DESCOBRINDO MARCIA – MINHA EX-ESPOSA RUIVA E OS NEGROS - 06

Um conto erótico de Marjr
Categoria: Heterossexual
Contém 5167 palavras
Data: 18/01/2016 16:44:31

/...Continuação:-

- Dr. Joaquim vendo que meus espasmos foram diminuindo, de imediato levantou-se e se colocou de pé ao lado da mesa, na altura do meu rosto, me puxou até a beirada, desafivelou o sinto de sua calça, abriu a mesma, deixando ela cair até seus joelhos e tirou aquele monstruoso pênis para fora de sua cueca. Minha nossa, eu tinha visto de longe ele penetrar a Jaqueline. Também tinha visto as fotos dele transando, só que ali, com aquela coisa há pouco centímetros do meu rosto, era muito mais gigantesco do que parecia. Nem de perto o pau de Lúcio se comparava em tamanho e grossura ao do Dr. Joaquim. Mais tarde, em uma de nossas transas ele deixou eu medir e constatei que tinha 21 cm de comprimento e 18 cm de circunferência, sendo que ele me falou que dependendo de sua inspiração, poderia chegar até uns 23 cm de comprimento.

- Ao tirar aquele “Big Pênis” para fora da cueca com uma das mãos, puxou a minha cabeça com delicadeza em direção a ele me falando:-

- Agora é a sua vez Ruivinha Safada..., agora é a sua vez de mostrar o que essa boquinha linda sabe fazer..., abre ela...abre ela...vai, engula esse cacetão que está louco para sentir o calorzinho dela...

- Rapidamente eu interrompi o deslocamento da minha cabeça, colocando minha mão na cintura dele e lhe disse que nunca tinha feito isto, que era nojento, anti-higiênico, que era imoral. Lúcio que era o meu noivo não aceitava e repudiava esse tipo de comportamento, que não era coisa de mulher séria. Dr. Joaquim, por alguns segundos solta minha cabeça e dá uma gargalhada enquanto eu ainda com minha mão como anteparo na sua cintura olho para ele sem entender sua reação. Ele logo em seguida coloca uma de suas mãos sob minha cabeça e agarrando meus cabelos por trás da nuca firmando meu rosto em direção ao dele, que muda de expressão:-

- Olha aqui Ruivinha, preste bem atenção. Não tem como voltar atrás. Eu ainda não falei com o Alberi e para arrematar, agora tenho muitas fotos suas se deliciando com a minha boca na sua buceta. Isso é coisa de uma mulher séria? Então, quer saber? Relaxa meu amor! Sexo oral desde que feito entre pessoas que se cuidam e fazem a sua higiene corretamente não tem qualquer perigo e não tem nada de nojento. Apesar de eu praticar muito sexo como você bem deve saber, uma das minhas preocupações é cuidar bem da minha saúde, inclusive do meu pau aqui. Quanto a ser imoral e não ser coisa de mulher séria, isso é uma burrice sem tamanho de quem não sabe satisfazer seu parceiro na cama e tem medo de que sua companheira descubra o quanto ele é incompetente tanto para dar como para receber prazer. Dentro de um quarto o que vale é a realização completa do casal, de ambos, não de um só. Imoral é roubar, matar, prejudicar alguém e não é nosso caso. Eu estou lhe ajudando a salvar a vida do seu amado noivo, o seu casamento, a sua formatura e seu futuro emprego e, tudo isso em troca de alguns momentos de prazer para ambos. O quê você me diz? Vamos em frente?

