Prima Lalá

Um conto erótico de Nona
Categoria: Homossexual
Contém 1401 palavras
Data: 24/09/2014 10:37:49

Olá. Durante uma tarde solitária e matando o tempo navegando pela internet, achei este “sitio” ao procurar por contos. Confesso que ao ler certos contos eróticos em revistas e até mesmo livros, eu fico totalmente excitada. Viajo nas histórias narradas, como se eu fizesse parte da mesma. Resolvi então contar também uma das minhas experiências e lógico, a que mais me marcou.

Em meados de fevereiro deste ano de 2014, viajei para a cidade de Guanhães-MG, para rever alguns parentes, os quais eu não via há mais de 12 anos. Saí daquela cidade ainda criança, lá pelos meus 13 anos de idade. Lembrava-me bem, que meus tios e avós, moravam em uma fazenda grande, com um lindo riacho aos fundos. Quando lá cheguei, notei que muito pouco havia mudado na fazenda e até mesmo a riacho, continuava o mesmo, porém com menos água. Minha chegada foi uma festa e tanto. Conheci novos parentes advindos de tios que se casaram. Primas, primos, etc. Todos se mostravam alegres comigo, me levaram para conhecer vários locais na cidade e durante todos os dias em que lá fiquei sempre tinham uma novidade para mostrar. Entre as novas primas que conheci havia uma, que chamarei aqui de Lalá, era a mais saída, divertida. Colocava-se melhor em todos os assuntos. O resto da família tem aquele jeito caipira mineiro, meio restrito, cheio de moral e costume. Eu com meus 26 anos e ela com 20, sempre saiamos juntas. Fizemos uma amizade muito estreita. Falávamos dos namorados que já tivemos e das experiências passadas. Riamos muito. Um domingo, bem cedo, saímos nós duas a cavalo e fomos passear pela fazenda. Lindo o lugar, com várias pastagens, matas fechadas, parecendo inexploradas. Chegamos a beira do riacho, onde forma uma pequena queda d’água. A grama no local estava exuberante e macia. Desmontamos e nos assentamos no gramado à sombra de um pé de Ipê, pois o sol estava escaldante. Após alguns minutos ali conversando, Lalá sem nenhuma cerimônia, tirou as suas roupas e entrou na água. Ela estava apenas de calcinha. Pela primeira vez na minha vida, eu fiquei paralisada ao ver um corpo de mulher. Era perfeito demais. Esguio, moreno, cabelos na altura da cintura, seios pontudos e empinados. Juro que algo me correu pela espinha, dando um arrepio. Ela rindo como uma sereia me disse “vem prima! A água está uma delícia”. Tratei de tirar minhas vestes e pulei no riacho. Aquele corpo não saia da minha cabeça. Depois de algumas braçadas e mergulhos, sentamos numa pedra, ainda com água na cintura e ficamos conversando. Dente os assuntos, resolvi perguntar a Lalá sobre o atual namorado. Ela, simplesmente disse que há mais de um ano não tinha namorado. Insistindo eu aproveitei para elogia-la, dizendo que uma moça tão bonita, devia ser super assediada na cidade. Ela me respondeu que sim, que vários pretendentes chegam até importuna-la, mas que estava em outra “praia”. Vestimos nossas roupas e nos apressamos no retorno para o almoço. Chegando na fazenda, havia várias visitas. Vizinhos locais que costumam aparecer aos domingos. Dentre eles, havia um casal com sua filha, Carol, que apresentava ter entre 18 ou 19 anos. Cabelos cacheados, negra, bonita e de estatura baixa, mais ou menos 1,60 m. Ao nos ver, veio logo ao encontro de Lalá. As duas conversaram um pouco e foram ao estábulo desarrear o cavalo. Eu entrei em casa e fui tomar um gole d’água. Logo após retornei e também tratei de ir cuidar da minha montaria. Quando adentrei o espaço onde é o estábulo, ouvi a conversa das duas. Era quase um cochicho. Olhei pela fresta da tábua e vi Lalá alisando o cabelo de Carol com as mãos dizendo a ela “ela é minha prima, não precisa ficar assim”. Logo entendi o que Lalá tinha me dito lá no riacho a respeito de “estou em outra praia”. Depois de consolar a Carol, as duas se beijaram como se fossem engolir uma a outra. Fiz um barulho para que elas sentissem que eu estava chegando. Após o