Casa dos Contos Eróticos

Comendo o filho mais novo

Categoria: Homossexual
Data: 10/05/2015 16:28:56
Última revisão: 10/05/2015 16:44:21
Nota 9.86
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~~~se gostam de contos assim, leiam os meus outros~~~

Eu sou o pai. Não poderia pensar daquela forma, e, no entanto, aqui estava eu. Meu filho escutava uma música alta, que era capaz de deixar qualquer um surdo. O som era abafado pela porta do seu quarto. Encostei a cabeça, esperando ouvir algo, mesmo sabendo que o som da música iria me impedir. Estava só ganhando tempo para recuperar o juízo. Mas isso não aconteceu; segurei no trinco da porta do quarto do meu filho e virei.

Ele estava sem camisa, jogando qualquer jogo no computador. Obviamente não poderia me escutar, por causa do som alto. O aparelho ficava numa escrivaninha ao lado da cama, que por sua vez ficava perto da porta. A pele bronzeada deixava-o parecendo um pardo. Usava um chapéu para trás, escondendo seus cabelos.

Percebia agora como ele tinha crescido. Nunca parara para pensar nisso até olhar para ele agora, nesse momento, e notar o quão grande ele estava, como tinha virado um homem imenso, bonito, atraente. De alguma forma ele tinha ficado maior que o irmão mais velho. Meus pensamentos corriam como um trem desgovernado, tirando-me dos trilhos, fazendo-me percorrer caminhos que um pai nunca deveria seguir. Eu estava decidido. Precisava punir os meus filhos. Ensina-los a serem garotos melhores.

Lembrava de quando o colocava no colo. Isso, só iria colocá-lo no colo novamente. Ensiná-lo. Estava grandinho, o meu filho. Seria mais difícil fazê-lo obedecer.

Levantei a minha mão e desliguei o som alto, trazendo a súbita surpresa do meu mais novo. Ele me olhou com aquela cara de jovem revoltado. Sempre usava aquele rosto. Os adolescentes costumavam se revoltar por qualquer coisa. Fechei a porta.

“Eu estava escutando” ele disse, ainda sem entender a minha intrusão, mas voltou a jogar o seu jogo, esperando que eu saísse a qualquer momento.

“Você e qualquer pessoa dentro de um raio de mil quilômetros.” Ele riu.

“Estou ocupado, pai” disse ele.

“Não quero atrapalhar, só conversar.” Minhas pernas me levaram até a sua cama, eu olhei para os lençóis longamente, conseguindo sentir o cheiro terreno de meu filho. “Não vai dar atenção ao seu pai por alguns minutinhos?” Dê-me atenção, filho. Não me ignore. Ajude-me.

“Estou ocupado” repetiu, a voz de desdém.

“Desligue a porra desse computador, a não ser que o queira quebrado agora mesmo.” Ele deu um pequeno pulo na cadeira. Encarou-me assustado, olhos castanhos arregalados, os lábios úmidos brilhavam como se tivessem sido lambidos há pouco tempo. Ele desligou o computador.

“O que aconteceu?” perguntou ele, alerta. Não saiu da cadeira, não voltou a me encarar. Pressenti o seu medo. Respirei fundo. Aquilo não tinha começado bem. Desculpa, filho.

“Eu tenho sido um pai ruim” falei. Ele ficou calado e encarou a parede, ainda incerto por causa do meu grito, ainda hesitante, meu filho. “Não tenho prestado atenção em você. Mas agora eu presto. Quero escutar tudo que você tem para me dizer.”

“Do que está falando?” ele sorriu, depois se virou novamente. Escondeu seu olhar. Desconfiado.

“Venha até aqui. Sente-se ao meu lado.”

Ele fez o que eu disse na mesma hora. Não hesitou. Isso só mostrou o quanto ele estava de fato com medo. Não de mim, do que eu sabia. Vi em seus olhos castanhos, tentava esconder, mas eu vi. Como ele tinha ficado tão musculoso? Eu me perguntei. Ainda meu filho. Ainda meu menino.

Eu estava sentado, os braços apoiados nas pernas enquanto me inclinava como se para alcançar algo. Ele sentou-se ao meu lado. Só então eu me endireitei e olhei diretamente nos olhos assustados do meu filho.

“Eu quero que me conte o que você fez ontem.”

“O que eu fiz?” Eu vi seu peito erguendo-se mais rápido do que o normal. “Eu fiz muitas coisas.”

“Não brinque comigo. Sabe do que eu estou falando.” Devagar, toquei na sua mão, ele a segurou por reflexo, mas eu soltei-me e voltei a tocar nas costas do seu punho, em seus dedos, separadamente. Alisei cada um. “Não minta para mim, garoto.”

“Pai...”

“Papai” falei. “Me chame de papai.”

“Por quê?” Tinha muita confusão na sua voz.

