O campinho perto de casa...

Um conto erótico de Homem Sério
Categoria: Homossexual
Contém 2241 palavras
Data: 15/10/2014 15:02:30

No campinho perto de casa...

Eu moro perto de um campinho de futebol, é só dobrar a esquina que já estou lá. Jogo uma pelada quase todos os dias, desde os doze anos e já faz cinco anos. Meu nome é Breno, moro com meus pais e sou o mais velho dos filhos. Eu tenho 1,76m, peso 72k, moreno, cabelos curtos e bem pretos, alguns penugens no rosto, querendo ser uma barba. Poucos pelos, fios curtos no meio da coxas e na região do saco e um pouquinho vindo no meio do rego.

Tenho um parceiro que é o Gleisin, ele também joga quase todos os dias. Esse campinho é herança de uma fabrica de tecidos que tinha por lá. Essa é a história que meu pai conta. A maioria dos caras, da região, batem uma bola por aqui, tem os casados, os caras mais velhos e tem a molecada. Eu e o Gleisin sempre somos chamados para jogar com os caras mais velhos, porque somos bons de bola e fominhas também, né?

Tem uma turma que é dos caras que tem de 25 a 30 anos que também não saem de lá. Tem um boteco da D. Dalva em frente, que reúne a moçada toda. Entre os caras mais velhos tem alguns que me dão moral, como o Gilson, Luizer e o Dôca. Eles sempre escolhem a gente para jogar no time deles, no horário que eles vão mais lá.

O Gilson é que eu acho mais legal, ele dá maior moral pra gente, puxa conversa, nos protege quando alguém quer fazer alguma injustiça com a gente. Quando eu faço um gol, ele vem comemorar comigo, me abraça e passa a mão na minha cabeça ou no meu pescoço. Já deu também uns toquinhos na minha bunda. Ele é todo arrumadinho, ele aparece por lá depois do trabalho, usando camisa de manga cumprida e calça social, sapatinho de play. Ele deve ter a mesma altura que a minha, tipo 1,76m e tem mais físico que eu, mais encorpado. Ele é louro e usa os cabelos apontados pra cima e raspados máquina dois na lateral. Às vezes usa barba e tem 28 anos.

Estou falando dele porque começou acontecer umas coisas engraçadas, cabulosas. Ele chegou dois dias atrasado e não conseguiu jogar no mesmo time que eu e o Gleisin, foi meu adversário e ficou me gozando por causa disso. Na primeira vez, durante a partida, ele cometeu uma falta em mim, e me segurou pela cintura e me deu uma encoxada, deu para sentir o pinto dele na minha bunda. Normal, isso acontece mesmo batendo uma bolinha.

Na segunda vez, ele cometeu outra falta, perto da área do time deles e ele me jogou no chão e caiu deitado em cima de mim. Senti que ele forçou, ele ajeitou o corpo sobre o meu e me deu uma comidinha, senti que ele mexeu com a cintura e roçou o pau na minha bunda e desta vez senti que estava ficando com o pinto duro. Fiquei com vergonha, sem saber se os outros caras viram isso acontecer, mas como ninguém comentou nada, fiquei de boa.

Este campinho tem uma coisa, o banheiro e o vestiário ficam do outro lado, onde tem uma rua estreita e sem saída. A gente quase não vai lá, a não ser que a jogada esteja acontecendo daquele lado do campo e a gente entra e dá uma mijada rápida, ou os caras que vão direto do serviço e trocam de roupa por lá e também tem os casos dos que são brigados com a D. Dalva, que não usam o banheiro dela. Na última sexta-feira, anoitecendo fui dar uma mijada lá. Quando estava na casinha mijando, entrou o Gilson e foi fazendo uma brincadeira comigo. Ele mijou no coxo e ficou puxando conversa comigo, enquanto eu ia até a pia lavar as mãos. Olhei e vi o pinto dele. De repente, eu estava inclinado diante da pia lavando as mãos, quando sinto o Gilson me abraçar por trás. Imediatamente, reagi na hora e falei:

- que é isso, Gilson?

Mas, senti o cheiro do desodorante dele e também o pau dele meio duro na minha bunda, ele me abraçou firme, seu peitoral colou nas minhas costas. E continuei bravo, tentando me livrar dele e falei sem pensar:

- Tá loucão? Querendo me comer?

Gilson: uai, Breninho, rola?

Eu: - que isso, Gilson, sou veado não? Rola não.

Gilson:- mas, você tem uma bunda boa, ah isso tem. Pô, Breninho, você é meu chegado.

