Casa dos Contos Eróticos

Sequestro um tanto estranho

Autor: Tsgirl
Categoria: Homossexual
Data: 11/01/2016 20:03:35
Última revisão: 06/02/2016 03:09:26
Nota 10.00
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Olá a todos, é o meu primeiro relato aqui, não sou muito boa em explicar as coisas mas tentarei relatar direitinho algo que aconteceu comigo ano passado(2015) antes de começar gostaria de ja deixar claro que sou uma mulher trans não operada, faço tratamento hormonal a mais de 6 anos, tenho 24 anos sou bastante feminina  tanto de rosto e de corpo, sou morena, longos cabelos pretos, mas com uma péssima auto-estima. Mas sei que passo despercebida na multidão. Enfim, fui abençoada de ter nascido numa família bem resolvida financeiramente, então sempre tive ótimos estudos, e aos 17 assumi minha transexualidade a minha família, meu pai de início pareceu não se espantar muito, diferente de minha mãe que levou um tempo pra digerir isso, meu pai disse que sempre desconfiou de meu comportamento, pois nunca fui uma criança muito ativa e ligada a esportes.  Hoje ela até compra roupas junto comigo, nos damos super bem, hoje sou a princesinha dela.  Bom mas vamos ao meu relato, a única pessoa com quem falei sobre isso foi com minha psicóloga, então  decidi compartilhar essa história/susto com vocês. Ate maio do ano passado sempre tive o hábito de pedalar num parque próximo a casa que morava na época, hoje estou passando um tempo com meus pais, tudo ia normal naquele dia, era umas 18 horas e não havia muito movimento no parque pois o tempo estava chuvoso. Já estava terminando a segunda volta quando decido ir embora. Passo pelo estacionamento pedalando até a saída  quando sou fechada por um carro, eu sou péssima  com nome de carro, mas era sedan, preto e com película muito forte nos vidros pois quando fui fechada vi meu reflexo ao invés do interior do carro. Parei na hora apoiando o pé quando de repente um rapaz encapuzado sai do carro armado me manda entrar no banco de tras, fiquei apavorada instantaneamente, mas não tive tempo de reação, pois ele me pegou pelo braço e já foi me jogando carro a dentro entrando junto comigo no banco de trás, ele me disse para não gritar pois seria pior, nisso ele tirou algemas do bolso e prendeu minhas mãos a porta e colocou um saco em meu rosto, naquele momento só conseguia pensar, ;"vou ser morta"; comecei a pensar nos meus pais e a chorar bastante. Meus pensamentos estavam a mil, ele pulou pro banco da frente e começou a dirigir, minha bike até ficou jogada la, eu estava apavorada e implorava pra ele não me fazer nenhum mal mas ele  depois de um tempo com ele dirigindo notei que ele pegou uma estrada de terra, o carro tremia muito, não estávamos mais no asfalto, ai tive a confirmação que seria morta e nunca seria achada também, comecei a implorar pra ele não me não me matar.

- moço pelo amor de Deus, meus pais tem dinheiro, por favor não me mata.

Ele permanecia em silêncio e continuava a dirigir por aquela estrada de terra. Ate que então ele parou e desligou o carro.  O ouvi descer, abriu a porta, soltou uma das algemas liberando meus braços, nem pensei em reagir, não queria deixar ele nervoso pois nem sabia aonde estava, ele me segurou pelo braço e começou a me conduzir, senti um chão de madeira e mais barulhos de chaves, ele me trouxe a uma casa, eu não conseguia parar de chorar e estava me sentindo sufocava com a cabeça dentro daquele saco. Ele me disse pra não tentar nenhuma gracinha pois estávamos muito longe e que se ele quisesse atiraria em mim pois ninguém iria ouvir, engoli seco e tentei não chorar, ele abriu mais uma porta na casa e me disse pra entrar cuidado pois havia uma escada, ele segurou em meu braço até eu achar o primeiro degrau com o pé, ao achar fui descendo até o fim, agora estava mais apavorada, sabia que estava em um cativeiro e mal sabia se sairia viva dali, ao chegar ao fim com ele vindo atrás ele me disse pra parar, parei de andar e ele tirou o saco que cobria meu rosto, oque me espantou foi que mesmo sem o saco eu ainda sim nao podia enchergar, ele disse:

Calma você não está cega, aqui está escuro logo você entedera.

