B09 – Encontros: Fazendo mamãe gozar

Um conto erótico de Anjo
Categoria: Heterossexual
Contém 5246 palavras
Data: 19/12/2014 19:35:23
Última revisão: 16/04/2016 17:04:32

UM LUGAR CHAMADO PARAÍSO

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No episódio anterior...

Jéssica vê a mãe transando com o tio... A família vai para a praia da Pedra e ficam hospedados em um pequeno chalé onde tudo pode acontecer... Sueli fala que vai separar do marido e termina transando com Roberto, Silvia vê e conversa com os dois... Roberto responde para as filhas sobre seu namoro com Silvia, mas não conta como e onde foi que Silvia perdeu o cabaço com ele... Aline, safada, continua se exibindo para o pai...

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Naquela manhã de véspera de Natal o chalé parecia menos bagunçado que nos dias anteriores, Roberto e Aline acordaram cedo e foram fazer ferira na Vila.

— Não tô gostando de tuas atitudes pai... – a garota olhava a paisagem entre solavancos da caminhonete.

— O que foi dessa vez filha? – espiou ela sem tirar atenção da estrada esburacada.

— Ah! Pai... Tu tá meio distante... – olhou pra ele – Tá parecendo que tu tá com medo da gente...

Ele não respondeu, desde aquela noite de aniversário passou a se policial mais e rechaçar(1) as investidas dela e de Ana Beatriz o que parecia não adiantar muito.

— Isso é besteira pai... – cruzou as pernas sem se importar que ele visse a calcinha – Tu sabes que eu gosto muito de ti...

— Você... Vocês estão passando dos limites Aline... – parou o carro debaixo de um pé de bolota(2) e virou para ela, a calcinha esticada não escondia a vagina quase sem pelo, e ele suspirou – É sobre isso... Você já não é mais criança e sabe que não deve agir dessa forma...

— Agir como?

— Porque você está sentada assim... Com as pernas abertas?

— Ah! Pai, isso é besteira tua... – olhou com olhas moleque – Só ta a gente e... E o que é que tem?

— Isso me incomoda filha...

— Deixa de ser bobo seu Roberto... – abriu mais as pernas e viu que ele respirou agoniado – Não vejo nada de errado tu ver minha florzinha...

— Não... Não é errado, mas isso tem me incomodado... Tua... Tuas primas notam que você age diferente e... E querem...

— Tu tá falando da Bia, né?

— Ela também... Sueli...

— Tia Sueli não liga, pai... – coçou a risca entre as pernas, sentia cócegas e a vagina começava a ficar melada – Tu e a tia Roberta vivem se agarrando...

— É diferente, você sabe... – aquele desejo insano tornou fustigar(3) o pensamento – E você sabe que não podemos ser nada além de pai e filha...

— E quem te disse que eu quero ser mais que filha, seu Roberto... – esticou a perna e colocou em seu colo – Tu é mesmo muito bobo pai... Tá bom, não vou mais te atazanar...

Não mais voltaram falar sobre o assunto, Aline agiu como age uma filha que gosta e adora o pai, mas ele sabia que isso era passageiro e que tão logo houvesse oportunidade a garota tornaria agir como mulher que deseja.

— Trouxe o camarão amor? – Silvia conversava com Roberta sentadas na calçada de madeira do chalé – E tu pequena, deu formiga na cama?

— Essa daí não desgruda do velho – Roberta levantou e abraçou o irmão – Vocês deviam ter me chamado, queria ir na Vila...

— Eu ia te chamar, mas a pequena tirana aqui não permitiu... – farfalhou os cabelos da filha – E o resto da cambada, ainda dorme?

— Como anjinhas... – Silvia recebeu a sacola e entrou.

A pequena refeição aconteceu no clima de sempre na estreita e apertada copa do chalé, naquela manhã Sueli não teve como reclamar da filha nua, ela vestia apenas uma camisa de meia e não usava calcinha, Ana Beatriz, como em todas manhãs, saiu do quarto nua.

— Eita! Que hoje o negócio tá é bom pro teu tio... – Silvia deu uma palmada na bunda da garota – Já viu como tua mãe está?

— Bom dia, tio! – se empoleirou no colo de Roberto – Ouvi falar sobre camarão...

