homossexual

Mais um capítulo pra vocês.

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Acordei morto de fome, quase não tinha comido nada no dia anterior. Peguei meu celular, conferi tudo que tinha que conferir, vi as horas e já estava na hora do almoço. Fui pro banheiro, fiz minha higiene matinal, tomei um banho e desci pra almoçar.

Não tinha ninguém em casa no horário pois meus pais já deviam estar trabalhando. Era 13:29 e pelo menos tinha almoço pronto. Arroz branco, strogonoff e batata frita. Arrumei meu prato e subi pra comer em frente ao computador. Terminei de almoçar e fiquei navegando na internet até umas 16:00, aproveitei pra procurar o tal do Luan no facebook. Olhei tudo, fotos, status, até a idade dele fui olhar. Ele tem 29 anos pelo que consta no facebook dele.

Depois de navegar um pouco, resolvi tomar outro banho pra me arrumar pra aula. Começava às 18:30 e ainda faltavam quase 3 horas pra dar a hora, mas pelo menos fiz tudo com calma.

Escovei os dentes, passei perfume, desodorante, coloquei minha blusa jeans, minha calça marrom e meu vans de costume preto. Não fiquei feio, na verdade estava bonito. Meus cabelos estavam enormes, mas gosto dele assim. Joguei eles pra trás e fui arrumar as coisas pra ir. Fechei todas as janelas e liguei pra Ana pra saber se ela ia de carro ou de ônibus. Ela disse que viria me buscar de carro. Então desci, desliguei tudo e quando fui buscar a mochila no quarto, escuto a buzina do carro.

Ela segurou a buzinha até eu entrar no carro, parece que é maluca.

- Jonh: Você ainda vai apanhar de alguém por causa dessa buzina, você é a pessoa mais irritante que eu conheço.

- Ana: Nossa, estou arrasada. Me poupe. Boa noite pra você também, acordou com as macacas?

- Jonh: E com as galinhas, com as cadelas. Aliás, com as cadelas não, porque você não estava na minha cama. - E levei um soco no braço. - Aí doeu vagabunda.

- Ana: Me respeita. Coloca o cinto faz favor.

- Jonh: Tá. Mas e você, trocou número com o tal Pedro?

- Jonh: Nem sei porque perguntei, já deve ter mandado até nude pra ele. (Risos) - E levei outro soco. - Será que dá pra você parar de me bater?

- Ana: Me respeita cara de bolacha. E não, não troquei nada com ele ainda. Nem sei se vou, não quero um namorado novo. - E deu um sorriso de lado malicioso. - E você, conseguiu tirar o lacre desse cu?

- Jonh: Não, e nem vou tão cedo. Tem que ser com alguém que vale a pena.

- Ana: Tá bom, me engana que eu gosto. Agora desce do carro que vou por ele no estacionamento do outro lado.

- Jonh: Obrigado pela carona, até depois.

- Ana: Sai logo bicha porca.

- Jonh: Seu cu. Tchau.

E fui em direção ao prédio, passei pelos corredores e fui direto pra minha sala. Puis meus fones de ouvido e começou a tocar uma música que estou apaixonado faz uma semana. [Anahí - Amnesia]

Esperei alguns minutos e começaram a entrar os alunos e por ultimo, o professor. Ele ensinava desenho técnico, se chama Martin, achei-o bonito, apesar de ser uns 25 anos mais velho do que eu, mas estava com tudo em cima.

[Um tempo depois]

No intervalo fui procurar Ana e acabei encontrando Allan, ele estava lindo. Como sempre. Aqueles dentes brancos maravilhosos.

- Allan: Olá Jota.

- Jonh: Olá, como está?

- Allan: Estou bem e você? Deixa eu falar. - E olhou pros lados pra ver se vinha alguém. - Hoje é o trote e eles irão pegar pesado com o pessoal. Acho melhor você não participar, porque da última vez deixaram o menino pendurado de cabeça pra baixo no poste, amarrado com fitas adesivas e de cueca. Foi hilário, mas não desejo isso pra ninguém. - E sorriu.

- Jonh: Estou indo pra casa agora, ainda bem que me avisou porque se não ficaria esperando Ana sentado na cantina. Nossa. Obrigado.