- É não tinha e não teve jeito mesmo:-

- Tudo bem Dr., eu vou tentar! Tenha paciência comigo, eu não tenho muita experiência. Quase nenhuma. Eu perdi minha virgindade com o Lúcio, após nosso noivado e, muito embora nessa condição, nos relacionamos poucas vezes diante dos conceitos morais impostos pela nossa criação familiar e religiosa. Fizemos amor com muito medo e remorso. Falando isso, permiti que ele com sua mão sob minha cabeça, aproximasse ela de seu pau, que talvez pela quebra do clima, diminuiu um pouco de tamanho. Segurei o pau dele com a minha mão que antes estava na sua cintura, abri bem minha boca e devagar envolvi parte de sua glande com meus lábios. Mesmo não completamente duro era muito grande e parecia não caber na minha boca. Eu estava segurando o pau dele mais ou menos na metade, sobrando muito pau antes e depois da minha mão. Quando segurei seu pau, meus dedos não fecharam a circunferência e ao envolver sua glande com minha boca ele voltou a ficar enorme e completamente ereto, forçando minha mandíbula a abrir cada vez mais minha boca. Eu realmente não sabia como fazer. Eu tinha visto a Jaqueline fazer, tinha visto fotos de mulheres fazendo sexo oral, mas entre ver e fazer para mim havia muita diferença. Foi então que o Dr. Joaquim percebeu que não era frescura minha, mas sim, total inexperiência mesmo e passou a me orientar como eu deveria fazer. A medida que ele ia falando o quê e como gostaria que eu fizesse, fui colocando em prática suas orientações. Mesmo deitada peguei o seu pau com as duas mãos e de leve comecei a masturbá-lo com a sua glande dentro da minha boca, de leve, comprimia meus lábios naquela cabeçorra preta sob os ensinamentos dele. Em pequenos intervalos tirava seu cacete da boca e lhe dava longas e lentas lambidas, do início da glande até a ponta, para depois também a contorná-la com a língua, lentamente, acabando aquele cerimonial com uma rápida abocanhada para depois, novamente de forma lenta, com meus lábios comprimindo aquele nervo preto, arrastá-lo para fora da minha boca ao mesmo tempo que o sugava como a um pirulito. Na terceira sequência, a minha insegurança já estava se desfazendo. Minhas lágrimas ainda florescendo nos olhos já estavam diminuindo; minha buceta e os bicos rijos dos meus seios já começavam a dar sinais da minha excitação, pois aquele nojento pauzão preto, de gosto meio amargo, foi se transformando em algo muito doce..., muito doce e quente. Quando dei por mim, novamente meus conceitos morais e de consciência tinham ido ao chão. Era como se eu sempre soubesse fazer aquilo que o Dr. Joaquim me acabara de ensinar, e eu já estava indo muito além, sem que ele me pedisse, segurando o seu pau com muita força, comecei a explorá-lo com minha boca em toda a sua extensão, mordiscando, dando chupões, cuspidas, abocanhava novamente sua cabeça, tentava engoli-lo o máximo possível, deslizava minha língua até as suas enormes bolas e depois as sugava como a um sorvete. Não sei como peguei o jeito tão rápido, mas estava muito gostoso aquilo. Quanto mais eu explorava aquela benga, mais aficionada eu ficava. Como estava bom sentir aquele nervo preto, enorme, com suas veias salientes pulsando entre minhas mãos e dentro da minha boca. Como estava gostoso ver aquele negão, alto, velho e gordo gemendo pelo que eu estava proporcionando ao seu pau:-

- Ahhhh...Marcia..., urrrgghhh..., caralho..., iiiisso..., aasssimmm... que gostoso!...Ahhh..., nossa...você mentiu... uuuhhhggg..., você já chupou muito pau....uuuggghhh... como você chupa gostoso...ahhhh..., continua... uuurrrggghhh!

