O ESTUPRADOR

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 990 palavras
Data: 18/03/2015 16:35:56
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

AS CRÔNICAS DE MONA - XIII

Em seus quase dez anos de advocacia, Mona nunca havia pego um caso tão estranho. Um jovem agricultor estava sendo acusado de estuprar uma égua e matar no mesmo dia um cavalo do seu patrão, e este o denunciara à polícia. Mas olhando para o jovem à sua frente, Mona não conseguia ver um tarado nem um assassino...

Pediu para que ele contasse a sua versão da história e o jovem, um tanto acanhado, dissera que conhecera a égua bem nova, assim que chegou à fazenda do seu patrão. Fora encarregado de cuidar da égua e de outro cavalo um pouco mais velho, além de ficar responsável pela limpeza do estábulo. Gostava muito da égua, e a tratava bem melhor do que ao cavalo. E ela parecia perceber isso. Tanto que passou a tratá-lo com mais carinho. Lambia-lhe as orelhas, deixando-o arrepiado. Pegava-o desprevenido e tocava com os beiços sua boca, como a dar-lhe um beijo... Ele achava tudo aquilo engraçado até que, um dia, estavam perto do lago da fazenda e ele resolveu dar banho na égua e aproveitou para tomar banho também. Mas assim que a égua viu-o nu, pareceu ter ficado no cio. Lambeu seu pênis e depois colocou-o todo na boca, deixando-o excitado...

Mona olhava para o rapaz sentado algemado à sua frente. Não chegava a ser bonito, mas tinha um corpo quase que perfeito, não fosse umas varizes visíveis em suas pernas. Mas o tórax era bem delineado e os braços, acostumados á vida dura do campo, eram bastante musculosos. O rapaz dizia que não conseguira aguentar a excitação com a égua fazendo-lhe um boquete, e Mona tentando advinhar se ele estava excitado naquele exato momento. Ele arfava contando das intimidades da égua com ele, e Mona imaginando-se no cio também, tal qual a égua. Então ele levantou-se, mostrando a Mona que estava novamente excitado só de pensar...

Um calor subiu de repente, quando Mona viu aquele volume sobressaindo das calças. Não conseguia desviar o olhar do membro excitado dele. Roçou uma coxa na outra, sentindo uma pequena descarga elétrica nas intimidades. Começou a imaginar aquele pênis ereto dentro dela, e se espantou quando o rapaz disse que a expressão da égua era a mesma que ela tinha agora. Desviou o olhar e levantou-se, indo até uma janela, dando-lhe as costas, querendo fugir dele. Mas ele levantou-se e caminhou até perto dela, quase lhe tocando por trás. Mona perguntou o que acontecera depois do “boquete” da égua. Ele disse que o animal virou de costas para ele e ofereceu-lhe a anca. Ele encostou o pênis na bunda de Mona, querendo mostrar que ela o excitava naquele momento. Mona colocou a mão para trás, apalpando aquele membro duro...

Algemado, o jovem agricultor não tinha muita mobilidade. Mona teve que abaixar-se e retirar-lhe as calças, arriando-a junto com a cueca até o chão. O pênis que se mostrou parecia o de um cavalo, tal o seu comprimento. Mona segurou-o com ambas as mãos e massageou-o com delicadeza, arrancando gemidos de prazer do rapaz. Masturbou-o com as mãos, de vez em quando revezando com a boca, e ele gemia alto de prazer. Mona retirou a calcinha e ficou nua sob a minissaia de malha que vestia. Ele procurou seus seios com os lábios, e mona gemeu com o contato da sua língua dura e quente tremulando nos seus mamilos. Depois ele beijou sofregamente a boca de Mona, enquanto ela segurava seu membro com uma das mãos e tentava encaixar a glande na abertura da vagina...

Conseguiu encaixar-se em seu membro latejante, enquanto ele fazia os movimentos de cópula. Era apressado e inexperiente, o rapaz, mas Mona estava muito excitada para reclamar disso. Fez com que ele se encostasse no birô onde estiveram conversando, e agarrou-se a ele, enfiando-se naquele membro até o talo. Mas pediu para que ele continuasse a contar sua história, fantasiando ser ela a égua estuprada por seu amante. Ele contava detalhes da sua transa com o animal, copulando agarrado à anca da égua, e Mona virou-se de costas, querendo sentir aquele membro dentro da sua bunda. Mas aí o rapaz começou a soluçar, e seu membro murchou de repente...

Mona despertou do seu transe ouvindo o choro convulsivo do rapaz. Pediu para ele explicar de novo, pois ela não havia entendido bem. Ele repetiu, dizendo que quando estava enfiado na égua, o cavalo apareceu furioso perto dos dois, como se estivesse com ciúmes. Escapou de um coice, mas caiu sobre a cerca de madeira, de calças arriadas. Então o cavalo empinou e jogou as duas patas sobre o ombro dele, encostando a vara na sua regada da bunda. A égua mordeu o pescoço do animal, querendo livrar o rapaz do assédio, mas levou um coice que caiu estrebuchando no chão. Isso deu tempo ao rapaz correr e pegar um porrete que estava junto à cerca que circundava todo o lago e golpear várias vezes a cabeça do animal, matando-o. Nesse momento foi descoberto pelo patrão, que exigiu que ele pagasse o prejuízo, além de acusá-lo de tarado. Como não tinha dinheiro pra pagar pelo animal, o patrão acabou por denunciá-lo. Agora aguardava julgamento...

Mona estava embasbacada com o caso. Nunca vira algo parecido. E o rapaz parecia ter ficado traumatizado em quase ter sido estuprado pelo cavalo. Dificilmente seria um bom amante anal durante o tempo em que se lembrasse do episódio. Mona deu algumas instruções ao jovem e prometeu voltar no outro dia. Despediram-se e ela tratou de se afastar logo dele, ainda excitada. Andou depressa até seu carro estacionado na frente da delegacia e procurou avidamente seu livrinho de capa de couro, com páginas em branco, titulado Os Contos de Mona. E apressou-se a escrever um poema:

“Um caso muito, muito estranho

Do jovem que quase foi estuprado por um cavalo

Me fez desejar com toda a força aquele enorme falo

Num tesão que não tinha tamanho”

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