Casa dos Contos Eróticos

Vovó Alice e Eu

Categoria: Heterossexual
Data: 21/06/2015 16:13:27
Última revisão: 23/06/2015 23:59:01
Nota 9.91
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Olá pessoal, vou contar uma história ocorrida comigo há bastante tempo, mas como as pessoas envolvidas estão bem presentes usarei nomes fictícios. Foi no ano 2000 que conheci vovó Alice em circunstância bem especiais. Minha família é do interior de São Paulo, mas meu irmão e eu acabamos ganhando a vida no sul de Minas. Me chamo Roberto, tinha 24 anos, estava trabalhando em Uberlândia e morando em Araguari (distante uns 40Km) pois tinha mudado de emprego há uns 2 meses e ainda não tinha feito a mudança. Na verdade, eu estava empurrando com a barriga essa mudança. Não me importava muito dirigir 80Km por dia. Estava acostumado com minha casinha alugada (um quarto e cozinha), lugar tranquilo, aluguel talvez mais barato do que em Uberlândia.... Meu irmão, 27 anos, já casado coma Célia,25 anos, viviam em Uberlândia. Junto com eles morava a Dona Marta, mãe da Célia.

Embora eu trabalhasse em Uberlândia, não via meu irmão com muita frequência. Num sábado fui visita-los e tomei conhecimento de uma situação que estava tirando o sono de todos eles. Meu irmão me contou que recebeu uma proposta de trabalho irrecusável de uma empresa em Belo Horizonte (ele é engenheiro de transportes), iriam para BH ele, a Célia e a dona Marta. O problema é que a dona Marta tinha a mãe dela, vovó Alice, que morava num pequeno sítio, nos arredores da cidade. Aliás eles iriam visitá-la no dia seguinte, domingo. Até o casamento do meu irmão, dona Marta e a Célia moravam juntas com a vovó Alice. Dona Marta foi morar com o Ricardo e a Célia para dar conta dos afazeres domésticos já que ambos trabalhavam e tinha ainda o Carlinhos, meu sobrinho, com 2 anos (anoDona Marta visitava a vovó Alice pelo menos 3 vezes por semana. Até aquele momento tudo bem, mas se eles se mudassem para Belo Horizonte, distante 540Km, mais de 6 horas de viagem de carro, não dava para fazer visitas frequentes. Vovó Alice com 65 anos não queria nem saber de falar em ir para outro lugar. Estava muito bem no seu pequeno sítio. Era uma mulher independente (era professora primária aposentada), gostava de lidar com sua horta, as galinhas, cuidar do seu jardim... De qualquer forma tanto a Célia como dona Marta se preocupavam em deixa-la para trás, sem poder visitá-la frequentemente para ver como ela estaria. Eram muito apegadas, moraram juntas muitos anos, e afinal de contas eram avó, mãe e filha.

Estávamos à mesa falando desse assunto quando o Ricardo, parou de comer fixou o olhar em mim e abriu um largo sorriso. Passei a mão na boca para ver se deixei escapar comida, nada, olhei para mesa, não deixei cair comida fora do prato. Meu irmão então disparou:

- Roberto, por que você não vem morar em Uberlândia? Você trabalha aqui, não tem ninguém em Araguari que te segurando, tem?

Dona Marta e a Célia pararam de comer e ficaram esperando minha resposta.

- O que foi? Por que vocês estão me olhando assim? Perguntei. Dona Marta seguiu.

- Roberto seria ótimo se você viesse morar com minha mãe. Você economiza gasolina, horas de sono e o aluguel da casa. Mamãe teria uma companhia da família e poderíamos ir para Belo Horizonte mais tranquilos.

- É Roberto. Vovó parece durona, mas ela sabe que a negativa dela em ir conosco pode até fazer o Ricardo desistir da proposta que recebeu e que é excelente para a carreira dele. Se você aceitar ela vai ter companhia e não vai se sentir culpada por não ir conosco, pois estaremos mais tranquilos com você morando lá. Explicou a Célia.

- Calma pessoal, vocês me conhecem, eu sou um caro bem tranquilo. Morar num sítio não me assusta. Incomodar e ser incomodado me assusta. Mas vocês já pensaram se a vovó Alice quer um estranho morando com ela, só para vocês mudarem sossegados?