Ele então tirou o outro braço da algema e o ouvi subir as escadas e fechar a porta a chave. Até que então  as luzes se acenderam, meus olhos se incomodaram na hora Mas logo pude ver que estava em um quarto, fiquei surpresa pelo estado do quarto, pois pra um porão em uma casa no meio do nada o quarto era grande e estava bem limpo, uma câmera do canto no alto da parede e uma caixa de som ao lado, também tinha  porta  ao fundo que dava a um banheiro, não era um "cativeiro" nojento, oque me deixou levemente mais aliviada, o mais estranho naquele lugar eram fivelas nas extremidades da cama, na hora dedusi que aquele maníaco usa essa fivelas em suas vítimas, de novo fui consumida pelo choro, voltei pro quarto, que só tinha a cama ao fundo, uma mesa e uma cadeira próximos a escada. Até que ouvi o som como se a caixa de som fosse ligada ele me disse para prender os pés  e a mão  direita, e que se eu não colaborasse seria pior pra mim, continuava a chorar pois sabia que ninguém daria falta minha até o dia seguinte. Morrendo de raiva fui até a cama prendo meus pés a fivela e meu braço direto, até que as luzes se apagaram novamente, ouvi a porta se abrir no topo da escada e se fechar novamente, era inevitável minha cabeça não pensar num plano de fuga, meu instinto de sobrevivência estava a mil mas ao mesmo tempo estava com muito medo de morrer, sempre temi a maldade humana, e agora pensava estar diante dela. Ouvi seus passos se aproximando, e parando exatamente na frente ao meu lado, ele disse pra eu me acalmar que ele podia me ver e que eu não devia me preocupar e que se eu cooperasse nada de mal aconteceria, fiquei imóvel e só chorava, ele disse que vem observando minha rotina a muito tempo, narrou detalhes da minha vida, coisas que fiz,  lugares que fui, ele realmente havia me seguindo a aproximadamente dois meses, que louco psicótico faz isso?  Certamente aquele homem fez, ele prendeu meu outro braço a fivela.  Então se aproximou de novo e disse:

Inclusive sei oque você tem no meio das pernas.

Pronto, nessa hora tive certeza de que iria morrer mais pra frente, só podia ser algum louco transfobico, matador de trans e travestis, ele se sentou ao meu lado, e ficau parado.  A escuridão era total, não podia ver um palmo na frente do rosto. E aquele silêncio, e ele ali imóvel. Tentei me acalmar e perguntei:

- como pode me ver?

-Moro afastado da cidade, e durante a noite alguns animais intrusos invadem minha casa, e uma arma e um óculos de visão noturna resolvem esse problema. Mas não se preocupe, te machuquei até  agora?

Respondi meio chorosa:

- não.

Ele então se levantou foi até meus pés, tirou meu tênis, eu já não podia fazer mais nada, estava com as pernas e mãos  presas a grossas fivelas, quando me toquei disso voltei a chorar de soluçar, ele tirou minhas meias e começou a fazer carinho nos meus pés, pensei, além de louco, sequestrador, também era podolatra, ele fazia carinho em meus pés dizendo pra eu ter calma que não me machucaria, estava apavorada e ao mesmo tempo muito brava por estar naquela situação, me questiona porque aquilo estava acontecendo justamente comigo, e minha cabeça só repetia "porque???" Então ele começou a deslizar suas mãos sobre minhas pernas, estava usando uma calça de lycra e uma blusinha, usava quase sempre esse mesmo conjuntinho quando ia pedalar.  Agora pensava que já não faltava mais nada, seria também abusada por aquele maníaco.  Eu não queria aquilo,  nem em um relacionamento eu estava,  não fazia e nem pensava em sexo a muito tempo, então tentei implorar de novo a ele que não me fizesse mal.

