Romances Proibidos 26

Um conto erótico de Cah & Fer
Categoria: Homossexual
Contém 2457 palavras
Data: 30/12/2015 09:48:40

Romances Proibidos 26

(Duda)

Fiquei ali por alguns segundos pensando, quando escutei o chuveiro ser ligado e sentir o cheiro do peixe pronto coloquei minha roupa e fui pra cozinha deixando tudo na mesa comidas e bebida quando estava indo busca Isa ela me aparece com um short parecendo mais uma calcinha de tão curto, com um camisetão. Olhei bem pra ele, e depois pra ela e falei.

DUDA: Calcinha e camiseta gostei.

Dei meu sorriso debochado pra ela enquanto falava.

ISA: Não é calcinha e sim um short.

Ela me respondeu com um outro sorriso debochado.

DUDA: Eu espero então que não saia com ele na rua.

ISA: Kkkkkkkkkk

DUDA: Posso saber por que você está rindo?

De fato não gostei da Isa rindo, estava mesmo muito chateada com tudo aquilo fiquei ali imaginei outras pessoas olhando-a, querendo-a e desejando-a não gostei deste sentimento que estava sentindo me consumindo a alma. Minhas lagrimas começou a sair de meus olhos sem minha permissa. Foi prazo de segundo estava eu no quarto dela com a cara afundada no travesseiro chorando um rio de lagrimas sem cabimento. Ela logo estava ali deitada ao meu lado passando a mão em meus cabelos e dizendo.

ISA: Me desculpe. Eu estraguei tudo né?

Ela falava com uma voz tão triste.

DUDA: Não precisa ficar assim meu amor.

ISA: Puxa é que fiquei surpresa por encontrar você aqui.

DUDA: Mais eu falei que viria.

ISA: Você sempre diz que vem, mais nunca vinha. Ai eu encontro você aqui e ainda por cima um ataque de ciúmes...

Ela parou de falar deixando no ar a frase para ser completada. Sequei minha lagrimas abracei ela forte como se falasse que jamais eu iria fazer isso novamente.

ISA: Isso é tudo o que eu mais quis que acontecesse.

DUDA: Eu te abraçando?

ISA: Não boba, eu e você agindo como um casal de fato.

Enquanto me sentava na cama com ela ao meu lado, passei minha mão em seu rosto e novamente ela fechou seus olhos.

DUDA: Por que fecha os olhos?

ISA: Pra sentir mais profundamente seu toque.

DUDA: Te amo.

ISA: Também te amo.

DUDA: Estou com fome.

ISA: Eu também.

Nos levantamos da cama e fomos para cozinha e assim apreciar nosso jantar.

ISA: Ah proposito não uso o short na rua ciumenta.

Sorri para resposta de minha pergunta. Jantamos entre caricias e beijos. Conversamos sobre o tempo que estamos juntas das coisas que fazíamos no início de namoro, de como ela me conquistou das flores mandada para faculdade e o destino de algumas, nossa primeira viagem como casal e única pra ser mais especifica. Ela falou o quando ficou insegura sobre a gente, fiquei mal com essa parte. No fim do nosso jantar com minha ajuda ela tirou a louça da mesa, mais recusou minha ajuda para lavar alegando que eu tinha já feito todo o jantar.

(MILLA)

Peguei o carro do Caio para ir dar aula fui o caminho todo pensando em seu pedido e o quanto fiquei assustada por ele me fazer o pedido, fiquei confusa do meu medo por que era tudo que eu queria. Não conseguia pensar num futuro sem ele ao meu lado, por que não consegui então dizer sim pra ele de uma vez?

Cheguei na escola com meus pensamentos carregados de pessimismos, precisava desabafar com alguém que poderia ver a situação de fora. Só tinha uma pessoa que poderia me ouvir sem me criticar ou dizer que fiz ou estou fazendo besteira.