Eles se olharam, baixaram a cabeça, olharam-se novamente e dona Marta quebrou o silêncio.

- Você tem razão Roberto. Minha mãe não é uma pessoa muito fácil de se lidar. Mas eu não creio que ela causará maiores problemas. Na verdade, estamos levando uma solução...

- Desculpe dona Marta. Interrompi. - Uma solução para o problema de vocês. Ela, em princípio, não tem problema algum. Ficará com saudade de vocês, mas minha presença não vai mudar isso.

- Roberto, o que você acha de morar em Uberlândia? Amanhã nós vamos visitar a vovó Alice, e se você se interessar pela mudança nós te damos um monte de informações sobre a vovó, assim você não chega lá desprevenido. Disse meu irmão.

- Bom... Vamos tentar, por que não? Concordei.

E assim aquela tarde se seguiu um curso intensivo sobre a vovó Alice. Vi algumas fotos recentes, ela tinha um lindo sorriso, não parecia ser brava. Vovó tinha então 65 anos, 1,65 de altura, branca, cabelos encaracolados pretos, levemente grisalhos, um palmo abaixo do ombro, olhos pretos, pouco acima do peso. Tinha seios de bom tamanho e uma bunda bem generosa. Não gostava de bagunça, saia pouco de casa, de vez em quando ia à missa aos domingos pela manhã, dormia cedo, acordava cedo. Adorava cuidar da horta. Saber que as pessoas se alimentavam daquilo que ela plantava lhe dava muita satisfação. Estava viúva há 21 anos. Nunca mais teve outra relação. Dedicou-se a ajudar a sua única filha, dona Marta, educar a sua única neta, Célia.

Por meu lado eu tinha então 24 anos, moreno claro, cabelo liso preto, curtos, olhos castanhos, 1,72m, 71Kg. Havia me formado em administração de empresas e me especializei em finanças. Gostava e gosto de correr, ler, ouvir música baixinho. Gosto de frutas, salada, doces... Nunca tive relacionamentos sérios que durassem mais de, digamos, 3 a 4 meses. Naquele momento estava sem namorada.

Manhã de domingo seguimos para o sítio, eu fui no meu carro e o Ricardo foi com o dele. Já havíamos concordados que eu faria a tentativa de falar com a vovó Alice sendo claro quanto a intenção da minha mudança, ou seja, matar dois coelhos com uma cajadada só.

Uns 15 minutos depois chegamos ao sítio. Meu irmão me apresentou à vovó Alice, nos cumprimentamos com dois beijinhos. Vovó Alice usava uma blusa cinza escuro de botões, uma saia azul marinho rodada que avolumava ainda mais seu traseiro. Dona Marta me contou um pouco da história da casa, mostrou alguns objetos. Era uma casa espaçosa, com 3 quartos, boa sala, cozinha grande, tinha um fogão a lenha desativado (nos dias muito de muito frio elas colocavam a lenha e ficavam batendo papo em volta do fogo). No fundo havia ainda uma boa área coberta, ali havia uma mesa com cadeiras de madeira maciça, mais alguns móveis e um tanque no canto para a limpeza das roupas.

Depois do almoço, preparado carinhosamente pela vovó, após eu ter demostrado interesse pela horta ela me convidou para conhecer. Enquanto passeava pelos canteiros me falava o que era cada um, quanto tempo levava para a colheita, etc. As galinhas ficavam num cercado mais ao fundo. Não podiam ser criadas soltas por causa da horta. Eu disse que ainda bem pois das galinhas só gostava mesmo dos ovos. Não gostava da carne, e muito menos do cheiro. Ela riu e disse que eu era mesmo um desse rapazes da cidade. Aproveitei aquele momento descontraído e introduzi o assunto que me levava ali:

- Vovó Alice eu estou aqui hoje por uma razão bastante particular. Quem sabe possamos nos ajudar. Eu moro em Araguari e trabalho aqui em Uberlândia há uns 2 meses. Ainda não achei um lugar para me mudar. Ontem, falando com o Ricardo ele disse que talvez vá para Belo Horizonte, mas dependia de uma resposta da senhora para acompanhá-los.