- Falando isso, ele com os dedos de uma das suas mãos começa a brincar com os grandes lábios da minha buceta e com o meu clitóris, arrancando de mim um gemido muito alto. Para me deixar mais descontrolada ainda, ele começou a enfiar e tirar seus dedos da minha buceta. Eu passei a ritmar minhas chupadas no pau dele na mesma velocidade que ele enfiava seus dedos em mim. As reações de um e do outro passaram a ser as mesmas pelo prazer que ambos estavam sentindo. Era difícil admitir, mas eu estava mesmo sentindo prazer e de uma forma totalmente inesperada, contra todas as possibilidades imagináveis de acontecer. Prazer vindo de um homem estranho, negro, velho, gordo, casado e canalha. Prazer vindo de um homem que eu não conhecia, cafajeste, enquanto que, o homem que eu amava e tinha me proposto a passar o resto de minha vida me dedicando como esposa a seu lado, não chegou nem perto de me fazer sentir o que eu estava sentindo naquela hora. Como estava gostoso aquele momento. Com tudo aquilo, eu não resisti. Tive um novo orgasmo com aquele enorme pau dentro da minha boca e com quatro dedos enfiados de uma só vez na minha buceta. No meu êxtase, com aquele pau enorme preso na minha boca, acho que passando da minha garganta eu só consegui dar um gemido abafado, enquanto que com a minha buceta em espasmos, contraia com força os dedos do Dr. Joaquim, prendendo-os dentro de mim. Indescritível aquela situação. Vendo que eu já tinha ido novamente ao clímax, o meu, a partir de então, amante negro falou:-

- Marcia, como sua buceta é apertada! Você tem certeza que não é virgem? Que buceta apertadinha! Acho que o Lúcio não tirou sua virgindade não, mas agora vou dar um jeito nisso! Esse momento você jamais esquecerá!

- Ele tira seu pau da minha boca e os dedos da minha buceta, que ainda estava sob ação de espasmos, me vira com as pernas para ele se colocando entre elas e dirige a enorme cabeça do seu enorme pau até a entrada da minha buceta. O seu pau estava todo molhado pela minha saliva e pelo seu líquido adocicado pré-gozo. Ele abre bem as minhas pernas e coloca as minhas mãos sobre meus próprios joelhos, para que eu me auxiliasse a manter elas abertas e inicia uma brincadeira de esfregar com muita maestria a cabeçorra de seu pênis preto na minha buceta, que pelos meus fluídos e gozo estava uma sopa. Aquele medo e dor de consciência vinham e saiam rapidamente, eu já não me importava com as consequências, ele estava me torturando de tanto tesão, eu estava louca para que ele fizesse eu sentir aquele nervo negro a me penetrar a me rasgar por dentro, eu estava cada vez mais louca de tesão. Então ele começou a forçar devagar, eu senti um calor muito intenso e uma ardência acompanhada de dor, parecia mesmo que eu estava perdendo a virgindade naquele momento. Eu senti, quando a cabeça do Pau dele rompeu a primeira barreira, parece até que ouvi um estalido, ele para, me mantendo na mesma posição, para um pouco com a sua penetração, põe suas mãos no meu quadril, se debruça sobre mim e me dá um longo beijo até que eu relaxe um pouco, de repente, sem que eu esperasse, numa única estocada, ele enfia toda aquela monstruosidade dentro de mim e, mesmo com sua boca grudada na minha, dei um grito de dor que não sei como o quarteirão inteiro não ouviu. Com todo aquele cacete no fundo da minha buceta, ele ficou imóvel por mais um tempo, permitindo que eu me recuperasse do tranco, sem parar de me beijar, as vezes dirigindo sua boca para os meus mamilos enquanto enfiava dois ou três dedos na minha boca para que eu os chupasse, o quê fiz instintivamente, haja vista que nunca fizera uma coisa dessas. Quando percebi, ele de mansinho iniciou o movimento de tirar seu pau de dentro de mim, deixando só a cabeça dentro dela e voltava vagarosamente a enfiar até suas bolas encostarem nos grandes lábios da minha buceta. Ele foi repetindo esse movimento e a cada repetição ele ia aumentando a intensidade e a velocidade da penetração. Aquela dor da primeira vez, foi se convertendo para uma sensação confortável, agradável, gostosa e por fim de um prazer que pensei nunca pensei existir. A penetração se transformou em estocadas fortes. Eu beijava ele com a mesma intensidade. Eu grudei na sua boca e sorvia a sua língua, procurando tirar toda a energia que ele poderia me dar, enquanto envolvi minhas pernas sobre a cintura dele, levantando minha pélvis para forçar ainda mais sua penetração. Cravei minhas unhas nas costas dele. Ele conseguiu se desvencilhar da minha boca e começou a falar coisas, coisas que são ditas na hora do sexo, com muito tesão, me falou que agora sim eu não era mais virgem, que minha buceta era muito apertada, quente, que Lúcio era um burro, que Lúcio com toda certeza não sabia dar prazer a uma ruiva linda e com tesão reprimido como eu. Que eu, a partir daquele momento não ficaria satisfeita só com o pintinho do meu noivo e futuro marido. Que eu, com aquele tesão reprimido e sendo liberado naquele instante ia me transformar numa mulher sedenta por pau, por pau negro e grande como o dele.