- por favor não me faça mal eu imploro, minha família tem dinheiro, mas por favor não me machuca.

Nada de ele me responder, so continuava a acariciar minhas pernas, vez ou outra se aproximava de minhas partes íntimas mas logo se afastava, não compreendia que jogo maluco era aquele, só queria que acabasse logo, queria minha casa, ir ver meus pais, abracar eles.

Então ele se levantou, liberou minha  mão e foi em direção a escada, ouvi a porta abrir e fechar, e então a trancou. As luzes se acenderam, e pela caixa de som ouço ele se comunicar comigo:

-pode terminar de se soltar,  coma o sanduíche na mesa e descanse, depois tome um banho e volte para a cama. Sem as roupas.

Olhei e na mesinha, ele havia mesmo deixado um sanduíche com um suco em lata. Terminei de soltar as fivelas e fui comer, havia pedalando bastante antes desse ocorrido e confesso estar morta de fome, devorei.

Fui ao banheiro, havia uma toalha ja pendurada atrás da porta. Parecia estar limpa, não estava manchada e nem tinha mal cheiro. Tomei um banho, não imaginava que a água seria quente, mas não parava de pensar num modo de sair daque lê lugar, e o pior, o maldito queria que eu voltasse pra cama sem minhas roupas, estava digerindo aquilo ainda enquanto tomava banho, eu não queria que ele começasse a ser violento comigo então decidir ir cooperando, mas nunca teria prazer com aquilo, nem sabia qual era o rosto daquele louco. Terminei o banho e voltei pro quarto, não totalmente nua, fui enrolada na toalha, ele outra vez fala comigo pela caixa de som:

Prenda os pés  e a mão direita.

O fiz mas deixei a toalha, as luzes se apagaram novamente, ele veio que nem antes e prendeu minha outra mão  na fivela. Apertou bem, conferiu as outras, e se sentou ao meu lado, eu estava novamente chorando, ele começou a fazer carinho em meu rosto, aquilo me assustava mais, que tipo de sequestrador ele era?  Não conseguia entender o comportamento dele, ele então se levantou, de repente senti gotas caírem sobre Minhas pernas e sobre meus pés fora da toalha, ele então começou de novo a me alisar os pés, senti um cheiro perfumado, deduzi ser óleo de massagem, pois ao decorrer que espalhava ficava quente. Minha cabeça  não aceitava estar passando por aquele pesadelo.  Ele ficou aproximadamente uns 20 minutos naquela massagem nos meus pés e pernas, ate que senti ele puxando a toalha, agora estava ali deitada, preza e toda exposta, o escuro me tranquilizava um pouco mas sabia que aquele louco podia me ver. Ele então começou a subir as maos e senti mais gotas caírem sobre meu corpo, mas não tocava em minha genitália, massageava so em volta, indo pra minha barriga, meus seios (mas sem estimular meus mamilos), pescoço e depois fazia carinho em meu rosto.  Eu não conseguia compreender que tipo de maníaco sequestra alguém, estar pro meio do nada e fica nesse joguinho. Não compreendia porque ele prolongava tanto essa agonia. Imaginava que a qual quer momento ele simplesmente começaria a ser extremamente violento comigo. A essa altura meu corpo estava quase todo coberto por aquele óleo,  sentia a reação do óleo esquentando minha pele, imaginar quanto tempo aquilo iria durar me apavorada e o choro era inevitável. Ele só fazia "shh" me pedindo pra ficar calma.  Até que senti mais gotas caírem em mim só que dessa vez sobre meu pipi que estava molinho pois eu estava apavorada, não conseguia parar de pensar em meus pais.  Ele começou a massagear e espalhar mais óleo no meu pipizinho, na hora ele começou a ficar MUITO quente. E inevitavelmente começou a reagir aquele maldito estímulo. Minha raiva também aumentava, não queria me permitir ter prazer com aquela situação. Eu faço tratamento hormonal e meu pipi é muito pequeno pois nem eu gosto de toca-lo. E o estímulo daquele maldito estava me fazendo ter uma ereção. Nossa como eu estava odiando aquilo, me odiando. Ele segurou meu pipi pela base puxando ele deixando a cabecinha toda pra fora, ele jogou mais oleo, nem precisou ele espalhar, só de cair ja senti o calor, nossa que ódio eu estava naquele momento, chorava de raiva, engolia que ate doía. Ele começou a passar os dedos em movimentos circulares, senti um choquinho na hora que percorreu meu corpo que inevitavelmente me fez soltar um leve gritinho, contrai todos meus músculos, ele então parou e voltou a massagear somente meu corpo, me fazendo relaxar de novo, senti ele se aproximar mais e então disse:

-só relaxa, não irei te machucar.

E continuava a me massagear, mas sem tocar no meu pipi, passava perto mas não o tocava, aquele desgraçado estava conseguindo me deixa excitada, pois durante a massagem ele dava pequenas passadas leves com o dedo na cabecinha do meu pipi fazendo ele dar contraídas, ate que voltou a massagear somente ele de novo Com a outra mão ele acariciava meus seios que estava com os bicos duros, ele começou então o vai e vem com a mão, bem lento, meus seios não são tão grandes, a mão dele o envolvia por completo, minha excitação e minha raiva aumentavam no decorrer daquele estímulo, meu corpo estava todo quente devido ao óleo que ele sempre acabava colocando mais, eu sempre odiei ter nascido com um penis e naquele momento estava o odiando mais ainda por estar me fazendo ter prazer com as carícias daquele maluco. Ele começou a aumentar o ritmo, na hora pensei "não é possível que ele quer que eu goze, nunca, nem que fique pensando em bebês mortos ou qual quer outra bizarrice broxante" Ele continuava ali a me punhetar enquanto massageava o resto do meu corpo, e vez ou outra ele fazia uma carinho em meu rosto enxugando meu choro, minha respiração acelerada quando ele também aumentava o ritmo, e sempre jogando mais óleo em cima deixando meu pipizinho muito quente, se existe um inferno do prazer com certeza aquele lugar fazia parte, ele me segurou firme pela cintura e começou a fazer bem rápido, foi só o tempo de eu pensar, "ah não, não vou.... vou gozar" quando puxei o fôlego pra me preparar pro gozo, ele para.  Simplesmente para, e se levanta, pensei comigo mesma "não é possível que esse filho duma fez isso,  me sequestrar, violar minha intimidade e ainda me fazer de te trouxa deixando ali, que tipo de demônio faz isso" mas logo então ele volta. Ouço seus passos se aproximando e sentando na cama de novo. Eu estava muito brava com aquilo tudo e principalmente comigo mesma. Então falei.

- oh moço por favor, você já me trouxe pro meio do nada, encerra isso logo, eu juro que não vou a polícia eu nem sei como é seu rosto, por favor.

Ele continuava aquele silêncio, ate que então ele suspirou e disse:

- eu vou soltar suas pernas, mas não tenta nenhuma gracinha, não irei machuca-la.