- Sei.. Para Belo Horizonte eu não vou Roberto. Como é que podemos nos ajudar?

- Se a senhora me aceitar aqui, eu fico perto de meu trabalho e o pessoal fica menos preocupado em deixá-la sozinha por aqui. O que a senhora acha?

- Você já morou em sítio Roberto? Não há muita coisa por aqui. Quando isso aqui escurece é um silêncio que até dá medo em quem não está acostumado. Meus vizinhos ficam bem afastados. De vez em quando um visita o outro, mas não é muito mais que isso não. Estou lhe dizendo isso pois sei que isso não foi ideia sua, não é mesmo? Não quero que você entre numa fria.

- Não, não foi ideia minha. Mas eu achei que valia a pena tentar porque eu sou uma pessoa bastante tranquila, organizada, caseira, na maior parte do tempo. Eu gosto de correr, ler...Nada que vai incomodar muito a senhora. Quem sabe possamos ser boa companhia um para o outro...

- Eu tô morando sozinha há uns 3 anos Roberto. Será que eu me acostumaria com outra pessoa dentro de casa? Disse vovó.

- E ainda por cima um completo estranho, não? Emendei.

- Não, não Roberto. Você é irmão do Ricardo, é gente boa. Amenizou a vovó. É que à medida que vamos envelhecendo ficamos mais ranzinzas, qualquer coisa nos incomoda...

- Os jovens também são assim. Nesse caso vovó nós dois teríamos um desafio: conviver com uma outra pessoa... Se a senhora aceitar, eu pelo meu lado ficarei feliz de tentar também... A senhora acredita em destino? Se eu não tivesse vindo visitar meu irmão ontem, não saberia desta situação e hoje não estaríamos aqui conversando...

- É... A vida prega cada peça na gente... Sabe Roberto eu adoro minha filha e minha neta, mas isso aqui é a minha vida, é aqui que eu me sinto feliz... Não vou achar isso em nenhum outro lugar do mundo...

- A senhora tem razão vovó Alice, eles sabem disso. Só querem se certificarem que a senhora ficará bem. A senhora já encontrou o seu pedacinho do paraíso. Eu acho que a vontade da dona Marta seria ficar com a senhora, mas ela vai ajudar a Célia e o Ricardo junto com o Carlinhos encontrarem o pedacinho deles... Talvez esteja lá em Belo Horizonte. Quem sabe o meu esteja aqui, pelo menos, por enquanto...

- É... Quem sabe... Vovó Alice abaixou a cabeça por algum tempo, levantou, olhou para mim e disse:

- Eu não sou uma pessoa fácil de lidar, Roberto? Ainda assim você quer tentar?

- Vovó Alice, se continuar onde estou não saberei como é viver ao seu lado, nunca aprenderei as coisas que só a senhora poderá me ensinar... Mas eu também sei brigar quando a senhora quiser...

Estávamos um de frente para o outro, sorrimos, abri os braços e ela avançou para me abraçar. Desejamos boa sorte um para o outro. Voltamos para a casa para darmos a notícia para os outros. Combinamos que eu mudaria no próximo fim de semana e que durante a semana eu viria jantar com ela algumas vezes para ir acertando a mudança, preparando o quarto, essas coisas...

Voltei na 2ª. feira, por volta das 5:30 da tarde. Vovó me esperava para jantarmos e falarmos da minha mudança. Usava um vestido simples estampado em tons azul marinho, detalhes bege, saia rodada, cabelo soltos com uma tiara preta bem fina. Estava muito bonita.

- Roberto, vem tomar um café, depois você olha esse quarto. Vê o que você que deixar, o que quer tirar, tá bom? Você está com fone? Eu ainda estou preparando o antar. Dizia isso com a cabeça baixa dando atenção aos ingredientes que estava picando, quando levantou a cabeça me pegou a admirando... Fui até ela, dei um beijo no rosto e disse:

- A senhora está tão bonita...

- Se tivesse chegado uma hora mais cedo não diria isso. Estava toda suja de terra cuidando dos canteiros.

- Vovó quem é rainha nunca perde a majestade...

