Casa dos Contos Eróticos

As Aventuras de uma CDzinha adolescente EP. 1: Patrícia Travesti PARTE II

No dia seguinte ela me respondeu...

—Que linda você ficou!—começou Patrícia no MSN

Só pude conversar com ela por volta das 14:00, pois antes eu tinha escola.

—Obrigado!—devolvi—Sem você, isso não teria acontecido. Sou muitíssimo grato a você—agora eu fazia questão de me referir a mim no masculino.

—Não há de que! Sei como a vida de crossdresser é difícil, fiz questão de ajudar.

—É difícil mesmo!—repliquei—O preconceito INFELIZMENTE está muito presente no nosso dia a dia.

Depois de quase uma hora conversando com Patrícia no MSN sobre assuntos diversos, eu disparei:

—Você bem que podia brincar comigo de vez em quando!

Logo em seguida me veio o medo de ela nunca mais querer falar comigo. Mas nesse momento ela responde.

—Pode até ser, mas uma brincadeirinha simples, pois você é criança.

Fiquei muito surpreso com sua resposta.

—Mas nós vamos brincar de que então? —questionei

—Na hora eu te falo! —retrucou—Vou te passar meu endereço e você me encontra na minha casa amanhã as três, mas fica de bico calado, só eu, você e mais ninguém vai saber disso.

Automaticamente eu concordei e anotei o endereço. Não ficava muito longe de onde eu morava, então só teria que pegar um ônibus e inventar uma boa desculpa para minha mãe para sair de casa de tarde sem que ela desconfiasse.

Saí da escola e fui correndo para casa almoçar. Depois do almoço fiquei por volta de uma hora assistindo televisão até que quando era umas duas horas da tarde eu fui arrumar a minha mochila com minha lingerie e meu pênis de borracha para ir ao encontro de Patrícia. Parecia tudo perfeito até a hora em que estou a um pé de atravessar a porta de casa

—Onde você está indo, rapaz?—questionou minha mãe

Nesse momento em que eu tentava inventar uma mentira parecia que passavam-se uma hora.

—E... eu estou indo jogar bola na casa do Mateus. —gaguejei

—De calça jeans? —perguntou a minha mãe ironicamente

—A minha roupa está na mochila.

—Deixe-me vê-la, então! —ordenou

Nessa hora meu coração disparou, mas eu mantive a calma, pois se ela visse o que havia na minha mochila...eu nem gosto de pensar no que poderia ter acontecido.

—Mãe, fala sério, né, eu já tenho catorze anos faz uma semana, já está na hora de você começar a confiar mais em mim—negociei

Ela fixou o olhar no meu por um breve período de tempo que para mim pareceu interminável enquanto durou e disse:

—Você está certo! Agora dá aqui um beijo na mamãe!

Depois de dar um beijo em minha mãe pude sair de casa e finalmente respirar aliviado, como se tivesse acabado de sair de um afogamento de curta duração. Uma vez na rua, comecei a andar em direção do ponto de ônibus que ficava a cerca de quinhentos metros de minha casa. Enquanto andava, a tensão era tão grande que eu tinha a sensação de que todos me olhassem e soubessem o que eu iria fazer. Subi no primeiro ônibus que vi e sentei na janela, admirando a paisagem, enquanto aguardava ansioso a chegada na casa de Patrícia.

Até que enfim cheguei na casa dela, depois de ter procurado por muito tempo eu a avistei e, por sorte ficava em uma rua pouco movimentada, apenas alguns carros passavam de vez em quando. Era uma casa pequena e cor-de-rosa bem clarinho. Cinco minutos antes do combinado estava eu, lá fora, tocando o interfone aguardando que o portão abrisse. E se abriu. Meu coração quase pulou pela boca quando vi aquela boneca de corpo escultural abrir a porta e me convidar para entrar. Nessa hora, notei também que eu era mais alto que ela, mesmo que eu só tivesse um metro e setenta na época. Dessa vez ela parecia estar mais bonita do que da outra em que a encontrei na Lan House. Usava uma calça legging rosa e uma camisa até o umbigo e o que mais me intrigava é que o seu pênis não aparecia por cima da calça por mais colada que ela fosse.

—Bem vindo a minha casa!—começou—O que trouxe com você nessa mochila?

—Apenas a lingerie que você me deu.

—O que está esperando para vesti-la? —perguntou Patrícia

—Onde fica o banheiro?

—Nada disso! Eu quero que você troque de roupa na minha frente!

Na mesma hora eu comecei a tirar o tênis, a calça, a camisa e a cueca e logo depois a por minha calcinha (enfiada na bundinha) e meu sutiã. Neste exato momento que a calcinha encosta em meu corpo, meu pênis endureceu.

—Está linda—disse Patrícia e começou a me beijar—Hum...que beijo bom, hein!

Eu tentei dar outro beijo, mas ela cobriu a boca com as mãos e me deu um tapinha na bunda logo em seguida (eu confesso que amei o tapinha).

—Não façamos as coisas antes do tempo! Aquele beijo foi apenas para te animar! —repreendeu—Você já tem um nome de mulher?

—Não. —respondi um pouco desconcertado—E precisa?

—Lógico, você precisa de um nome para te chamarem quando estiver transando.

Eu pensei um pouco e disse:

—Que tal Luana?

—Ótimo! Merece outro beijo.

Aquele beijo parecia ser mais gostoso que o outro. Mas depois desse, ao invés de elogiá-lo, ela simplesmente pegou a minha cabeça e a encaminhou à altura de seu pênis, forçando-me a me ajoelhar. Eu não sabia o que fazer e olhei para cima buscando respostas. Ela olhou nos meus olhos e disse:

—Chupa a minha rola, Luana

De prontidão e com muita vontade de fazê-lo eu abaixei a sua legging até o joelho e vi sua calcinha, uma vermelha, linda, que eu queria estar usando a mesma, porém a abaixei também e resolvi o mistério do pinto que não aparece por cima da calça, ela o punha mole para baixo, e assim o pau não aparecia, pois estava entre as suas pernas e preso pela calcinha. Peguei aquele mastro enorme e comecei a suga-lo como havia visto em alguns vídeos pornô que assistia. Depois de pouco tempo ela já guiava os meus movimentos de vai e vêm com a cabeça e eu tomava cuidado ao utilizar os dentes para não machuca-la e para que ela tivesse um boquete mais gostoso. Enquanto ela não gosava, gemia dizendo coisas como “vai, minha putinha”, “vai, vagaba”, e frases do tipo. Até que ela gosou na minha boca e eu senti o sabor daquela porra densa e deliciosa. Deixei-a um tempo na minha boca para terminar de sentir o gosto e depois engoli. Ela me pegou pelo queixo e me fez levantar.

—Agora, Luana, é a minha vez de retribuir o favor.

Ela se ajoelhou, abaixou a minha calcinha e começou a me chupar. Patrícia alternava a boca com a mão e hora me chupava e hora me punhetava. Era o meu primeiro boquete e rapidamente eu gosei. Ela olhou pra cima de boca aberta me mostrando o meu gozo em sua boca até que fechou a boca e engoliu.

Continua...

O conto ficou um pouco longo e é melhor eu ficar por aqui, mas fiquem tranquilos que em breve tem mais!!

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Skype: Julianno Vicente / juliannovicenteinf@hotmail.com

Beijocas, Luana CDzinha

Comentários

09/09/2015 22:37:58
continue por favor!
21/08/2015 18:06:38
Adorei seu conto, por favor continue!!! Impossivel não sentir tesão se pondo no seu lugar!!!

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