O Homem de Terno - Parte 1

Um conto erótico de Bernardo Vilena
Categoria: Homossexual
Contém 762 palavras
Data: 05/01/2015 17:47:23

Primeiramente, preciso falar um pouco sobre mim antes de contar a história a seguir. Meu nome é Bernardo, tenho 18 anos e há pouco tempo me mudei para o sul de Santa Catarina. Essa história aconteceu há alguns meses atrás quando eu ainda vivia no Rio de Janeiro. É uma história fictícia, mas que por muito tempo em fantasiei que poderia ter se tornado real, e é um dos maiores arrependimentos que tenho é o de não ter sequer tentado fazer dessa fantasia uma realidade. Bom, chega de enrolar, vamos aos fatos.

Todos os dias, sem exceções eu tomava um metrô para voltar pra casa. Trabalhava após a faculdade, então quando saía do emprego não pegava a temida “hora do rush”. Quando eu entrava o metrô normalmente não tinha muitas pessoas. Havia uma mulher de aparência cansada, um garoto de cerca de 13 anos muito mais preocupado com seus jogos do que com as pessoas ao redor dele, e um homem. Um belo homem.

Todos os dias que torcia para que pudesse sair logo do trabalho para pegar o metrô e poder ficar de longe admirando-o. Seu cabelo ela loiro de um tom escuro e sempre bem penteados para trás. Vestia terno todos os dias e sapatos sociais pretos com cadarços. Aqui, eu preciso esclarecer algo. Sinto um enorme tesão em homens de terno e sapatos sociais. Meu fetiche por sapatos vai um pouco mais além, mas isto é assunto para outro conto. Quando eu me sentava, procurava sempre me sentar na frente dele e ficava lá, parado, fingido ler ou mexer no celular enquanto na verdade eu o encarava.

Às vezes eu o via direcionando um olhar a mim, mas então eu devia os meus olhos para qualquer coisa próxima a mim e não o encarava. Assim que ele parava de olhar para mim, eu voltava a olhar para ele. E assim íamos todos os dias. Passei a me masturbar pensando nele. Pensando no seu corpo no meu. Pensando em mim tirando o seu terno todinho, ali mesmo no metrô. Cheirando seus sapatos e lambendo-os enquanto ele segurava meus cabelos. Gozava rapidamente pensando naquele macho. Um dia eu seria dele.

E este dia não demorou a chegar.

Certa vez, voltando do trabalho. Pensava naquele homem e que em poucos minutos estaria me encontrando com ele, de certa forma. Assim que entrei no metrô meu coração bateu mais forte. Não havia ninguém no metrô. Ninguém além de mim e do homem de terno. Já era período de férias, então o garoto de cerca 13 anos provavelmente estava em casa. Por algum motivo, a mulher que vinha normalmente também não estava ali. O fato, é que éramos só nós dois.

Assim, quando entrei, o loiro me dirigiu um olhar e sorriu cordialmente. Seu sorriso era tão bonito quando o resto dele. Sorri de volta um pouco tímido e decidi fazer diferente naquele dia em especial. Me aproximei dele e me sentei ao seu lado. Haviam vários lugares para eu me sentar no metrô e certamente o homem ao meu lado também tinha chegado a essa conclusão, pois pude ver pelo canto do olho que ele deu um sorriso leve, que logo desapareceu. Nunca dei muita pinta de que gostava de homens, na verdade, jamais havia namorado um ainda que tivesse tido relações sexuais. Gostava também de garotas, então minha sexualidade nunca antes havia sido discutida por alguém. Logo deduzi que não havia a menor chance de o homem sentado ao meu lado estar desconfiado de algo.

Mas era inevitável não tremer e ficar com as mãos suadas. Limpei as mãos na minha perna e sem querer acabei tocando na perna dele. Murmurei um pedido de desculpas, e virei o rosto. Nisso, pude perceber que ele virou-se para mim e disse um “tudo bem” enquanto sorria. Senti-me obrigado a virar para ele e sorri de volta. Foi então, que ele falou:

- Qual seu nome? – Sua voz saiu quebrando o silêncio entre nós.

- B-Bernardo. – Gaguejei.

- Notei que você vem me olhando já faz algum tempo. – Meu coração parou. – Nos conhecemos de algum lugar? – Seu sorriso continuava lá.

- Não... – Falei, baixo. Meu nervosismo estava nas alturas.

- Podíamos. – Sua voz se calou e seu sorriso também.

Seu rosto se aproximou do meu e seus lábios tocaram os meus. Meus olhos se esbugalharam surpresos, mas assim que notei o que estava acontecendo, correspondi ao seu beijo. Senti a mão dele tocar na altura da minha cintura e me puxar para si. Eu senti que algo ia acontecer. E algo mesmo tempo que estava com medo, desejava aquilo intensamente.

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