o conto !

Um conto erótico de will
Categoria: Homossexual
Contém 8090 palavras
Data: 06/11/2014 23:19:06
Assuntos: Gay, Homossexual

Foi estranho,estar diante de meu filho,saber que ele é gay,aceitar que eu também sou,ter de ouvir as explicações dele,e ainda ter de me explicar também. Mas foi o mais natural possível,houve alguns questionamentos da parte dele sobre,desde quando,se eu era assim quando estava com sua mãe,me perguntou até mesmo se era tão gostoso quanto parecia.

Respondi tudo com sinceridade,até mesmo a parte sobre o sexo,mas,tive de perguntar a eles há quanto tempo achavam que estavam escondendo de mim.

O COMEÇO DE LIPE E RAUL

“Lipe—aahh pai vou ser sincero com o Sr,há dois anos eu descobri que o que sentia pelo Raul era mais que amizade,mas tive medo de me abrir com ele e perder o amigo que ele sempre foi,comecei a pensar demais quando tava sem ele e andava perdido pela casa.notei que o Raul tava se afastando de mim,achei que ele tinha percebido meus olhares nele,e também às vezes dava umas crises de ciúmes que não tinha como controlar,me peguei chorando varias vezes pois eu estava perdendo ele aos poucos,e era pra mim mesmo e minhas idiotices.então mudei,mudei de volta pra ser só “o amigo”.começamos a sair e quando ele ia pegar alguma gata eu saia à caça também,não tirava ele da cabeça,mas passei a judiar das gurias que me queriam,as que transavam na primeira,era só uma vez e as que não queriam na primeira eu pegava até transar e descartava. Eu as usava pra não encarar o fato de que queria mesmo era o Raul,o qual eu passei a evitar muita proximidade,ainda éramos melhores amigos,mas eu não arriscava ficar perto dele se ele estivesse jogando bola ou sem camisa,olhar e não poder tocar era uma tortura.mas um dia após o treino,ele demorou demais no vestiário,então fui La ver o porque da demora,ele estava sem camisa,calçando o tênis e chorando,cheguei perto,ele se assustou,mas me deixou sentar do lado dele,coloquei o braço no seu ombro,ele se arrepiou todo,e eu disse.

“Lipe—fica assim não mano,isso é problema de casa ou do coração?”

“Raul—coração. “suspirando””

“Lipe—é difícil um conselho nesse caso,mas,ela vai ver quem é você de verdade,é só você não se esconder,mostre que gosta,mostre que merece.”

E quando eu percebi já estávamos nos beijando,ele sentia o mesmo por mim,assim como eu,ele achou que se afastando tudo ficaria bem,mas,o destino nos deu uma nova chance,por isso que entendemos bem o kay,a luta dele é parecida,mas ele não tem ninguém com ele,ou melhor,não tinha.”

.

.

Os dias em casa ficaram calmos e alegres,não tinha mais cara feia,era só risadas e risinhos indecentes,só tivemos de colocar uma regra, “nada de sacanagens sem discrição”.

Apesar de imaginar as vezes o raul e meu filho transando,eu não queria flagrar isso na sala ou na cozinha,o mesmo pra mim e o kay,só fazíamos quando estávamos a sós em casa,oque era muito raro.

Feriado prolongado se aproximando,marcamos de sair da cidade,eu sugeri a praia,o sol,o mar e pessoas diferentes,já os meninos queria ir pro mato,uma chácara ou uma pousada,qualquer coisa longe do alvoroço da cidade.tive de concordar pois era a minoria,alem disso o kay me disse que tinha vontade de transar ao ar livre,ganhou na hora,fiz algumas ligações e melhor que uma pousada,um amigo que estava fora da cidade,tinha uma casa de campo,nada luxuoso,segundo ele,era só uma casa grande afastada da cidade e rodeada por uma pequena mata,que logo seria derrubada pra servir de pasto,disse que poderíamos pegar a chave com seu filho no escritório dele,e que mandaria um dos seus funcionários ir ate lá,pra que quando chegássemos tudo estivesse limpo.

Quando dei a noticia pros meninos,eles foram à loucura,começaram a arrumar tudo uns três dias antes.um dia antes da viagem,estava no escritório,a secretaria anuncia que o Raul esta me esperando pra falar comigo,pedi que entrasse,ele estava aparentemente ansioso com alguma coisa.

Eu—qual o problema Raul?,parece nervoso,quer me falar alguma coisa?

Raul—não sei como começar Matheus,mas...mas..é que quero que esse feriado seja especial,não sei se me entende,mas quero transar com o lipe nesse feriado,mas tenho medo,o pau dele é grande e eu sou virgem,mau consigo chupar,mas tenho medo de não conseguir e ele não me querer mais,já estou um tempo fugindo,acho que ele ta ficando sem paciência.desculpa Matheus,falei mais do que devia,desculpa mesmo.

Ele ficou tão envergonhado que,simplesmente se levantou e foi em direção a porta,mas eu o chamei de volta.

Eu—espera um pouco Raul,sente-se,vamos conversar.

Raul—tudo bem,é que to muito aflito,nervoso e ao mesmo tempo indeciso.

Eu—raul,pense bem,o lipe sempre esteve com você,sempre esteve ao seu lado,se apaixonou por você e você por ele,tudo o que aconteceu e acontece entre vocês é uma conseqüência de tudo que sentem um pelo outro,a primeira coisa que sugiro que faça,é se abrir com ele,conte a ele como se sente,ele te ama,vai entender a sua situação e te ajudar,vocês precisam “se ajudar” numa situação dessas,falar e ouvir é disso que precisam.

Raul—nossa,colocando dessa forma,pude perceber aonde estou errando.

Eu—então vai lá,fala com ele,se ainda não der certo,compre algum tipo de gel e pesquise sobre o assunto,rsrsrsrs.

Ele ficou muito envergonhado,apenas agradeceu e pediu pra que eu não falasse nada da nossa conversa pro lipe,e saiu do escritório logo em seguida.apos um tempo recebo uma ligação do lipe.

Eu—fala filhão,tudo bem?