- Tá bom. Vem tomar um café. Tá fresquinho... Fiz só para você, eu tomo chá, fiz um bolo também... de cenoura, espero que você goste.

- Tá uma delícia, vovó.,. Obrigado.

Após o café dei uma olha nos 2 quartos disponíveis. Preferi ficar com o do meio, do lado do quarto da vovó. Havia uma cama de casal que eu ia deixar, trocaria o coxão pelo meu, pois era bem mais novo. Tiraria a cômoda colocaria minha pequena estante de livros. O guarda-roupa de 3 portas e três portas e três gavetas erra mais que suficiente. Colocaria minha escrivaninha com uma luminária. Uma ou outra que sobrasse a vovó decidiria se iria ficar guardada no outro quarto ou se ela iria doar para a igreja. Mudei-me no sábado, conforme acertado. Na semana seguinte meu irmão partiu para Belo Horizonte.

A partir dali seria somente eu e a vovó Alice. Como eu estava sem namorada há algum tempo, estava necessitado, a vovó parecia cada vez mais gostosa. Nossa rotina era bem regular, a vovó levantava por volta das 6:00 preparava o café e deixava arrumada a mesa para mim. Eu levantava as 6:00, tomava banho, me arruma quando ia tomar café por volta das 7:00, vovó já estava cuidando da horta. Eu saia de casa por volta das 7:30, quando ela via que já estava de saída, vinha se despedir, dava-lhe um beijo no rosto... À tarde quando regressava por volta das 5:30 da tarde ela já estava de banho tomado, trocada, eu ia até ela a beijava, agradecia o lanche que ela sempre preparava para eu comer antes da janta que comíamos por volta das 7:00. Nesse meio tempo eu elogiava sua comida, conversávamos sobre amenidades, saudade da família, a compras das próximas sementes, o que ela faria no almoço do dia seguinte. Eu falava de situações engraçadas ocorridas na empresa, falava das vendas, da inflação, da internet. Por voltas 8:30 já estávamos recolhidos nos nossos quartos. Eu sentia que levávamos quase uma vida de casal, para mim só estava faltando o sexo... Até então o ponto da casa mais sensual era o banheiro. Na hora do meu banho eu pegava uma calcinha suja da vovó no cesto de roupa e cheirava para me ajudar na punheta que batia pensando nela.

Eu ainda não estava disposto a arriscar tudo por uma trepada, queria algo duradouro. De qualquer modo dei um passo mais ousado. Numa manhã, antes de ir para o trabalho, estava na cozinha, aproveitei e dei-lhe um beijo de despedida na boca e antes que ela abrisse a boca para reagi, eu disse:

- Vovó esse beijo é para dizer que eu estou muito feliz de estar aqui com a senhora. Beijei novamente na boca e disse tchau. Ela disse tchau, bom trabalho, nada mais. À tarde quando voltei, a encontrei na cozinha preparando o jantar. Novamente a cumprimentei com um beijo na boca. Perguntei se estava tudo bem, ela disse que sim. Antes de dormir o beijo de boa noite foi do mesmo jeito. A partir desse dia passei a beijá-la sempre na boca e ela aceitava, não demonstrava qualquer contrariedade. Por outro lado, ela também não estava correspondendo aos meus beijos. Ela se deixava beijar, mas não estava beijando. Isso mudou numa manhã, uns 10 dias depois que comecei a beijá-la na boca. Na despedida daquele dia ela também me beijou. Sem maiores explicações, naquele beijo rápido de despedida matinal nós dois abrimos a boca, um beijou os lábios do outro. Embora minha vontade fosse jogar minha bolsa no chão, pegá-la no colo e levar para o quarto, segurei a onda, disse tchau, virei as costas e segui vibrando por dentro. O que teria mudado para ela ter correspondido, não havia feito nada de diferente, nada especial. Fiquei pensado na hora do almoço, seria igual? Foi. E de noite também. Não deu para disfarçar meu pau duro na hora que fui dá o beijo de boa noite, paciência. A partir daquele dia nossos beijos na boca passaram a ser normais. Me pegava pensado qual seria o próximo passo, seguro, a ser dado. Não queria fazer nada violento, bruto, estava indo bem, não queria pôr tudo a perder... Só estava indo devagar, que droga. Um evento que tive que participar, patrocinando pela empresa, deu a ajuda que eu estava precisando.

