Casa dos Contos Eróticos

Iniciação sexual de um garoto

Maria chegou na casa dos Oliveiras por indicação de uma tia, que trabalhava no mesmo prédio. Quando ficou sabendo que a família precisava de uma empregada doméstica, indicou a sobrinha e acertou com dona Helena que a garota iria para uma entrevista. A interação entre elas foi imediata e Maria foi contratada para um período de testes. Dona Helena era casada com doutor Gustavo, um banqueiro, e tinha um filho adolescente, Antonio, de 15 anos. Dona Helena era dona de uma boutique muito elegante no principal shopping da cidade. Maria tinha 27 anos e era solteira apesar de ser muito bonita e simpática. O trabalho na casa era simples, pois o casal passava o dia quase todo fora e somente Antonio ficava em casa, especialmente agora que ele estava de férias. E, mesmo assim, ficava em seu quarto jogando vídeo game ou vendo televisão. Maria, portanto, só teria mais trabalho nos jantares que doutor Gustavo oferecia a clientes do seu banco, mas eles eram esporádicos.

Antonio era um garoto tímido e calado. Toninho, como era chamado pela mãe, fora muito mimado por ela na infância e por Judite, a empregada que Maria substituía. Judite fora babá de Toninho e o tratava como criança até o dia em que foi embora. Por exemplo, ela ainda lhe dava banho e, à noite, Toninho tinha o hábito de ir ao quarto dela. Alegava que havia tido um pesadelo e pedia para dormir na cama de Judite. Ela o recebia com todo carinho. Até os dez anos dele, ela lhe oferecia o peito para que ele mamasse até dormir. Maria sabia de tudo isso pela tia. – Então, Maria, já começou a dar de mamar pro Toninho? – provocava ela quando se encontravam no elevador ou quando uma ia visitar a outra. – Não, titia. Eu mal vejo o menino. Ele fica o tempo todo enfiado no quarto, fazendo lá Deus sabe o quê – respondeu. – Eu sei o que ele fica fazendo. Pega o lençol dele e cheira ou as cuecas e você vai saber também – ironizou a tia. Maria riu do comentário e disse que não acreditava, pois ele era muito menino pra isso, uma criança. Voltou pro apartamento, mas ficou com aquilo na cabeça. Resolveu tirar a dúvida. Foi até a cesta de roupa suja e pegou um dos lençóis dele. Levou ao nariz e cheirou. – Não acredito. Isso não é cheiro de suor não. A titia tinha razão mesmo – falou sozinha.

Maria passou a observar melhor Antonio. Ia até o quarto dele e grudava o ouvido na porta para ver se escutava algum gemido ou som estranho lá dentro. Um dia, teve uma ideia. – Dona Helena, queria lhe pedir uma coisa. Meu banheiro está saindo pouca água do chuveiro e eu queria saber se a senhora se importa que eu tome banho no banheiro do Antonio – disse ela. A patroa disse que não, apenas pedindo que ela combinasse com o filho uma hora que ele não estivesse usando. Maria foi até ele e Toninho falou que não se importava. Impressão ou não, ela sentiu que ele concordou rápido demais, até com um sorrisinho no rosto. Nesse mesmo dia, Maria pegou suas roupas e uma toalha e se dirigiu ao banheiro, fazendo questão de passar pelo quarto de Toninho para avisá-lo que iria tomar banho. – Querido, vou deixar a porta destrancada pro caso de você precisar de alguma coisa, me chamar e eu escutar, certo? – disse ela. Entrou no banheiro, tomou seu banho e deixou, de propósito, uma calcinha usada no cesto, logo em cima. – Pronto, Toninho. Já terminei. Eu deixei minha roupa no cesto e pego junto com a sua amanhã, certo? – falou. – Certo, Maria. Sem problema – respondeu. Como ela esperava, Toninho foi tomar seu banho pouco depois que ela saiu. Mais tarde, Maria voltou ao banheiro e viu que a calcinha não estava onde ela deixou. Juntou-a e cheirou. – Ah, Toninho, como eu imaginava. Você usou minha calcinha pra se masturbar. Mas, tudo bem. A partir de amanhã, vou te dar mais motivos para fazer safadeza – disse Maria.

Na manhã seguinte, ela esperou os patrões irem trabalhar e preparou uma bandeja com o café da manhã de Toninho para levar no seu quarto. – Surpresa – disse ela, entrando com a bandeja na mão. – Que é isso, Maria? – perguntou ele espantado. – Você foi uma gracinha ontem comigo, deixando eu tomar banho no seu banheiro, que resolvi agradecer, trazendo seu café aqui – respondeu ela, sentando-se na cama e depositando a bandeja no colo dele. – Coloquei tudo que eu sei que você gosta. Chocolate quente, bolo, geleia. Tá uma delícia – disse. Toninho agradeceu e começou a comer. Maria perguntou se ele ainda tava com muita saudade de Judite e ele disse que sim. Falou com voz triste que sentia falta dos carinhos dela, de tomar banho com ela e de ir pro quarto dela à noite. – Toninho, eu sei que não sou ela, mas eu posso fazer essas coisas se você quiser. Você pode ir ao meu quarto à noite e eu posso te dar banho também – o menino arregalou os olhos e se engasgou quando ela disse isso. Maria sorriu e deu dois tapinhas nas costas dele. – Verdade? – perguntou. – Verdade, meu querido. Podemos começar hoje se quiser – respondeu. Antonio disse que queria sim. Ela, então, se levantou da cama e falou que ele a chamasse quando fosse para o banho. Deu-lhe um beijo no rosto e saiu do quarto. Antonio não cabia em si de felicidade.