Lipe—tudo sim pai.será que o senhor tem um tempo pra gente conversar?

Eu—claro filho,passa aqui no escritório e daqui a gente vai pra casa.

Lipe—beleza.to passando aí.

Demorou um pouco,mas enfim lipe chegou.e eu já imaginava qual seria a conversa.

Eu—entra ai filho.ja terminei por hj,agora só segunda-feira.mas diga aí,o que quer falar?

Lipe—não sei nem como começar,é um assunto um tanto delicado e to com muita vergonha,apesar do senhor ser meu pai.

Eu—por acaso é sobre sexo?

Lipe—é sim pai,a relação com o Raul ta meio complicada,ele quer trasar mas acho que tem medo,eu quero muito mas não quero forçar,já li tudo sobre a primeira vez,os métodos,posições,lubrificantes,só não tenho coragem de insistir com o Raul.tenho medo que ele se assuste e fuja de mim.

Eu—filho,um relacionamento não é só sexo...

Lipe—mas o senhor e o kay transaram logo de cara e deu tudo certo até agora.

Eu—calma ainda não terminei,o sexo e o amor andam lado a lado,porém,existe amor sem sexo,do mesmo jeito que existe sexo sem amor,no meu caso o sexo foi conseqüência do desejo,e a conseqüência do sexo foi o amor.no caso de vocês,o sexo será conseqüência do amor que sentem um pelo outro,que de certa forma também se tornou desejo,o que vocês precisam mesmo fazer é sentar e falar sobre isso abertamente,sem segredos ou medos,afinal são um casal,não devem ter segredos.

Lipe—aaahhhh,quer dizer então que meu papai ta amando de verdade?

Merda,sem perceber me entreguei,falei algo que não queria assumir. Não sei por que,mas não queria revelar esse sentimento,acho que tinha medo de ser passageiro.

Eu—ta.voce me pegou,mas vê se não fala nada,não quero me agarrar há algo que talvez eu perca do dia pra noite.

Lipe—de boa pai. E pode fica tranqüilo o kay é louco pelo senhor e pelo que o senhor carrega aí kkkkk.

Eu—olha o respeito guri,ta ficando muito ousado,kkkk . “falei brincando”

Saímos do escritório,descemos pelo elevador,sempre conversando sobre a viagem. Já no carro,em direção ao nosso bairro,lipe faz uma pergunta que quase bati o carro com o susto.

Lipe—pai,será que para contribuir com nossa primeira vez,você e o kay deixariam a gente assistir vocês transando só uma vez?

Dei uma freada,joguei o carro estacionamento,parei olhei pra ele assustado..

Eu—oque você disse filho?

Lipe—é serio pai.acho que se a gente assistisse ao vivo,sem frescuras de atores,que são treinados e já bem largos,o Raul se sentiria mais confiante.

Eu—olha filho.nao sei nem oque dizer,acho que seria bom pro Raul,ver algo real,mas eu e o kay?,não sei se consigo,e também não acho que o kay vai concordar. Não vou dar nenhuma resposta,vou falar com o kay primeiro.

Lipe—sério pai?vai mesmo fazer isso pela gente?

Eu—disse que vou falar com o kay,não disse que vou fazer.

Lipe—mas já ta tentando pela gente. Você é o melhor pai do mundo.

Aquilo me encheu de orgulho,mas,eu sabia que teria de falar com o kay e com jeitinho.

Passamos na casa do augusto,meu amigo,pra pegar a chave,desci do carro ,me anunciei pelo interfone e uma voz grave disse que já vinha com a chave.quando o portão se abriu o garotão tava só de shorts com a chave na mão.

—você deve ser o Matheus.prazer,sou Junior,filho do augusto.

Eu—prazer Junior,seu pai é um grande amigo meu e cedeu a casa pra gente passar o feriadão por lá.

Junior—é ele me disse,faz tempo que não vamos lá,a mamãe não gosta do campo e toda vez que vamos ela fica entediada,mas eu e o papai gostamos da tranqüilidade,principalmente eu que não suporto esse alvoroço da cidade grande.

Eu—qualquer coisa,cola por lá,a gente vai se divertir muito.

Junior—ta indo muita mulher ? kkkkk.

Eu—que nada.só eu,meu filho,um amigo dele e meu sobrinho.

Junior—talvez eu apareça lá no domingo,já que vou estar na cidadezinha que fica La perto.

Eu—beleza.a gente te espera então.

Me arrependi de ter feito o convite,mas,não chamar era falta de educação,trocamos um aperto de mão e ele saiu,foi quando ele se virou que me assustei,a bunda era tão grande,que o shorts tava esticado,daí reparei melhor,um corpo forte de academia,todo bronzeado,costas largas,braços torneados,e os músculos definidos que davam contraste à bunda enorme.até que ele fechou o portão acenando e voltei pro carro.

Lipe—pai. O senhor reparou no tamanho da bunda dele?

Eu—e tinha como não reparar? É enorme.

Lipe—vamos logo que to de pau duro.

Eu não acreditei que ele ficara de pau duro só de olhar a bunda do Junior,tudo bem que era grande e bonita,mas foi muito rápido,então levei a mão pra conferir,ele deixou,segurei e tava realmente latejando,dei uma apertada,ele até fechou os olhos e suspirou.

Eu—toma vergonha lipe,que tesão é esse hein!

Lipe—por isso preciso da sua ajuda,punheta e boquete não fazem mais efeito,kkkkkkk.

Rimos e fomos pra casa.

Chegamos em casa,kay veio correndo,me abraçou e deu um beijo,mas não foi um beijinho,foi um beijo quente e demorado,senti desejo no seu toque,imediatamente soltei a pasta no meio da sala e apalpei sua bunda,só parei quando uma voz gritou das escadas.

Lipe—Eeiiiiiii,como ditador das regras,o senhor deveria ao menos respeita-las.

Me afastei um pouco do kay,olhei nos olhos dele que pediam um pouco mais de carinho..

Eu—ele tem razão.devemos respeita-los.

