Casa dos Contos Eróticos

TIA MADURA E SOBRINHO NOVINHO PODE ?

TIA RICA SEDUZ SOBRINHO BONITO

“Analise” de uns tempos para cá é moda, é charme.

Dizer que “meu analista disse” , é sinal de status.

E eu vou ganhando dinheiro com isso e colecionando histórias para compor meus livros.

Mais uma história, diferente, para vocês.

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Um homem de 32 anos que seduz, por dinheiro, falso carinho ou promessas outras, uma sobrinha de 15\16 anos é chamado de pedófilo, estuprador e abusador de vulnerável.

Uma mulher de 32 anos que usando de influência, dinheiro, falso carinho e outras promessas para seduzir um sobrinho de mal completados 16 anos pode se chamada de que?

Respondo : No máximo de doida ou tarada.

É o caso que passo a relatar para vocês fazerem seu próprio julgamento.

Mas é a própria “criminosa” que faz o relato.

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““Não tenho nenhum reparo na maneira como fui criada e educada, não tenho nenhuma crítica à meu pai ou à minha mãe a respeito de nada.

Tudo foi normal comigo sempre.

Estudei até terminar o segundo grau com meus pais garantindo tudo e sempre cuidadosos e carinhosos comigo.

Não consegui entrar em faculdade pública e meus pais não tinham grana para bancar, nem para mim, nem para quaisquer das minha irmãs (2) uma faculdade particular, ainda não existia programas governamentais de financiamentos de estudos.

Eu, por acaso ou, por qualidades que eu reunia, comecei a vender cosméticos, acresci roupas, depois acresci plásticos domésticos e até eletrodomésticos eu acabei vendendo.

Montei minha lojinha e ela foi crescendo, crescendo, crescendo.

Eu fui abrindo filiais, mais filiais, mais filiais.

Em poucos anos já eram mais de 40 lojas em muitos locais e Estados.

Empreguei minhas irmãs e meus cunhados, passeia dar para meus pais uma pensão mensal bastante substanciosa.

Mas continuei “invicta” , ou seja, VIRGEM !

Não encontrava quem me satisfizesse emocionalmente, ou seja, que falasse ao meu coração e ao meu cérebro simultaneamente.

Um conselho de meu pai pesava em mim como uma sentença: “NÃO SEJA OBJETO DE NINGUÉM”.

Eu saia, ia a shows, bares e boates.

Saia com amigas, com amigos e nunca tive tesão por nenhum e por nenhuma.

Fui rotulada como sapatão apesar de nunca ter tido um caso sequer com qualquer mulher.

Mas e também, nunca tive um caso sequer com qualquer homem.

Namoro, namoricos e ameaços tive alguns.

Talvez, apenas talvez, tenha valorizado por demais minha virgindade.

Sempre fui muito trabalho, trabalho, trabalho.

Masss, sempre há um massss !

Um dia o cansaço bateu e eu quis descansar de fato, longe de tudo e de todos.

Eu já tinha uma casa no litoral norte de São Paulo onde, de quando em quando a família se reunia.

Resolvi ir para lá, sozinha, descansar mesmo.

Eu queria ir e estar sozinha mas, na hora “H” tive medo, sempre fui meio medrosa de tudo.

Ai, minha irmã mais velha (apenas 8 anos de diferença) me sugeriu\ofertou, levar comigo seu filho mais velho, na época com 16 anos recém completados.

Era apenas uma companhia, para eu não ficar totalmente sozinha, uma segurança, uma leve segurança mas uma segurança.

Gostei da ideia!

Era um rapaz educado, mas muito vivaz e inteligente, que demonstrava muita iniciativa.

Também sabia que ele se sobressaia nos estudos.

Pouco tinha convivido com ele, mas gostava dele por gostar, apenas por gostar e por ouvir falar.

Ele topou e me surpreendeu mostrando alegria em estar comigo pelas duas semanas combinadas.

Tratei com minha irmã e com meu cunhado que eu cuidaria dele, mais do ele cuidaria de mim.

Combinamos também que eu queria um isolamento total, em termos, pois meu celular ultra particular ia continuar ligado, eles só me ligariam em caso de catástrofe, em caso contrário meu vice-presidente executivo que resolvesse.

Eu queria descanso, descanso total.

Fomos para a praia e, lá é que fui reparar que meu sobrinho “todo virtudes”, também tinha uma aparência e um físico apreciáveis além de ser espirituoso e bem humorado.

Desde o início ele foi todo delicadezas, mas delicadezas que eu identifiquei como cavalheirescas, coisa não esperada em um jovem tão jovem.