— Sai daí que esse colo é meu... – Aline puxou a prima e sentou no colo do pai – Depois não reclama da sorte sentando pelada no colo do papai...

Sueli riu e não falou nada, já tinha deixado de lado aquela preocupação sobre a filha com o primo, não adiantaria nada tornar falar que ela não deveria agir daquela forma.

O sol nasceu fraco, nuvens negras anunciavam chuvas para o final do dia. Silvia e Roberto saíram para andar na areia, Aline, Bruna e Beatriz também foram.

— E aí amor, está gostando? – Silvia passou o braço pela cintura do marido e caminharam abraçados – No próximo ano vamos passar na fazenda do papai, está bem?

— Deve estar a maior farra por lá... – Roberto recordou da última que passaram férias em Colina do Vale – Tua mãe é uma capetinha...

— Tu conquistou a velha logo que ela te conheceu... – lembranças corriam serelepe(4) na memória – E tu gostou, né seu sacana?

— Gosto de dona Mirtes... Também do seu Alfredo – puxou a cabeça de Aline e ela também abraçou o pai – Está combinado, topam meninas?

—Vocês me levam? – Ana Beatriz abraçou a tia.

— Claro filha? – olhou quando Roberto colocou a caçula no ombro – Você é parte da família, tenho certeza que Sueli não se opõe.

Continuaram caminhando entre uma e outra conversa, risos surgiam espontaneamente e se embrenharam(5) na selva de pedras negras que dava nome à praia. Ali a praia era apenas uma pequena vesga de areia lambida por pequenas ondas e, no centro do emaranhado de pedras, um cajueiro espalhava seus galhos roçando o areia branca e fofa.

Aline deitou na sombra com a cabeça no colo da mãe, Bruna no colo do pai e Beatriz encostada nas costa do tio.

— Tu já tinha vindo aqui amor? – cofiava os cabelos da filha.

— Já... Tua cunhada me trouxe no dia do aniversário – recostou encostado nas costas de Beatriz – E essas molecas também me trouxeram...

— Tu estais bem servido... – Silvia beijou o rosto do marido – Um bando de mulher te paparicando...

Ele sorriu e beijou leve a boca da mulher, Aline olhou para os dois com outros pensamentos povoando a cabecinha maliciosa quando Roberta chegou.

— Mano tu não trouxe o que te pedi...

Para tristeza das meninas ele saiu com Roberta.

— Fica assim não moleca, teu pai não vai fugir com ela – Silvia sussurrou no ouvido da filha.

— Ah! Mãe, a tia é uma estraga prazer... – sentou cruzando as pernas – Papai vive fugindo da gente...

— Fugindo por quê? – mas Silvia sabia bem do que a filha falou – Você tem que entender seu pai... Vocês tem que entender que Roberto não é feito de pedra...

— Ele não tem nada que fugir de mim... – Bruna sentou no colo da mãe.

— Não loirinha, de você não, mas dessas duas taradinhas... – olhou para a filha e para a sobrinha – Vocês estão indo com muita sede ao pote...

— Eu?! – Beatriz sorriu – Nem tô com sede tia!

— Você é a mais safada Bia... – acariciou a perna morena avermelhada pelo sol – Tua mãe está preocupada contigo...

— Mamãe é uma chata, isso sim – levantou e correu para a réstia d’água.

Silvia suspirou, a sobrinha não era mais aquela menininha maluquinha, o corpo já com formas de mulher, as ancas(6) já formadas formando ungida ao corpo já prenunciando a mulher bonita que viria ser, braços e coxas bem torneados e bunda arrebitada. Não havia nada diferente em Aline que correu ao encalço da prima.

— Tia Roberta é um pé no saco! – Beatriz falou quando Aline emparelhou com ela – Ela quer ele só pra ela...

— Mamãe tem razão, Bia... – sentou na estreita faixa de areia sentindo a água lamber seus pés – Tu tá dando muito na cara...

Ana Beatriz sentou, realmente sabia que estava indo muito ligeira e que o tio andava meio que fugindo delas, principalmente dela.

— Esse negócio de tu ficar andando pelada tá dando muito na vista...

— Ah! Eu gosto... Tu sabes que não durmo vestida... – sorriu e abraçou a prima – Dá uma quentura no xiri quando ele me olha...

— Tu fica assim na frente de teu pai?