Kay—aaahhh,mais há dias a gente não faz gostoso,eles não saem de casa,como a gente vai se divertir assim?

Eu—“gritando”.liiipe o raul vai vir hoje?

Lipe—já deve ta chegando!

Kay—num falei. É todo dia assim,ele não fazem e a gente também não.

Eu—huuum,que tal a gente sair hoje? Só eu e você?

Kay—e a gente vai na onde? Não podemos fazer nada em publico.

Eu—no cinema é claro.depois do cinema a gente procura um lugar legal pra ir,bem reservado.

Kay—gostei da idéia. Vou me arrumar.

Eu—não ponha roupas apertadas,são difíceis de tirar.

Kay—tarado.

Eu—gostoso.

Disse apertando mais uma vez aquela bunda gostosa.

Ele subiu pra se arrumar e eu fui tomar um bom banho,avisei o lipe que eles teriam umas horas a sós,ele ficou contente,disse que queria dar uns amassos mais quente,eu só ri e sai do quarto. Me arrumei e fomos ao cinema,a cada semáforo era uma loucura o kay se aproveitava dos vidros escuros,nos beijávamos e era mão boba pra todo lado. Chegamos no cinema,assistimos um pouco o filme,mas,passamos mais tempo nos acariciando do que olhando pra tela.

Saímos direto a procura de um hotel,ele não queria ir a um motel,pois dizia que não queria ser rotulado por recepcionista,tentei explicar que os motéis não funcionavam assim,mas,o teimoso não deu o braço a torcer,então tive de pagar um absurdo em um hotel,o que não adiantou nada pra ele,pois a recepcionista olhava pra ele “rotulando” como garoto de programa ou coisa do tipo,mas nem demos bola.

Quando entramos no quarto,não esperei nada,nem a porta se fechar direito,já o abracei e começamos a nos beijar e tirar nossas roupas,antes chegar na cama já estávamos apenas de cueca,como eu imaginava tanto minha cueca como a dele estavam manchadas de tanto que a gente se amassou até aquele momento,me sentei na cama e ele ficou de joelhos em cima das minhas pernas,me beijando e eu segurando aquela bunda deliciosa,apertando e enfiando a mão por entre a cueca,sentindo a maciez de uma bunda de macho,porem lisa e perfeita,melhor que muitas das bundas que já havia tocado,abaixei a cueca e segurei seu belo pau,aquilo era algo que me encantava cada vez que via,tudo liso e perfeito,terminei de tirar a cueca,pedi que voltasse a posição,eu punhetava lentamente seu pau e acariciava sua bunda arrancando breves gemidos e suspiros dele,a imagem daquele pau faz com qualquer um fique com água na boca,não resisti mais e abocanhei tudo de uma vez,fui até a base e subi devagar movendo a língua rapidamente pra direita e pra esquerda,ele ficou louco e começou a gemer mais alto,enquanto apertava sua bunda comecei a introduzir um dedo no seu cu,ele gemeu mais alto dessa vez e deu um pulo pra traz,arrancando pau da minha boca,disse que não queria gozar ainda,me empurrou sobre a cama,subiu em mim me beijando e desceu lambendo todo meu corpo,mamilos,umbigo,abaixou minha cueca devagar enquanto lambia a cabeça do meu pau,eu me contorcia de prazer tava bom demais,quando ele abocanhou suspirei fundo,segurei sua cabeça e devagar comecei meter na sua boca,me levava a loucura fazendo movimentos idênticos aos que tinha feito nele,tirou o resto da cueca e continuou chupando divinamente bem,levantei um pouco as pernas e ele entendeu o recado,foi descendo pelas bolas até chegar no meu cu,

—aahh que língua....isso faz gostoso ...do jeito que vou fazer em você.

—huuummm parece que a noite vai ser longa.

—pelo contrario,vai ser curta demais.

Ele tentava penetrar a língua no meu cu enquanto

me punhetava e as vezes passava pelas minhas bolas,eu já não estava mais agüentando,pedi pra parar,fui até sua boca e demos um beijo muito gostoso com o sabor dele e o meu juntos,quando peguei na bunda dele mais uma vez ele pegou no meu pau e segurou firmemente pela base,em meio aos gemidos,

—voce gosta da minha bunda é?

—sim.e você,gosta do meu pau?

Como resposta,ele abocanhou meu pau mais uma vez e deu umas cinco chupadas rápidas,segurei sua cabeça de novo,beijei e o trouxe pra mim,deitei ele de barriga pra baixo e fiquei de joelhos contemplando a visão daquela bunda lisa e perfeita,abri um pouco e vi o cuzinho lindo que eu desvirginei e que até agora só eu tinha tocado,desci lentamente pelas costas chegando até a desejada bunda,beijei,lambi e por fim chupei forte deixando uma marca,ele só suspirou,fui até o cuzinho,passei a língua e como ele fez comigo,penetrei lentamente enquanto ele se contorcia todo e por fim ele implorou.

—por favor,me come logo,to quase gozando só com a sua língua.

Me ajoelhei sobre ele de novo,pincelava o pau pra cima e pra baixo,parei bem na entrada do cuzinho dele e devagar fui penetrando,enfiava só a cabeça e tirava,queria fazer ele pedir mais,mas,não agüentei,enfiei sem nem perceber,quando dei por mim já estava socando nele e ele pedindo pra eu ir mais rápido,o coloquei de quatro e pude socar enquanto batia uma gostosa punheta,foi quando ele começou a rebolar e jogar o quadril contra meu corpo,quando ele gozou,gozamos juntos.por uns minutos ainda me mantive dentro dele mas antes que endurecesse novamente ele pediu pra tomarmos um banho,eu aceitei pois estávamos suados e tinha porra pra todo lado.

No banho,ensaboei as costas dele,me concentrei na bunda e no cuzinho dele,fiz um estrago danado,mas tudo em nome do prazer e do que eu sentia por ele,ele já estava excitado e eu também,de joelhos comecei a xupa-lo e morder a pele lisa ao redor do seu pau,antes que ele gozasse,me levantei e nos beijamos,ele começou e lavar meu pau e depois minhas costas desceu,se ajoelhou e começou a passar a língua pelo meu cu,eu já sabia oque viria,levantei a perna e apoiei no Box,ele se levantou,passou o pau levemente entre minhas pernas e parou bem na entrada,beijou meu pescoço e disse.

