Sem Barreiras Cap - 2

Um conto erótico de Iago
Categoria: Homossexual
Contém 983 palavras
Data: 26/08/2014 10:25:02
Última revisão: 26/08/2014 10:29:59

Já se aproximava das duas da manhã, Caio ainda estava comigo, sentado em baixo de uma figueira no jardim da escola, e festa estava bombando do outro lado do estacionamento, eu estava com a gravata na cabeça e sentado em cima do meu terno, Caio estava do meu lado com a cabeça sobre os joelhos.

- E ae, o que achou das aulas de dança intensivas? - perguntei a Caio que levantou sua cabeça para responder.

- Foi bom, não é tão difícil quanto parece! Mais tem uma coisa que esta me encafifando, e acho que pelo fato de termos passado as ultimas uma hora e meia agarrados dançando eu tenho intimidade o suficiente para te perguntar...

- Certo, pode perguntar o que você quiser!

Ok! Então me conta essa parada da ajudar o maior número de pessoas que você falou!

Caio era bem direto, ele não tinha arrudeios ora perguntar alguma coisa, eu notei isso quando estava ensinando ele a dançar e cheirei o seu pescoço e ele sorrindo perguntou se eu estava no ciu.

- Olha Caio, é uma história longa e eu não quero falar!

- Mais você disse que eu podia perguntar qualquer coisa!

Por um momento eu pensei, e já sabia o que fazer.

- Então, é melhor eu te mostrar do que falar! - falei levantando e estendendo a mão para ele que me olhou estranho.

- ora onde você vai me levar?

- Calma, acho que agente já é intimo o bastante para confiar um no outro. - falei puxando Caio pelo estacionamento lotado rumo a minha moto.

- Droga Iago, se acontecer alguma coisa comigo e eu morrer eu te mato!

- Isso é tecnicamente impossível porque se você morrer você não pode me matar depois, mais se quiser pode fazer antecede morrer, o que não é legal....

- Ta bom Iago, já entendi, eu vou! - falou Caio me interrompendo e subindo na garupa da moto.

- E o capaçete Iago?

- Calma anjinho, você vai com o mu e eu vou sem já estou acostumado.

- Como assim sem? Você ta doido, se acontecer alguma coisa com você eu vou ficar mau... É... É deixa pra lá! - falou ele se enrolando e ficando vermelho.

- Serio! Agente se conhece a quase quatro horas e você já se importa tanto! Acho que minhas cantadas surtiram efeitos!

- cara, como você é convencido, então vamos logo porque eu tenho que ir pra casa, se eu chegar de manha minha mãe me mata, depois me ressuscita e depois me mata de novo!

- Ta certo senhor! - falei ligando a moto e saindoem velocidade.

A noite estava fria e notei que Caio estava se tremendo na minha garupa, pari a moto no acostamento da rodovia fazendo ele olhar pra mim assustado.

- O que foi Iago, o que agente ta fazendo aqui?

- Calma meu anjo! - falei tirando meu terno e lhe dando pra vestir, ele olhou pra mim com um olhar de agradecimento, vestiu o terno e fomos novamente de volta a estrada, quase chegando pude sentir Caio se aconchegando em minhas costas e passando sua mão pela minha cintura, tirei uma de minhas mãos do guidom e pus sobre as dele, aquela sensação de aconchego querele me passava era boa, no começo da noite eu só estava tentando ajudar, como prometi a minha irmã mais agora era estranho, eu meio que precisava ficar com ele perto de mim.

Alguns minutos depois chegamos na frente do hospital, parei a moto no estacionamento ajudei Caio que estava tremendo de frio e fomos rumo a recepção.

- Olá Iago, como vai você? - perguntou Sandra, ela era recepcionista do turno da noite no hospital e sempre me ajudava a passar escondido para visitar minha irmã quando eu não conseguia dormir direito.

- Estou bem sandrinha, mais eu preciso daquele favorzinho de sempre.

- certo! Vou passar um radio pros meninos da segurança avisando que você vai passar!

- Ok, obrigado florzinha! - falei saindo andando rumo o elevador puxando Caio pela mão.

- Sandrinha? Florzinha? Nossa que intimidade em? - perguntou Caio com cara de moleque traquina.

- serio! Agente nem tem um relacionamento firmado e você já ta com crise de ciúmes?

- E quem disse que eu quero um relacionamento com você sênior Iago? - falou Caio cruzando os braços.

- olha só. Você já dançou comigo no gramado da escola, já saiu comigo de moto cruzando a cidade e faz menos de quatro horas que agente se conhece, acho que isso é um sinal de que você gosta de mim!

- nossa como você é convencido, como pode ter algo entre a gente se você nem sabe se eu quero? Agente nem se quer se beijou!

Aquele jeito de falar tudo na cara que ele tinha estava cada vez me encantado mais e eu não ia me segurar.

- Ta certo! Não seja por isso! - falei puxando ele para meus braços e lhe dando um beijo, meus braços se cruzaram pela sua cintura e suas mão já iam rápido em volta do meu pescoço, seus lábios vermelhos eram deliciosos e sua língua percorria toda a estencao da minha boca enquanto eu sentia eu gosto, eu nunca havia beijado um homem, muito menos sentido prazer com essa hipótese, mais minha promessa havia mudado algo em mim, eu queria viver de verdade, estávamos ficando sem fôlego mais em nenhum momento pensamos em parar, logo a porta do elevador abre e surge uma pessoa na porta.

- Oi maninho, tudo bom? Pelo visto acho que sim!!! - falou minha irmã sorrindo com a cara de espanto de Caio e com o meu sorriso sem graça.

- oi mana, esse é o Caio, agente veio te visitar!

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Gente, desculpe pela demora, eu moro em João pessoa mais viajei pra fortaleza que é minha cidade Natal dai tanta gente pra ver que não tive tempo pra postar, mais esta aí a segunda parte e todos os dias tem capitulo novo ta certo, desculpe se ficou pequeno mais estou postando pelo celular. Agradeço os comentários e a força até amanha!

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Comentários

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Meu conterrâneo! Moro na grande joão Pessoa. valeu.

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