— E tu pensa que sou doida... E ele não é meu pai!

— Pai não é quem faz, é quem cria e quem gosta da gente...

— O Pablo é um chato, vive infernizando minha vida... – acariciou o ombro da prima – Mas se fosse com o Dinho...

— O que tu fazia?

— Tudo! Tudo o que tu nunca teve coragem de fazer...

— Papai não ia aceitar... – deitou na areia fria – Tu vê como é, não dá entrada...

— É porque tu tem vergonha demais... – deitou de peito dobrando as pernas – Tu tinha coragem mesmo?

— Não sei Bia... Tem vez que acho que não... – virou de lado e apoiou a cabeça na mão espalmada – Acho até que ele não teria coragem de... Ah! Sei lá! – olhou a mãe aproximando – Mamãe tá vindo... – falou baixinho.

Silvia sentou do lado da filha.

— Cadê Bruninha? – Aline estranhou não ver a irmã.

— Foi pro Chalé...

— Ela vai com o papai?

— Se ainda encontrar, com certeza... – acariciou a costa da filha – Sabe que não estranho mais esse jeito de vocês?

Ana Beatriz olhou para a tia e sorriu, Aline não disse nada e nem comentou o que a mãe tinha dito talvez porque não tivesse tanta intimidade com ela como tinha com o pai.

— Tia... A senhora era virgem quando casou com o tio?

Silvia sentiu o baque, olhou espantada para a sobrinha.

— Porque essa pergunta?

— Por nada, só perguntei...

Silvia respirou e também deitou na areia fina e fria, não era mais a mocinha delicada de quando conheceu Roberto, mas o corpo não dizia os trinta e dois anos que tinha e, se alguém que não a conhecesse a visse deitada ao lado das duas, jamais diria ser mãe da morena de olhos castanhos.

— Não...

— Não o que mãe? – Aline aguçou os sentidos.

— Não era mais virgem... – olhava o céu coberto de nuvens lembrando de seu passado.

— Quem foi? Foi o papai?

— Foi filha, teu pai é o único homem para quem abri as pernas... – levantou e sentou de pernas cruzadas defronte das duas, línguas de água lambiam a bunda – Na verdade Roberto foi meu primeiro namorado sério, tive algumas paquerinhas, mas foi teu pai por quem me apaixonei... – suspirou e riu – Senti um treco esquisito quando ele entrou na sala...

— Tu conheceu ele na faculdade... – Aline olhava para a mãe e via sentindo a paixão da mãe pelo pai – Ele caiu na tua também?

— Não... Ele... Desde o início sempre foi o líder da turma... Ótimo aluno, o primeiro... As meninas caiam em cima dele como moscas... – riu – Mas nunca vi ele com nenhuma, era só Roberta...

— A senhora não achava estranho eles ficarem sempre juntos? – Ana Beatriz levantou a cabeça para olhar a tia.

— E porque acharia? Achava... Acho bonito o amor desses dois... Iam pra faculdade juntos, estudavam na biblioteca juntos, saiam pra se divertir juntos... – as recordações bailavam na mente – Nunca vi nenhum dos dois com namorados, onde um estivesse lá estava o outro...

— E como tu conheceu ele? – Aline estava realmente interessada.

— Deu uma trabalheira... – riu alto – Mas foi Roberta quem nos apresentou?

— A senhora conhecia a tia? – Beatriz sentou interessada – Mas ela não era de sua turma...

— Não, Roberta fazia veterinária e a gente agronomia... Nem sei como conheci ela, acho que foi um dos garotos da turma... O Mário, é isso... Ele era louco por tua tia... – os olhos brilhavam e as garotas ficaram mais impressionadas ainda.

— E a senhora caiu matando em cima dele? – a sobrinha riu.

— Que nada Bia, eu era muito tímida... Ficamos amigos, gostava... Gosto de conversar com Roberto, saímos pras noitadas e eu adorava estar junto deles... – suspirou – Roberto sempre foi um homem atencioso, sabe ouvir e fala o que a gente espera... Puxou pra tua avó... Dona Claudia venerava... Venera o filho...

— E quando foi que ele lhe comeu? – Aline parecia impaciente – Foi na boate, não foi?

— Foi... Foi na bendita boate... – sentia a xoxota úmida – Mas não foi ele... Eu tava meio pirada e... Eu sonhava que perderia minha virgindade em uma cama, mas foi lá... No pátio da Pássaros...