- Márcia, você tem uma puta dentro de você, olha que gostosa, que safada, como chupa, como geme, como rebola com o meu cacete cravado na sua buceta toda ensopada. Toma minha putinha enrustida...toma.... vagabundinha, puta...você é minha..., toma esse cacete...teu noivinho corno não sabe como te dar pica...aqui tem um negão que sabe....aaahhhhggggg, ... é bom que você tome comprimido...uuuhhhggg...porque eu... vou encher você de porra...

- Falando isso ele aumentou as suas estocadas na minha buceta. Eu também estava descontrolada, não continha meus gemidos. Eu estava tranqüila, ele podia me encher de sêmen porque eu realmente tomava anticoncepcional, eu realmente estava querendo ir até o fim, queria naquela hora sentir todo o potencial daquele negro em despejar seu esperma dentro de mim.

- Marcia eu não vou agüentar...eu vou gozar....uuuuhhhrrrr, ...eu estou...gozaaannnndoooo, AHHHHHHHH...

- Ele gritou, ele urrou, alto e escandalosamente, me apertando o quadril com uma enorme força, ao mesmo tempo que continuava a socar seu pau na minha buceta, que ao mesmo tempo que era inundada pelo sêmen daquele negão, também se desmanchava em gozo me levando surpreendentemente aos gritos pedir para ele não parar, que estava bom demais, que eu estava adorando seu pau preto.

- O que discernia os nossos corpos um do outro, com certeza era a cor, porque estávamos grudados com uma intensidade, com um tesão que jamais pensei fosse possível existir entre um homem e uma mulher, ou melhor, que eu nem sabia o quê era. Aquele negro que tanto odiava, naquele momento me transformou, mostrando no meu íntimo que eu precisava muito mais do que Lúcio estava se propondo a me dar como esposo e, apesar de ter sido praticamente forçada a isso, eu amei aquele momento.

- Depois de muito tempo, Dr. Joaquim deixou seu enorme corpo se debruçar sobre mim, dando pequenos beijos com carinho em minha face, beijando minha boca, enquanto brincava com os dedos em meus cabelos. Eu sentia pequenos espasmos do seu pau dentro da minha buceta, que reagia da mesma forma, que foram diminuindo a medida que nossas energias iam acalmando. Acho que depois de uns 15 minutos, ele se levanta, e vai tirando vagarosamente aquele nervo preto e grande de dentro de mim. Era pau que não acabava mais que mesmo mole era muito grande. A medida que ele tirava, a porra ejaculada, escorria por cima do mesmo e, quando ele tirou tudo, a minha buceta parecia uma grande fonte de leite viscoso. Era tanta porra que caiu sobre a calça dele. Ele deixou sua calça cair ao chão e jogou-se de costas num divã que estava próximo à mesa onde estávamos segurando seu pau com um enorme sorriso.

- Marcinha, você vale cada centavo que eu vou pagar para o Alberi. Você é muito mais do que eu sonhava. O Lúcio é um sortudo e ao mesmo tempo o mais homem mais burro que já vi. Como você é deliciosa, que fogo que você tem. Esse jeito ingênuo cai por terra quando pega num cacete e com toda a certeza é capaz de levar qualquer homem à loucura com esse tesão liberado. Você não é mulher para um homem só. O Lúcio não vai dar conta sozinho de você.