Antes de entrar na escola liguei pra ela e combinei de conversamos após sairmos dos nossos respectivos trabalhos porém, se encontrar comigo aqui na escola para assim bebemos alguma coisa e bater um papo. Fiquei mais aliviada sabendo que iria ter alguém pra conversar depois.

Dei minha aula como sempre faço, brinquei com as crianças e me imaginei com os meus filhos ali. O dia passou depressa, quando assustei minha confidente secreta tinha chegado. Sempre a chamo assim quando preciso de um bom papo, ninguém sabe dessa nossa ligação de confidencias. Fui ao encontro da minha confidente que estava encostada no seu carro, mexendo no seu celular.

(RITA)

Quando subi para o apê já com os pensamentos no meu fim de tarde que terei com o Rodrigo dei uma nova arrumação no meu quarto verifiquei se tinha tudo que pudesse agradar a ele na geladeira e na dispensa, resolvi assim ir até o mercado para comprar algumas coisinhas para mimar o Rodrigo. Peguei tudo de gostoso para ele, comprei chocolates, cervejas e até mesmo petiscos e vários tipos de frios. Sai do mercado com várias sacolas, estava toda atrapalhada com tantas sacolas quando quem passa? Sim, meu cavaleiro moderno montado em sua moto.

RODRIGO: Posso saber o que faz fora de casa?

RITA: Estava comprando umas coisinhas pra você.

RODRIGO: Pra mim, quanta honra.

RITA: Você merece.

RODRIGO: Dá pra você subir na moto?

RITA: Se você me ajudar com as sacolas sim.

RODRIGO: Ótimo, me dá elas aqui.

Passei as sacolas de compra pra ele e subi na moto, ele me levou até em casa.

RITA: Você vai entrar?

RODRIGO: Se você desejar.

RITA: É tudo que mais quero.

Ele abriu um sorriso safado pra mim, entramos no prédio indo direto ao elevador assim que as portas do elevador se fecharam ele largou as sacolas no chão e veio pra cima de mim.

RODRIGO: Você sabe muito bem o que eu quero né?

RITA: Sim.

Dei um olhar de inocente pra ele que retribuiu com uma pegada na minha bunda e um beijo molhado. Quando o elevador parou no andar desejado fomos para meu apartamento. Assim que entramos porta dentro do apartamento, ele mudou, jogou as sacolas no chão da sala me pegou nos seus ombros e perguntou.

RODRIGO: Onde é seu quarto?

Em tom de voz autoritário

RITA: Perai gato eu tenho que guarda as coisas.

RODRIGO: Já esperei por demais. Onde é o seu quarto?

Nestas horas é melhor não discuti. Falei onde ficava meu quarto e fomos pra ele numa velocidade muito próxima da luz já que foi eu piscar e já estávamos lá. Ele olhou em volta sorriu e disse que tinha gostado do que viu, me jogou na cama já pondo seu pênis ereto pra fora, tirou meu short abriu minha perna e meteu pra dentro sem aviso prévio, e me fudeu com força não demorou muito e ele gozou dentro sem ao menos se preocupar com camisinha. Fiquei pasma quando ele se levantou e disse que foi melhor do que ele esperava, mas quando eu menos esperava ele terminou de tirar as suas roupas e praticamente tirando as minha extremamente rápido.

RODRIGO: Achou que eu tinha terminado?

Olhou pra mim com cara de mal, não sei exatamente o quando ficamos ali fazendo de tudo um pouco na cama transamos em todas as posições imagináveis. Ele foi insaciável quando mais fazíamos mais ele queria e cada vez me fudia com mais força. Mas infelizmente não foi muito prazeroso pra mim todas as vezes, teria que dar um desconto pra ele, fazia muito tempo que não fazia. Só levantamos da cama quando ouvimos a Carol andar pelo corredor. Ele pareceu surpreso e falou:

RODRIGO: Quem é?

RITA: Carol, lembra que falei que dividia o apartamento com uma amiga.

