ETERNA NAMORADA

Um conto erótico de Victor
Categoria: Heterossexual
Contém 1479 palavras
Data: 18/02/2016 08:12:03

Às vezes, depois de 40 anos vividos, me pego pensando se eu tivesse aos 15 anos a maturidade que tenho hoje e as conseqüências que isso traria para a minha vida.

Ontem, estava conversando com uma determinada pessoa que acabou por me confidenciar sua vida sentimental, me fez lembrar ainda dos meus tempos de pré-adolescente.

Quando tinha por volta de meus 10 ou 11 anos de idade (ainda me lembro disso, rsrsrsrsrsrs), pela mudança de minha família, acabei sendo transferido para uma outra escola que não aquela que iniciei meus estudos. Nesta idade naquela época, nós meninos não sabíamos de mais nada senão o desejo incontrolável de estar sempre em atividade, quer seja soltando pipa (sem cerol), construindo e aproveitando de nossos carrinhos de rolimã, jogando bola nas ruas ainda não calçadas, etc. Claro que já ficávamos de olho nas meninas bonitas, existia sim um amor adolescente, mas que mudava de acordo com nossas salas na escola.

Mas, chegando à escola deparei-me com uma linda menina, de cabelos pretos e olhinhos puxados (que sempre me atraíram), Fernanda, que segundo informações de meus colegas namorava (se assim podemos dizer) o cara mais rico daquela Escola. Nada contra ele, pois depois de um tempo fui descobrir que ele era um cara muito legal e meu amigo até hoje.

Lembro-me de olhar para ela e que me dava um frio na barriga sempre que a via passando pela Escola. Ela estudava na sala de um primo meu e ele, certa feita, veio me contar uma história de que os colegas estavam pegando no pé dela, pois tinham visto uma cartinha de amor para mim (rsrsrsrsrs).

Sabem o que aconteceu naquela época? Nada, apenas olhares e sorrisos. Nossos caminhos, no ano seguinte, se distanciaram, tendo eu ido para uma Escola e ela, no ano seguinte, ido para outra Escola. Eu tinha notícias dela, pois continuávamos na mesma cidade, mas não tinham sequer um mínimo contato, mas ainda fiquei sabendo que ela havia se casado.

Passado algum tempo, eu, quando acadêmico, passei a trabalhar num escritório de minha cidade e meu patrão era um cara bem velho e um profissional muito reconhecido. Quando estava para formar e sair do escritório, numa festa de confraternização e despedida, meu chefe, numa roda de amigos, afirmou que tinha sido procurado por uma pessoa que disse que quando ela estaria se divorciando o homem da vida dela estava formando. A história foi motivo de riso no meio daquela roda de amigos, entretanto, fiquei curioso para saber quem era a mulher que havia contato a ele isso.

Inteligentemente, no dia seguinte, procurei nas fichas de atendimento do escritório e só me deparei com um nome familiar “Fernanda”. Fiquei intrigado com tudo aquilo, mas confesso que isso aguçou todos os meus sentidos e me trouxe à pele, não só sentimento da paixão adolescente, mas também o desejo incontrolável por aquela linda mulher.

Sei que dei um jeito de, passada todo o trâmite daquele divórcio, ir aonde ela trabalhava para, na desculpa de providenciar alguns papéis pessoais meus, ter um contato com Fernanda. Ao chegar à sala dela, Fernanda me olhou com surpresa e um delicioso sorriso estampado na boca. Dei-lhe a mão, mas Fernanda não ia se levantar, parecia congelada. Puxei-a para que se levantasse e me desse a oportunidade de abraçar-lhe e dar-lhe os dois ou três beijinhos (confusão de mineiro). Confesso, foi muito bom sentir pela primeira vez aquele corpo delicioso tocando o meu.

Para minha sorte, meus documentos demoraram muito a ficarem prontos, o que foi o único motivo para estar sempre encontrando com Fernanda naquela repartição pública, sendo atendido de maneira única e sempre com um sorriso no rosto.

Num determinado dia, recebi um sms de Fernanda dizendo que meus documentos estavam prontos. Respondi a ela que naquela semana eu não teria condições de buscá-los na repartição, pois não teria disponibilidade no horário comercial. Entretanto, Fernanda, muito solícita, disse-me que, se eu quisesse, poderia pegá-los em sua casa depois das 19 horas.

Tudo combinado, no dia marcado, logo após um delicioso banho, dirigi-me à casa de Fernanda para buscar referidos documentos. Não vesti nada demais, apenas uma camisa de malha branca e uma bermuda jeans, entretanto, fui atendido à porta por uma linda mulher da qual não consegui tirar os olhos desde que a vi. Fernanda estava trajando um vestido preto curto e despojado, deixando à mostra aquelas lindas pernas e uma tatuagem pequena que tinha em sua nuca. Nossa que tentação! Convidou-me a entrar e eu prontamente aceitei. Vi que tinha algo de muito bom no ar, perguntei-lhe onde estavam seus filhos, e Fernanda disse que, tratando-se de sexta-feira, eles estavam na companhia do pai.

