O marido da minha madrinha VI

Um conto erótico de Carolinna
Categoria: Heterossexual
Contém 1463 palavras
Data: 18/10/2015 03:53:54
Assuntos: Heterossexual

Continuação parte 6

Cadu continuava mais lindo do que nunca, o tempo que passou na Europa, lhe fizeram muito bem, estava com feições de homem, e também ligeiramente mais encorpado, devia está fazendo musculação. Quando me viu já foi logo se despedindo:

-Então mais tarde a gente se encontra, e combinamos para onde vamos!

Passou por mim sem nem olhar na minha cara, ele tinha asco de mim, me incomodou, mesmo com o passar dos anos ele não conseguia ser no mínimo educado comigo.

Subi para o meu quarto e fui tomar uma ducha. Tinha acontecido muita coisa em um curto período de tempo. Desci e fui para a área da piscina, estavam todos no hospital e meus primos já tinham ido se encontrar com o Cadu, absorta nos meus pensamentos, escuto:

-R$1,00 por cada pensamento.

Quando me virei, Ronan estava encostado na pilastra com as mãos no bolso, assim ele se aproximou e me deu um beijo fraterno na testa:

-O que você pensa tanto? Disse tirando minha franja dos olhos.

-Penso em tudo o que está acontecendo agora e em como será daqui para frente. Eu digo sem conseguir encará-lo.

-Porque não tenta curtir só o momento, sem se preocupar com o depois? Foi dizendo, e passando para a espreguiçadeira em que eu estava sentada.

Se aninhou junto a mim e eu fiquei ali, com a cabeça no seu peito, sentido sua respiração tranquila. Mas logo, suas mãos que estavam envolto ao meu corpo, entraram para dentro da minha blusa, alcançando o meu sutiã, eu me arrepiei e me molhei inteira. Vagamente ele massageou os meus peitos e apertava levemente os meus biquinhos, eu já estava zonza de tesão, ainda deitados ele girou o meu corpo, assim ficando de costas para ele. Eu estava usando um short de algodão, só que eu estava sem calcinha, habilmente ele enfiou uma de suas mãos e sentiu:

-Já estava preparada para mim sua safada? Falou baixo no meu pé de ouvido.

Eu não conseguia responder, só respirar pesadamente. Pela primeira vez ele me penetrou com um de seus dedos, senti uma corrente elétrica por todo o corpo. Com o polegar ele massageava o meu grelinho e com o indicador ele me penetrava. Corríamos sérios risco ali, expostos, qualquer um que chegasse, me viria deitada entre as pernas do Ronan, toda arreganhada, com uma mão no meu peito e a outra atolada na minha buceta e eu rebolando nos seus dedos, gemendo fracamente, com a cabeça apoiada nos ombros dele. Seria uma bela história para se contar no natal.

Estava em êxtase com tudo que estava ocorrendo, descobri que a adrenalina me dava muito tesão e senti o seu pau também muito duro me espetando nas costas. Girei meus braços para bater uma punheta para ele:

-Você é muito atrevida, sabia? Disse afundando, mais um dedo em minhas entranhas que pegavam fogo.

Eu gemi secamente, o meu rebolada se tornou mais forte. Ele gostava de mulher submissa, gostava de dominar, não do tipo que machuca, mais do tipo que tem o controle total na hora do sexo. E desobedecer ele me deixava excitada, voltei com uma de minhas mãos e apertei seu pau. Ele suspirou de tesão no meu ouvido e o entre sai dos dedos ficaram mais fortes, ele tampou a minha boca e acelerou em baixo, eu revirava os olhos e gozei, gozei gostoso, gozei tremendo dos pés a cabeça. Ele soltou um riso fraco no meu ouvido:

-Não seja atrevida!

E voltou enfiar os dois dedos com violência e rapidez, eu não me segurei e gemi alto, não me importava mais nada, eu só queria gozar de novo. Quando eu já chegava aos finalmente, ele tirou os dedos de uma só vez, e os levou direto a boca chupou um por um e disse:

-Da próxima vez que quiser gozar, não seja atrevida! E só venha falar comigo se for para pedir desculpa! Saiu rindo, debochado, quanto ódio eu senti dele, fiquei lá, do lado de fora, jogada e frustrada.

Sempre fui muito orgulhosa, eu ia me virar para gozar, eu me masturbava, me esfregava em qualquer quina, porém em comparação ao Ronan, eu só tinha espasmos, subi e fui deitar grilada.