- Eu escorei meus cotovelos na mesa, quase que sentando para olhar para ele, já refeita daquele transe, com muita vergonha de ter feito tudo aquilo, de ter que estar ali nua exposta na frente daquele preto inescrupuloso e, o pior, de ter me exposto na intimidade para ele, de ter descoberto que havia dentro de mim, uma ninfomaníaca, que eu insistia em esconder de mim mesma. As lágrimas e o remorso voltou, e meio gaguejando eu falei a ele que eu tinha feito a minha parte, que agora era a vez dele, que ele ligasse para o tal Alberi naquele instante.

- Está bem minha putinha, você mereceu, vou ligar agora mesmo.

- Ele levantou-se do divã, apanhou o aparelho de telefone da sua mesa e voltou com ele para o divã. Discou, e então falou enquanto ficava me olhando:-

- Bom dia Alberi, é o Joaquim! Fechado! O Acordo deu certo! Considere a dívida do Lúcio paga naqueles termos que te falei. Pode deixar o rapaz, a ruivinha e a família deles em paz, ok? Um abraço e obrigado. Nos falamos depois!

- Antes de desligar, deu a entender que o tal Alberi lhe disse alguma coisa, fazendo com que ele desse uma gargalhada e respondeu ao amigo.

- Cada centavo meu amigo, cada centavo...até mais.

- Não gostei dessa resposta que ele deu para o Alberi, mas não disse nada a respeito. Levantei, coloquei minhas mãos na minha xana para segurar um pouco do esperma do Dr. Joaquim que insistia em escorrer dela. Pedi a ele o favor de apanhar um pouco de papel higiênico no banheiro para evitar escorrer seu leite pelo chão e me limpar, haja vista que tinha que me vestir e ir embora. Para minha surpresa, ele me perguntou:-

- Como ir embora? Você não vai embora coisa nenhuma. Hoje você vai ser minha até eu não agüentar mais. Pode se preparar que vamos ficar juntos o dia inteiro.

- Como assim Dr. Joaquim? Eu tenho que ir para casa, já são 11:00 hs. Eu disse para o Lúcio que a minha aula complementar ia só até o meio dia. Que eu almoçaria na casa dele, sem falar que apenas deixei um bilhete para meus pais.

- Pode mudar seus planos, hoje, como daqui para frente você será minha a hora que eu quiser. Esqueceu do acordo?

- Mas..., mas...!

- Calma menina! Vou te ajudar numa desculpa para eles, e, não tem “mas”, hoje eu te quero até meu pau não levantar mais...

- Fiquei calada tentando digerir as intenções daquele homem, enquanto ele foi até o banheiro e trouxe uma toalha umedecida para me limpar. Ele ainda nu, apanha o telefone, me entrega o mesmo, volta para o divã, deitando-se de costas com as mãos sob a cabeça e me diz:-

- Primeiro, ligue para seus pais, diga que eu te pedi para substituir como auxiliar a Jaqueline hoje à tarde numa palestra que irei dar na faculdade, porque ela teve um contra-tempo e como te encontrei, aproveitei para te requisitar. Que você almoçara comigo para algumas orientações e que eu te levarei em casa a hora que terminarmos os trabalhos.