— Como não foi ele mãe?

— Não sei o que deu em mim naquela noite... Eu nunca tinha ficado com alguém, era virgem de tudo... – olhou para a filha e uma pontinha de arrependimento estralou dentro dela – Acho que ele não queria, mas... Eu era... Eu sou louca por teu pai filha... Mas naquela noite eu estava decidida e... – riu lembrando – Roberto me levou para vomitar...

— Argh! Vomitar mãe?

— Eu estava chapada de uísque... – riu – Roberta fez teu pai ir dançar comigo e... Passei mal... Ele me levou para a área externa e... – fez cara de nojo – Vomitei, ele ficou me amparando... Dizia que era para eu me acalmar e... E depois... Ele me beijou, eu não queria, minha boca era o puro vômito, mas ele me beijou – olhou para as duas e continuou sem mais se importar, não eram mais crianças e entenderiam – Levei ele pra uma espécie de recanto e... E... Chupei o pau dele...

— Mãe?! Tu já tinha chupado alguém?

— Não filha, foi minha primeira chupada... – não sentiu remorsos e nem vergonha.

— Ele gozou tia?

— Gozou...

— Ai! Que nojo mãe? – Aline nunca tinha pensado ser possível aquilo – Na tua boca?

— Na minha boca e eu bebi o gozo como se fosse um vinho divino... – olhou para a filha – Não faça era cara filha, é normal nos bebermos o gozo, não é sujo...

— Que gosto tem tia?

— Não sei de outros, mas o esperma do teu tio é levemente salgado... – olhava ora para a filha, ora para a sobrinha – O esperma é composto de açúcares e proteínas, portanto é uma secreção que não faz mal, porém o cuidado é em relação à transmissão de doenças através da cavidade oral.

— O que tu sentiu quando tu chupou ele? – Aline sentia o corpo fremir.

— Senti prazer... É muito excitante e gostoso fazer sexo oral com quem você ama e convive... olhou sorrindo para a filha – Fiquei muito molhada, com muito tesão... Antes eu nem pensava nisso, não suportava nem falar em chupar o pau de um homem... Achava super nojento... Pensava que nunca ia praticar.

— E o que o homem sente, ele gosta? – Beatriz já tinha chupado alguns namorados.

— Isso eu não sei, mas os homens também adoram fazer o sexo oral – fez uma pausa – Acho que o motivo disso é que eles se sentem os senhores do mundo quando isso acontece.

— Eles chupam a xoxota? – a filha olhou espantada para a mãe.

— Claro que chupam filha e é maravilhoso... – sorriu – Nossa vagina, área genital feminina é extremamente sensível, por isso os toque com a língua nos faz sentir muito prazer e quando o parceiro conhece onde tocar aí a coisa explode...

— E papai sabe onde deve tocar?

— Em mim é maravilhoso... – olhou para a sobrinha – E outras mulheres que tiveram o prazer de ter seu tio entre as pernas sempre dizem que gozam melhor que quando penetradas...

— Outras mulheres mãe, quem?

— Isso não posso responder – puxou a filha – Existem coisas que não posso falar...

— E... E quando vocês... Quando ele... – Aline não teve coragem de completar.

— Foi um sonho realizado filha... – Silvia sabia o que a filha não tinha dito – E gozei como uma cadela...

— Doeu tia?

— Acho que por eu estar meu chapada de álcool não senti tantas dores...

— Dói muito quando quebra o cabaço? – Aline cortou a mãe.

— Esta é a grande dúvida muito comum em garotas que estão pensando em perder a virgindade filha – lembrou das aulas de sexualidade na faculdade – Muitas meninas associam isso ao rompimento do hímen e ao sangramento resultante desse rompimento, mas não é essa a real causa da dor – parou e olhou para as duas – Somente se a mulher estiver tensa... Tudo por falta de informação... É comum a menina perguntar para as amigas como se faz e todas normalmente falam que vai doer e pronto, ela espera pela dor...

— Mas... E não sai sangue?

— Filha... A vagina é elástica e não oferece resistência, mas quando a mulher está tensa, ela enrijece tanto a musculatura que o pênis encontra dificuldade na penetração... – esperou que elas absorvessem antes de continuar – E isso faz com que o homem tenha de forçar a entrada, causando incômodo. É o que acontece com a maioria e o hímen não é um tecido regado por sangue, é uma película que ao romper não sangra e nem dói...