Fui um dos cinco funcionários selecionado para fazer um curso de curta duração em Campinas, interior de São Paulo. Sairia na manhã da 4ª. feira, retornaria na noite de 6ª feira. No sábado, anterior à semana da viagem, enquanto tomávamos café falei para a vovó da viagem.

- Vovó tenho novidade na próxima semana...

- O que você vai aprontar Roberto?

- É sério vovó. Eu e mais quatro colegas fomos selecionados para fazer um curso em Campinas.

- Nossa meu filho, Campinas é longe, não?

- Sim vovó. São 500 Km, mas nós vamos de avião. Sairemos na 4ª. feira bem cedinho e retornaremos na noite de 6ª. feira. Três de meus colegas vão viajar já na noite de 3ª. feira.

- Você não pode ir com eles? Assim na manhã seguinte você já estará lá. Mais descansado.

- Sim vovó, eu poderia ir com eles, mas eu prefiro passar mais uma noite aqui com a senhora. Fui até ela, sentei no seu colo, a abracei e completei: - Mas, e a senhora vai ficar bem? Poderei ir sossegado? Serão só duas noites.

- Claro meu querido, eu ficarei bem. Parabéns pela oportunidade do curso. Prepare-se e aproveite bem. Em seguida ela me beijou na boca. Levantei do seu colo e a vida seguiu seu curso.

Na madrugada da 4ª. feira acordei mais cedo pois o táxi vinha me pegar às 6:00. Acordei às 5:15 tomei banho, me troquei e fui até cozinha para tomar um chá que pedi para vovó fazer. Tal foi minha surpresa pois vi a vovó Alice inteira de camisola pela primeira vez. Era uma camisola de algodão, leve, manga curta, com três botões na frente, a estampa era um xadrez bem pequeno azul claro fundo branco e na parte superior, somente a cor branca com detalhes florais bordados em branco também. O comprimento ia à metade das coxas, ela estava sem sutiã, cabelos penteados, soltos. Nunca a tinha visto assim tão linda. Me aproximei, dei o beijo na boca costumeiro e balbuciei:

- Vovó você está... Linda!

Ela olhou para mim, eu estava de terno, portanto um pouco mais alinhado que a roupa social do dia-a-dia.

- Você também está maravilhoso, meu querido. Me abraçou e deu-me um beijo.

-Vovó, a senhora guardou o telefone do hotel, não? Qualquer coisa, por favor, me telefone. Eu vou ligar à noite, conforme combinamos, tá bom?

Eram 5:50, o táxi chegaria a qualquer momento, fui colocar minha mala na varanda, voltei para me despedir. Ela me esperava atrás da porta. Desligou a luz da sala me abraçou apertado e me deu um longo beijo. Minha vovó só de camisola me beijando e abraçando apertado foi demais. Meu pau tava em ponto de explodir, roçando a buceta da vovó. Eu desci meus braços pelas suas costas segurei na sua bunda e apertei conta meu pau ainda mais, ouvi seus primeiros gemidos enquanto minha boca sugava sua língua. O táxi buzinou, nos afastamos, ela ligou a luz, alinhou a minha roupa, me deu beijo e ambos com os olhos rasos d’água nos separamos.

Tal como combinado liguei para ela na noite da 4ª. feira falei um pouco do curso, dos colegas de outras empresas que eu havia conhecido, perguntei como foi o seu dia etc. Na 5ª feira o papo foi mais gostoso:

- Oi vovó, boa noite. Como a senhora está?

- Estou bem, meu querido. E você?

- Eu estou morrendo de saudade vovó.

- Mesmo? Você ainda não arrumou uma namorada por aí?

- Não, vovó. Minha namorada está me esperando em casa...

- Morrendo de saudades, meu querido.

- Espera só mais esta noite vovó. Amanhã vamos matar esta saudade, tá bom? Um beijo bem gostoso, boa noite.

- Outro meu querido. Boa noite até amanhã.