RODRIGO: Verdade.

Levantamos da cama nos ajeitamos, assim que saímos do quarto fui direto para sala mais Carol já tinha pego as sacolas do chão e guardou tudo no seu devido lugar. Quando estava preparando algo para Rodrigo comer a Carol aparece na cozinha.

CAROL: Oi gente.

RODRIGO: Oi

RITA: Você chegou faz tempo amiga?

CAROL: Sim, logo depois do almoço.

RITA: Não voltou para o estágio hoje?

CAROL: Não, nosso patrão nos deu o resto da semana pra ficar em casa.

RODRIGO: Vocês trabalham juntas, moram e estudam?

RITA: Sim, praticamente um casamento que deu certo.

Gostei dele tentar se incluir na nossa conversa.

RODRIGO: Vira está boca pra lá meu anjo.

CAROL: Por que?

Pela cara que minha amiga fez ela não gostou o que ele falou.

RITA: Ele fala assim por que já foi casado Carol.

Tentei amenizar o clima mais não adiantou.

CAROL: Deixa ele responder Rita.

RODRIGO: Falei que era pra virar a boca pra fora porque, é nojento este tipo de relação.

Juro que não tinha entendido o que ele tinha falado, mais não sei o que deu na minha amiga mais que ela estava a ponto de bater nele isso estava.

RITA: Que tipo de relação Rodrigo?

RODRIGO: Pra falar a verdade nem devemos falar que esse tipo de coisa é relação. Estão mais para o tipo de aberração.

CAROL: Se eu fosse você, não terminava de concluir seus pensamentos.

Minha amiga está perdendo a paciência isso era um fato.

RITA: Vamos mudar de assunto?

RODRIGO: Não. Agora eu quero concluir.

Pelo tom de voz dele sabia que não iria acabar bem.

RODRIGO: Pra mim esse povo que fica saindo com gente do mesmo sexo não passam de aberrações.

Foi o estopim pra Carol perder o controle.

CAROL: Aberrações? Aberração são pessoas como você homo fóbicas preconceituosas de mente pequena.

RODRIGO: Você fala como se...

RITA: Vamos parar agora com isso já deu.

CAROL: Como se... O que?

RODRIGO: Fosse desta corja de seres.

RITA: Pode parar Rodrigo, você passou dos limites já.

Agora era eu que tinha perdido a paciência.

CAROL: Pra sua informação sou sim LÉSBICA com muito orgulho.

RODRIGO: Pra mim mulher que gosta de mulher é falta de pau.

CAROL: O que?

RITA: Como?

Fiquei horrorizada com o que ele falou.

RODRIGO: E isso mesmo. Tenho certeza que você nunca teve um homem de verdade que desse um trato em você. Por isso que fica ai...

Ele não terminou de falar a minha amiga deu um tapa na cara dele, que estalou alto ele ia pra cima dela para sei lá fazer o que, quando ela em tom de voz firme praticamente sem aumentar a voz dela.

CAROL: Você não é louco de fazer isso. Por que? Se for irá sair daqui numa viatura de polícia.

RITA: Rodrigo chega.

Ele pareceu pensar sobre o assunto respirou fundo pareceu se acalmar e um tom mais moderado pediu desculpas pra Carol que não falou nada pra ele simplesmente saiu pra rua sem dizer mais nenhuma única palavra. E ficamos eu e Rodrigo ali.

Rodrigo ficou me olhando como se tentando adivinhar o que eu pensava, ele veio até a mim com lagrimas no olhos com cara de arrependido me pediu desculpas e justificou sua forma de pensar disse um monte de coisas que me comoveu em ouvir, não teve como não o perdoar. Naquele instante percebi que estava ficando apaixonada por ele, e se isso estava acontecendo eu iria mudar o jeito dele pensar. Por que afinal de contas minha melhor amiga era lésbica. Assim que nós conversamos mais um pouco falei pra ele que achava melhor ele ir antes que a Carol voltasse pra casa, por que afinal de contas ela poderia estar ainda nervosa.