- Não questionei e fiz o que ele me pediu. Meus pais não viram mal algum. Feito isso, ele me pediu para ligar para o Lucio e dizer a mesma coisa e depois para eu passar o telefone para ele, pois queria confirmar para o Lúcio o seu pedido. Constrangida com a situação, ali nua ao lado de um homem estranho, negro e também nu, liguei para o homem que eu amava e meu futuro esposo. Lúcio atendeu o telefone ansioso para obter alguma notícia sobre o acordo que o Dr. Joaquim tinha se proposto a conseguir com o tal Alberi. Até havia esquecido que eu teria aula complementar àquela manhã, e que se eu tivesse alguma notícia por parte do Dr. Joaquim, seria somente à tarde se este me ligasse. Fiquei aborrecida com isso, ele não estava nenhum pouco interessado com a minha aula ou em almoçar comigo por outro motivo a não ser com o tal acordo. Disse-lhe sobre o pedido do Dr. Joaquim para auxiliá-lo na “palestra” durante aquele sábado à tarde e que não iria poder almoçar com ele. Que o Dr. Joaquim levaria o pessoal inclusive a mim em casa ao final da palestra se esta se estendesse até muito tarde. Lúcio mal deu ouvidos a isso e, voltou a perguntar se o Dr. Joaquim havia dito algo sobre o acordo com o Alberi, quando lhe respondi, que o próprio Dr. Joaquim queria lhe falar sobre naquele momento sobre isso. Só escutei o Lúcio dizer que não, que estava sem coragem para falar com ele, chateada, eu só disse que já estava passando o telefone e passei. O Dr. Joaquim de cara, cumprimentou Lúcio:-

- Bom dia Lucio! Pode ficar tranqüilo meu rapaz. Falei ontem à noite com o Alberi e consegui persuadir ele a aceitar parcelar sua dívida. Não foi fácil! Pelo contrário, foi muito complicado. Não vou mentir para você. Estou muito decepcionado com você pela situação em que me colocou, mas, fiz isso porque considero muito você. Você me ajudou em muitas dificuldades. Também gosto muito da sua noiva, você não imagina o quanto. Essa menina vale ouro...

- De repente o Dr. Joaquim, pede um minuto para o Lúcio, tapa o fone e fala para mim com uma cara de safado.

- Venha cá noivinha, olha o meu pau, ele está melecado, vem limpar ele com essa boquinha gostosa, vem enquanto eu falo com seu noivinho sobre o acordo que salvará a vida dele...

- Voltei a lacrimejar de novo por aquela humilhação que aquele negro atrevido estava me impondo, enquanto o ingênuo do meu noivo estava ali conversando com ele no outro lado da linha. Me dirigi até o divã, me ajoelhei ao lado dele, peguei novamente aquele pau enorme amolecido e todo melecado ainda com sua porra, com uma das mãos e com a outra peguei suas bolas igualmente enormes, para ajeitar facilitar minha tarefa. Peguei com um certo nojo e comecei a lamber primeiro as batatas. Quando fiz isso, aquele nervo preto que já não era pequeno, deu um grande salto no seu cumprimento e grossura. Mesmo surpresa, comecei a lamber ele vagarosamente em toda a sua extensão, das bolas a sua cabeçorra e desta de volta as bolas. O gosto no início, talvez pelo nojo de estar fazendo aquilo com um homem que nem de longe chegava perto dos meus sonhos, por todos aqueles motivos que você já sabe, era amargo, salgado, mas depois, com o passar dos minutos eu sentindo o calor daquela coisa musculosa, cheia de nervos enrijecendo a cada toque da minha boca, além das expressões safadas que surgiam no rosto do meu algoz ao senti-los, minha libido voltou a se manifestar, minha buceta ainda com muito esperma, passou a emanar fluídos próprios de desejo. Aquele resquício de sêmen amargo e salgado grudado naquele pau ficou doce. O meu tesão estava liberado novamente. Passei a abocanhar aquela tora negra o máximo que podia, sugando-a com toda a força, agarrada nela com ambas as mãos. Dr. Joaquim se contorcia e se esforçando ao máximo para não soltar nenhum gemido e manter-se concentrado no que falava com Lúcio.

- Lúcio... continuava ele..., nós precisamos conversar sobre as condições de pagamento. O Alberi embora tenha aceitado parcelar a sua dívida, por enquanto não quer te ver, então, esteja no meu consultório na Segunda feira, às 16 horas para falarmos sobre isso, Ok? ...Só mais um minuto Lúcio...

- Novamente ele tapou o fone do aparelho, com uma das mãos e com a outra segurou minha testa, afastando-a de leve do seu corpo, fazendo com que eu fosse tirando seu pau da minha garganta.