Ele não era subserviente, era só educado e cavalheiresco.

Me fez e propôs desafios desde o primeiro instante de nossa chegada, isso já mexeu comigo.

Foi cavalheiro ao levar minhas malas para minha suíte, mas as deixou lá para que eu arrumasse minhas roupas por mim própria.

Foi cavalheiro ao elogiar minha saída banho, mas foi ousado ao elogiar meu corpo quando a tirei a beira da piscina.

Foi moleque ao pular na piscina, continuou moleque ao me desafiar a imitá-lo.

Foi adolescente educado quando lhe pedi para fazer uma caipirinha e ele saiu da piscina sem resmungar para fazê-la.

Foi sobrinho respeitador o tempo inteiro que estivemos na piscina, mesmo quando ficou excitado e de pinto duro porque me viu com os peitos de fora quando meu biquíni se soltou.

Foi companheiro ao deitar ao meu lado no sofá para assistirmos filmes e programas na tevê.

Me senti segura, eu dormindo em uma suíte e ele em outra, mas na mesma casa, só nós dois.

Eu é que retornei a adolescência quando, na cama, sozinha comecei a fantasiar e a me masturbar.

Na praia me surpreendeu pelo machismo ao recusar ajuda para armar o guarda-sol e a cadeira estendida.

Me surpreendeu ao estender a toalha sobre a cadeira estendida para eu deitar sobre ela.

Foi moleque ao me abandonar e ir jogar bola com uma turma que por lá chegou, foi adulto ao se preocupar comigo e vir me perguntar se eu queria alguma coisa.

Ao almoçarmos juntos me impressionou pela educação à mesa e ao recusar-se a beber cerveja.

Ao voltarmos para a casa comecei a sentir tesão, coisa muito rara comigo.

Em casa tomamos banho, isoladamente é claro, e fomos dormir um pouco.

Na cama, sozinha, soltei minha imaginação novamente e o tesão voltou ou aumentou.

Na casa havia uma piscina de 7 X 12 metros, com profundidade de 0,50 a 1,60.

Eu tenho cerca de 1,65 m e ele já passava dos 1,70 m.

A tardezinha, sozinhos na piscina, me acheguei a ele e pedi para me ensinar a nadar, eu realmente não sabia.

Mas minha intenção era dupla e ele entendeu.

As mãos dele escorregaram, escorregaram e chegaram : uma nas minha coxas e outra na bordinha do meu seio.

Em dado momento ele encostou em mim, por trás, e eu senti, nas minhas nádegas, o seu pinto duro.

Minhas nádegas e meus peitos eram e são salientes, diga-se.

Me deixei levar, queria saber até onde sua ousadia iria.

Mas não passou das encoxadas, ele se intimidou.

Eu, nos negócios, sempre fui ousada e sempre me dei bem, na vida pessoal sempre fui retraída e nunca me dei bem.

Pensei comigo : Foda-se, se der errado deu eu assumo o que der errado.

Fingi que queria me exercitar fisicamente dentro da piscina e pedi para ele me segurar por trás enquanto eu tentava andar para frente.

Um exercício comum na hidroginástica, mas feito com cinto e faixa, corpos descolados.

No nosso caso ele usou somente as mãos e os braços.

Encostei minha bunda nele e pedi para ele me abraçar e me apertar e tentar me segurar enquanto eu tentava andar para frente.

Logo que colamos o corpo seu pinto ficou duro.

Fingi fazer força para ele me apertar mais.

Parei de fazer força, ergui meu corpo e minha cabeça, ficamos colados de cima em baixo, eu nas pontas dos pés.

Ele entendeu que eu estava gostando de ser encoxada e as suas mãos subiram e chegaram quase aos meus peitos, mas ai ele hesitou e ficou por ali.

Ele estava excitado e queria prosseguir na brincadeira, mas havia um respeito dele por mim, superior a sua vontade de me comer.

Essa indecisão dele virou uma brincadeira para mim, mas eu fantasiava ter ele me comendo.

Achei que tentar seduzi-lo e vê-lo recuar era uma brincadeira divertida e prossegui nela.

Mas, no meu íntimo, eu queria mesmo era que ele me comesse.

Estávamos na parte mais funda da piscina, só meu rosto fora d’água, abri o fecho do sutiã e fingi que ele tinha arrebentado.

Meus peitos ficaram liberados.

Abaixei meu corpo e suas mãos chegaram a eles, houve certa dele hesitação mas não tirou as mãos.