Eu: - Vai comer a bunda da sua muié, cadê sua muié?

Ele me pegou de novo, o cara estava com uma cara de tarado e me mostrou o volume no short dele e falou: Olha aqui, como você me deixa.

Eu: - sai fora.

Gilson: Aqui, vamos conversar... me segurando pelo pescoço.

Preciso falar sério com você, mas não pode ser aqui.

Eu estava paralisado, e ele ainda roçava a ponta do pau duro dele nas minhas coxas.

Eu: o que você quer falar comigo?

Gilson: Dá pra você ir lá em casa, depois das sete e meia?

Isso, ele falava de uma forma tranquila e firme, dando uma seriedade ao que ele falava e foi me convencendo. Ele estava suado, tinha um olhar que eu não conseguia fixar o meu. Comecei a me sentir estranho, o cara, roçava a pica dura nele em mim e eu não estava reagindo como deveria. Estava escurecendo e começamos a ouvir algumas vozes vindo na direção do banheiro ele me soltou e fomos saindo. Quem estava indo em direção do banheiro são uns caras que fumam um baseado por aqui.

Fui para casa e fui tomar banho. Fiquei de tesão e comecei a bater uma debaixo do chuveiro, mas meu pai pediu que eu saísse logo do chuveiro, ou pra eu abrir a porta e deixar ele entrar. Não continuei minha punhetinha e sai.

Às sete horas, quando peguei meu celular tinha uma mensagem do Gilson no meu whatssap, que dizia: estou te esperando, hein? Fiquei no meu quarto de toalha pensando se iria ou não até lá. Chegou outra mensagem dele, me perguntando se estava indo. Fui vestindo a cueca, peguei uma bermuda que gostava, passei desodorante, vesti uma camiseta, calcei tênis e fui. Já eram sete e meia, quando sai de casa. A casa dele não dava nem cinco minutos a pé. Fui bem devagar, mas, não queria encontrar com ninguém, não sabia explicar o que iria fazer na casa dele.

Cheguei lá toquei a campainha, ele demorou um pouco para atender, já ia tocar de novo, quando ouvi um “já vai”. Ele apareceu, entre a porta meio aberta. Ele estava de toalha, na cintura e ainda muito molhado.

Ele foi falando: - minha mãe demorou para sair e só fui tomar banho depois que ela saiu. Ele foi me pondo pra dentro da casa e conduzindo para o quarto: - vem cá, chega ai.

Indo na direção do seu quarto, eu o segui. Observava o corpo dele, tinha um peitoral legal, com pelos entre os bicos dos peitos. Todo definido. Chegando no quarto, percebi que ele estava com a barraca armada. A toalha dele apontava pra cima. Ele pôs a mão no meu ombro e me conduziu para perto da cama, falando algumas coisas que não faziam sentido, ou eu não conseguia prestar atenção.

Ele tirou a toalha e ficou peladão na minha frente. O pau dele estava durão, apontando para cima, era isso mesmo, a cabeça do pau dele parecia que entortava para cima. Não sei se era grande ou não, na verdade parecia que era, acho que o cabeção que me chamou atenção. A cabeça era rosada, mas no contorno estava meio roxo. Os pelos do saco dele não eram muitos e estavam úmidos. Ele começou a falar pertinho de mim, me deixando intrigado e paralisado.

Ai ele me abraçou peladão. Eu não reagi, não o abracei, mas deixei ele fazendo o que queria. Só perguntei, meio ofegante, o que ele queria falar comigo.

Ele respondeu, - pô, Breninho, vamos fazer uma coisa entre nós dois, vamos?

Eu: o que, sô? Você tá doido?

Mas, parecia que o que eu dizia também não fazia diferença e ele continuou o ataque. Senti a rôla dele encostando na minha, que ficou dura também.

Ele disse: isso vai ser um segredo nosso, só nosso.

Eu – que segredo, veio? Ele começou abrir minha bermuda, eu tentei impedir, mesmo sem fazer muito esforço, ele me pediu calma.

Abriu minha braguilha e puxou minha bermuda para baixo e viu meu pau duro dentro da minha cueca. Deu um sorriso, e foi falando: - você também não está de brincadeira, né?

Desceu minha cueca, meu pau pulou pra fora. Tenho um pau de tamanho normal, mas na verdade acho que é grande, ele encostou o pau dele no meu. Depois começou a bater de um lado para o outro como se fosse uma luta de espadas. Acho que o pau dele é do mesmo tamanho que o meu.