Acordei cedo no dia seguinte, o sol estava a pino e então eu coloquei um biquíni e pus minha saída de banho por cima. Assim que cheguei no topo da escada, vi que o Ronan estava tomando café e lendo um jornal, voltei sorrateiramente para o quarto, tirei a saída de banho e voltei só de biquíni. Deus, eu devia está no cio, nunca me atiraria a qualquer homem desse jeito no meu estado normal.

Desci as escadas e murmurei um rápido bom dia para ele, que nada respondeu, ficou paralisado, em quanto eu pegava uma maçã e umas bolachinhas, não o encarei, só que eu sentia seu olhar fulminante em cima de mim, ele sabia o que eu estava fazendo.

Fui para a piscina, terminei de comer por lá, e me deitei bruços na espreguiçadeira. Meu corpo estava longe de ser perfeito, quando criança eu era gordinha e agora quando adulta eu tinha emagrecido, porem meu quadril é largo e minha bunda é grande, demorou algum tempo para eu cair na real e vê que quando se é da genética não tem dieta que dê conta.

Sabia que de onde eu estava ele conseguia me ver por inteiro e não demorou muito para eu ouvir um pigarreado:

-Você é muito branca Carol, tem que passar protetor.

Me virei e vi quem estava tampando o meu sol, como se já não soubesse. Ele estava parado, em pé, com o protetor nas mãos, com o sorriso cínico na cara:

-Muito obrigado Ronan , eu já passei antes de vir tomar sol. Eu disse virando minha cabeça novamente para o lado oposto.

Ele riu e saiu com o protetor. O sol já começava a ficar mais forte, então entrei na piscina e dei um mergulho, emergi do outro lado da piscina, ele estava só com as pernas dentro da água. Ele entrou por inteiro e me pressionou na borda e ficou a pouco centímetros da minha boca:

-Eu não vou pedir desculpas! Sussurei baixo e dei uma leve mordida no seu queixo e sai rindo. Ele ficou lá, parado e incrédulo.

Meus pais e meus avós chegaram, disseram que minha madrinha teria alta no dia seguinte. Nossa brincadeira de gato e rato teria que chegar ao fim. Não vi o Ronan o resto do dia.

Mais a noite o Cadu chegou na fazenda com meus primos, e mais uma vez, nem olhou na minha cara. Estava conversando futilidades com a minha mãe, quando ele chegou, afim de não passar por constrangimento me retirei educadamente da sala. Fui a cozinha pegar uma cerveja e quando chego lá, Ronan está bebendo água encostado na bancada. Passei por ele, peguei minha cerveja e na volta, passei esfregando nele, como se não tivesse espaço suficiente para nós dois. Sai rapidamente e fui para a edícula que ficava do outro lado da piscina, na área, lá tinha alguns livros antigos da coleção do meu avô e estava com vontade de reler algum deles.

Passei e fechei a porta estava concentrada escolhendo algum dos livros, quando derrepente, escuto um estrondo da porta. Eu mal tive tempo de olhar, foi tudo muito rápido, o Ronan arrebentou a porta e me espremeu na parede que estava na minha frente:

-Você acha que vai me provocar o dia inteiro sem sofrer com as consequências, putinha? Dizia no meu ouvido puxando o meu cabelo.

Eu ri do descontrole dele, percebendo isso puxou meu cabelo mais forte e não aguentei e gemi:

-Ronan, agora não, a família inteira ta em casa. Já disse ofegante, sentindo a rola dele esfregar na minha bunda.

-Então a putinha vai ter que levar surra de rola caladinha. E riu irônico.

Ele sabia que eu jamais conseguiria ficar quieta, ainda mais com ele. Levantou meu vestido, rasgou a minha calcinha e pôs no bolso da bermunda dele e meteu em mim. Na primeira metida eu gemi alto, ele deu duas voltas no meu cabelo com a mão:

-Gemi baixo putinha, já pensou se alguém entra aqui e vê você espetada na minha rola, revirando os olhos?

E meteu contínua vezes, eu tentava controlar os meus sons, só que era impossivel, tá no meu gene fuder gritando. Eu estava no ápice, quase gozando, quando mais uma vez, ele tirou sua rola de mim e me colocou de joelhos na sua frente e gozou na minha cara, cabelo e boca:

-Eu disse que você só iria gozar depois que pedisse desculpa. Se ajeitou e saiu todo cínico.

Eu fiquei lá mais uma vez jogada e morrendo de ódio.

Conti....

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Carol estou adorando seus contos, não demore com a continuação

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