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Acho que estou me apaixonando por um homem... - Capítulo 11

Autor: Tom
Categoria: Homossexual
Data: 03/05/2015 16:32:59
Nota 10.00
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Gari estava bebendo mais que o normal. O meu amigo veio me levar para um bar e, em outra ocasião eu não aceitaria, porém agora eu estava mais que afim de beber. Minha vida estava muito monótona. Minha perna ainda levaria uns meses para ficar boa. Há um mês que estou em casa e ela deveria estar melhor, porém eu acabei tropeçando na bola que meu sobrinho aparentemente esqueceu na frente da porta do meu quarto. Tive que dar uma visitada no hospital para ter certeza de que tudo estava bem. Fora isso, eu não saía muito, só recebia visitas. Quando Gari veio me chamar para tomar uma, eu aceitei, porque ir num bar não era grande coisa, a única coisa que eu deveria fazer era não beber. Seria difícil ver ele se divertindo sem nenhuma preocupação, bebendo e rindo, enquanto eu teria que continuar preso demais na realidade. No entanto, seria melhor do que não ir.

“Mais sete meses e você vai ser pai e ter que ser responsável pelo resto da vida” ele levantou uma lata de cerveja. Falando mais alto do que eu gostaria, Gari chamava a atenção de várias outras pessoas nas outras mesas, que se encontravam espalhadas na praça ao lado do bar. Era um local agradável e o fato de que a gente podia ficar ao ar livre era melhor ainda.

“Seis… seis meses. E fale baixo” falei para ele. Por fora eu parecia calmo, por dentro, eu queria muito beber cachaça.

“Pior ainda.” Gari bebeu mais um pouco e continuava a se distanciar ainda mais do mundo. “Eu conheço um cara, chamado Rafael, que engravidou a namorada e depois descobriu que o filho não era dele, mas do melhor amigo do amigo gay da namorada dele.”

“Que má sorte” falei.

“Um brinde ao Rafael.” Gari falou rindo, levantou sua cerveja e eu levantei o meu refrigerante. Ele estava usando uma camisa regata, branca, com uma caveira do B.O.P.E no meio. Tinha um corpo bronzeado e musculoso, um rosto quadrado e bem desenhado. O nariz era atarracado, mas os lábios eram grossos. Gari era um sorridente. Uma daquelas pessoas que estavam sempre rindo. Eu me sentia a vontade com ele.

“Ao Rafael.” Queria que isso tivesse acontecido comigo, pensei comigo mesmo. Se o filho não fosse meu, eu ainda teria mais tempo para pensar. Mas isso não era produtivo. O filho era meu. Minha vida gosta de aprontar umas dessas para mim.

Gari começou a gargalhar do nada, mas daquela vez, bem baixo para que as pessoas não olhassem. Aproximou-se da mesa e inclinou seu corpo musculoso para falar algo para mim. Fiquei olhando, confuso, até que ele me chamou com os dedos.

“Vou falar um segredo, mas não conte para ninguém.” Seu hálito era cerveja, pitú e vodka ao mesmo tempo. Não sabia como ele ainda possuía fígado.

“Não vou contar” falei, fingindo interesse. Bebi mais refrigerante.

“Ele me comeu enquanto minha namorada assistia.” E quando ele disse isso, eu cuspi o refrigerante na cara dele e arregalei os olhos. Gari se afastou para se limpar, rindo como o bêbado que era. Eu respirei fundo.

“Rafael?” perguntei.

“Sim” respondeu, limpando o rosto. “Minha namorada gosta dessas coisas. No início eu recusei, mas depois acabei tentando, sabe. Gosto de experimentar coisas novas. Mas não conte para ninguém” implorou ele, com uma voz séria.

“Certo” respondi. Bebi mais refrigerante. Gari começou a rir. Porra, aquela era uma notícia e tanto. O pior foi que não conseguia trazer a mim mesmo para julgá-lo. Eu mesmo já tinha feito muita coisa, embora nunca tenha dado o cu. Olhar para Gari e imaginar esse homem grande, cheio de massa e músculo, bonito e com namorada, com outro homem era muito surreal.

“Só uma vez?” perguntei, com um interesse estranho.

“Com o Rafael, sim.” Mais uma vez, eu arregalei os olhos e Gari começou a rir. “Calma, cara. Não ache isso estranho” pediu ele, talvez o álcool estivesse escondendo a estranheza da situação.

“Quer dizer que você faz isso regularmente? Não tem medo de alguém descobrir? Tipo os caras lá do vôlei.”

“Você se surpreenderia se soubessem das pessoas que já sabem. E quem sabe, é porque aceitou o meu pedido.”

