Bem leitores, como esse é meu primeiro conto, me desculpem qualquer erro que o conto tiver.
Tudo começou na faculdade quando eu tinha 18 anos, na minha sala tinha uma monitora que era loira e tinha um corpo mais ou menos que eu gostava bastante.
Um dia lá na sala ela tava comentando sobre a calça que eu estava usando, ela começou a brincar puxando a calça para baixo, como eu estava de cinto a calça não ia pra baixo, ela só puxava de brincadeira mesmo. Aí pulamos para o outro dia.
Ela foi pegar alguma coisa no armário dela, aí ela viu que eu tava perto, me deu uma bundada e junto com uma reboladinha pra ver o tamanho da minha pica que era uns 19 cm.
Como naquele dia íamos sair cedo, não tocamos mais no assunto até depois de todos da turma saírem. Ficamos só nós dois lá conversando.
Ela — Pra sua idade você tem uma pika bem grande, sabia?
Eu — Obrigado! kkkkk
Resolvi entrar no jogo de vez.
Eu — Você quer pegar nela agora?
Ela — Hoje não dá, safadinho!! kkkk
Eu tive uma ideia, como no outro dia não ia ter aula porque ia ter festa, resolvi perguntar-lhe:
Eu — Que tal amanhã?
Ela — Mas amanhã não vai ser a festa?
Eu — Nela mesmo que vamos foder...
Ela — Não é muito arriscado?
Eu — Por isso mesmo vai ser lá.
Ela — Ok então.
No outro dia cheguei na festa e vi ela, quando todo mundo foi dançar nós fomos pra uma sala afastada e começamos a nos beijar, ela começou a ficar completamente nua, aquilo foi muito excitante para mim, eu me levantei também para beijar a sua boca, dei mais um belo beijo e desci para o pescoço, rocei o meu cavanhaque no pescoço dela, e pude ver os pelinhos dos braços se arrepiarem, desci mais um pouquinho e dei só uma mordidinha no biquinho do peito dela deixando a vontade de querer mais, ela levou a mão no meu queixo e levantou a minha cabeça para me beijar novamente e enquanto ela me beijava ia desabotoando minha camisa, eu a ajudei só pra facilitar o trabalho, já sem blusa ela partiu para o meu cinto e com uma facilidade ela tira meu cinto e abaixa a minha calça, fazendo eu ficar só de cueca, ela se abaixa na altura da minha pica, vendo que eu já estava em ponto de bala com o meu cacete completamente duro e marcando a minha cueca, ela delicadamente me dá uma mordida na cabeça da minha rola, nossaaaa eu dei uma gemida gostosa e levo o meu olhar para cima, ela me pergunta se eu gostei e digo:
— Claro que gostei.
Tive uma ideia de chamar ela de tia.
Ali ainda naquela posição ela gentilmente tira os meus sapatos e a calça que estava ali agarrados, eu fico então só de meia e de cueca, ela se levanta olhando em meus olhos, e leva a sua mão na minha rola ainda por cima da cueca e finge vir me beijar, e sem que eu esperasse ela me empurra pelo peito, fazendo com que eu me sente, já sentado ela abre as minhas pernas, e se encaixa no meio delas e delicadamente tira a minha pica pra fora da minha cueca, minha rola pula pra fora completamente dura e com a cabeça toda melada, e Tia Carla olha para mim e pergunta:
— Ele tá chorando, Léo?
Eu sem reações só faço franzir a boca com intuito de sorrir, e minha Tia se aproxima da minha pica latejando em sua mão e coloca delicadamente a sua boca sugando todo o líquido que havia melecado a cabeça, eu podia sentir meu cacete esfriando dentro daquela boca molhadinha, e minha Tia começa a me chupar loucamente como se ela nunca tivesse chupado uma rola, eu já estava amando só aquela boquete gostoso, então resolvi me levantar só um pouquinho para tirar a minha cueca, Tia Carla percebeu que eu me levantava para tirar a cueca, e sem deixar eu ter reações e sem tirar a minha rola daquela boca de veludo, ela arrancou a minha cueca e pôs em cima da mesinha de centro, ela continuava a me chupar sem parar, ela segurava nas minhas bolas e descia a boca até onde conseguia, ela fazia isso sem parar, como uma viciada em chupar uma rola, até que ela trocou de técnica, mamava só a cabeça da minha rola enquanto me empunhetava, hora ela fazia isso, hora ela voltava para a técnica anterior, até que ela começou a passar a língua por toda a minha pica, nossa era muito tesão, muito calor concentrado na minha pica, eu estava morrendo de tesão por conta daquela boca de veludo, eu a segurando pelo cabelo, e ela fazia o serviço completo em mim, eu já estava vendo a hora de gozar e então pensei em encher aquela boca com a minha gala, mas também me perguntei, e se ela não gostar? Então na maior cara de pau perguntei:
— Vai tomar a minha gala, Titia? Vai?
Ela sem tirar a rola de dentro da boca só fez acenar a cabeça com o sinal de positivo, naquele momento eu estava no paraíso, minha Tia me chupando gostoso e eu ainda ia ter o privilégio de gozar naquela boca de veludo, a hora chegou, eu sentia a minha pica pulsar e latejar mais forte entre a mão da Titia, ela percebe e me masturba dizendo: "Vai dá leitinho pra Titia, enche minha boca de gala, me dá esse leitinho morno". Eu bem que tentei segurar, mas não resisti, enchi a boca da Carla de porra, ela suga a cabeça da minha rola na intenção de tirar todo o leitinho que havia lá dentro e depois olha para mim com a boca cheia de gala e com uma gotinha escorrendo pelo canto, ela engole a da boca e passa a língua pegando a gotinha, aquilo foi sensacional, um boquete perfeito, foi aí que eu me lembrei do 69, eu a segurei pelo rabo de cavalo que não havia sido desmanchado com o banho, e a beijei, depois olhei para ela e disse:
— Agora quem vai te chupar sou eu!!