Ele me virou de costas e puxou toda minha bermuda e cueca juntos, deixando nos meus pés. Me empurrou para a sua cama, tentei reagir, mas ele pôs força e pediu calma. Quando ainda estava inclinado, sem deixar meu corpo todo cair na cama, ele começou puxar minha camisa e eu levantei os braços para que ele a retirasse. Ele respirava cada vez mais descontrolado e fazia movimentos rápidos. Encostou a pica dura na minha bunda. Achei a sensação muito diferente, fiquei mole. Ele imediatamente deitou em cima de mim, eu com parte do corpo fora da cama e ele deitadão em cima com os pés no chão também.

Ele apontou a pistola para o meu rego, e gemeu e eu arrepiei todo. Ele achou a portinha do cu e encostou a cabeça e sussurrou, gemeu e falava e soltava o ar quente pela boca na minha nuca e orelha. A cabeça da pica forçou na portinha e eu travei. Ele levantou rapidamente e saiu do quarto e voltou com uma latinha azul na mão, tirando um creme cheiroso, esse mesmo creme tinha lá em casa, minha mãe também usava, creme nívea. Passou na pica e eu olhando pra ele e ele com um sorriso safado no rosto, me dedou. Me deu uma dedada no cu e forçou de novo a entrada e o corpo todo contra o meu.

Eu já não reagia mais, fui deixando ele fazer o que queria, estava me sentindo mole, e estava com muito tesão. Ele forçou e senti um ardor no cu, ele me abraçava forte. Pedi ainda para ele parar, que estava doendo, ele falou relaxa, relaxa e não parou. Ele parecia transtornado, forçou mais a cabeça do pau e doeu mais ainda, mas senti que estava entrando. Eu estava ofegante também, gemia e mexia minha bunda, tentando fugir da dor, não da situação. Ele começou dando umas mordiscadas no meu pescoço e o ardido estava mais na portinha, a cabeça do pau dele, parecia que estava no fundo do meu cu.

Ele movimentava devagar e ficava fazendo: xiii...xiiii...xii...ele me apertava cada vez mais nos seus braços e seu movimento estava mudando de ritmo, assim como sua respiração e sua voz e que estava cada vez mais embolada.

Ele começou a soltar um som de ãããhnnn...ãããhhnnn...ããããhhhhnnnn!!!, mais alto e mais firme. E me dava beijos suaves no pescoço e na nuca. Ele estava era gozando dentro de mim. Não sentia nada, a não ser uma explosão dele de força e foi diminuindo a força bruta que ele usava em mim.

Estávamos bem suados, tanto eu como ele. Ele ainda muito ofegante, foi se levantando e tirando o pau de dentro de mim. Fui sentindo um grande alívio no cu. Senti nessa hora um melado na portinha, olhei para trás e o vi com uma cara mais safada do mundo. Tentei levantar e desequilibrei, porque a minha bermuda estava no meus pés.

Ele viu meu pau meio duro e pegou e perguntou: - você não quer gozar e pegou no meu pau, que ficou durão na hora e bateu para mim. Eu estava em pé de costas para cama e comecei a gozar e esporrar no chão do quarto dele. Ele riu e limpou o chão com a toalha molhada que ele usava e me virou e passou a toalha no meu rego, me limpando também. Me emprestou a toalha para eu limpar meu pau.

Ele falou: - putz, vou ter de tomar banho de novo. E perguntou se queria tomar banho também, que ainda dava tempo, pois a mãe dele só chegaria perto de dez horas. Eu disse que não, que ia embora. Essa brincadeira demorou um pouco mais que meia hora, já passava das oito horas. Antes de me despedir, perguntei para ele se aquilo ficaria só entre nós, ele fez o gesto de afirmativo e disse que sim. Que era para eu confiar, que da próxima vez seria mais legal ainda.

Eu respondi: - próxima vez? Nem brinca.

Fui pra casa, pensando no ocorrido, sentido meu cu ardendo um pouco, a cabeça da minha pica, inchada e também um pouco dolorida. Ele me punhetou com força. Sai correndo pela rua e cheguei em casa suadão e tomei outro banho. Comecei a achar que deveria ficar mais esperto.

Olá moçada, de volta depois de um tempinho ausente, espero que goste deste conto.

Abraço a todos.

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Comentários

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Como sempre falo, não tem tesao maior do que ver um macho comendo um machinho

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Olá Jorge Brito, vamos trocar uma ideia, manda o contato. Abração.

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Muito bom, se houver mais situacoes do tipo nao deixe de postar!

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