“E você gosta?”

“É divertido” Gari disse, com apenas uma ameaça de sorriso. “Por quê?”

“Nada.” De repente, o banco ficou desconfortável e eu tive que reajustar minha posição. Gari chamou o garçom e pediu mais cerveja para ele, enquanto que eu pedi para não pegar mais nada.

“Somos amigos, não é?” perguntou ele. Eu ri.

“É, Gari, somos amigos.” Eu sentia que devia ir embora. Ficar ao ar livre já tinha sido bom demais naquele dia. Tinha que voltar para a casa, ficar trancafiado até melhorar, escutando o quanto eu tenho que ser responsável de agora em diante. As pessoas me davam nos nervos, inclusive a minha namorada. Ela, mais que todo mundo. Suspirei. Não tinha outra alternativa.

“Então eu vou falar outra coisa.”

“Eu não acho que deveria” falei, já pressentindo. Embora essa tenha sido a minha única tentativa de fazê-lo parar.

“Tipo, cara. É pela minha namorada, sabe. Ela gosta e eu gosto de fazê-la feliz. Não sei por que ela se excita me vendo dando o cu,” ele riu “mas eu gosto de fazê-la feliz. Eu tenho que fazer isso com pessoas em quem eu confio. Confio em você.”

De repente, eu senti vontade de beber, foi assim que eu virei toda a cerveja que o garçom deu na mão de Gari.

“Tá dizendo o quê? Que quer dar pra mim?”

Um profundo pensamento alcançou uma lembrança que eu não queria reencontrar. Encontrei-me pensando em outra pessoa e em como eu me sentia muito bem. Talvez com outro homem fosse ser igual. Aquele desejo. Aquela selvageria. Meu corpo queria aquilo de volta, mas minha mente tinha perseverança. Agora era outra pessoa que me oferecia algo inusitado e eu mais uma vez me encontrava naquele limbo.

“Não. Eu não gosto disso.”

“Vamos, Tom. Eu já contei a historia inteira, se fosse tão ruim, você já teria ido embora me chamando de viado. Eu não sou viado. Só quero fazer isso porque é divertido e minha namorada gosta. Só vai ser uma noite, uma noite e só. Eu não sou tão ruim” ele garantiu, com um sorriso. Merda. Agora eu estava imaginando coisas com aquele sorriso. “Ninguém vai saber.”

“Você está bêbado.”

“Eu não teria tanta certeza disso.” Gari se levantou. “Eu não sou tão fraco. Venha, eu te ajudo.”

“Eu posso ir sozinho.” Recusei sua ajuda e me levantei. Ele me levou até seu carro e me deu as chaves.

“Você sabe onde é a minha casa. Se quiser aceitar, é só irmos para lá. Minha namorada está esperando.” Foi então que eu percebi que ele tinha esse plano na cabeça por muito tempo. “Se não, é só você ir até sua casa e a gente nunca mais fala sobre isso.”

E se eu precisasse disso? Só para provar a mim mesmo que aquela fase da minha vida já passou de vez. Sim. Provaria que não tinha mais nenhuma atração por homens. Não tinha. Aquilo era loucura. Mas ele era meu amigo. Seria melhor fazer isso com ele. Depois de tudo que já me contou, poderia confiar nele para não falar nada. E se ele estava falando a verdade, muitos outros dos nossos amigos já fizeram isso. Por que eu não?

“Não vai se arrepender” ele disse, abrindo a porta da sua casa.

Eu entrei com o coração na mão, só para encontrar Giovana cuidando do jantar, mesmo sendo tarde da noite. Ela me tratou como sempre fazia, o casal jantou ao meu lado e conversaram como se nada de estranho tivesse acontecido. Era tudo para me fazer se sentir melhor, eu percebi, e percebi também que eles já eram acostumados com esse tipo de coisa.

Ali mesmo, na sala de jantar, Gari sentou-se no meu colo. Assustado, eu olhei para Giovana, que por sua vez não demonstrou surpresa. Eu não sabia o que fazer. Ela nem tinha olhado. “Então, vamos partir logo para o que interessa?” ele disse para a namorada. Giovana sorriu. Tinha um cabelo longo da cor de ouro, e sob a luz brilhava como o amanhecer.

“Está apressado” ela disse.

“Eu sempre quis experimentar esse aqui.” O filho da mãe começou a rebolar na minha perna, rebolar! E com a sua namorada me olhando. Eu segurei na sua cintura para fazê-lo parar, mas acabei acompanhando o seu movimento devagar e fechei os olhos, porque o atrito e a força do seu corpo sobre o meu pau era grande demais e gostosa demais para ser ignorada. Gari cheirava a macho. Não tinha nenhum tipo de perfume sobre ele. Era só puro homem. Eu suspirei fundo, evitando olhar para a mulher do outro lado da mesa.