Na tarde da 6ª. feira, consegui tomar um banho antes de ir para o aeroporto. Cheguei em casa por volta das 9:00 da noite, já havia jantado, pedi para a vovó me fazer um chá. Abri a porta, vovó estava ainda mais irresistível. Ela usava uma camisola de algodão, leve, de cor branca com bordas azuis, bem curta, de alças finas, com uma abertura na parte superior amarrada por um pequeno laço (tal como o cadarço de sapato) sem sutiã e com uma calcinha branca de renda. Assim que eu entrei ela apagou a luz da sala, antes que disséssemos nada um para outro nos abraçamos e nos beijamos loucamente. Peguei a vovó no colo e levei- a para o quarto ela ligou a luz, coloquei-a na cama, ela acendeu a luz do abajur, eu desliguei a luz do teto, tirei minha roupa e somente de boxer pulei na cama. Ela quis apagar a luz do abajur que já era bem fraca. Eu disse não, coloquei o abajur no chão, ela se sentiu melhor. Subi na vovó Alice, desamarrei o laço de sua camisola com os dentes, tomei os seus peitos em minhas mãos e comei a chupá-los. Enquanto chupa um acariciava, apertava o outro. Vovó começou a gemer, respiração rápido e ofegante, esticava-se toda embaixo do meu corpo...

- Ai meu querido eu estava moreeeeendo de saudades de você... Uuhhhhhhhhh....AAAAhhhhhhhhhh..... Ai que gostoso meu netinho, mamamama no peito da vovó...mama.... AssimQue gostoso meu querido.... Mama...

Fui descendo minha boca montanha abaixo em busca da gruta do prazer. Tirei minha boxer, a calcinha da vovó Alice, fui descendo, beijando seu abdômen... tinha uma floresta a ser vencida antes da gruta. Que tesão de buceta cercada de pelo por todos os lados. Abri seus lábios, busquei o clitóris que já estava rijo, comecei a lambê-lo, vovó se esticou toda e aos poucos foi flexionando os joelhos e abrindo as pernas. Isso facilitou eu colocar minha cabeça na sua xoxota. Comei a chupar seu clitóris, vovó foi à loucura.

- Ai Roberto... não ...não.... ai meu Deus... que gostooooooooso... ai Robero que é que você tá fazendo comigo meu amor... aaaaaaaaaiiiiiiiiiii. Uuuuuuuhhhhh,... Ai Roberto não faz isso com sua vovó, meu amornão... uuuuhhhhhh - Quanto mais ela falava mais eu a chupava, enfiei dois dedos na sua bucetinha molhada, apertada e quentinha...

- Ai Roberto, não....não... meu amor... assim você me mata... uuuuuhhhhhhhhh, ai Robertonão, não, não uuuuuhhhhhhhh. Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh. Vovó Alice gozou com minha boca na sua buceta. Que tesão. Sequei minha boca no lençol, subi novamente no corpo da vovó, encaixei a cabeça da minha rola na entrada da buceta da vovó, ela estava molhadinha, mas como a muito tempo não usava tive que ir com calma. Vovó ajudou, abrindo os grandes lábios para facilitar a introdução...

- Devagar meu amor... Assim... Assim... Eu tô quase fechada...ai...

Comecei a massagear o clitóris da vovó com a cabeça do meu pinto. Ela gemia de prazer... Insistiu em empurrar a cabeça do meu buceta a dentro, aos pouco, com jeito.. Finalmente...

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii Roberto que dorCalma, vovó, calma... entrou a cabecinha, agora entra tudo.. Tá doendo agora?

- só um pouquinho, vai devagar...Assim.

Aos poucos coloquei para dentro 17cm de rola grossa na xoxota da vovó Alice. Aquilo era indescritível.

Eu ali deito encima da vovó com meu pau duro todinho enfiado na sua buceta. Aos poucos eu fui fazendo o movimento de entra e sai, põe e tira... enquanto eu fodia a boceta eu beijava a boca da vovó:

- Ai vovó que gostoso... que bucetinha apertada, quentinha....

- Tá gostoso meu amor, tá?

- Tá vovó...