Eu concordei com um "uhun". Pronto sabia que era agora, seria sodomizada agora. Voltei a chorar silenciosamente, tentando segurar. Ele soltou as fivelas e eu permaneci quietinha, ele então subiu todo na cama, ele juntou minhas pernas erguendo meu bumbum, senti então algo envolver minha coxa, senti como se fosse uma corda, algo do tipo, e então senti ele se esticar por cima de mim como se prendesse a outra ponta na Cabeceira da cama pois eu já não podia mais abaixar a perna, e o mesmo ele fez com minha outra perna, fiquei ali como um frango assado, totalmente presa a cama, sem poder fazer literalmente nada, totalmente submissa. Sabia que meu cuzinho estava a "mostra". Ele jogou mais óleo sobre minhas pernas, começou a espalhar em minhas nadegas que estavam totalmente abertas, mas não tocava no meu cuzinho, pensei "ele vai começar com esse joguinho de novo" dito e feito, meu pipi ainda estava bem durinho, e com as pulsadas que ele dava eu sentia que aquele melzinho (pre-cum) transparente ia saindo, eu estava muito molhada já, ate que então senti uma quantidade grande de óleo sendo jogada no meu cuzinho, ele então começou a massagear em volta do meu anelzinho com o dedo mas sem penetra-lo. Senti o calor do óleo esquentar minhas preguinhas e meu cuzinho piscava sem meu controle. Senti aquele choquinho de novo, impossibilitada de me me mexer eu só tinha uma única opção, aceitar aquela invasão.  Eu ouvia ele se mexer na cama mas sem saber oque ele estava fazendo, quando de repente sinto a respiração quente dele bem no meu cuzinho. Arregalei os olhos, pensei "não acredito que ele vai... " então passou a língua bem devagar na portinha, a língua dele conseguia ser mais quente que o óleo, meu pipizinho pulsava e babava na minha barriga, ele então começou a lamber e chupar muito meu cuzinho, eu já estava gemendo alto e em bom som, quando me toquei engoli o gemido mordendo forte meus lábios, ele então começou a forçar a ponta da língua na entrada, um arrepiu percorreu todo meu corpo, e meu pipi babava mais, eu estava num "goza num goza" estava me odiando por estar tão mas tão excitada naquele momento. Ele parecia saber quando eu estava muito próxima ao ponto de gozar Pois quando faltava só aquela faísca pra acender o orgasmo ele parava. Senti ele se mexendo de novo, sabia que tinha mudado de posição, então senti as coxas dele tocarem minhas nadegas, pensei "pronto é agora, ele vai me penetrar" ele também estava ofegante, pela primeira vez senti o penis dele, a ponta da cabeça tocou a portinha do meu anelzinho o fazendo piscar, mas o manteve ali, não colocou, sentia o calor que vinha do pênis dele, eu nem fazia ideia de que tamanho era, senti mais gotas caírem em meu corpo fazendo aumentar o calor, ele ficou naquela oposição encaixado em minha bunda mas sem me penetrar, ele então começou a massagear meu corpo espalhando ob óleo, minha barriga estava toda babada, ele espalhou tudo junto com óleo, senti ele se aproximar mais o corpo de mim, deitando sobre meu corpo, sua respiração agora estava bem próxima ao meu rosto, ele também estava ofegante, então ele me fez algo que jamais imaginária, ele me deu um beijo na boca, um beijo bem lento sabe, eu nao compreendia isso, sequestrador estuprador carinhoso?  Isso não existe, pensava eu, ele segurava meu rosto e me beijava, sua língua dançava com a minha, me dominando cada vez mais, mas não me penetrava, eu sentia o pau dele pulsar também mas ele não me penetrava, oque ele queria? Me ver implorar? Ele continuava a me massagear, suas mãos deslizavam em meu corpo, enquanto me beijava, e segurava minha nunca e beijava com mais firmeza, mostrando que estava no controle de meu corpo, eu não aguentava mais aquele pau pulsando na portinha do meu cu, quando me toquei de meus pensamentos de desejo ja era tarde, aquela altura meu corpo queria, meu corpo pedia pra ser penetrava, minha pele ardia de desejo, eu tinha consciência de que ainda estava nas mãos de um sequestrador, mas naquele momento no escuro, meu corpo só queria uma coisa, gozar loucamente.  Então tomei a decisão mais irresponsável que eu podia ter tomado, comecei a tentar empurrar meu quadril em direção a seu pau, ele parou de me beijar e ficou ali imóvel, pensei "só me falta ele levantar de novo e começar esse joguinho do zero. Não, ele não vai, nenhum homem a essa altura pararia, ninguém tem esse controle." Acho que ele percebeu que eu pensei exatamente isso porque ele deu um risada maliciosa. Ele só ficava pulsando o pau na portinha, me deixando mais doida ainda, falei logo.