Aí ele percebeu que eu o estava provocando e queria brincar, pegou meus peitos e encheu as mãos com eles.

Entrou na brincadeira!

Senti seu pinto duro, dentro sunga, entre minhas nádegas.

Sua coragem aumentou e ele se comprimiu contra mim, eu correspondi empurrando minha cabeça e minha bunda para trás.

Ele passou a comprimir meus peitos com mais força e a forçar mais sua virilha contra minhas nádegas.

Nestas alturas meu tesão estava a mil e eu me tornei absolutamente inconsequente.

Comecei a caminhar lentamente em direção a parte mais rasa da piscina, caminhei devagar para ele não pensar que eu estava fugindo.

Soltei e a parte de baixo do biquíni e, ao caminhar, ela descendo, caindo.

Fiquei praticamente pelada.

Na parte mais rasa, ajoelhei e me dobrei pondo parte do corpo para fora e abri as pernas.

Foi um convite explícito.

Ele abaixou a sunga e seu pinto vazou minhas nádegas e ficou ali perdido no meio delas, entre o anus e a vagina.

Já disse que minha bunda é grande e minhas nádegas são fartas.

Na posição que estávamos ele mal alcançava minha vagina, embora alcançasse melhor o meu anus.

Isso me atiçou mais ainda.

Propus sairmos da piscina.

Saímos.

Imediatamente me coloquei de joelhos, pernas abertas, apoiando o corpo em uma cadeira de praia.

Arrebitei a bunda.

Nunca tinha me imaginado me iniciar no sexo daquela maneira : dando de quatro!

Achei gostoso e foi mesmo.

Tive de ajudá-lo a encontrar a vagina.

Fui ao céu e fiquei lá por uns trinta minutos, foi o tempo que ele levou para cansar ou se dar por satisfeito e tirá-lo fora.

O pinto dele não estava totalmente desenvolvido (raciocinei depois), não era grande o suficiente para me causar dor mas de tamanho suficiente para me fazer sentir prazer naquele momento.

Felizmente, para os dois, ele não se satisfez e continuou com se pinto duro e, a meu pedido e minha ajuda, encaixou-o em meu anus.

Ficou mais uns dez minutos, ardeu só um pouquinho e eu gostei também.

Fomos para o banheiro juntos e abraçados, viramos namorados a partir daquela hora.

Tomamos banho juntos, um ensaboou o outro, trocamos muitos beijos e amassos e eu aproveitei para matar mais uma vontade: Chupar um pau!

Chupei o dele!

A perda da minha virgindade não resultou em nenhum trauma e, até o sangramento, foi muito pouco.

Fomos jantar em um restaurante muito frequentado e eu fui reconhecida por duas ou três pessoas, o que serviu para eu me alertar quanto a minha figura pública.

Eu teria de tomar cuidado para que minhas ações e atitudes públicas não afetassem meus negócios.

Fomos para a casa e puxei ele para minha cama.

Eu coloque uma saída de banho que mais parecia um vestido curto e só isso.

Queria dar continuidade àquilo que começamos a tarde.

Fizemos um “papai X mamãe” muito carinhoso e gostoso, depois virei de lado, ele me abraçou por trás.

O pinto dele novamente precisou da ajuda de uma das minhas mãos para encontrar o caminho.

Foi delicioso e, aquilo que eu sonhava e ansiava: Meu orgasmo, chegou.

A D O R E I !

Ele parecia insaciável, o que me envaideceu muito.

Meu anus foi também contemplado.

Cansada adormecicom meu cu preenchido.

De manhã acordei com ele abraçado em mim.

Seu pinto mole no meio da minha bunda.

Fiquei com vontade de tê-lo novamente dentro de mim.

Me movimentando tentei e consegui acordá-lo mas consegui também mantê-lo agarrado em mim, por trás.

Logo meus peitos foram novamente seguros e massageados, seu pinto endureceu rapidamente.

Meu anus e meu reto já começaram a sentir cócegas e prazer.

A manhã na praia, depois caipirinha e cerveja, almoço, uma transa “Papai X Mamãe” e depois um soninho reparador.

Finalzinho da tarde na piscina, ambos absolutamente a vontade um com outro, pelados, sacanagens e transa ao ar livre.

Depois um banho quentinho e um pau gostoso para chupar, o sexo anal também espontâneo.

Fazíamos tudo com muita vontade, com extremo prazer e porque queríamos, com quem queríamos.

Se não havia exatamente o amor havia a empatia, a cumplicidade e a atração mútua.

Eu não era objeto, talvez ele fosse, mas nada forçado, tudo estimulado, tudo espontâneo.