Duas horas depois, ele entrou na cozinha. – Maria, podemos ir tomar banho agora? – perguntou meio tímido. – Podemos sim, lindinho. Vá na frente que já vou – respondeu. Antonio correu pro banheiro e Maria chegou logo depois. Fechou a porta e começou a tirar a roupa dele. Primeiro, a camisa. – Você é um gatinho, sabia? – perguntou, acariciando o peito dele. Depois, tirou a bermuda, deixando-o só de cueca. Ela foi tirá-la, mas ele a impediu. – Você vai tomar banho de cueca? – perguntou ela. – Não. Eu tiro depois – disse ele, tentando esconder o pequeno volume que estufava sua cueca. Ele se virou e foi pra debaixo do chuveiro. Maria o acompanhou e começou a lhe banhar. Passou sabonete nas mãos e começou a ensaboá-lo nas costas, ombros, pescoço, debaixo dos braços, peito, sempre com extremo carinho. Ensaboou também suas pernas, pés e coxas. Chegou à cueca e percebeu que o volume havia crescido. – Posso tirar para lavar aqui embaixo? – perguntou. Antonio hesitou, ficou encabulado e acabou dizendo que sim com a cabeça. Maria pegou o elástico da cueca e a desceu. O pau duro dele pulou pra fora e Antonio ficou vermelho como um pimentão e pediu desculpas. – Não precisa pedir desculpas, lindinho – disse Maria. Novamente, ensaboou as mãos e começou a limpar seu pau e sua virilha. A cada vez que ela tocava no pau, Antonio gemia e suspirava. Percebendo que ele poderia gozar a qualquer momento, ela parou os movimentos e disse que ele já poderia tirar o sabonete. Saiu do box e deixou que ele terminasse sozinho. Ficou observando e Toninho, achando estar sendo discreto, bateu uma punheta e gozou. Maria saiu do banheiro, bastante excitada.

Não se falaram mais até a hora do jantar. Os pais perguntaram a ele como havia sido o dia e Toninho disse que foi ótimo, olhando discretamente para Maria, que sorria. Foram para a sala conversar mais um pouco e, finalmente, foram dormir. Ele não dissera nada se iria ou não para o quarto dela. Maria até pensava que ele não fosse pela vergonha que sentiu no banho. Porém, meia hora depois que ela se deitou, a porta do seu quarto se abriu e apareceu a cabeça de Antonio. – Posso entrar, Maria? – perguntou baixinho. – Pode, meu querido. Entre. Venha cá – respondeu, afastando o lençol e abrindo espaço para ele na cama. Toninho se deitou e se aconchegou nos braços dela. – Você é mais confortável e cheirosa que a Judite – disse ele. – Obrigada. Você gostou do banho? – perguntou. – Adorei – respondeu. – Que bom. Eu também gostei bastante. Amanhã vai ser ainda mais gostoso – prometeu. Toninho olhou pra ela sem entender. Maria sorriu e lhe deu um selinho rápido nos lábios. Em seguida, dormiram. Na manhã seguinte, Maria acordou cedo como de costume e também acordou Toninho para ele ir ao quarto dele. Preparou o café dos patrões e, mais tarde, levou a bandeja com o café do garoto. – Bom dia, meu menininho fofo. Dormiu bem? – perguntou. – Dormi sim. Adorei dormir com você – respondeu. Maria sorriu e lhe deu outro selinho nos lábios.

Diferente dos dias anteriores, Antonio não ficou trancado no quarto o dia inteiro. Ele ficou na cozinha com Maria, conversando, ajudando-a no serviço doméstico e recebendo carinhos dela o tempo todo. No meio da tarde, ele a chamou para o banho. Foram juntos para o banheiro e, desta vez, ele deixou que ela tirasse sua cueca. Seu pau ainda não estava duro, talvez por isso ele tenha permitido. Foram para o chuveiro e ela começou a ensaboá-lo. Antonio estava menos envergonhado e brincava mais com ela, jogando água, ameaçando molhá-la e rindo. Em dado momento, Maria o abraçou por trás para ensaboar seu peito e ficou beijando seu pescoço e passando a língua na sua orelha. Não deu outra e o pau de Antonio começou a endurecer. Maria o virou de frente, ajoelhou-se e foi ensaboar suas coxas e virilha. Olhava pra cima e observava as reações dele. Quando ela tocava seu saco ou seu pau, Toninho fechava os olhos e gemia baixinho. Maria, com a mão cheia de sabonete, começou a massagear o cacete, lentamente. Sentia o corpo do garoto tremer todo. Ela não tinha pressa, brincava com as bolas, massageava o pau e ia tocando uma punhetinha lenta e gostosa pra ele. Antonio gemia cada vez mais rápido e mais alto. De repente, ele explodiu, gozando forte na parede do banheiro. Maria ficou impressionada com a quantidade de porra que Toninho jorrou. O menino ficou exausto e se sentou no chão do box. Maria terminou de lavá-lo, deu-lhe mais um selinho, um pouco mais demorado desta vez, e disse que descansasse.