almoço, todos se reuniram na varanda e foram por a prosa em dias. Carol e Lalá como eram de costume delas, foram para o quarto, que fica nos fundos do corredor e eu fui para o meu quarto que ficava anexo ao dela. De lá ouvia a conversa baixinha das duas. Não me continha de curiosidade. Então, com muito jeito, fui até a porta e me certificando que ninguém mais estava no corredor, olhei pela fechadura e pude ver, Carol e Lalá se beijando. Desta vez, Lalá estava com quase três dedos enfiados na buceta de Carol. Eu não me aguentava de tesão vendo aquela cena. Uma buzina de um carro tocou lá fora. Era o pai de Carol chamando para ir embora. Corri para o meu quarto e elas saíram do quarto. A noite, lá pelas 22:00 horas, quando íamos nos recolher, com uma desculpa de prima, pedi a Lalá se eu podia dormir no seu quarto. Lógico que não houve recusa e minha tia de pronto tratou de mandar ajeitar outra cama lá. Ficamos as duas conversando um pouco e aproveitando o ensejo, eu disse a Lalá que descobri o que ela queria dizer com estar em outra praia. Ela, se mostrando assustada me perguntou o que eu havia descoberto. Então lhe disse que havia visto o que aconteceu no estábulo e no quarto. Ela ficou sem fala e eu tratei de acalma-la dizendo que não precisava ficar preocupada. Mas em seguida, olhando bem dentro dos seu solhos, disse baixinho... “eu quero que você me beije igual fez com Carol”. Ela não sabia o que responder. Nem precisou, pois eu fui de encontro a ela e lasquei um beijo naquela boca carnuda. Ela se mostrou receptiva e abriu a boca aceitando minha língua. Num repente tão grande, nossas camisolas já estavam no chão. Fui descendo a língua até atingir aqueles seios pontudos. Parei ali sugando um e outro. Ela arfava num suspiro longo e baixo. Minhas mãos corria seu corpo até chegar na calcinha. Passei a mão sobre aquele monte e sentir que melava. Enfiei a mão por dentro e os pelos entrelaçaram nos meus dedos. Fui me esgueirando cama abaixo e aquele cheiro gostoso exalou. Tirei-lhe a calcinha com os dentes enquanto tirava a mina também. Meti a boca naquela buceta e minha língua roçou um grelo que estava duro e melado. Ela arqueava o quadril num rebolado gostoso. Virei na cama e ofereci minha buceta para ela. Quando a boca dela me tocou, senti um raio passar pela mina coluna. Esfreguei a buceta na boca dela por pouco tempo e senti o gozo escorrer e minha buceta se contrair igual égua. Ficamos nesta transa até tarde. Dormimos abraçadas. No dia seguinte, ela se levantou para ir a aula, mas antes me deu um beijo longo. Durante a semana, nos duas transamos quase todos os dias, no nosso quarto mágico. No sábado seguinte, meus tios foram na cidade fazer compras para a fazenda. Carol chegou cedo e como sempre foi direto até Lalá. Desta vez quem ficou chateada foi eu. Eu sabia o que estava acontecendo no quarto e fui para o meu. Não estava interessada em bisbilhotar desta vez. Lia uma revista, recostada na cabeceira da cama. A porta do quarto se abriu e Lalá estava lá. Entrou sem dizer uma só palavra e chegando bem perto de mim, beijou minha boca. Eu que não sou boba, logo aceitei. Ela subiu o corpo e me ofereceu os seios. Beijei-os e chupei. Subiu mais o corpo e desta vez entregou a buceta. Eu lambia e ela rebolava. Senti meu vestido subir e uma mão puxava minha calcinha para o lado. Pensei se tratar da mão de Lalá, mas logo pude ver que as mãos dela estava na cabeira da cama. Uma língua entrou na minha buceta e circulava meu grelo como se fosse uma cobra. O gozo não demorou. Ela se virou e eu vi Carol atolada na minha buceta. Ela me enfiou dois dedos e lambia simultaneamente meu grelo. Lalá deitou atrás dela e chupava a buceta dela. Nós gozamos iguais loucas. Sem nenhuma palavra entre nós, ficamos gozando por longos tempos. Beijos, lambidas, sarro passaram há serem nossos dias. Acabaram-se as minhas férias e tive que vir embora, mas em breve estarei de volta com a buceta em chama.

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