— Tia... Mas o pau do Dinho é muito grande.

— Não Bia, você já viu outros? – sorriu aso ver que a garota empalideceu – O pênis médio do homem brasileiro é entre 12,5 cm e 17,5 cm... O do seu tio é um pouquinho maior, mas não é assim tão grandão...

— O do papai mede quanto, mãe?

Silvia lembrou das brincadeiras no apartamento do marido e de Roberta.

— Quando a gente namorava tinha dezoito centímetros e sete décimos... – viu o marido correndo com Bruna nos ombros – Teu pai chegou...

— A gente pode conversar depois tia?

— Vamos ver... – levantou e foi ao encontro do marido.

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Depois do almoço Sueli chamou Roberto para conversar sobre Ana Beatriz e subiram o morro de areia.

— Preocupa não Su... – sentaram debaixo de um cajueiro retorcido pelo vento – Tu sabes que não vou fazer nada com ela...

— Não sei mais o que fazer Dinho... Lá em casa... – respirou e deitou na areia fina com a cabeça no colo do primo – O Pablo...

— O boliviano mexeu com ela? – sentiu uma pontada na espinha.

— Não, mas... Ele nunca foi pai de verdade, aceitou porque precisava ficar no país...

A mesma cantilena(7) de sempre, Roberto escutou acariciando os cabelos da prima e não se manifestou sabendo que não havia nada o que falar, que somente ela poderia resolver aquela situação insólita(8) que vinha se repetindo desde que Beatriz soube que Pablo não era seu pai biológico.

— Minha pererequinha sem juízo... – falou depois de quase quinze minutos – Tu sempre foi cabecinha oca...

— E essa obsessão(9) por ti tem me deixado de cabelos arrepiados... – olhou para cima, ele olhava para ela – Será que é uma maldição todas as mulheres da família querem trepar contigo? – riu – Que diabo tia Claudia fez contigo, safado...

— O mesmo que tia Vera fez contigo... – sorriu e o pensamento voou para trás...

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(3 de dezembro de 1977, sábado)

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Claudia se deixou cair no sofá cansada, a sala e a varanda parecia um campo de guerra, mas estava feliz com a felicidade dos filhos. Era para ser apenas uma festinha que se transformou naquela muvuca(10) ensandecida de pequenos malucos saracoteando(11) ao som da radiola.

— Mãe, as meninas podem dormir aqui? – Roberta parou na frente da mãe.

— Claro que podem, hoje ainda é seu dia... – puxou a filha para o colo – Diz pra teu irmão dormir no meu quarto...

— Porque que ele não pode dormir com a gente?

— E como fazer isso moleca... – sorriu – Eita cegueira?

— As meninas dormem na cama dele e ele na minha...

— E cabe todo mundo?

— A gente dá um jeitinho...

— Não filha, vocês dormem em seu quarto e o Dinho dorme comigo – beijou a filha – Minha menina já é uma mocinha...

Roberta ainda tentou regatear, mas Claudia não cedeu. Não era por nada, as meninas já estavam acostumadas com a bagunça do quarto dos filhos, mas aquela noite era especial.

— Fica assim não loirinha safada... – abraçou a filha – Não vou sumir com teu dengo...

Mesmo a contragosto Roberta aquiesceu(12) e saiu aos pulos, Claudia ainda ficou dando uma arrumada na bagunça antes de ir para o quarto, o filho já estava deitado na cama.

— Estou quebrada filho... – fechou a porta, tirou o vestido e sentou na cama – Desabotoa aqui... – o filho soltou os colchetes(13) do sutiã e ela sentiu alívio imediato – Essas coisas aperta demais... Toma banho com a mamãe?

Não esperou que o filho respondesse, tirou a calcinha e entrou no banheiro. Roberto olhou para ela, para suas costas e nádegas firmes, o andar sensual de mulher que sabe ser mulher. Levantou tirando a roupa e entrou atrás dela, Claudia estava sentada no vaso e sorriu ao ver que o filho estava excitado.

— Gostou da festinha? – segurou sua mão e puxou para ela – Você quase não se divertiu... Essa cegueira por tua irmã está dando na vista, filho... Nem com Suzana você dançou?

