Casa dos Contos Eróticos

A frentista que adora um boquete I

Oi meu nome é Pizzarro, sou do Rio de Janeiro. Moro próximo a um posto de gasolina, tenho 48 anos e não sou o cara mais bonito da face da terra, mas tenho muito charme (segundo minhas amigas) e muito papo. Tem coisas que acontecem que a gente não espera. Estou sempre lá, conhecendo os frentistas e os encarregados e gerentes. A rotatividade é muito grande entre os frentistas.

Às vezes não duram um mês no local. A média de idade é de 22 a 25 anos. Tem umas que são gostosíssimas outras nem tanto. Os encarregados e gerentes comem as melhores, normalmente.

Já comi duas frentistas de lá: uma casada (muito discreta, morena, muito bonita) e outra mulher hoje de um dos funcionários que até hoje desconfia que comi sua mulher, mas foi antes de estar com ele. Quando ela vai lá, sempre dá um jeito de trocarmos selinhos, mas nunca mais saímos.

Mas a mulher que mais me impressionou foi uma terceira, que não comi, mas vivemos uma história interessante.

É uma morena linda, uns 35 anos( vou chamar ela aqui de Estela(, casada, com um corpo todo trabalhado em academia, 1,65m, coxas grossas, uma bunda linda, os seios tamanhos médios, olhos verdes e uma boca sensualíssima. Trabalhava na loja de conveniências do posto.

Quando chegou, todo mundo caiu em cima, mas quem começou a dar uns pegas foi o encarregado (que aqui vou chamar de Gabriel). Muito meu amigo, fingi que não sabia e começava a elogiar ela com ele, falando de sua bunda, das coxas, que devia ter uma xota linda e ele só ria.

Um dia cheguei cedo e fui à sala dele e quando entro o que vejo: Estela com a calça e calcinha arriada na altura do joelho e ele com a uma mão na bunda dela, chupando os peitos, ela de olhos fechados, gemendo e com o pau dele na mão. Fiquei logo de pau duro, observando a cena encostado-me à porta.

Quando ela abriu os olhos e me viu, simplesmente sorriu e continuou. Eu fiquei com a mão no pau esfregando e olhando pra ela. Ai Gabriel me viu:

- qual é cara, tá ai muito tempo? – disse espantado.

- Pô, não tinha como não ficar vendo parceiro... – disse a ele cheio de excitação.

Ela continuou com a calça arriada e ele com a mão agora na buceta dela, colocando o dedo e ela tocando punheta nele, perguntou:

- Quer ficar vendo?

- Claro, e ainda vou tocar uma punheta – disse e já arriando a parte da frente do short.

- Então fica de olho. Se aparecer alguém, avisa. –disse e colocando ela sentada em uma cadeira da sua mesa.

- Deixa comigo, amigo – eu já com o pau de fora, tocando punheta.

Ela sentou na cadeira e Ele forçou a cabeça dela em direção ao pau dele. Ela então começou a fazer um boquete. Engolia todo o pau depois chupava só a cabecinha, lambia as bolas, isso tudo olhando pra ele e ele xingando ela de puta, vadia, piranha, que o corno do marido dela ia beijar a boca com cheiro de pica, que ia gozar na boca, etc... Eu tocava punheta e olhava pra trás, pra ver se vinha alguém. De repente ele mandou ela parar e olhar para ele e logo em seguida, começou a dar umas porradas na cara dela, que delirava e pedia mais.

- Gosta de apanhar na cara cadela?

- Gosto, disse ela.

- o corno do seu marido não te dá uns tapas na cara não, vadia?

- Não, ele é bonzinho, nunca quis me bater... - disse ela excitada.

- Por isso que ele é corno, né piranha?

-É... -disse ela cheia de tesão.

Ai ele abaixou a cabeça dela para continuar o boquete e ela chupava com uma vontade enorme. Só que um frentista veio em direção ao escritório e avisei a eles. Rapidamente todos nos recompomos, ela ficou sentada na cadeira, ele procurando algo na mesa, em pé e eu encostado à porta. O cara entrou e não se ligou de nada, perguntando coisas de trabalho.

Conversaram, ela levantou e disse que ia trabalhar, passou por mim, olhou meu pau, fez um carinho na minha barriga, riu e foi embora. Eu ia sair e Gabriel pediu para esperar. Assim que o frentista saiu e ele me pediu:

-Pô irmão, não conta nada ai fora não, senão é foda. Eu sei que você é discreto, mas tinha que falar contigo.

- Fica tranquilo amigo. Sabe que não vou falar nada – disse a ele tranquilizando-o.

- Então... Fica calmo que vou te dar uma moral. Todo dia de manhã, boto ela pra mamar meu pau ou comer aquele rabo dela. Se quiser vir pra ver... – disse sorrindo.

- Claro que venho. Não precisava nem perguntar, rsrsrsrs

Passei uns dias sem poder ir lá de manhã, mas o que aconteceu depois é que foi surpreendente... (continua)

Comentários

02/09/2015 08:28:44
Transar não tem hora e nem lugar. Como faço isso muitas vezes num só dia, sei bem como é quando o desejo aperta. Com certeza esse flagra irá render boas coisas. Rss. Se puder, me visite. Nota dez e beijocas.
01/09/2015 14:37:44
Ui...Adorei...

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.