—quer mesmo tentar?

—sim,mas vai devagar,seu pau é um pouco grande pra uma primeira vez.

Rimos das minhas palavras,pois um dia foram as dele.

Ele buscou lubrificante,passou no meu cu enfiando o dedo alternando até colocar dois ,então lubrificou o pau e começou a me penetrar,foi doloroso no começo,uma dor aguda,me fez quase desistir,mas me agüentei por ele. ele parou,ficou assim por um tempo e me perguntou.

—ta gostando?

Olhei pra ele com os olhos lacrimejando,acenei que sim com a cabeça,mas eu não sentia prazer,só sentia um incomodo,ele começou a bombar,eu gemia mas não era de prazer,era dor,agora era só dor,de repente ele parou,foi um alivio,e pensando no prazer dele perguntei por que parou.ele simplesmente tirou o pau de dentro de mim,me causando outra dor horrível,segurou no meu rosto me dando um beijo e falou.

—Quando a gente transa,eu sinto prazer em ter você dentro de mim,eu gosto,eu espero você e te imagino dentro de mim quando não esta comigo.você fez isso por mim,experimentou pra me dar prazer,mas...mas meu prazer,é ter você dentro de mim,é te ver feliz,por que EU TE AMO.

Aquele momento ficou imortalizado na minha mente,na minha frente estava a pessoa,que fazia sexo comigo como nenhuma outra fez,por que pela primeira vez encontrei alguém que não fazia apenas sexo,comigo ele fazia amor.

—kay.nao posso mais tentar esconder isso de você,é um segredo que em breve todos terão de saber.ficar com você,transar com você,dormir e poder acordar com você,tem sido a melhor coisa que já me aconteceuEU TAMBEM TE AMO.

Naquele momento,o beijo não foi só beijo,foram sentimentos compartilhados através de nossas bocas.se naquela noite não houvesse mais sexo,ainda assim seria perfeita.

Chegamos até a cama grudados no beijo de nossas vidas,ele me empurrou de costas na cama a pulou em cima de mim.os carinhos agora eram mais intensos,mais fraternos,algo simplesmente inexplicável. Eu podia sentir cada toque dele com mais ternura e sabia que ele também sentia o mesmo. Sem parar o beijo,ele segurou meu pau e guiou até sua bunda e sussurrou no meu ouvido que iria cavalgar,algo que ele nunca tinha feito.suspiramos juntos quando a cabeça do meu pau o penetrou,ele rebolava pra frente e pra traz,no inicio devagar,mas foi ficando cada vez mais rápido.alcancei seu pau e punhetava enquanto ele subia e descia me fazendo sentir o interior do seu corpo,quente,macio e apertado.sem tirar de dentro,me virei com ele,agora com as pernas nos meus ombros,eu podia dar prazer a ele olhando diretamente nos seus olhos,ele me puxa pra um beijo e me fala gemendo.

—to quase gozando.

—vamos gozar juntos então.

—sim. Mas,como da primeira vez.

Ele se ajoelhou,abriu um pouco as pernas,segurou na cabeceira,me olhou enquanto eu contemplava a beleza do seu corpo.

—vem,vai ficar só olhando?

—eu poderia gozar,só olhando seu corpo nessa posição.

—é,mas eu não,eu preciso da sua ajuda.

Abracei seu corpo,passando a mão por cada parte,sentindo a rigidez dos seus músculos e a maciez da sua pele,mordi suas costas,beijei seu pescoço e por fim o penetrei novamente,segurei seu pau com uma mão e com a outra massageava suas bolas lisas,ficamos assim por muito tempo,incontáveis minutos de prazer,eu enfiava devagar mesmo querendo ir mais rápido,por que percebi que ele sentia muito mais prazer assim.e quando ele gozou eu não resisti,sentindo seu pau pulsar na minha mão,gozei logo após,e novamente disse que o amava,ele retribuiu dizendo o mesmo.juntamos forças e fomos pra mais um banho,retornamos a cama e dormimos abraçados.

Acordei já passava da meia noite,acordei o kay e disse que precisávamos ir,pois,sairíamos pela manhã,,ele me deu um beijo e fomos nos trocar,descemos,quando fui entregar a chave na recepção a recepcionista me olhava com o olhar mais safado que já vi em uma mulher,não resisti e perguntei a ela

Eu—algum problema senhorita?

Ela respondeu na maior cara-de-pau..

Recp—quanto ele cobra ?

Eu dei um sorriso,e não tive de pensar muito

Eu—se algum dia,ele,por ventura se tornar garoto de programa,digo a ele que você se interessa.mas até lá, “nesse momento parei e chamei o kay pra perto”

Eu—até lá,ele é meu namorado.

Recp—desculpa senhor,felicidades ao casal e volte sempre.

Dei um beijo no kay na frente dela,ele ficou meio perdido,mas ele não sabia onde enfiar a cara. Saímos do hotel,eu já quase gargalhava de rir,o kay ficou um pouco bravo mas entendeu depois que eu expliquei,entramos no carro e saímos em direção à nossa casa,eu ainda ria da situação e o kay falava que eu era muito malvado

Kay—podia ter deixado passar,coitada da moça,devia ter ao menos dado meu numero a ela.

Eu—como é que é?

Kay—kkkk to brincando,eu também teria feito algo parecido,mas não tão cruel,kkk.

Eu—tá.vou me lembrar disso da próxima vez.

Kay—proxima? Huuumm,não vejo a hora.

Kay me beijou,e continuamos indo pra casa. Na metade do caminho ele me pergunta se tenho algo a dizer pra ele,por que eu aparentava isso no começo da noite,foi então que me lembrei dos meninos,eu tinha dito que iria falar com o kay sobre a gente transar com eles olhando,mas depois de tudo que acontecera naquela noite,achei que o kay não se sentiria bem fazendo sexo na frente dos outros,mesmo sendo os meninos.