— Dancei sim mãe... – olhou os seios e os mamilos quase da cor da pele – Tu sabes que a gente não gosta de ficar separados...

— Eu sei filho, mas vocês devem se divertir, namorar... – tocou com carinho a pica do filho – Não vi tua irmã com ninguém...

— Ela brincou com as meninas... – suspirou, a mãe acariciava o pau duro.

— E com você... Mas estou falando de meninos... Nunca vi sua irmã namorar... – olhou para ele – E nem você...

Desde quando ainda usavam fraldas eram apenas os dois, Claudia incentivou no princípio, gostava do cuidado que um sempre teve pelo outro. No Jardim de infância ainda tentou coloca-los em turmas separadas, mas os dois espernearam e só aceitaram ficar quando, finalmente, estavam juntos. No primeiro grau e no início do segundo foi a mesma coisa, eram apenas eles e os outros. Nos passeios da escola, nas festinhas de aniversário não havia outros que se interpusessem(14) a eles e quando cresceram tentou fazer ver que deveriam viver um pouco mais livres um do outro, que deveriam fazer novas amizades, que deveriam arranjar namoradinhos, mas nunca conseguiu, de verdade, que eles deixassem alguém chegar a eles e somente ela conseguia separa-los por alguns poucos momentos.

— Tu sabes que não quero ninguém... – apoiou as mãos nos ombros da mãe – Se ela quiser pode namorar quem ela quiser, mas eu não quero...

— O que você sente de verdade por sua irmã?

— Ah! Mãe, tu sabe...

— Não, não sei filho... – terminou de urinar, levantou e abraçou o filho – Não estou querendo te separar de Roberta, mas vocês tem que viver suas vidas filho...

Roberto não respondeu, não queria responder o que nem ele sabia. Se separou da mãe e entrou no box. Claudia ainda ficou alguns momentos parada, na cabeça um bichinho começava roer suas vontades e não era por desconfiança, desde alguns anos tinha quase certeza de que um dia aconteceria.

— Agora você não é mais criança, Dinho... – deitou na cama – É o homenzinho da casa...

Roberto não respondeu e nem falou nada, há tempos sentia necessidade de assumir mais e mais ajudar a mãe na administração da fazenda e não apenas no pastoreio da maternidade.

— Que foi filho, o bicho papão comeu tua língua? – a mãe se incomodou com o silêncio do filho.

— Nada mãe, tava só pensando – virou e ficou de lado com a cabeça apoiada na mão.

— Pensava o que filho... – acariciou o tórax e bolinou o biquinho do peito – Ganhou muitos presentes?

— Não... Mas Tinha ganhou...

— Ué? E aquela caixa cheia?

— Quase tudo dela – sorriu sentindo cócegas e também bolinou no biquinho do peito da mãe – Tu é muito bonita mãe...

— Você acha? – também virou de lado e se encararam, olhou para a mão brincando com seu peito.

Aqueles desejos de mulher que tentava esconder e esquecer tornou martelar o espírito, os carinhos do filho, os beijos melados não ajudava muito.

— Você gosta de meu peito... – sussurrou, não havia perguntado, foi uma afirmação.

— Gosto... São bonitos... – aproximou e lambeu o biquinho e ela suspirou.

— Gosto de seus carinhos... – falou baixinho e tornou deitar.

O filho buscou novamente os biquinhos e tornou lamber e chupar, Claudia sentia o corpo vivo a cada nova descoberta do filho.

— Meu menino gostoso... – abriu as pernas, tinha de abrir, estava melecada – Quero te dar meu presente... – puxou o filho e ele subiu em seu corpo – O que você gostaria de ganhar?

— Tenho tudo o que quero... – beijou os olhos da mãe – Tenho uma mãe maravilhosa que me ama, tenho a melhor irmã do mundo, a fazenda... A senhora já me deu tudo o que preciso... – acariciou o rosto da mãe.

— Me responda... Você já... Já esteve com alguma mulher... Assim como estamos agora? – olhava dentro de seus olhos e ele dentro dos dela – Uma mulher de verdade... Não Robertinha...

O filho olhou para ela, sorriu um sorriso de quem não é tão inocente como poderia ser, mas não respondeu. Claudia desconfiou que seu filho já não era tão puro quanto gostaria e pensava que fosse.