“Tudo bem, amor. Mas… Tom, está tudo bem?”

Abri os olhos no mesmo momento. Giovana estava de pé, com um olhar preocupado.

“S-s-sim, está.”

“Você não pode falar isso para ninguém” ela disse, e seu namorado falou: “ele não vai, tem tanto a perder quanto a gente.” E isso era verdade.

Gari saiu de cima, rindo, segurando no seu pau duro, ele me mostrou o volume na bermuda e apertou. Depois alisou meu rosto e eu pude sentir o cheiro forte e pungente do seu membro. Eles me levaram para o quarto, e Gari foi logo tirando a minha roupa.

“Eu estou muito tempo sem malhar” falei, um pouco acanhado.

“Bobagem, querido. Está lindo” ela disse, e tirou a roupa, antes de se deitar na cama. Eu fui o próximo e fiquei no meio. “Eu só quero olhar” continuou Giovana, colocando um dedo entre as pernas e enfiando na sua boceta rosada e depilada. Meu coração parecia uma motocicleta a toda velocidade, podia sentir a vibração à medida que rondava. Assisti Gari tirando suas peças de roupa, a camisa primeiro, mostrando o peitoral e o abdomem bronzeado e brilhoso. Depois a bermuda. Quando tirou a cueca, seu pau era cheio de pelos, tanto que as bola eram meio ofuscadas.

Ele se deitou ao meu lado, já se masturbando. Gari não demorou para começar, deixando sua namorada de lado, ele chupou o meu mamilo. Quando tirava a boca, a saliva deixava o meu mamilo frio e molhado. Chupando e passando a língua, era quente e úmido como um dia ensolarado na praia. Deixei que ele brincasse com o meu pau. Fiquei feliz em saber que eles não esperavam de mim muita atividade. Poderia ficar parado enquanto Gari brincava com meu corpo e sua namorada assistia e se masturbava.

“Você gosta mesmo dele, amor” ela disse.

“Gostosinho” respondeu, olhando para a namorada e mordendo o bico do meu peito. Eu delirei e gemi, e a atenção de Gari veio para mim. “Já estou fazendo você gemer, isso é um bom começo.”

Foi um bom começo e um ótimo processo até o final. Eu gostei mais do que gostaria de ter gostado. O simples fato de sua boca estar na minha barriga já me deixou a beira de gozar. Eu tive que me controlar e por um mínimo eu consegui durar até começar a fodê-lo.

“Temos que ter cuidado com a perna dele” Gari falou.

Descobri duas coisas, que Gari gostava de gritar. E que ele tinha uma bunda maravilhosamente apertada. Foi difícil no começo, mas sentir a cabeça entrando, vendo aquele homem maravilhosos e grande sentando em cima de mim foi alucinante. Ele não poupou voz. Chamou-me de todos os nomes possíveis, para que eu não desanimasse, sua namorada ficou calada durante todo o processo. Depois que ele começou a cavalgar a toda a velocidade, nossas carnes se chocavam continuamente e faziam um som explícito e muito erótico. Gari me chamava de Cachorrão, Pica Grossa, Meu Macho, e cada um me surpreendia mais que o outro.

O homem era simplesmente maluco. Ninguém poderia dizer que ele só achava aquilo divertido. Ele gostava de ser fodido e gostava muito, provavelmente mais do que mulher.

“Porra, eu vou gozar, vou gozar” gemeu ele. Soltou um grito final e derramou sua porra na minha barriga, mas o primeiro jato foi até o meu rosto, chegou na minha boca, e eu pude sentir o gosto amargo. Não recusei. Já podia sentir a culpa me perfurando, a culpa de ter gostado, de saber que ainda não tinha acabado, porque minha namorada não podia me fazer sentir isso, mas como um vício eu iria continuar procurando.

Quando Gari tentou sair, eu o segurei no lugar. Senti a dor na minha perna avisando que era melhor parar. Ignorei. Com violência, eu dei um tapa nas nádegas dele.

“Continua fodendo gostoso, eu ainda não acabei.”

Nos momentos finais, minha cabeça foi para outro canto, uma outra fantasia, que me fez gozar no mesmo instante.