Eu—ahh.nao era nada demais,o importante é que essa noite foi especial.

Kay—nada disso.se era importante antes de tudo o que aconteceu,ainda é,mas você não quer mais falar. Por que?

Eu—ta,tudo bem,vou falar,mais não fique bravo,por favor é que o lipe nos pediu uma ajuda referente a primeira vez com o Raul,eu disse que falaria com você,mas não prometi nada,então não precisamos fazer nada.

Kay—e oque exatamente seria essa ajuda?

Não sabia como dizer,mas tinha de falar,então olhei pra ele por um tempo e voltei a atenção pro transito,respirei fundo e falei logo

Eu— o lipe acha que se a gente transar e eles dois assistirem,o Raul perde o medo e eles enfim farão sexo pela primeira vez.

Ele pensou por um tempo,deu uma risadinha pra eu ouvir e soltou uma frase que eu não esperava,porém despertou algo em mim

Kay—boa idéia.o Raul perde o medo e eles enfim saem da seca,e como eles já viram minha primeira vez e vão nos ver transando,a gente assiste a transa deles também.

Eu—kay!!!

Kay—o quê. É justo.

Eu—é sério que você transaria na frente deles,só pra ver eles transando depois?

Kay—não é “só pra ver eles transando depois”. Eu faria pra ajuda-los.mas acho justo ver a primeira vez deles,já que eles viram a minha escondidos.

Eu—kkk,tudo bem então.vou falar com o lipe,ver oque ele acha da idéia. Você é um pervertido mesmo.

Kay—imagina Matheus,aqueles dois saradinhos pelados,se chupando e a gente ali assistindo,fico com tesao só de imaginar.

Eu ria muito do jeito que ele falava apertando o pau,que estava duro de verdade,não sentia ciúmes ou algo parecido,na verdade eu imaginei antes dele falar e já tava ficando excitado também,mas não disse nada até por que chegamos em casa

Eu—enfim chegamos.se houvesse mais uns dois quilômetros,íamos ter de parar pra transar kkkk.

Kay—eu sabia.voce também imaginou né?

Eu—kkkkk chega kay,os meninos devem estar na sala,vamos entrar sem fazer barulho.

Destranquei e abri a porta bem devagar,eles estavam na sala,como eu havia previsto,dormiam juntos num colchão de solteiro,agarradinhos e só de cueca,por um momento parei pra observar,o kay tinha razão eles eram lindos,apesar de ser meu filho,ele estava muito gostoso naquela cueca boxer,tanto ele como o Raul tinham bundas bonitas e pelo volume que vi Raul tinha uma bela ferramenta,por um segundo imaginei eles transando novamente,agora mais inspirado,pois os corpos estavam semi nu na minha frente. Mas não deu de imaginar muito,o kay segurou e apertou meu pau com uma mão e com a outra tapava a boca pra não acordar os menino com a risada que ele segurava.fomos até a cozinha comer alguma coisa,e o kay disse que eu era tarado,pois ainda tava de barraca armada,e tava mesmo,então sem dizer nada e com cara de mau fui até ele,segurei no seu braço e puxei pra mim,dei um beijo lento e molhado,ele rapidamente apertou meu pau e tirou pra fora da calça,se ajoelhou e começou a me chupar no meio da cozinha,eu só segurei em seus cabelos e manuseava a cabeça dele do jeito que eu queria,ele tirou o pau pra fora e se punhetava enquanto me chupava,sabíamos que essa seria rápida,estávamos com muito tesão,foram no Maximo cinco minutos e,já era,gozei na boca dele e ele gozou no chão. Quando ele terminou de limpar meu pau com a língua,o lipe entra e nos flagra ainda com os paus pra fora.

Lipe—dinovo!!voces dois não se cansam não?só pra lembrar estão quebrando as regras.

Nos recompomos rapidamente enquanto lipe se sentava,o kay disse que ia subir,deu boa noite ao lipe e fez que ia dar um beijo no rosto dele,ele se esquivou rindo e chamando o kay de porco.rimos da situação,o kay subiu e me sentei pra falar com lipe,contei a ele que o kay tinha aceitado a proposta porem ele tinha uma condição. Quando falei a ele,ele riu e disse que já esperava isso,por isso ele passou boa parte da noite convencendo o Raul,que foi contra no inicio mas logo entendeu a situação.

Eu—voce é rápido hein filho.eu La tentando achar uma maneira de falar com o kay e você já tava preparando o terreno pra uma resposta que talvez fosse negativa.

Lipe—que nada.eu já tinha falado com o kay,sabia que ele ia pensar com carinho,e ele não ia negar um favor pro primão aqui kkkk

Eu—aahhh.entao eu fui enganado,achei que eu fosse o primeiro a saber,e na verdade,fui o ultimo.

Ele se levantou e veio até mim,me deu um beijo no rosto e me abraço

Lipe—você,é a peça chave do nosso quebra-cabeça,sem você acho que ninguém nessa casa seria feliz de verdade.

Eu—obrigado filho.agora vai La acordar o Raul pra irem pra cama,vamos sair cedo amanha. E nada de sexo ou vão ficar cansados pra viagem.

Lipe—olha quem fala.acabou de gozar no meio da cozinha,kkkkkk.

Eu—kkkk,vai logo e para de brincadeira.vou La falar com o kay e também já vou dormir.

Lipe—ok.ok.boa noite pai.

Eu—boa noite filho.

Subi enquanto ele acordava o Raul,entrei no quarto do kay,ele estava deitado com o corpo molhado,devia ter tomado banho,me sentei na cama ao seu lado,ele se virou pra mim e eu perguntei

Eu—por que não me falou que já tinha falado com o lipe?

Kay—ah,ele me pediu com muita vergonha,eu disse que você não iria aceitar mas ele disse que ia falar com você,então achei melhor que você me pedisse,por que se você pedisse,era por que queria ajudar.

Eu—ta certo.boa noite.

Kay—não... Dorme aqui comigo,os meninos vão dormir juntos,por que a gente não?