— Quem foi? – murmurou, a mão dentro da cueca alisava a bunda macia.

— Porque a senhora quer saber? – sorriu moleque.

— Você já...

— Ah! Mãe...

— Quem foi? – tornou perguntar – Foi a Das Neves? – ele não respondeu, apenas olhou para ela, no rosto bonito uma luz que não escondia nada – Ela lhe ensinou alguma coisa?

— Não foi só ela... – a respiração forte fez o peito balançar – Tu ficou com raiva de mim?

— Não filho, claro que não... Vocês transaram? – ele tornou não responder, ela esperou e ele não respondeu – Você gostou?

— Gostei... – respondeu depois de pensar muito se deveria falar tudo – Foi no galpão...

— No galpão? – sorriu – Em cimas da sacaria... E... E fizeram tudo?

— Na... Na primeira vez não... – olhou em seu rosto e não viu nada que dissesse que estivesse com raiva, talvez ciúmes – E... E depois...

— Foram quantas vezes?

— Um bocado... Foi naquele dia que choveu o dia todo... E... A senhora e Tinha tiveram que ficar na Vila... – um suspiro e um sorriso manso – A gente... Eu tava botando as vacas e... Ela me ajudou... Ficamos molhados e... E fomos pro galpão...

— Foi ela quem começou?

— Não... – sorriu, o pau duro pressionava e ela sentiu – Eu abracei ela... Ela... A gente tava nu e... E a gente caiu nos sacos...

— Meu Deus?! Tenho um filho safado e taradinho... – se divertiu com o acabrunhamento(15) do filho – E o que ela... Vocês fizeram?

— Ela chupou meu pau e... Eu chupei a xoxota dela...

— Você já tinha chupado alguém? – o pensamento grudou na filha.

— Já... Mas não como ela me ensinou...

— E como foi que ela lhe ensinou?

— Ora mãe?!... Ensinou onde tocar, onde lamber pra dar prazer pra ela...

— E onde é que você deve tocar e chupar? – um pensamento sacana – Quer fazer comigo?

— Tu deixa?

— Faça, me diga como foi... – olhou para ele e abriu as pernas – Me dê prazer, faz a mamãe gozar...

Roberto olhou para ela demoradamente antes de escorregar pelo seu corpo e ficar entre suas pernas, Claudia olhava para ele com um olhar de desejo, desejo que vinha escondendo há algum tempo, desejo que lhe povoava os sonhos.

— Faz filho, dá prazer pra mamãe... – viu quando ele olhou para sua vagina depilada, branca, alva, para os grandes lábios em vermelho claro e ele sentiu o aroma da mulher encher sua narina e beijou, beijou as beiradinhas reluzias(16) sentindo o sabor da vagina de onde tinha sido gerado, meio salgado, meio doce e Claudia se imaginou flutuar aos primeiros toque da língua nervosa do filho – Ui! Filho... Hun! Isso... Aí... Aí... Isso... Hun! Hun!

E ele lambeu roçando a ponta na língua no ponto eriçado acima da vagina, e a mãe gemeu e ele sugou, engoliu aquele líquido viscoso que saia, não sentia cheiro, apenas o aroma morno saindo do funda da boceta da mãe.

— Hun! Hun! Hun! Faz... Isso... Hun! Hun! Assim... Lambe... Ai, filho, ai... Hun! Hun! Isso, assim, assim...

Talvez para ele uma nova descoberta e para ela a certeza de que aqueles anos de solidão, sem um homem que lhe desse prazer havia terminado.

— Dinho... Dinho... DINHO!!! – gritou o gozo gozado.

Ele continuou lamber e sugar as golfadas que melecava o nariz, que escorria e ela, mãe gozando, não pertencia mais ao mundo do antes, estava rompida a barreira, tinha gozado novamente na língua de um homem, de um homem seu, o filho lhe tinha dado prazer.

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(24 de dezembro de 1999, sexta-feira)

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— Peguei vocês! – Ana Beatriz tinha visto os dois subindo o morro e esperou antes de subir por outra vereda – O que vocês estão fazendo, seus safados?

Sueli não conseguiu colocar de volta o peito que Roberto massageava, olhou espantada e gelou quando a filha sentou no colo de Roberto.