À noite, Maria colocou uma camisola curtinha e uma calcinha também pequena. Não quis sutiã e se deitou, esperando por Toninho. Ele não havia dito que iria, mas ela sabia que, após o banho, ele não resistiria. Perto da meia noite, ele apareceu. Abriu a porta e entrou no quarto, correndo para a cama. Maria o esperava de braços abertos e ele se deitou, aconchegando-se no seu abraço. - Você demorou. Pensei que não viesse - disse ela. - Desculpe. Mamãe demorou a ir se deitar - respondeu. - Gostou da surpresa no banho? - perguntou ela, fazendo carinho no rosto dele. - Amei. Nunca tinha sentido aquilo. Foi tão forte e gostoso. Pode fazer de novo? - pediu. Maria sorriu e disse que podia sim, mas que tinha de ser um segredo entre eles. - Você tem de me prometer que seus pais jamais vão saber, Toninho, ou eu sou demitida. Se você ficar caladinho, eu te ensino um monte de coisa gostosa - o garoto, logicamente, prometeu silêncio. Maria acariciou o peito dele e pediu que tirasse a roupa. Toninho tirou a blusa do pijama e a calça, ficando todo nu na cama dela. Maria, então, acariciou o corpo jovem e virgem do garoto, com a boca cheia d'água. Olhou para seu pau e viu que ele começava a ficar duro. Levou a mão até ele e fez carinho. Toninho soltou um suspiro e gemeu baixinho. - Você já viu uma mulher nua, querido? - perguntou. Ele se assustou com a pergunta e disse que não. A empregada se ajoelhou na cama e retirou sua camisola, ficando só de calcinha. Toninho arregalou os olhos para o corpo seminu dela e seu cacete acordou de vez. Ela se deitou de lado e ofereceu o seio para ele mamar. Pegou a mão esquerda dele e levou até sua calcinha, fazendo-o apertar sua boceta, apenas isso. Foi o suficiente para ela gozar. Logo depois, começou a beijá-lo, seu pescoço, peito, barriga e a chupar seu pau. Antonio foi à loucura ao sentir a boca quente e úmida de Maria sugando seu cacete. Não demorou e ele gozou forte, vários jatos de porra na garganta dela, devidamente engolidos. O coração do menino estava a mil e seu corpo coberto de suor. Maria se deitou ao lado dele, sorriram e adormeceram.

P.S. Início de uma nova série. Espero que gostem da temática. Aguardo os comentários com críticas, sugestões e opiniões. Acessem meu blog de contos eróticos - https://mentelasciva.wordpress.com

Comentários

25/04/2016 16:31:17
17/02/2016 09:31:58
Parabéns.
03/01/2016 10:32:51
seus contos são maravilhosos ...sempre venho aqui ler e sentir prazer com tudo que encontro nas suas historias ...adoro ler e pensar exatamente como os personagens se comportam e tambem adoro ler imaginando sempre a minha esposa no lugar da personagens de contos maravilhosos como os seus parabéns amigo deixo meu email para amigos que curtirem falar sobre esses contos maravilhosos e que também queiram imaginar a minha esposa em situações como as desses contos deliciosos....historinhaslegais@ outlook.com
05/11/2015 18:29:50
otimo,continue ela.
05/11/2015 15:43:09
Pô tem de continuar essa historia é muito foda. Queria ser esse moleque rs
05/11/2015 10:34:39
Maravilhoso. Eu não tive uma sorte dessas .
05/11/2015 09:05:24
Adorei garoto de sorte sempre sonhei com uma cena assim tiver um amigo q a mãe dele tinha uma empregada de 48 amos na época agente tínhamos eu 16 e ele 14 era meio acetinado e eu comia ele direto um dia ela pegou ele jupando meu pau ele ficou com medo dela contar p mãe dele e falou q não contaria se eu comece ela comi ela por três anos meu amigo mudou e eu fiquei na mão não tinha mas um cozinho pra comer nem uma bucetona
05/11/2015 06:54:08
Parabéns , você sabe muito bem sobre o que esta escrevendo , nota máxima , estou esperando o próximo
05/11/2015 04:53:05
eu adoro todos os sus contos principalmente esses q tem sequencia mas essa se superou eh gostoso d+ ler ele da a impressão de estar na historia

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