Eu—tudo bem.vou pegar uma roupa pra tomar um banho rápido.

Kay—roupa pra quê? Eu to pelado,olha.

Ele levantou o lençol e estava completamente nu,eu só ri,fui no banheiro dele,tomei um banho bem gostoso e voltei pra cama. Ele já estava no canto,levantei o lençol e deitei atrás dele abraçando-o,no começo ficamos excitados,mas dormimos sem fazer nada.

Acordei ao amanhecer,acho que,umas cinco e meia,queria ficar mais na cama abraçado com o kay,mas,a viagem já estava programada e eu sou acostumado a pular cedo,me levantei devagar pra não acordar o kay,fui pro meu quarto tomei um banho,me higienizei. Passei pelo quarto dos meninos pra dar uma espiada,eles dormiam abraçadinhos,só não deu pra ver se estavam de roupas ou não rsrsrsrs. Caminhei até a padaria que fica perto de casa,a cidade estava vazia acho que a maioria pega a estrada na madrugada,mas a nossa viagem era curta então decidi sair às sete. Na padaria comprei tudo que é tipo de pão e alguns salgados,se eu estava com fome,todos estariam.Já na cozinha,preparei um café à moda antiga,sem cafeteira,passei no “coador” de pano que compramos pra usar na casa de campo,eu adoro café assim,lembra sempre o café da mamãe,que nunca utilizou cafeteira por que o papai não gosta,ele diz que o cheiro do café só é gostoso quando esta passando no “coador”.

Assim que terminei de coar,lipe entra na cozinha já de banho tomado e farejando o ar com uma expressão engraçada no rosto,eu ri dele

Eu—bom dia farejador.

Lipe—bom dia pai. Lembrei da vovó.

Eu—é eu também,mas o café dela é incomparável.

Lipe—concordo.mas o seu não é dos piores kkkkk.

Eu—engraçadinho. Cadê o Raul?

Lipe—Ainda dormindo,parece que a manhã é dos ativos kkkk

Eu—felipe!! Já vai começar? Kkkkk.

Lipe—kkk,que foi pai? Vai dizer que o senhor não é o ativo dessa relação.

Não havia mais vergonha entre nós,éramos cúmplices e amigos.

Eu—digamos que,depois de ontem,se oficializou.

Lipe—como asimm?o senhor foi passivo ontem?

Eu—tentei,mas,não foi como eu esperava.

Lipe—me conta,como é? Qual é a sensação?

Eu—sem detalhes lipe,eu fiz pelo kay e pelo sentimento que temos um pelo outro. Logo você vai me entender,e se você ama mesmo o Raul,vai tentar também.

Lipe—eu já teria feito,mas,o Raul diz que só fará comigo depois de sentir oque eu farei com ele,por isso quero que seja do jeito dele.

Eu—tudo bem,agora sobe e vai acordar os meninos,saímos daqui trinta minutos,enquanto eles comem,a gente arruma as coisas no carro.

O lipe subiu e eu comecei a ajeitar as coisas no carro,as malas estavam todas na sala,mas eram tantas,achei que não caberiam no porta-malas,mas coube tudo,e ainda sobrou espaço que seria ocupado antes de pegar o estradão.

Tudo pronto. Fui chamar os meninos entrei na cozinha,kay e Raul riam de alguma coisa enquanto limpavam a bagunça. Dei bom dia pro Raul dando um beijinho na testa dele

Kay—eeei,quero beijinho também.

Lipe tava vendo e rindo da cena,por que o Raul ficou sem graça com meu beijo e mais sem graça quando pedi pra ele retribuir,mesmo sem graça ele deu um beijinho no meu rosto. Fui até o kay e disse que o dele era diferente,abracei o corpo dele,ele pulou e cruzou as pernas em mim,trocamos um beijo demorado enquanto eu pegava na bunda dele,pro meninos verem.

Lipe—vamos parando com essa safadeza aí.

Eu—só isso e já ta reclamando? Como vai agüentar na hora “H”?

Lipe—temos uma viagem pela frente,esse é o motivo da interrupção,mas,se quiser continuar por mim tudo bem.

Ele disse já se preparando pra tirar o shorts,e pelo que vi já tava excitado pois o pau tava marcando a roupa.

Eu—e você Raul.o que me diz?

Raul—aqui não.vamos fazer conforme o combinado.

Houve um couro, “aaahhhhhh”, e todos rimos e saímos direto pro carro. Na briga entre o kay e o lipe,pra ver quem ia na frente,quem ganhou foi o Raul,aleguei que a atitude deles era infantil,então eu iria dar esse castigo. Eu e Raul entramos enquanto Raul mostrava a língua pros dois,parecendo um pirralho.

Levamos,alem da bagagem,apenas carne e cerveja,outras coisas meu amigo me assegurou que tinha na casa,carne dava pra três dias com sobra,mas,cerveja os meninos levaram que dava pra uma semana,não sei como coube tanta cerveja no carro.no caminho eu e o Raul falávamos sobre tudo,escolas,futebol,filmes.até que reparei que no banco de traz lipe e kay falavam baixo quase cochichando,acenei pro Raul,que também ficou curioso.

Eu—podemos saber,sobre o que estão falando,que eu e o Raul não podemos ouvir?

Kay—kkkkkk.to contando pro lipe como foi a nossa noite naquele primeiro dia,já que ele me disse que viram só até a hora que você me encochava na porta do banheiro.

Eu—ah ta.

Raul—fala alto,eu também quero saber como foi.

O kay não economizou detalhes,contou tudo mesmo,num certo momento olhei pro shorts do Raul,percebi que tava até com uma mancha.

Eu—nossa Raul. Ta animadinho hein.

Raul—o jeito que o kay conta,qualquer um fica,da pra imaginar a cena é como se eu estivesse lá.

Eu—logo logo vai estar.