(ISA)

Assim que a Nanda voltou do seu almoço com uma expressão enigmática foi logo sentar em sua mesa para podemos falar sobre o por que ela estar assim. E quase tive um ataque de riso com ela falando que a Bruna tinha dado um pé na bunda dela, ou melhor achado. Achei muita coincidência o fato ela dar um fora na Nanda bem no dia que ela daria um ponto final na “relação” delas. Me acalmei um pouco e falei da Duda com ela, falando que almoçamos juntas e que sai do restaurante com a promessa dela de ir dormir lá em casa. E não só um dia mais sim a semana toda. Ela só pediu que eu não ficasse com muitas esperanças sobre isso, já que a Duda poderia ter um imprevisto e não poder ir por ser dia de semana. Sei que minha amiga estava tentando somente amenizar o que ela de fato queria dizer.

Minha tarde no serviço se arrastou até o horário da minha saída. Quando bati o cartão até respirei fundo estava aliviada com o fim do dia de serviço, até chamei a Nanda pra comermos algo fora mais ela disse ter um compromisso urgente antes de ir pra casa. Imaginei até que ela teria combinado algo com a Carol, mais pelo ar dela fiquei na dúvida.

Antes de ir pra casa passei na padaria comprei algumas coisas por lá mesmo e fui pra casa. Chegando na portaria do meu prédio peguei minhas correspondências e subi como o porteiro não falou nada imaginei que ela não tinha chegado ainda, doce engano o meu.

Entrei no apartamento com o cheiro da comida invadindo meu nariz, corri até a cozinha com a sacola de compras e olhei o forno que tinha um peixe assando, fiquei ali pensado que ela jamais tinha feito esse tipo de coisa pra mim. Pela primeira vez ela estava agindo como namorada.

Fui para o quarto e a vi ali sentada na minha cama passando seu hidratante como se fosse algo que ela fizesse todos os dias. Bem que ela fazia isso todos os dias porém, não fazia em minha cama e na minha presença. Demorou alguns segundos pra ela me perceber ali.

Essa noite vou guardar por muitos anos em minha mente, foi tudo magico até a crise de ciúmes da Duda, conversamos como a muito tempo não fazíamos. Consegui falar com ela tudo que precisava, ela me falou sobres como ela se sentia quando no início de namoro, me disse que algumas flores que mandava pra ela na faculdade estão plantadas no jardim da casa de seus pais. Enfim foi magico tudo.

Depois que lavei a louça e deixei a cozinha limpa. Fui para quarto ela se encontrava na cama com os cadernos da faculdade estudando quando me viu a espiando novamente da porta, sorri pra ela fui escovar os dentes e novamente mas desta vez da porta do banheiro a espiei, quando viu me chamou para se juntar a ela. Eu de bom grado fui, ela tirou os cadernos da cama deixando eles no chão do seu lado na cama. Me deitei e ela se deitou no meu braço fazendo caricias na minha barriga. Não sei se demorei pra dormi mais adormeci com ela fazendo carinho na minha barriga.

AGRADECIMENTOS

Obrigada a todos que estão lendo, hoje não vai da pra agradecer individualmente mas na proxima prometo agradecer. pra ja adiantar um npouco aqui é a Carol e eu estou com a Nanda. Ta muito corrido pra gente por isso a demora de postar. No proximo explicaremos. bjs e até os proximos e um Feliz Natal atrasado e um Próspero ano novo adiantado. bjs

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Comentários

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Bom demais e esse Rodrigo merece uns belos de uns socos!! Amo ler essa historia linda, continuaaaa rapidim

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Maravilhosos! Não sei mas acho que a Isa perdoou a Duda. Feliz ano novo adiantado rs

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Muito bom... Parabéns meninas quase me matam de curiosidade rsrs, mas saber que estão juntas já é uma ótima informação

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