Relatos da minha vida... Jaime

Um conto erótico de Tato
Categoria: Homossexual
Contém 769 palavras
Data: 18/02/2016 12:01:38
Assuntos: Garoto, Gay, Homossexual

Vida...

Depois do Walter minha preferência ficou mais dedicada aos homens maduros, mas nunca deixando de passar uma oportunidade com algum garoto gostoso. E mais uma vez na praia, dessa vez só estávamos eu, meu pai e minha mãe, e como estava só, o que mais fazia era andar por lá. A casa que alugamos era afastada do centro mas bem próxima ao mar e a uma vilinha de pescadores, e um dos passeios preferidos era caminhar pela vilinha para ver os peixes pescados, entre a casa e a vilinha existia um campinho de futebol, que sempre tinha uns moleques jogando. Num final de tarde, assim que resolvi sair minha mãe me recomendou não levar nada que molhasse pois iria chover, e sem nada na mão e apenas de bermuda, camiseta e chinelos, sai. Quando eu estava próximo ao campinho a chuva começou e me forçou a correr em direção a uma construção, meio bar, meio vestiário do campinho. Corri até lá e me abriguei da chuva em uma parte coberta nos fundos, tirei a camiseta para tirar o excesso de água, enquanto eu a chacoalhava apareceu um garoto de uns doze anos, bem mirrado, com uma bola debaixo do braço e todo encharcado, ele, Jaime era muito falante e simpático, me disse que era dali e que não ia parar de chover, depois de fazer muitas perguntas e descobrir que não apareceria ninguém comecei a investir no garoto. Tirei sua camiseta e torci, colocando em uma cadeira velha, junto com a minha, comecei a passar a mão em seu cabelo tirando o excesso de água e maliciosamente fui ao short, comecei a passar a mão meio que apertando e passei uma, duas, três vezes a mão em seu pintinho, e então disse: “ah que você tá ficando com o trocinho duro?”, Jaime sem graça tentava arrumar uma desculpa e eu safado continuei: “preciso ver se é verdade”, e baixei seu calção, apesar de quatro anos mais novo, ele tinha até que um pinto bom, vendo seu pinto duro, olhei para ele e disse: “será que funciona? Você já goza?”, e não é que o malandrinho era safado, me disse o seguinte: “se você quiser ver vai ter de chupar”, minha resposta para aquilo foi simples, comecei a mamar no seu pauzinho e estava adorando, eu enfiava seu saquinho inteiro na boca, chupava bolinha por bolinha e voltava ao pau, chupando e punhetando com a cabeça dentro da boca, mamei, apertei sua bundinha e depois e uma bela chupada o danado começou a gozar dentro da minha boca, eu estava com metade de seu pau na boca, deixei ele terminar de gozar e então engoli, dei um beijinho na cabeça do seu pintinho e disse que ele já era um machão gostoso, ele todo feliz ainda conversou comigo até a chuva acabar e cada um foi para um lado, andei mais uns trinta minutos pensando que gostosinho que havia sido, pena ele não ter me comido. Assim que me aproximei do campinho, Jaime estava ali e veio correndo em minha direção, assim que se aproximou todo eufórico, me disse: “oi...viu se você quiser mais vamo lá trás de novo”, e sem pensar em nada, fui. Chegamos no mesmo lugar que eu havia feito a boquete e ele já baixou o short me apontando o pintinho duro, baixei minha bermuda até os joelhos, me apoiei na cadeira velha, separei bem as pernas, me abaixando ao máximo para a altura de Jaime, quando achei que ele alcançaria fácil meu cu, olhei para trás e pedi a ele: “passa bastante cuspo, e enfia seu pau em mim”, obediente ele lambuzou meu cu e todo o rego, encostou a cabecinha e começou a empurrar tudo em mim, com as mãos em minha cintura ele me comeu gostoso, e quando ai gozar perguntou onde?, e eu tirando seu pau e me virando rápido, enfiei seu pau na boca e deixei ele gozar tudo de novo, engoli mais uma vez e já em pé ajeitando a bermuda, me despedi do Jaime e voltei para casa. “Direto para o banho”, minha mãe intimando, e já me dando o rodo. Entrei no banheiro tranquei a porta tirei a roupa, liguei o chuveiro, entrei no Box pensando em uma punheta, e quando comecei debaixo da água quente vi o rodo, peguei-o, encostei-o no chão do outro lado do Box, arrebitei a bunda e fui colocando o cabo no cuzinho, quando devia ter uns quinze centímetros de cabo dentro da minha bunda comecei a gozar pensando que um dia o cacete do Jaime iria estar como o cabo.

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