Pousei a mão sobre o cacete dele,era a primeira vez,que outro homem alem de meu filho,pegava em seu pau,achei que ele ia se assustar e tirar,mas acho que meu filho o tinha convencido tanto que ele não tinha mais medo de mim. A historia La atrás até parou pra ver,Então segurei e apertei o pau dele,ele fechou os olhos,comecei a fazer movimentos de punheta por cima do shorts,ele segurou minha mão e a tirou na hora.

Raul—para,Matheus. Quase gozei agora.

Rimos muito e seguimos viagem. Enfim chegamos,era uma casa grande,não era luxuosa,um pequeno jardim na frente,rodeada por uma larga cobertura,com lugares pra armar redes e pra onde se olhava só víamos a mata,o lugar era realmente sossegado. Descarregamos tudo e colocamos dentro da casa,os meninos foram colocar a carne e a cerveja no freezer e já gritaram de alegria,fui La ver,Augusto mandou o funcionário deixar um bilhete.

“Matheus,não poderei estar em casa pra te receber,porém aceitecomo presente para os rapazes,se divirtam”

ps: ainda roubando mangas?.

Augusto era um dos amigos que fazia sacanagem comigo,”roubar mangas” era nosso código pra irmos ao pomar ou ao riacho pra nos masturbar e até mesmo nos chupar,naquela época não tentamos o troca-troca.

Não tinha como não rir e se admirar da intuição dele. Quando abri o freezer tinha quase a mesma quantia de cerveja que trouxemos,pensei comigo,pelo jeito só vai virar em bêbado trepando pelos quatro cantos da casa.

Abracei o kay e o beijo já veio junto,já com gosto de cerveja,enquanto eu beijava ele,lipe agarrou o Raul do meu lado e começaram a se pegar também,tiramos as camisas e os shorts e ficamos todos só de cueca,o kay não largava meu pau e eu como sempre agarrado na bunda dele. Me afastei pra dizer a eles pra gente continuar depois,mas kay se abaixou rápido,tirou meu pau pra fora e começou a chupar,lipe e Raul apesar de estarem num clima intenso não tiravam os olhos da chupada do kay, acenei pro lipe chupar o pau do Raul,eu queria ver como era a atenção dele ao prazer do parceiro,ele tirou a cueca do Raul e o kay tirou a minha e a dele e me chupava enquanto se masturbava. Não pude deixar de olhar o corpo do Raul,ele tinha a idade do meu filho dezessete anos,ele era um rapaz bonito,não um deus grego,mas,bonito. Tinha a pele clara,cabelos e olhos castanhos bem clarinhos,o corpo não era musculoso,era definido apenas,não tinha gominho na barriga,mas,também não tinha gordura ali,um pau de uns dezesseis centímetros e bem grosso e com a cabeça bem vermelhinha,meu filho mostrou que já fazia aquilo há muito tempo mesmo,punhetava o pau do Raul enquanto segurava só a cabeça entre os lábios e parece que pressionava muito,o Raul jogava a cabeça pra traz e gemia como um louco,eu sentia o kay engolir todo meu pau,mas nem olhava mos um pro outro toda nossa atenção estava nos garotos tesudos que estavam ali,ao nosso lado. Quando lipe puxou o Raul e ele se afastou do freezer,tive vontade de cair de boca na bunda dele,era muita saborosa aos olhos,era média,proporcional ao corpo,parecia ser muito durinha e por ser durinha ficava meio aberta ,como a do kay,nessa hora olhei pro kay,eu tava quase gozando,olhei pro lipe,agora ele engolia todo o pau do Raul enquanto se masturbava já pelado também,ele me olhou e acenou com os olhos,ele colocou a mão na bunda do Raul e começou a apertar,abrir e fechar e pude ver de relance o cuzinho dele,parecia ter uns pelinhos,mas fiquei com água na boca,então lipe leu parte dos meus pensamentos,se levantou pra beijar o Raul,segurou minha mão e colocou na bunda dele,era mesmo muito dura,eu apertei,ele gemeu enquanto seguravam um o pau do outro,de repente o kay larga meu pau e quando olho ele abocanha o pau do lipe,que me olha assustado,mas o tranqüilizo,dizendo que ele já fez no kay,agora era a vez do kay fazer nele. Era mão e beijo pra todo lado,do nada Raul vira e me da um beijo quente e toma meu pau da mão do kay,a mão era bem mais macia e pequena,me deu uma ótima sensação,eu segurei no pau dele com uma mão e com a outra segurava sua bunda,tinha vontade de penetrar meu dedo lá e depois o meu pau,mas,ali era território do meu filho “ainda”,então me ajoelhei do lado do kay e comecei a chupar o pau do Raul,que pau gostoso,fazia nele como fazia no kay,apertava os lábios e massageava com a língua,ele quase gritava de tesão,alcancei uma lata de cerveja,tomei um pouco enchi a boca e enfiei o pau dinovo,ele se contraiu todo e puxou o lipe pra mais um beijo,enquanto eles se beijavam o kay chupava o lipe pertinho de mim,perto suficiente pra ele largar o pau do lipe,puxar minha cabeça e meter o pau do lipe na minha boca,tava com tanto tesao que nem liguei em ser meu filho,continuei a fazer como eu faço,por prazer,e o pau dele também era muito gostoso,parecia muito com o meu, só que mais fino um pouco,o kay agora chupava o Raul,foi quando ele gozou na boca do kay,passei a mão na bunda do lipe e escorreguei o dedo entre as nádegas lisinhas dele,apenas apertei meu dedo na porta do cuzinho dele e ele gozou na minha boca,engolimos pra não sujar o chão,me levantei junto com o kay pra terminarmos,pois ainda não tínhamos gozado,foi aí que a surpresa foi melhor,lipe e Raul se ajoelharam,lipe abocanhou meu pau e Raul o do kay,lipe de alguma forma chupava meu pau exatamente como eu fazia. Senti que ia gozar,só disse a eles que não sujassem o chão e eles entenderam,segurei nos cabelos do lipe e dei umas duas metidas fundas,puxei o kay pra um beijo e gozamos juntos,os meninos engoliram tudo.

Se levantaram,cada pegou mais uma cerveja,abrimos tomamos um gole grande,nos entre olhamos e começamos a rir. O primeiro a falar alguma coisa foi o lipe.