“Porque eu estou mandando” expliquei. Minha voz estava baixa e imperativa. Eu não me reconhecia. Quase como se não fosse eu, ou como se finalmente eu estivesse sendo eu mesmo. Certamente entendia meu filho. Certamente um incesto não seria pior do que outro. “Filho. Quero que confie em mim. Me conte.” Alisei a palma da sua mão, sentindo sua pele e os calos que se formavam nos pulsos. Ele apertou a minha mais uma vez.

“Eu fui para a escola...”

“Não brinque comigo. Sabe muito bem que não é isso que eu quero saber.”

“Pai, eu não...” Ele se lembrou na fúria de meus olhos. “Papai, eu não sei do que você está falando.” Um ótimo mentiroso. Cresceu em todos os aspectos. Um garoto grande. Olha para esses braços enormes, esse ombro largo, quantas bocas ele já não beijou. Garotos e garotas morreriam por ele.

“Pense um pouco. O que você fez de errado ontem? Muito errado.” Mostre-me seus pecados, filho. Compartilhe-os. Eu posso ajudar.

Ele ficou calado.

“Você não me dá outra alternativa” eu disse, e mandei-o se deitar sobre minhas pernas. “Me obedeça. Eu estou falando sério.” E assim ele fez. Colocou seu ventre por cima das minhas coxas, levemente encostando na minha dureza. “Vou tirar esse chapéu.” Joguei o item no chão e alisei o cabelo curto, passando meus dedos por eles, apertando no seu couro cabeludo.

Meu filho só entendeu o que estava acontecendo depois da terceira palmada que eu dei no seu traseiro. Na primeira ele reclamou. Na segunda ele ficou calado. Na terceira ele só pôde olhar para mim de boca aberta, e morder os lábios quando minha mão descia fortemente em sua direção. Sua bunda era durinha e bem malhada, e eu conseguia sentir muito bem por causa do tecido fraco e fino da bermuda que ele usava.

As coisas que eu queria fazer com ele. Dar palmadas era a menos pior. E ele ainda tinha ficado horrorizado.

“Estou lhe ensinando uma lição” falei. Tap! Mais um tapa, bem na banda direita, pegou em cheio e ele se contorceu. Tentou sair, mas eu o segurei ali, eu era o pai, tinha o poder da autoridade sobre ele.

“Pai!” TAP! Aquele tapa foi o mais forte. Ele entendeu o recado. “Papai! Pare por favor.”

“Shhhhhhhh. Eu preciso fazer isso. Você tem sido um garoto mal. Você e seu irmão.” A cada tapa que eu dava, a cada gemido que meu filho soltava, eu tremia e meu pau endurecia mais.

Ele pareceu entender do que eu estava falando. Aceitou os próximos tapas calado, até se apertou contra o meu corpo, fazendo sua barriga ficar em cima do volume totalmente aparente na minha calça. Alisei o seu cabelo, agarrei nos fios e puxei sua cabeça, gentilmente. Ele olhou para mim, mordendo o lábio.

“Entendeu agora?”

“Entendi, papai” cochichou. Tap! Tap! Tap! Ele sibilou. Mas o gemido que deu foi diferente, quase como se estivesse gostando.

“Tenho que dar uma lição” falei. Alisei um pouco, apalpando uma das bandas, antes de bater forte. Ele se remexeu, mas ficou no lugar. “Bom garoto” e eu bati mais uma vez.

“Papai, eu não acredito que isso está acontecendo” disse.

Seu corpo estava sobre mim. Podia sentir seu peso, seu calor emanava e eu podia sentir seu suor na palma da mão enquanto alisava suas costas longas. Ela deslizava, foi até a base do seu pescoço e retornou pelo mesmo caminho. Porém continuo até chegar na bermuda, então passou por debaixo e alisou sua nádega, levando a bermuda junto.

Seu bumbum estava arrepiado. A pele cheia daquelas pequenas saliências. Minha boca encheu de água enquanto eu via aquele volume chamativo só esperando por mim. Meu filho mexeu sua cintura. Sabia que eu estava olhando.

“Papai” ele suspirou meu nome. “O que você vai fazer comigo?” e um arrepio percorreu minha espinha, porque eu sabia que iria fazer coisas ruins e iria gostar muito.

“Meu garoto, eu só vou tentar ensinar a você a como se comportar.” Ele fechou os olhos e se empinou sob a minha mão. Dei-lhe mais um tapa.

“Oh” gemeu baixinho.

“Me fale sobre o que você e seu irmão fazem quando eu não estou olhando.”

“Ele nunca pega na minha bunda. Ele só gosta do meu pau” ele disse, me encarando. Estava gostando daquilo. Eu apertei seu corpo. Tão grande ele era. Cheio de carne. Meu desejo estava fervilhando dentro de mim, minha cueca prestes a estourar.