-para com isso, você ja chegou ate aqui, sabe que ja me deixou excitada, estou toda melada, então vai logo me come maldito.

Ele pegou mais óleo, passou um monte no meu cuzinho e pude ouvir ele passando também em seu pau, então chegou seus joelhos mais pra frente, fazendo a cabeça começar a entrar devagar, sentia meu cuzinho abrindo aos poucos, ate que senti que cabeça passou, e ficou ali de novo imóvel, ele só ficava pulsando e meu cuzinho acompanhava piscando junto, e não terminava de colocar, ficava só com a cabecinha la dentro e imóvel, eu já  estava ficando nervosissima com esse joguinho dele, estava tudo tão quente por causa do óleo, e isso estava uma tortura, meu anelzinho ja até tinha acostumado a grossura daquela cabeça, ele então segurou minha nuca de novo me beijou e empurrou lentamente seu pau cuzinho a dentro, meu Deus, senti sendo totalmente preenchida por aquele cacete, gemi em meio ao beijo, estava delirando. Senti o saco dele encostar na minha bunda, ele tinha colocado tudo dentro de mim, mas o joguinho dele não acabava, porque ele permaneceu lá quietinho, só que agora totalmente engatado no meu cuzinho, soh continuava pulsando dentro de mim, e meu pipizinho não parava de babar, meu cuzinho piscava e eu sentia mais baba sair, quando eu piscava eu ouvia que ele dava pequenos suspiros, comecei então a piscar com mais força pra ver se isso o excitava mais e ele começasse logo, comecei aquela sessão de contração no pau dele, só que isso me estimulava também, certeza que o pau dele lá dentro do meu cuzinho também estava babando horrores, ele então finalmente começou lentamente a me comer, soltei instantaneamente um gemido, meu cuzinho já estava acostumado já ao pau dele, estava confortalmente delicios Aquele vai e vem me fazia ter espasmos, meu corpo a essa altura PRECISAVA gozar, mas eu estava amarrada, não podia nem acelerar o ritmo, estava nas mãos dele, ele tinha controle sobre meu gozo, essa era a especialidade daquele demônio, te fazer implorar pra gozar. Ele começou a aumentar o ritmo das penetrações, senti que ele estava mais rígido do que antes, aquele membro invadia minha carne me massageando por dentro, estava tudo tão quente, estávamos lambuzando em oleoe suor, ele aumentou o ritmo começou a me comer, de jeito agora, comecei a gemer totalmente entregue, eu já  estava quase e falei isso a ele

-aih eu estou perto

Ele de novo começou a beijar minha boca loucamente, senti como se uma descarga elétrica atravessasse meu corpo, pronto ja não tinha mais volta, mesmo se ele parasse, a faísca do gozo foi acesa, respirei  forte em meio ao beijo e gozei, mas gozei, gozei forte e intensamente, jatos finos e fortes de porra caíam sobre minha barriga e seios, enquanto ele me penetrava loucamente, em meio as minhas contrações do orgasmo vi que ele ia começar a gozar também, ele aumentou o ritmo, e então, bombou bem forte, bem fundo, senti seus jatos de porra quente invadindo meu cuzinho, vi que a gozada dele também havia sido intensa, ficamos ali respirando ofegantes e eu amarrada, senti seu pau amolecer e escorrer pra fora, ele soltou minhas pernas que ja nem se moviam, estava muito fraca, ele soltou uma das minhas mãos das fivelas e ouvi seus passos se distanciando e subindo as escadas, enfim saiu trancou a porta. No escuro ainda eu soltei minha outra mão, com minha  última força que tinha e adormeci ali, nua. Não sei por quanto tempo eu apaguei, mas quando acordei as luzes estavam acesas novamente, minha roupas, minhas chaves de casa estavam na mesa  junto com um pratinho coberto por alumínio, tinha comida quente dentro e um copo de suco ao lado, pela caixa de som ele fala comigo.

