Manu e Joana – minhas duas ninfas

Um conto erótico de hoteleiro 2011
Categoria: Grupal
Contém 1503 palavras
Data: 07/05/2015 17:25:29

Manu e Joana – minhas duas ninfas

Já fazia quase um ano que Manu tinha sido rifada para meu amigo italiano, e os dois estavam vivendo na Barra da Tijuca, e cada vez que ela ia visitar sua vozinha no nosso prédio, ela passava lá por casa para que eu a visse e as vezes ela dizia que estava com muitas saudades de mim e ai eu fudia seu cuzinho do jeitinho que ela gostava.

Meu amigo italiano estava lhe tratando muito bem, mais a tratava como se fosse seu bibelô, e Manu gostava mesmo era de ser tratada como vadia, como putinha, que tinha aprendido tudo de sexo, e fazia sexo por que amava, por que era ninfo, queria saber de ter sempre espetado em seu cuzinho uma boa caceta, não importava tamanho, grossura, ou até mesmo cor.

Como ela mesmo dizia, só existiam duas cacetas que ela amava, a minha que a tinha descabaçado e a transformado em uma putinha vadia e uma pica negra, a qual ela endoidava e se transformava numa verdadeira puta rampeira, daquelas de se jogar no chão para lamber os pingos de porra que haviam caído fora de sua boca ou de seu cuzinho.

E assim ela ia vivendo sua vidinha, ela estava satisfeita com as mudanças que seu corpinho estava sofrendo, o nosso amigo italiano gastava uma grana preta com estas transformações e estavam bem melhores do que quando a rifei para ele, ela hoje era uma mulher, em tamanho, formato e feições.

E ai quando ela dava estas fugidas, relembrávamos o tempo em que ela era um menininho doidinho em ganhar vara no cuzinho, de como ele me presenteou com Joana, que ainda hoje continua comigo e namorávamos gostoso relembrando nossas travessuras e riscos.

Joana, as vezes ainda dormia na vozinha de Manu, mas a maioria das vezes era lá me casa que ela ficava, inclusive a maior parte de suas roupas já estavam em meu quarto, no meu guarda roupa, inclusive suas roupinhas do colégio, roupinha esta que ela ficava um verdadeiro tesão.

Agora que ela já era mulherzinha descabaçada, que sabia como era gostoso fuder, vivíamos um mar de rosas, pois ela além de me amar muito, ou amar o que eu fazia ela sentir, era uma menininha obediente e que eu adorava vê-la diariamente com uma coleirinha de pedras que eu havia mandado fazer pra ela, e adorava quando ela de coleirinha de colocava de quatro em qualquer cômodo de nosso apartamento e vinha mamar minha caceta.

Quando ela sabia que Manu viria nos visitar, ai então é que ela amava se transformar mesmo em cadelinha, basta dizer que as vezes ela enfiava em seu cuzinho um dildo que tínhamos que tinha o formato de um rabinho de cachorro e que ficava por fora, e ai tínhamos mais uma sessão de sacanagem, pois Manu amava mamar aquela xotinha lisinha, e sentir minha caceta adentrar em seu cuzinho apertadinho e jogar muito leitinho dentro dele, que depois Joana vinha e sugava todo o leitinho anal de Manu e as duas ficavam beijando-se até que ambas estivesses satisfeitas com a quantidade bebida por cada uma.

Neste interim, eu e a avó de Manu, estávamos preparando uma festa de 15 aninhos para Joana, porque sempre soubemos que a família de Joana nunca ligou pra ela, sendo que sua mãe havia largado ela com uma vizinha, avo de Manu, e tinha desaparecido no mundo.

Eu tinha mandado investigar onde ela poderia estar e descobri que ela estava se prostituindo em uma cidade vizinha aqui ao Rio de Janeiro, levantei todo o esquema dela e partir pra conhece-la. Quando cheguei na tal cidade, logo fui procurar meu contato, a pessoa que havia levantado tudo sobre ela, para saber maiores detalhes e ai ele me discorreu o seguinte.

“Esta dona chegou a algum tempo atrás aqui na cidade e logo conheceu o cafetão de uma boate que temos na cidade, e como ela bem gostosa o cafetão se interessou por ela e logo a fez de primeira dama da boate, dizem que ela apanhava dele, mais vivia atrás dele como uma cadelinha e ele a vendia por qualquer dinheiro, ela vivia como escrava dele. Algum tempo tempo, soubemos que havia tido um tiroteio dentro da boate, e que o tal cafetão havia sido morto pelo novo dono dela, sem ninguém desconfiar, nem mesmo o cafetão, ela havia arranjado entre seus clientes, um, que tinha se apaixonado por ela, e ela fez a cabeça do cara de que não poderia ser dele, pois o cafetão a mataria de porrada, isso mexeu com a cabeça do rapaz e ele resolveu que iria matar o cafetão e depois montaria uma casa para ela... e assim aconteceu... hoje o rapaz está preso, cumprindo uma boa pena, e ela esperta como ela só, se apossou da boate e de todas as meninas que eram cafetizadas anteriormente pelo seu cafetão.”