Fomos para a sala e ali ficamos alguns instantes conversando e rindo de nossos tempos de criança. Entretanto, meus olhos monitoravam segundo por segundo todos os movimentos daquele corpo maravilhoso ali ao meu lado. Em determinado momento porém, ficamos instintivamente sem palavras, um total silêncio, entretanto, nossos olhos se entreolhavam. Milésimos de segundos em que com os olhos abrimos nossos corações um ao outro.

Nosso primeiro beijo (e como tinha vontade de sentir aquela boca!) foi carinhoso e ao mesmo tempo intenso. Logo após, veio outro instante de total silêncio e, depois de um sorriso maroto de ambos, Fernanda me confessou que era apaixonada por mim desde os tempos de Escola e que eu não tinha saído de sua cabeça desde então. Aquilo foi como vulcão para mim.

Beijei-a naquele instante, não mais como adolescente apaixonado, mas como adulto que deseja ardentemente a mulher que com ele está. Inconscientemente, em meio aos nossos beijos, Fernanda já havia colocado suas duas pernas sobre as minhas naquele sofá e seu vestido, que já era no tamanho mais desejado, tratou de subir deixando a mostra aquelas lindas e torneadas coxas.

Mantive minha mão esquerda na nuca de Fernanda e meus dedos entrelaçaram seus cabelos enquanto minha mão direta passou então a percorrer o interior daquelas coxas e não demorou muito até que já estivessem massageando Fernanda por sobre aquela linda calcinha. Meu sexo já aflorava-se e Fernanda não deixou passar despercebido ficando ainda com mais tesão.

Ainda com as mãos em seus cabelos, puxei-os carinhosamente abaixando sua cabeça para que pudesse beijar seu queixo, seu pescoço e morder sua orelha. Enfiei minha língua naquela orelha gostosa e senti a pele de Fernanda arrepiando-se em todo o corpo.

Beijei sua tatuagem na nuca e com a boca, eis que minhas mãos estavam muito ocupadas, abaixei as alças de seu vestido que, aos poucos foram caindo, deixando-me à disposição aqueles lindos e pequenos seios. Deliciei-me com eles, lambendo-os insistentemente até que seus mamilos afloraram de tesão.

Com minha mão ainda no cabelo de Fernanda, com minha outra mão puxei sua calcinha para o lado e passei a massagear seu clitóris, espalhando sua lubrificação que me deixava ainda mais insano. Fui acariciando Fernanda, beijando-a, lambendo seus seios. Ela em determinado momento agarrou-se em meu pescoço e, com a intensidade de minhas carícias, Fernanda acabou em êxtase.

Ficamos ainda ali, eu acariciando o clitóris de Fernanda e beijando sua boca até que ela, levantando-se, levou-me para sua cama e, tirando minha roupa, jogou-me nela.

Fernanda, com um delicioso sexo oral, me fez delirar de tesão, mas não deixaria nunca que isso ocorresse sem minha retribuição, tratei de ir puxando-a, puxando-a até que ela encaixasse suas pernas em mim para que eu pudesse retribuir o prazer. Foi um delicioso e único 69 que nos encaminhava ao êxtase absoluto. Ficava louco de sentir que Fernanda parava de me chupar quando se extasiava com minhas carícias. Depois do sexo oral, fiquei deitado e Fernanda veio sentar-se em mim.

Nossos corpos estavam totalmente sincronizados em tesão e desejo absolutos.

Antes de encaixarmo-nos, Fernanda acabou por massagear-me esfregando seu clitóris em minha glande e confesso que me deixou em total êxtase.

Começamos a nos amar apaixonadamente, sentindo nossos corpos um no outro, e o tesão um do outro, despertava ainda mais desejo e lascívia.

Ficamos por alguns instantes assim, entretanto, eu queria dominar nossos movimentos. Fui virando Fernanda, devagarinho entre nossos movimentos, até que ela ficasse totalmente de costas para mim e deitei-a bem na minha frente em conchinha.

Beijei sua boca enquanto agora, penetrava-lhe com todo o tesão do mundo. Minhas mãos, ora seguravam seu corpo para uma maior penetração, ora acariciavam seus seios. Por fim, terminaram em seu pescoço, submetendo-lhe carinhosamente aos meus movimentos de penetração.

Nossos movimentos ficaram intensos e travei Fernanda puxando-a pelos ombros, enquanto continuava-lhe penetrando em conchinha.

Fernanda delirava de tesão e a medida que nosso tesão aumentavam, seu corpo exibia espasmos involuntários de êxtase.

Gozamos ali, como dois maduros adolescentes apaixonados, numa mistura de amor e desejo.

Nossos caminhos, depois de um certo tempo, voltaram a se distanciar, entretanto, Fernanda nunca deixará de ser minha eterna namorada.

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