E sem ela esperar creio eu, peguei ela pela cintura, e a rodei no ar fazendo um 69 em pé, ela agarrou a minha pica como pôde e começou a mamar de novo, eu por outro lado me sentei no sofá com ela ali em cima de mim naquela posição de 69, e comecei a chupá-la deliciosamente, abria os grandes lábios daquela buceta gostosa e sugava todo aquele líquido que escorria por ela, eu sugava o grelinho dela e dava pra perceber o tesão que ela sentia, pois ela me chupava com mais intensidade fazendo a minha rola ficar dura novamente dentro de sua boca, eu enfiava a minha língua dentro daquela buceta tesuda e mexia de um lado pro outro, ela ia ao delírio, passava a minha língua por toda sua buceta, chupando aquele líquido delicioso que escorria, até que eu resolvi fazer minha Tia ficar louca e comecei a sugar com uma certa pressão o seu grelinho, ela tirava a rola da sua boca e gemia alto para mim, mas logo em seguida ela voltava a engolir a minha pica, até que eu não aguentava mais e disse:
— Tia, não aguento mais, quero comer sua buceta agora.
Ela para de me mamar só um instante, e ainda com a minha pica na mão olha pra mim com aquele olhar e me diz:
— Eu também queria isso antes de você começar a me chupar, mas eu não ia pedir. (risos).
Em meu pensamento, eu digo: vadia, doida pra dar a buceta pra mim e deixou eu pedir primeiro, pois bem eu me levanto do sofá ainda com ela sobre mim na posição de 69 e me viro de frente para o sofá e continuo chupando aquela xaninha molhada, ela também não para de mamar na minha rola, até que ela resolve parar e diz:
— Vem, fode minha buceta, come essa bucetinha, me faz me sentir mulher novamente.
Na posição de 69 que ela estava sobre mim ela só fez pôr as mãos no sofá e foi engatinhando, eu só fazia segurá-la pela cintura para que ela não caísse, ela foi se engatinhando até ficar com os peitos no apoio do sofá, ficando de quatro e com aquela bunda deliciosa virada para mim, eu não poderia ter uma visão melhor, minha putinha Carla, a gostosona que há tempos eu estava desejando, hoje estava ali de quatro esperando a minha rola pra completar a sua xaninha melada, eu me abaixei e quis dar mais uma chupadinha, enquanto eu esticava o braço para alcançar a calça e pegar a camisinha, quando eu me levanto para pôr a camisinha, ela olha para mim e me vê com a camisinha na mão e diz:
— Usa a camisinha não, me fode de verdade sem camisinha, eu já sou ligada não posso ter mais filhos e além disso não tenho nenhuma DST, me fode de verdade!!! Ela me pediu isso quase chorando, eu não podia negar a minha rola naquela xaninha gostosa, e pra falar a verdade eu queria mesmo era fodê-la sem camisinha, eu também gosto de sexo sem camisinha mesmo sabendo que isso é errado, mas o que eu posso fazer se o que eu e ela queríamos no momento era nervo no nervo.
Eu joguei a camisinha de lado e disse, tudo bem Tia, eu queria mesmo era foder você sem camisinha, só trouxe por precaução, e assim foi, aquela bucetinha não via a hora de receber uma pica, estava toda ensopada, e eu ali atrás dela com a minha piroca bem na portinha, eu só fiz colocar a cabeça da minha pica na entrada e ela completou, ela mesma chegou a sua bunda para trás, fazendo a sua xaninha engolir toda a minha pica, eu não perdi tempo segurei ela pela cintura e comecei as estocadas fortes, a cada pirocada minha Tia urrava de tesão, gemia feito uma cadela no cio, mordia os lábios, apertavam os peitos e pedia mais:
— Vai, mete, mete, coloca tudo, me fode seu puto, não era isso que você queria? Me foder? Esfola minha buceta, mete até as bolas, soca essa pica em mim, soca.
Eu como sobrinho muito obediente, fiz tudo aquilo e muito mais, fodi a vadia da minha Tia com força, metia fundo naquela bucetinha, eu tirava a minha pica e balançava na portinha e sem ela esperar eu enfiava de vez, minha tia dizia:
— Isso, fode, faz assim mesmo, me faz virar mulher, me come, mete tudo em mim.
Eu dava cada pirocada naquela buceta, que as minhas bolas batiam com força na buceta dela, e a cada pirocada a vadia gemia gostoso, eu mais uma vez tirei a minha pica daquela buceta, que estava completamente melada, balancei bem em frente na entrada de sua xaninha, e perguntava:
— O que você quer mesmo, hein??
— Sua rola, Léo. Quero a sua rola dentro de mim, me fodendo gostoso, mete vai.
Eu enfiava de uma vez só e tirava novamente, enfiava de novo e tirava novamente, até que enfiei e não tirei mais, comecei a bombar com mais força, minha Tia levou a sua mão por baixo da sua barriga chegando nas minhas bolas, e enquanto eu fudia a sua bucetinha ela acariciava o meu saco, enquanto eu fudia aquela xaninha gostoso segurei a minha Tia pela cintura, eu levantei o meu braço direito e só fiz descer o braço com mais força, dando uma paulada tão forte que a minha mão chegou a arder, e a vadia chupou o ar entre os dentes, gemeu e disse, entre os lábios que ela estava mordendo, aí gozamos juntos, nos limpamos e quase toda semana dava um jeito de foder.
Espero que tenham gostado da história, logo mais terá outras.