- É toda sua Roberto.... É toda sua meu querido... UUUhhhhhhh

Eu já não aguentava mais de tesão. Acelerei ainda mais as encochadas na buceta da vovó, minha bolas batiam nas suas coxas. Minha rola crescia ainda mais dentro daquela buceta quentinha...

- Ai vovó não aguento mais, vou gozar dentro da sua buceta, vovó....

E me apertando contra seu corpo, vovó dizia

- Goza meu amor, goza na vovó.... goza ... goza ... goza vai, aaaaaaiiiii.... aaaaaiiiii.... aaaaaaiaiiiiiiiiii

- Ai vovó... Ai.... Vovó... vou gozar .... aogra.... Agora vovó... aaaaaahhhhhh...... Aaaaahhhhhhh.....Aahhhhhhhhh....aaaaahhhhhhh. Ai vovó que gostoso....

Gozamos juntos.... Isso foi.... Olha hoje eu sei o quanto isso é raro, gozar juntos. A sensação é absurda. Que satisfação. Agente pensa que somente a gente pode dar prazer para a outra pessoa e a outra pessoa pensa a mesma coisa. Num certo sentido, naquele momento isso era a pura verdade. Que mulher deliciosa.

Minha vovó Alice era uma mulher simples, séria, discreta, mas na cama comigo era mais do que minha parceira, minha namorada era a minha puta, minha vadia. Me dava o prazer que eu quisesse. Por outro lado, seu netinho, caseiro, educado, trabalhador se transformava num seu comedor, no seu macho, no seu arrombador de bucetinha apertada, no mestre do orgasmo.

Permanecemos abraçados por mais um bom tempo em silêncio, então eu falei:

- Vovó eu estou muito feliz por estarmos juntos aqui, neste instante. Não cabe em mim a alegria de tê-la aqui em meus braços agora, nua e cansada por ter feito amor comigo. Dei um beijo na sua boca e agradeci:

- Obrigado vovó.

Vovó enxuga as lágrimas e diz:

- Obrigado a você meu querido... Pela sua paciência... Pela sua persistência. Há muito tempo eu gostaria de voltado a fazer amor, mas não via qualquer possibilidade nos homens que tem por aqui. São pessoas muito rudes... Eu buscava carrinho, consideração, companheirismo. Você me mostrou isso e muito mais em pouco tempo, meu amorLogo você... Tão jovem... Esse é mesmo meu pedaço de paraíso como você disse, lembra?

Dizendo isso deu-me um longo beijo. Algum tempo depois levantei para tomar banho enquanto ela arrumou a cama e depois foi para o banho também. Voltamos para a cama dormimos juntos, vestidos com nossos pijamas. Estávamos muito cansados, até a manhã seguinte...

CONTINUA.

Comentários

31/05/2017 13:50:35
Excelente
26/08/2016 10:52:08
Muito excitante, assim como o resto da série!
02/06/2016 00:30:31
Tô com a xota escorrendo de tesão... Tenho uma amiga que começou quase assim com o neto dela (neto mesmo, filho da filha)...
13/05/2016 14:47:00
Espetacular!
13/05/2016 14:46:19
02/07/2015 11:17:43
Seu conto é muito bom,parabéns"
29/06/2015 00:22:44
Conto muito bom, Roberto!... Bem narrado, excitante e diferente na forma e no tema. Adorei. Bateu comigo porque quando eu tinha meus 22 anos transei com uma das mulheres mais gostosas que eu conheci, era cozinheira de restaurante e tinha 69 anos na ocasião. Fomos amantes durante 5 anos, quando ela voltou para o sul, para cuidar do irmão doente. Valeu Roberto, nota 10!
28/06/2015 08:38:43
RELATO ESPETACULAR, BOM PRA DANAR. TESÃO DO COMEÇO AO FIM. MERECE A NOTA MÁXIMA. PARABÉNS!
22/06/2015 21:51:24
Gostei bom português
22/06/2015 17:09:06
Fiquei molhada continua nandasjbv@outlook.com bjs
22/06/2015 11:37:06
Delicioso! Manda logo a continuação...
21/06/2015 22:50:13
que história SENSACIONAL,continue ela logo, eu gosto muito de romances como esse, que acontecem naturalmente.

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