Lipe—nossa,que foi isso?eu nunca senti tanto tesão assim.

Eu—foi só um aperitivo do feriadão,hoje é primeiro dia.

Raul—minha nossa!! Se isso foi um aperitivo,imagina o prato principal.

Kay—vou me lambuzar todo até o fim dessa refeição de três dias.

Todos rimos e vestimos somente as cuecas,por que segundo o lipe,“era pra não ter trabalho de tirar e colocar roupa toda hora”

“É nesse feriado que testo meus limites”,pensei comigo. Enfim abrimos a porta dos fundos,era muito mais bonito que a frente,a piscina começava uns dois metros da porta e se estendia até a edícula,que tinha um balcão de mármore e uma churrasqueira.

Designei Raul e kay pra cuidarem da carne que eu e o lipe íamos preparar a carne pra assar. Subi com algumas sacolas e entrei no primeiro quarto que vi,fechei a porta,coloquei as malas no chão e me sentei na cama.

Ao pensar em tudo que acabara de fazer,me senti imundo,aquilo era incesto,mesmo sendo na hora do prazer,eu sentia remorso pelo que fiz,e do nada comecei a chorar,lembrando de todo o passado difícil que passei com lipe,era só eu e ele e cultivamos amizade,confiança,compreensão e acima de tudo,cultivamos o amor fraterno,e oque fizemos,na minha cabeça colocava tudo em jogo. Me deitei e deixei que o choro saísse à vontade,por uns dez minutos chorei sem ser interrompido,até que batem na porta, TOC TOC TOC TOC.

Eu—quem é?

Lipe—sou eu pai,posso entrar?

Eu—quero ficar sozinho. Agorinha eu saio.

Lipe—não pai,preciso falar com você agora.

Eu—depois lipe,por favor.

Nessa hora chega outra pessoa,vou até a porta e ouço o kay e o lipe conversando.

Kay—oque foi com o tio?

Lipe—acho que ele ficou arrependido pelo que fizemos La em baixo.

Kay—deixa eu falar com ele.

Lipe—não. Nós dois fizemos isso,e só nós dois podemos nos entender.

Kay—ok. Se precisar me chama.

Ele tava certo,eu não devia pensar sozinho,tinha de compartilhar com ele,o meu amigo de sempre. Abri a porta e ele me olhou e disse que sabia o que eu tava sentindo pois ele sentiu também,mas era errado eu querer esconder aquilo dele,pois nesta vida,ele seria o único que me entenderia.

Eu—filho,me perdoe,eu não devia ter me deixado levar pela excitação,você é meu filho acima de tudo,planejamos algo bacana,pra fazer desse feriado o melhor pra todos mas começou errado. Isso não devia ter acontecido.

Lipe—pai,talvez,seja sim errado o que fizemos,mas,eu faria dinovo. Eu fiz por prazer,fiz pelo momento,assim como você fez,nada se compara ao sentimento de poder dar prazer a quem a gente gosta,o que fizemos foi puro sexo,só isso,naquele momento éramos homens dando e recebendo prazer,vai acontecer novamente,por muitas vezes vamos nos deparar com esse sentimento,mas,eu sempre serei,aquele menino,que sem mãe encontrou no pai tudo que precisava pra viver. Foi voce que me ensinou a amar e deixar de lado quando fosse preciso,foi amando da maneira que você me ensinou que descobri o sentido da palavra amor. Eu te amo pai,te amo como ninguém jamais vai te amar,mas oque fizemos hoje,não foi errado,talvez as pessoas,o mundo não entendam,mas eles não precisam saber,que entre eu e você alem do amor fraterno,também existe um desejo sexual. Fica tranqüilo paizão,nada entre nós vai mudarÉ como um grande sábio me disse uma vez. “existe amor sem sexo,e existe sexo sem amor” a diferença é que nosso sexo vai ser raro,mas,o amor de pai e filho,ele sempre vai existir.

Naquele momento eu já não me reconhecia,afinal,meu filho acabara de falar tudo que eu precisava ouvir,me aliviou e me ajudou a entender oque eu sentia,me senti um paciente da psicologia do meu filho. Ele se levantou da cama e saiu fechando a porta,e pude ouvir ele brigando com os garotos, que provavelmente ouviram a conversa.

Lipe—deixem ele pensar um pouco. Quando ele sair do quarto, é por que voltou a ser o nosso homem.

As palavras dele me tocaram de uma maneira inexplicável,pude entender que eu era pra eles um ídolo,eles gostavam da maneira que eu agia naturalmente,se tratando de sexo ou mesmo da vida pessoal deles,de certa maneira,eu havia sim,transado com as pessoas mais próximas de mim,mas entendi que aquilo não foi uma fatalidade,foi um vinculo de confiança e amor que tínhamos criado.

Ao sair do quarto,kay estava sentado no primeiro degrau da escada. Ele veio ate mim,eu o abracei e o beijei,agradecendo tudo que ele tinha mudado em minha vida. Ao sair pela porta Raul me olhou e acenou a Felipe,ele veio até mim e me abraçou,dizendo que estava tudo bem,segurei seu rosto e dei um beijo em sua boca demonstrando meu amos por ele,Raul estava estático e não esboçou reação,quando peguei em seu rosto e o beijei também na boca.

Ali diante da mata e de todos meus sentimentos,eu já havia decido,seria pra eles uma exemplo,de pai,de amigo,de cúmplice e que dali pra frente iria me certificar que todos eles seriam felizes,com ou sem mim.

fim?

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Comentários

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Não consigo visualizar seu último conto. Pfvr me envie

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Interessante a continuação. Mas, aguardo a parte 3.

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Nos dois caps deu a impressão que o conto já tinha terminado... tomara que continue sendo só impressão, ta muito bom mesmo

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Continua por favor, gostaria de ler como será o que vai rolar nesse feriado

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Amei seu conto. Continua por favor, gostaria de ler como será a primeira vez do Lipe e Raul e o que mais vai rolar nesse feriado. Essa história é muito envolvente. :)

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