Passamos os quinze dias transando quatro a cinco vezes por dia, na cama, no sofá da sala, na beira da piscina e até dentro dela.

Eu adorando todas as vezes que era objeto das atenções dele, que ele me cortejava, todas as vezes que eu percebia que ele me desejava e queria usufruir do meu corpo.

Minhas fantasias foram todas realizadas exceto ser fêmea de um macho forte e “pausudo”.

Também não fiz sexo oral como passiva, queria, mas não tive coragem nem como leva-lo a fazê-lo.

Mas o perfeito é imperfeito, o que não fiz me fez procurar perseguir a o que me faltava.

Foram quinze dias que me achei a “Mulher Maravilha”, “A Dona do Mundo”, a “Rainha da Inglaterra”.

Aquele pinto gostoso que adentrava minha vagina, meu anus e que eu chupava com gosto.

Eu achava e sabia que eu era primeira, a única até então, a desfrutar daquele manjar dos deuses.

Mas tudo tem um fim, “Não há mal que sempre dure, nem bem que tudo ature”.

Pensando e imaginando que o dinheiro compra tudo, dependendo da quantidade, “comprei” meu sobrinho dos seus pais.

Dei cargos e presentes a um e a outro, prometi pagar todas as despesas dele, enviá-lo para as melhores faculdades do mundo, etc., etc., etc..

Ele veio morar comigo.

Aqueles quinze dias que aconteceram, não mais voltaram ou voltarão, bem sei.

Mas tiveram consequências, me libertei.

Deixei de ser tão exigente, passei a viver mais o momento e a curtir o que cada um tinha a me oferecer para o momento.

Tive vários amantes, experimentei outros beijos, outros amassos e, porque não dizer : Outros pintos.

Mas minha segurança tinha uma razão : Eu podia ter minhas aventuras, viver novas experiências, viver novos amores e momentos, eu tinha um retorno seguro.

Durante seis anos estive no céu, minha empresa triplicou, se tornou uma das maiores do Brasil, fui até convidada para ser ministra, etc.

Física e sexualmente também houve uma evolução enorme, ele cresceu, ficou com quase 1,90 m de altura, o pinto cresceu também, proporcionalmente, aumentou em tamanho e grossura.

Como esse crescimento se deu ao longo de seis anos, meu anus e minha vagina não sentiram a evolução.

Ele ficou ainda mais bonito e charmoso, ganhou conhecimento e experiência, ganhou classe!

A cada encontro nosso mais me satisfazia e mais apaixonada me sentia.

Eu dei me acomodei, uma relaxada, me permiti engordar, fiquei menos atraente e menos sexi.

Senti um afastamento, menor tesão, menos interesse de parte dele.

Soube há um mês que ele está de namoro com uma vendedora de uma das minhas lojas, uma menininha de 19 anos, baixinha e magrinha\magrinha.

Pobre de “marré\marré”.

O que me falaram é que é namoro sério, não é um caso, não são amantes, é para casamento mesmo.

Mandá-la embora iria revoltá-lo, ele provavelmente se demitiria também, haveria problemas na família, etc.

Meu Deus, que faço?

Eu preferiria uma profunda resseção, uma ameaça de falência ou algo semelhante a ter de enfrentar esse problema.

.

FIM

Comentários

17/02/2017 01:33:33
Muito interessante
uem
11/02/2016 17:12:52
vc pode mim contratar com seu amante para fazer ciumes
02/02/2016 14:56:38
fantástico. são contos assim que animam a gente a continuar lendo. um dos contos mais excitantes que tenho lido ultimamente. não só esse, mas todos os outros escritos por você. sou casado e adoro imaginar minha esposa vivendo situaçoes assim .....e agora com esses contos de cornos totalmente mansos , estou louco de exctiatção --- é uma delicia-meu email é, historinhaslegais@outlook.com para quem quiser contato uma delicia esse conto adoraria que minha esposa participasse de contos extamente iguais a esses seus tbem... adoro isso tudo tenho fotos dela no sitehttp://www.socaseiras.com.br/galeria/casal-de-rio-de-janeiro_17731.html amigos que gostarem das fotos dela comentem comigo por email ou no skype abçs a todos
02/02/2016 14:22:12
Que maravilha. Excelente e excitante. emp.adv.ba@gmail.com
02/02/2016 14:21:49
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02/02/2016 13:02:31
se você tem dinheiro Parque nutricionista pague personal trainer faça plástica use o seu poder financeiro Para retomar a sua aparência física
02/02/2016 12:56:40
muito bom

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