-Coma e depois tome um banho.

Eu estava morta de fome, comi tudo e depois tomei uma chuveirada, eu sei que tomando banho me livraria de todas as provas que eu poderia usar mas eu só queria me sentir limpa.  Tomei banho, vesti minhas roupas e voltei pro quarto, novamente as luzes se apagaram, fiquei com um pouco de medo de novo, o ouvi descer as escadas, ele me disse pra manter a calma, ele me algemou novamente e senti um pano sobre minha cabeça, deduzi ser aquele saco de novo, então fiquei com aquele conflito "serei morta ou solta agora?" Mas não quis falar nada, só obedecia quietinha, ele segurou em minha cintura e me ajudou a subir a escada, eu não conseguia compreender que tipo de sequestrador ele era, a voz dele não era de nenhum conhecido meu, ele novamente me colocou no carro no banco de trás, foi pra frente e começou a dirigir, ele dirigiu, senti quando voltamos pra rua asfaltada, até que depois de um tempo ele para.  Desce e me tira do carro e diz pra mim ir andando reto, ouço ele andando junto comigo, até que ele me pede pra parar e ficar de joelhos, nessa hora pensei é agora que serei morta, é agora, ele me pediu pra fechar os olhos e mante-los assim, ele puxou o saco, eu permaneci de olhos fechados ali ajoelhada, comecei uma contagem de dez a zero na minha cabeça, sentia um frio de medo percorrer meu corpo, zerei a contagem e continuei ali estática esperando, abri os olhos, vi que eu estava de volta ao parque, e também agora sabia que era noite,  madrugada pra ser mais exata pois não havia nenhum movimento, no cativeiro não havia janelas e o capuz preto bloqueada toda a luz, olhei pra trás devagar e eu estava sozinha, e vi ele andando e entrando tranquilamente no carro, nem estava apressado mas nem adiantava eu correr pra ver a placa, a distância que eu estava jamais conseguiria chegar perto a tempo pra ver, ele entrou no carro e foi embora, me deixando ali, minha casa era duas ruas abaixo, voltei correndo pois era tarde e eu ainda corria risco estando sozinha na rua, mas cheguei bem, tranquei a porta, conferi as janelas, e fui tomar outro banho. Por mais que eu tivesse cedido ao abuso, eu tive muito medo Aquele quarto escuro, tudo tão planejado, eu fiquei mesmo com medo de morrer. Eu acabei me mudando e mudei o hábito, evito sair sozinha. Pois eu sei que muitos outros que fazem oque meu sequestrador fez são bastantes violentos. E se aconteceu uma vez oque me garantia que nao acontecesse de novo e com um maníaco pior, só comentei com minha psicóloga sobre esse ocorrido. Meus pais estranharam meu comportamento nos dias posteriores mas não quis falar sobre, minha mãe sempre me disse que eu deveria estar preparada pra maldade do próximo contra mim e eu não queria que ela se preocupasse mais ela já é bem idosa.  Bom gente é isso, obrigada por terem lido meu relato, comentem :)

Ps. Não revisei confesso, desculpem qual quer erro.

Comentários

11/09/2016 21:23:05
Muito bom!! Deve ter um cuzinho muito gostoso!
03/03/2016 19:44:41
10
18/01/2016 16:19:16
Nota 10 parabéns
11/01/2016 22:52:21
Nossa q perfeitooo...parabens.....amei amei

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