Pego à força por um estranho

Um conto erótico de João
Categoria: Homossexual
Contém 934 palavras
Data: 23/04/2016 15:10:29
Última revisão: 23/04/2016 15:31:33

Oi, meu nome é João, sou de família religiosa e metida a tradicional. Tenho 23 anos e planejo, junto a minha namorada, marcar a data do casamento. Não acho que eu a ame menos, mas sempre me senti um cara livre, e acho que a amo mais, por esconder dela esse meu lado obsceno. O lado que conheci de forma compulsória, na violência que transformei em prazer.

Eu estava na última aula, era a porcaria da cálculo II, eu só prestava atenção e anotava apesar de tudo. Eu estava ansioso pra sair dali, voltar pra casa, tomar banho, comer umas frituras, bater punheta e dormir, exatamente nessa ordem.

Fui indo pro banheiro enquanto o professor acabava de repetir a explicação pela terceira vez, pra ver se entrava na cabeça de uns retardados que ainda não tinham entendido. No wc parecia não haver ninguém, não curto mijar em mictório porque acabo sujando tudo, fui pra uma cabine então. Frases escrotas e medíocres sobre sexo, maconha e “cagar” ornavam a porta da cabine. Eu mijei, dei descarga, e quando eu estava balançando o pau, ouvi os passos de um cara indo pra a cabine seguinte, ao lado. Quando abri a porta, senti um cara mais alto e forte, por trás, me imobilizando. Chamei de filho da puta, mandei me soltar, esbravejei que daria uma surra nele quando conseguisse, por mim mesmo, me soltar. Ele me arrastou do banheiro até um muro, o banheiro não era dentro do prédio, era no campus numa área reservada, então não tinha nem como eu ser ouvido caso eu gritasse por ajuda, eu estava realmente nas mãos dele. Pulamos o muro, do outro lado pude vê-lo melhor, não o conhecia de lugar nenhum, ele também não fez questão de se identificar, me deu um tapa e mandou que eu o obedecesse. Eu não sabia o que ele queria ainda, ele me mostrou quando quase me jogou no chão quando me conduziu e colocou o pau pra fora, e vi que ele pulava de tão duro.

No momento da revelação, meu telefone tocou, era minha namorada, o maníaco mandou eu atender e ao fazê-lo eu fui forçadamente guiado até seu pau, foi quando ele me fez chupar e ter de falar ao mesmo tempo com a minha namorada. Eu falava quando ele estava fora e quando ele estava na minha boca eu respondia com monossílabos. Falei brevemente sobre o depósito que fiz na nossa conta conjunta (que temos pra comprar o apartamento), mal consegui responder ao “eu te amo” com a boca apossada pelo pau que a preenchia por completo.

Durante a chupada, ele comandava tudo, ele estava controlando a chupada com a minha cabeça, eu tive ânsias de vomito, mas consegui controlar isso com o tempo e foi ficando cada vez melhor aquelas estocadas na boca. Eu pedi que ele gozasse, mas ele se opôs, disse que iria gozar dentro de mim. Eu fiquei com medo daquele cara de quase 1,90 ficar em cima de mim, além do mais eu não queria dar, a chupada ainda me deixaria continuar “virgem”. Mas não adiantou, ele se tornou mais violento com a minha resistência, eu achei que seria morto depois do estupro quando ele me deu um soco e senti o gosto de ferrugem na boca. E a cada grito de horror eu recebia socos pelo corpo.

Ele me obrigou a ficar de quatro e tentou enfiar tudo de uma vez, mas como eu travei, ele não conseguiu, com raiva ele deu um soco bem forte nas minhas costas, mandei que ele fosse tomar no cu em seguida. Ele agarrou nos meus cabelos e mordeu o meu pescoço com força, e como estava por trás, tentou de novo, dessa vez devagar. Doía muito, não era um ardor pouco não, era dor. Parecia que estavam me abrindo. Quando entrou tudo ele logo em seguida começou a meter sem pena (já estava dentro!), deixei de frescura e curti aquelas cutucadas de maneira diferente, encarei toda a situação como um momento de prazer, inclusive a dor, que parou de incomodar sem deixar de existir completamente.

Meus antebraços já estavam ralados no chão, na posição em que eu estava, ele me empurrava e me puxava pra trás em todas as metidas. A essa altura a minha alma já não era mais limitada pelo corpo. Mas de repente, fui voltando a ele, meu corpo, que parecia sentir tudo com mais intensidade, e saía do estado de torpor transcendental que estava. As sensações do corpo também têm lá seu apelo, senti espasmos pelo corpo e um prazer indescritível com aquele pau me tocando bem fundo, meu pau babava demais e estava uma rocha.

Ele chupava o meu pescoço e metia freneticamente, o meu pau ficava balançando duro, enquanto eu sustentava o peso dele, que me abraçando por trás colocava seu peso sobre mim. Senti que iria gozar, mas não o avisei verbalmente, quando meus jatos de porra vieram, o meu cu quase estrangulou o pau dele, ele percebeu e disse que também iria gozar. Ele deixou o pau parado dentro de mim, eu “apertei” o pau dele fortemente e fui mexendo a bunda, girando aquele pau, logo ele começou a gozar e respirar no meu ouvido. Expulsei o pau dele pra fora e comecei a me vestir, pronto pra ir embora, ele tentou pegar o número do meu celular, eu disse a ele um número errado e me despedi.

Descobri semanas depois do estupro, que ele era do curso de Química (e que me observava há um bom tempo), mas o nome dele, e o período, logo esqueci.

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Comentários

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Bom conto fiquei de pau duro kkk , virou putinha casou ?

Me manda msg no meu email lucasosouza93@gmail.com

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Gosto disso de sadomasoquismo é gosto de ser dominado por uma mulher 21980464046 whatsapp

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cara, tu falou pra tua namorada? ok que tu curtiu, mas foi um estupro. É grave!

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