Fomos até a referida boate, numa noite meia chuvosa, talvez o movimento fosse menor neste dia. Chegamos, e procuramos nos sentar bem protegido por umas pilastras, pedi a garçonete que chama-se a dona do estabelecimento, informando a mesma que ele havia sido seu vizinho no Rio de Janeiro. Logo, logo ficou em pé a nossa frente uma mulher linda, maravilhosa, que não tinha a nada a ver com aquela que eu tinha conhecido por fotos no Rio de Janeiro, mandei que ela sentasse pois queria fazer-lhe algumas perguntas, e a primeira foi se ela tinha uma filha que se chamava Joana, e fitei-lhe os olhos. Ela deu uma baforada no cigarro que fumava e disse que a muito tempo ela teve uma filha, seu nome era Joana, mais que ela tinha aberto mão da menina para que pudesse seguir a vida que ela queria e era a vida que ela estava levando, sendo cadela de machos, e ganhando dinheiro do jeito que gostava, ou seja, fudendo.

Sei que de repente, ela está ajoelhada entre minhas pernas, quase que debaixo da mesa, catando o fecho éclair de minha calça e tirando minha caceta pra fora, e pedindo que eu desse ela inteirinha em sua boca, peguei-a de jeito pelos cabelos e a fiz engolir toda minha caceta, até bater em sua garganta e ela engasgar e babar gostoso. Fiz dela ali a cadelinha que ela gostava de ser, e assim continue, fazendo ela engolir profundamente e engasgando encima de minha caceta, o que proporcionava uma baba de prazer e tesão e logo descarreguei toda minha porra naquela boquinha gulosa e que sabia fazer uma garganta profunda como poucas, por isso ela havia escolhido a profissão certa.

Fiquei ainda dois dias na cidade, e nestes dois dias tive como companhia a mãe de Julia ao meu lado, nestes dois dias eu a fudi de todas as formas e jeitos, descobrindo todos os seus segredos sexuais, e por isso dava para entender porque ela largou tudo e se refugiou num puteiro e depois se tornou dona de uma boate, mais isso não competia a mim.

No final destes dois dias, ela na recepção de meu hotel, me esperando, chego com um advogado e um papel preparado para que ela assinasse me dando todos os poderes de criação sobre Joana, ela assinou, pediu-me que cuidasse de sua filha com todo o carinho, e ai eu me vi na obrigação, depois que ela assinou o papel em dizer-lhe que eu cuidava de Joana desde que ela era muito novinha, que a vó de Manu agora tinha uma vida sexual bem agitada e que Joana estava comigo a tempos e que com nossa proximidade eu a havia feito muito mulherzinha, e que eu não abriria mão dela por nada, ela olhou dentro de meus olhos e simplesmente beijou-me na boca e disse baixinho, se eu tratava a filha dela, como eu a tinha tratado nestes dias em que estive lá, então ela ficaria sossegada e que ela seria sempre a cadela que havia sido comigo, era só eu precisar e lhe telefonar que ela correria pra mim também.

Voltei para o Rio de Janeiro, chamei a vó de Manu em meu apartamento, mostrei-lhe o documento assinado, e ela então rindo perguntou-me se não iriamos comemorar este fato, pois agora Joana era minha e até sua netinha Manu também era minha, agora só faltava ela ser minha também. Peguei-a pelos cabelos, trouxe até próximo de minha boca e dei-lhe uma tapa estalada no rosto e ai ela gemeu e pediu baixinho, bate mais, quero gozar gostoso. E então eu lhe fodi aquele cuzinho gostoso, pois depois que ela virou puta o que ela mais gostava era de fuder pelo cuzinho e mamar uma caceta para beber todo o leitinho.

Depois de nossa foda gostosa, voltamos a conversar normalmente, inclusive a respeito do aniversário de Joana e a festinha que poderíamos oferecer-lhe, mais ai eu iria conversar com ela e saber que tipo de festa ela iria querer, e com certeza vocês vão gostar da festa que ela escolheu. Até a próxima.

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Comentários

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Tu voltou que bom te adoro...vou ler depois comento ok bjs

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Li tudo novamente...Como é gostoso teus contos...Bjs tu prometeu e não mandou os contos eu te escrevi anjo...Queria que tu fosse meu Dono amor

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Anjo ...Estou ansioso mandei e-mail....Estou ansioso desde já obrigado...

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Barli, que bom que vc leu todos ps contos em uma tarde... gostou mesmo, mexeu com sua libido. Queres receber outros, mande e-mail para hoteleiro2011@gmail.com que te mando eles beijos e obrigado

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Li todos teus contos em uma tarde ! Maravilhosos continua por favor

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