- Marcia, meu pau está estourando, você realmente sabe muito mais do que aparenta. Vem, agora senta nele, enfia todo ele nessa buceta apertada que eu quero enche-la de novo com a minha porra, enquanto e falo com esse seu corninho.

- Eu e Lúcio estávamos sendo subjugados, mas naquela hora não estava me importando, o tesão de novo tinha tomado conta de mim. Lúcio no outro lado da linha só dava mais margem a minha vontade de ir em frente naquilo que eu estava fazendo. A sensação de estar fazendo algo errado fez isso comigo. Dr. Joaquim com a mão que estava livre, me ajudou a subir no divã, me coloquei sobre ele entre minhas pernas, fui me agachando até a cabeça do pau dele encostar nos grandes lábios da minha vagina que estava muito encharcada. Segurei aquele pau firme com uma mão e fui me soltando devagar. Mesmo tendo sido penetrada há poucos instantes, senti uma certa dificuldade no início da nova investida, porque a cabeça do pau dele era muito grande, mas, logo que ela passou, a sensação de dor foi se transformando em algo gostoso mesmo antes de chegar ao fundo. Sem conseguir me conter gemi um pouco, no início de dor, mas depois de prazer, me esquecendo que o Lúcio estava no outro lado da linha e que, se o fone ainda não estive tapado pelo Dr. Joaquim, Lúcio saberia que estaria acontecendo algo muito estranho comigo. Quando aquele pauzão se alojou completamente dentro de mim, debrucei-me sobre o Dr. Joaquim, deixando meu rosto colado ao seu peito e me abraçando na cintura dele, afim de me acostumar com tudo aquilo dentro de mim e procurar ficar quieta até o Dr. Joaquim terminar a ligação com o Lúcio.

- Oi Lúcio, desculpe por interromper nossa conversa de novo, uma pessoa precisava de uma resposta minha, podemos continuar..., - Disse ele e, continuou...

- Como estava te falando, estarei te esperando às 16 horas no meu consultório para ajustarmos sobre os pagamentos ao Alberi e, vai ser uma conversa demorada, por isso te peço que venha com tempo, Ok?

- Dava para notar que Lúcio falava muito pelo chiado no telefone, mas não dava para ouvir. O Dr. Joaquim não estava nem aí com a conversa do Lúcio. Com a mão livre ele apalpou com força minha bunda, cravando seu dedos grandes e fortes nela e começou a movimentar meu corpo para cima e para baixo, me mostrando o que queria que eu fizesse, então, comecei a subir e a descer meu corpo com aquela benga dentro de mim bem devagar enquanto ele continua sua conversa com meu noivo.

- Então estamos combinados Lúcio. Agora mudando de assunto, como a Marcia te falou há pouco, eu precisarei dela hoje à tarde meu amigo e se você não se importar, gostaria muito de usar e abusar da capacidade funcional dela. Poder ser? Ela está demonstrando ser muito eficiente no que se propõe a fazer e está satisfazendo tudo o que exijo dela, por isso, gostaria que você permitisse eu dispor dela hoje à tarde sem que isso viesse a atrapalhar algum possível compromisso de vocês. Você permite?

- De vez em quando, ele tapava o fone, e pedia para eu segurar, mexer, rebolar e continuava a falar com Lúcio. Eu fazia tudo o quê ele pedia e a certa altura, já fazia por vontade própria outras coisas que fantasiei fazer com o Lúcio mas não tinha coragem, como lamber o corpo do meu parceiro, sugar os mamilos dos seus peitos, brincar com o meu clitóris enquanto era penetrada. Eu estava contrariada comigo mesma, mas naquele instante a luxúria comandava minhas ações. Não foram poucos os gemidos que soltei sem querer. Acredito que Lúcio não desconfiou de nada pois com certeza que estávamos falando com ele de um lugar público, com muitos barulhos e ruídos.