— O que é isso Beatriz! – se atrapalhou tentando fechar a camisa – O que você veio fazer?

— Vi vocês subindo e... – olhou sorrindo para a mãe que tampava os seios com as mãos – Vocês são muito safados... Iam dar uma escondidos, né dona Sueli?

— Dar uma o que menina, me respeita!

— Tá bom mãe, me engana que eu acredito... – riu deliciada com o flagra – A tia Silvia sabe que tu estais aqui tio?

(Continua)

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Leia o episódio anterior, no próximo...

Sueli fica nervosa e consegue segurar o gozo, Ana Beatriz não sabia que a mãe estava com o pau do tio enterrado na xoxota... Sueli confessa que Roberto é o pai de sua filha, mas ela não acreditou até a mãe mostrar que a marca de nascença da filha era igual a do primo... A garota se convence, mas senta nua no colo de Roberto e ouve sua história... Ela continua querendo que ele seja o seu primeiro, Roberto brinca e em um momento de descuido a filha sente o pau entre suas pernas... Sueli tira a filha do colo de Roberto... De noite Aline vai para a paia atrás do pai e conversam amenidades até que Roberto, lembrando de Beatriz em seu colo, fica excitado... Aline aproveita o momento e deixa o pai beijar sua xoxotinha e goza...

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Glossário:

1. Rechaçar: v.t.d. Obrigar (algo ou alguém) a sair; fazer com que seja rebatido ou repelido; repelir: rechaçar os adversários; Possuir uma posição contrária a; opor-se: rechaçar a oferta; Figurado. Responder ou contestar alguma coisa; rebater: rechaçar uma crítica. (Etm. do francês: rechacier).

2. Bolota: s.f. Fruto do carvalho e do azinheiro, de cúpula escamosa; glande; Ornamento de passamanaria que tem o feitio da bolota.

3. Fustigar: Excitar, estimular; Fig. Ferir com palavras sem réplica: fustigar alguém com uma advertência.

4. Serelepe: s.m. Figurado. Que demonstra muita esperteza, ardiloso; Agitado, esperto, danado.

5. Embrenhar: Penetrar, adentrar, envolver-se; v.t. Esconder, meter (nas brenhas ou no mato).

6. Ancas: Região lateral do corpo humano, da cintura à articulação da coxa; Região do corpo que se estende da cintura até as coxas. Compreende as partes íntimas femininas quadris e todo o resto desta região.

7. Cantilena: Queixume insistente; lamúria. Texto ou narrativa entediante.

8. Insólito: adj. Que não se apresenta de maneira habitual; que é raro ou incomum; anormal: problema insólito. Que se opõe à utilização das normas; que não se adequa às regras ou à tradição: modo de vida insólito. (Etm. do latim: insolitus.a.um)

9. Obsessão: s.f. Preocupação exagerada com alguma coisa; apego excessivo a uma mesma ideia; ideia fixa. Compulsão; necessidade intensa para fazer algo ilógico ou insensato: a obsessão pelo dinheiro. Impertinência; ato de aborrecer alguém com solicitações insistentes. (Psicologia): Neurose que se define pelos pensamentos, ou ações, repetitivos e compulsivos; neurose obsessivo-compulsiva. (Etm. do latim: obsessio.onis).

10. Muvuca: Grupo de pessoas fazendo bagunça, desorganizado. (Indígena)Mistura de vários grãos e sementes com terra, para reflorestar uma área devastada.

11. Saracotear: Agitar (o corpo, os braços, os quadris) graciosamente. Dançar, gingando. Estar buliçoso, irrequieto, andar de um lado para outro.

12. Aquiescer: Ter um comportamento transigente ou ponderar com transigência; consentir, ceder, pôr-se de acordo, anuir: com um simples sinal, aquiesceu. (Etm. do latim: acquiescere).

13. Colchete: Pequeno gancho de metal que serve para prender uma parte do vestido em outra. Colchete de pressão, pequeno botão que se prende por pressão numa peça metálica complementar. Gancho duplo onde se pendura a carne nos açougues

14. Interpusessem (interpus): Ato de se pôr entre, intrometer-se.

15. Acabrunhado: Humilhado, envergonhado.

16. Reluzir: Resplandecer, brilhar.

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Muito boa serie se voce tiver outras em perfis diferente poderia me indicar?

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