Comentários

05/05/2015 19:25:31
Que Putinga safada e delicioso, passe a rola nesse macho casado safado. ;)
05/05/2015 17:41:40
Lendo e não acreditando no enredo do conto, ainda sim vou ler até o fim, algumas interrogações no ar.
04/05/2015 00:30:19
Discordo dos outros! Desculpe-me, mas não está melhor coisa alguma. No início foram algo magnífico as crises de desejos do Tom, mas a partir do momento que você optou por seguir a vertente dele com Garlan, o contou ganhou outra dimensão. Esta sendo em uma linhagem mais romântica... e plausível pela forma que você a conduzia. Contudo o capítulo anterior foi diferente e o de hoje berou loucura. O que o Tom sente é apenas desejo por homens e está confuso sexualmente? Pois foi isso que você passou com essa entrega dele com o amigo. Ridícula essa parte. Esperei tanto por nada! Espero que este capítulo seja apenas uma engrenagem para sustentar o próximo brilhante capítulo. E que você, autor, decida por Garlan ou não. Do contrário, não nos crie falsas esperanças. Ps: digo que não está bom porque conheci o conto ontem e desde lá reli duas vezes, ou seja, criei um trilho da história e analisei bem o enredo. Viu o meu comentário de ontem? Agora segure o de hoje. E espero que você tome como uma crítica positiva de alguém que está apaixonado por sua forma de escrever. Abraços.
04/05/2015 00:18:43
Ah não curti muito isso, achava q o Tom ia quebrar essa barreira com o Garlan não com um qualquer, enfim sdds do Garlan Rei
04/05/2015 00:05:23
Continua :D
03/05/2015 21:04:58
Uau!!! Tomando fôlego aqui, viu? Saudades do Garlan...
03/05/2015 19:24:08
Que foda ein, preciso nem dizer que tá cada vez melhor, só tô sentindo falta do garlan...
03/05/2015 17:46:22
A forma que você escreva é perfeita e mais perfeito ainda é o que você deixa de escrever.
03/05/2015 17:42:01
Uoww! Foda! Tá cada vez melhor
03/05/2015 17:22:53
Nusss 😮 Q venha esse momento com o Garlan
03/05/2015 17:02:42
Que cara tesao esse Gari, tambem comeria ele e muito, tesao da porra
03/05/2015 16:53:09
#CadaVezMelhor...maseuquerooGarlan
03/05/2015 16:40:52
Faça esta oração se tiver certeza do que está querendo, porque depois não tem volta e ele será seu para sempre, queira ou não. É sério mesmo Santa Rita de Cássia faz ele ser só seu. Oração para ela sumir da vida dele e te deixar em paz com o amor de sua vida. Minha Rainha Santa Rita de Cássia, Rainha das moças solteiras, peço assim: vá aonde (nome mulher) Estiver e faça com que ela não descanse enquanto não for embora da vida de (nome homem), pelos poderes da terra, pela presença do fogo, pela inspiração do ar, pelas virtudes das águas, invoco as 13 almas Benditas e os poderes de Santa Rita . Pela força dos corações sagrados e das lágrimas derramadas por amor, para que se dirija até onde (nome mulher) estiver nesse momento, e liberte-a das maldades humana do seu espírito até ela sumir da vida de (nome homem) e aceite de uma vez por todas que ele não a ama,e nunca mais vai voltar. Que (nome homem) não queira mais ver (nome mulher)e se ficar perto dela que passe mal. Que (nome homem) jamais deseje a (nome mulher) e que ela tenha olhos para outros homens que não seja(nome homem). Salve Santa Rita de Cássia Rainha das moças solteiras Te peço assim:Ajude-me Santa Rita,ajude-me por amor deixe-me conquistar esse sonho de me casar com (nome homem) por favor , Santa Rita de Cássia tira (nome mulher) da vida e dos negócios de (nome homem) que (nome mulher) tome um novo rumo na vida dela e não sinta mais vontade de ir na casa de(nome homem) que desapareça de lá para sempre,e esqueça dele completamente,liberte Santa Rita o (nome homem) da vida e das armações e prisões maldosa de (nome mulher) eu lhe peço assim: oh Santa Rita de Cássia me conceda essa graça, de me casar com (nome homem) e ser feliz ao seu lado de coração limpo e apaixonado e que (nome mulher) encontre outra pessoa para lhe fazer companhia e viver ao seu lado para que ela esqueça de uma vez por todas de (nome homem) e perdoai a (nome mulher) todos os seu pecados e que ela não passe a fazer mais maldade com homem nenhum. Amém Assim que conseguir essa graça,prometo divulgar 22 cópias dessa oração E deixar em uma das suas igrejas para propagação, para que outras moças possa viver sua paixão com paz e amor impossível igual a minha

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