- Obrigado Lúcio pela compreensão, vou cuidar bem da sua preciosidade, ao final do dia deixo ela em casa. Marcia..., - Disse ele, enquanto eu cavalgava no seu mastro negro..., - Seu noivo que falar com você de novo..., - E me passou o telefone. Me atrapalhei um pouco e fiquei quase que sem reação. Eu só consegui dizer:

- Oi amor, diga! Lúcio me falou contrariado que eu não devia ter passado o telefone de supetão para o Dr. Joaquim deixando ele sem saber o que falar para o meu chefe e falou, falou, falou e falou... - Enquanto as palavras dele entravam e saiam do meu ouvido sem eu conseguir coordenar o que elas diziam, o Dr. Joaquim comandava meu quadril com suas mãos grandes e fortes para cima, para baixo, para os lados, ao mesmo tempo em que engolia meus seios, uma hora um, outra hora o outro. Meus mamilos estava duros como pedras. Eu não estava mais agüentando ficar quieta, eu acabaria soltando um gemido a qualquer momento e o Dr. Joaquim por sacanagem acelerou mais os movimentos do meu quadril e aumento a força das suas sugadas nos meus seios. Em dado momento, o Lúcio me perguntou se eu estava lhe ouvindo e eu lhe disse que sim, que ele poderia continuar, que eu estava quieta porque o Dr. Joaquim e outras colegas estavam muito perto e eu não poderia responder a tudo que ele falava naquele instante, que conversaríamos em casa. Nisso Dr. Joaquim, bastante suado começa a elevar meu corpo até quase sua pica a sair totalmente da minha buceta, me soltando completamente sobre ela, repetidamente. O meu calor passa a aumentar, eu não vou agüentar muito tempo, minha buceta contrai e solta num ritmo mais acelerado, ou vou ter outro grande orgasmo. Eu consigo por um instante falar com Lúcio num lampejo de razão que precisava desligar, que o Dr. Joaquim estava me chamando.

– Tchau amor, nos falamos mais tarde! Não deixei nem ele responder e bati o telefone no aparelho, me escorando nos ombros do Dr. Joaquim com a ajuda das mãos dele continuei na minha cavalgada, cada vez mais alta, mais forte, mais acelerada. Aquilo tudo estava muito intenso, eu estava para ter um orgasmo talvez mais avassalador que os anteriores, quando numa das subidas do meu quadril, comprimi as paredes da minha vagina e quando ele me soltou para que meu corpo descesse até suas bolas, comprimi mais intensamente, levando a ambos num urro conjunto, liberando os orgasmos numa simetria como se fossemos parceiros há muito tempo.

- AAAAHHHHHGGGG... eu...euuuu... não consegui...eu... não consegui segurar maiiiissss...estou gozando... estou gozando sua cadela ruiva...urrrghhhhh...não...não paraaaa..aaaarrrggg...aperta mais meu pau sua ruivinha...safada...judia do pau... do teu macho negro....aaarrhhh... judiaaa...iiiissso.

- Eu ouvindo isso, ficava vez mais sem controle, apertava aquele pau enorme dentro das minhas entranhas como se quisesse esmagá-lo, tirar todo o suco que fosse possível extrair dele para sentir seu calor viscoso inundar minha buceta, meu ser.

- Eu não mais gemia, eu gritava. – Vai seu negro desgraçado..., gordo...nojento...você me quis...agora aproveita...me mostra que é um macho de verdade...uuuurrrggghhhh...me mostra o quê sabe....uuurrrggghhh...fazer com uma mulher...me mostra que...pode dar conta...de mimmmm....aaarrrrhhhhh...

- Gememos e curtimos cada momento dos nossos avassaladores orgasmos, um sentindo as reações do outro e foi assim por longos minutos até o tesão ir se diluindo pelo relaxamento pós coito.

Foi muito estranho após recuperar a razão. Eu ali com meu corpo alvo repousado sobre aquele negro gordo. Estava sentindo remorso pela forma como eu me entreguei e me expus a ele, mas ao mesmo tempo conformada com a minha condição de amante daquele negro. O mais complicado era admitir que pela primeira vez me senti realizada como mulher. Como seria minha vida dali para diante?Continua:-

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