- Allan: Bom, vou lá, até mais, tenho que ir pra aula. - Ele não parava de mostrar aqueles dentes, que inveja.

- Jonh: Tá bom, pode ir. - e sorri de volta.

Como não tenho carro, ou moto, fui pro ponto de ônibus esperar algum ônibus que vá pra minha casa, então escuto uma buzina me chamar. Olhei pra frente e vi o carro cinza do irmão de Allan. Ele me chamando, estranhei e não dei atenção, e ele buzinou de novo. Então fui até a janela do carro e abaixei um pouco.

- Jonh: O que foi?

- Luan: Quer uma carona? Tá aí sozinho nesse ponto escuro. Entra aí pô, te deixo em casa.

- Jonh: Eu nem te conheço direito. Não, obrigado. E voltei a me sentar.

- Luan: Para de se fazer de difícil. Entra logo no carro. - E deu uma gargalhada que fui no céu e voltei, pensei bem e resolvi aceitar a carona. Que mal ele poderia fazer?

- Jonh: Ok.

Entrei no carro e ele deu um sorriso, perguntou onde é que moro pra me deixar em casa. Dei o endereço e ele ligou o serviço de uma tela em cima do carro de localização. Achei coisa de outro mundo porque no carro de Ana não tinha visto isso, ou nunca reparei.

- Luan: Estava sozinho no ponto porque?

- Jonh: Allan me avisou sobre o trote e eu saí cedo. Iria esperar minha amiga, mas como ele me avisou sobre, resolvi ir pra casa mais cedo e sem a Ana.

- Luan: Entendi. - e me olhou - Mas então, cursa o que?

- Jonh: Curso designer de moda. Você faz algo além de ficar andando por aí com esse carro caro?

- Luan: (Sorriu) - Faço, tenho minha própria empresa de empreendimentos artísticos. Tenho um restaurante no shopping também. - O encarei. {Nossa!} - O que foi?

- Jonh: Não esperava isso de você, te olhando assim. Achei que só sabia gastar dinheiro e viajar.

- Luan: Como sabe que viajo?

- Jonh: Ana me contou que você voltou da Europa.

- Luan: Anabelle?

- Jonh: Aham.

- Luan: Já ficamos uma vez, não sabia que ela era menor de idade na época. Tem uns 3 anos isso.

- Jonh: Ana e suas mentiras. - acabei rindo, porque ela é péssima em mentir.

[Uns minutos depois]

- Luan: Esta entregue.

- Jonh: Obrigado pela carona, mas não precisava.

- Luan: Podia ter parado no obrigado, mas valeu. Se cuida aí. - Acenou, ligou o carro e sumiu pelas ruas.

-

Entrei em casa e fui direto pra cozinha pra jantar. Meus pais estavam discutindo, quando cheguei eles pararam e fingiram que nada tinha acontecido. Não perguntei também, dei boa noite e arrumei meu prato. Sentei na mesa com eles e comecei a comer. Eles ficaram quietos a janta toda. Sempre assim quando eles brigam, nem falo nada sobre isso mais.

Terminei minha janta, lavei meu prato e os talheres e subi pra tomar um banho. Entrei no facebook pelo celular e tinha uma solicitação de amizade. Era de Luan. Fiquei surpreso e aceitei. Tirei a roupa toda e fui pro chuveiro. Demorei um pouco e sai. Coloquei um pijama e deitei na cama. Fiquei um tempo mexendo no celular, até que ouvi batidos na porta. Era minha mãe desejando boa noite e mandou um beijo.

Pelo visto a briga deles foi feia. Me cobri e fiquei pensando em tudo que aconteceu hoje e sobre a carona que ele me deu. Porque logo ele me traria em casa? E dormi com meus pensamentos nele.

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Obrigado gente, de verdade, estou muito feliz que estou sendo bem recebido aqui na casa dos contos. Obrigado mesmo. Beijos a todos e boa leitura.

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Comentários

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Uhn será que vai rolar alguma cousa com o Luan!? Tomara que sim!!!! 😁😍👏💘

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O conto tá indo pra caminho ótimo, e o tamanho do capítulo também

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