“Isso é errado” falei, dando-lhe um tapa. A bunda já estava da cor vermelha viva. Meus dedos tinham deixado várias marcas na pele. Dei uma grande apertada e belisquei, até que ele gemesse de dor. “Vem cá” falei, puxei ele para cima e depois mandei que colocasse suas pernas ao meu redor. Assim ele fez, então me enlaçou com seus dois braços e enfiou o rosto no meu pescoço, beijando, cheirando, lambendo.

“Papai” ele suspirou no meu ouvido. Safadinho. Abri suas bandas vermelhas e apertei o máximo que pude. Era quase como se quisesse arrancar um pedaço da sua carne. Lambi o espaço entre seus peitos. Senti o gosto salgado do seu suor.

“Um garoto muito mal você é” disse eu, chupando num de seus bicos durinhos, vermelhos e pequenos. Ele apertou a minha cabeça contra ele.

“Me ensine a ser melhor, papai.” Ele estava se empinando o máximo que podia, até que eu fiz o que ele queria, coloquei um dedo na sua entrada e comecei a massagear devagar. Seu belo corpo musculoso ficou tenso subitamente. Eu beijei sua teta vermelhinha até deixá-la dolorida, enquanto ele alisava o meu cabelo e cheirava a minha essência.

“Meu filho cresceu gostosinho” falei, nos intervalos que tirava um mamilo da boca para colocar o outro. Usei a língua bem no pico, rodeando-o e apertando-o, empurrando a pele para dentro. Tudo isso enquanto eu me contorcia na cueca. “Delicioso...”

“Por que não tentou algo antes, papai? Eu sempre fui um garoto malvado.” Ele tinha entrado na brincadeira, parecia. Meu coração batia acelerado pelo seu corpo maravilhoso.

Apertei meu dedo na sua entrada. Parecia o lugar mais apertado do mundo. Consegui colocar a ponta, sentindo-o fechar-se ao meu redor. Penetrei repetidas vezes só com aquele pequeno pedaço do meu dado. Meu filho puxou o meu cabelo e rebolou com a cintura. Vê-lo assim inquieto só me deixava ainda mais feroz, e eu passava a minha língua por qualquer canto que conseguia encontrar.

Já era tempo de dá-lhe a lição que queria. Deixei-o de quatro na cama.

“Como foi que você ficou tão gostoso?” perguntei, olhando diretamente para o seu anel, abrindo a bunda para que ficasse tudo mais à mostra. Dei uma mordida na banda da direita, depois na esquerda, dificilmente resistindo aquela vontade animal de arrancar um pedaço da carne macia. Ele empurrou seu corpo para trás, ansiando, como uma cadelinha no cio.

Meu filho... como uma cadela. Eu chupei o buraco e enfiei a minha língua. Tão apertado ele era. Meu corpo tremia de tesão. Segurei nas suas coxas voluptuosas e empurrei minha língua mais fundo. Ela estava lá dentro. Eu estava fodendo o meu filho com a língua. Merda...

Então, com medo de gozar antes da horar, eu mirei bem no meio da pequena entrada e cuspi, depois passei o dedo, espalhei.

“Cospe mais, papai” ele pediu. Deus, aquela voz me fazia delirar. Se iria pro inferno por causa daquilo, tudo bem. Eu cuspi mais.

“Estou cuspindo no seu cu, filho. Como se sente a respeito disso?” perguntei. Ele não respondeu, só se empinou mais, gemendo.

Meu filho me disse onde estava o lubrificante. Passei mais um pouco nele e depois no meu pau duro. Encostei a cabeça na sua entrada e o devorei. Não tive pena do meu filho. Ele me engoliu de uma vez só, e quase chorou. Mas eu fiz sons asseguradores, mandei-o se acalmar e confiar em mim. Assim ele fez. Depois de um tempo ele esqueceu da dor. Recebeu minhas estocadas pedindo por mais, para que eu fosse mais depressa.

E no final ele engoliu tudo que eu tinha para dar, ajoelhou-se no chão à minha frente e abriu a boca, colocando a língua para fora. Seus olhos castanhos brilhavam enquanto ele me olhava diretamente e profundamente. De vez em quando, olhava para o meu pau com desejo e sede. Minha porra foi diretamente para a sua boca.

“Bebeu o leitinho da mamãe, e agora o do papai.”

Meu filho abriu bem a boca e mostrou a porra na língua antes de engolir e depois começar a me chupar. Eu achava que tinha conseguido passar a minha lição... para um dos filhos.

Comentários

12/04/2016 20:30:21
muito bom
29/01/2016 05:39:30
10
07/11/2015 01:30:00
Adorei
18/05/2015 17:55:32
Muito bom!
12/05/2015 18:34:19
Vc possui uma boa narrativa... Dê mais realidade aos seus contos e ficará prefeito... ^^
11/05/2015 23:19:56
Continua! Tá massa!
11/05/2015 15:55:34
Continua! Adorei!
11/05/2015 14:55:56
Achei demais
11/05/2015 01:07:25
Estou ansioso pelo próximo... {:
10/05/2015 21:17:40
Achei engraçado e excitante, 10.

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