O Dia Em Que o Tesão, Falou Mais Alto Que a Razão! Eu e Minha Irmã Mais Velha - Início *O Estopim Fora Uma Porta Entreaberta!

Um conto erótico de MESSENGER
Categoria: Heterossexual
Contém 1441 palavras
Data: 26/08/2014 00:24:09

Tudo começou em uma tarde de domingo como qualquer outra. Meu pai, um senhor já na casa dos cinquenta, com a típica barriga de "chop" adquirida da idade. Fumava seu cigarro sem preocupação na varanda de casa. Minha mãe, essa no auge do seu corpo aos quarenta e dois anos, se encontrava sentada na mesa de vidro que ficava prostava no meio da cozinha. Absorta em sua leitura, volta e meia soltava uma tímida risada. Como é típico de Goiânia o calor escaldante tomava conta da cidade, a repórter havia anunciado mais de 38C para aquele dia. Por este motivo minha mãe trajava um vestido longo florado de tecido fino, ele era rente ao seu corpo, e ajudava a delinear as suas curvas exuberantes. Possuía total consciência de que tinha uma mãe desejável, e meus amigos faziam questão de expressar tal fato. Porém, não era apenas ela o alvo de comentários desinibidos e safados, outra beldade perambulava por minha residência. Seu nome, Kátia. Mas sempre preferiu ter a alcunha de "Káh", ela era a minha irmã mais velha, com dois anos e alguns meses de diferença, ou seja, na época eu desfrutava da minha recém completada maioridade, e ela esbanjava um corpo de dar inveja à atrizes goblais aos vinte anos. Sua pele, era tão branca, sedosa e macia quanto um copo de leite, seus olhos esverdeados puxados da família de minha mãe, desmonstrava a mulher de carácter que ela era. Tinha quase um metro e setenta com "curvas".muito bem distribuídas por toda extensão de seu corpo. Káh fazia o estilo "falsa magra", suas coxas eram redondas, delicadas e convidativas, principalmente quando envoltas em algum short curto. Sua cinturinha fina, só servia para realçar ainda mais a melhor parte de seu corpo, sua bundinha! Esta podia não fazer estilo paniquet, mas conseguia seduzir igualmente, suas nadegas eram empinadas, redondas e fartas (não grandes, e sim fartas! existe certa diferença). Fartas como seus seios, que quando confinados em algum biquíni, mostrava todo seu potencial, a gravidade parecia não afetalos, sempre firmes e duros tiravam suspiros dos homens. Por fim, seus cabelos longos e ondulados como o de minha mãe, tornava aquela ninfeta o sonho de comquista de vários marmanjos. Claro que nunca a tinha visto de maneira tão detalhada, isso só mudou depois do que aconteceu conosco.

Como já disse o calor era insuportável, e lá estava eu sentado no sofá com o ventilador girando loucamente ao meu lado, toda minha atenção era voltada para algum filme que passava na TV. Eis que surge minha irmã, vestindo um fino e curto short cor de laranja, e uma blusa solta de alcinha. Ela se senta ao meu lado e assisti o filme junto a mim. Depois de passados alguns bons minutos o telefone toca estridente, Káh é quem atende e passa a ligação para minha mãe, que rapidamente muda seu semblante para preocupação. Ninguém entendia direito sobre o que ela falava e todos esperávamos aflitos, até meu pai que já estava ao lado dela. Ao fim do telefonema,.descobrimos que a sua avó, minha bisa, tinha falecido. Minha mãe começa a chorar, é a única, já que eu e minha irmã só tinhamos visto essa mulher uma vez, e quando eramos muito novos.

Sem perder tempo, meus pais já descem as escadas com malas em mãos, mandando tomarmos cuidado e que depois ligavam (a cidade em que a minha bisavó morava ficava a algumas horas de carro de Goiânia). Nos despedimos e continuamos o resto do dia normalmente, sem sequer imaginar o que estava para ocorrer.

Com tudo monótono e sem grande coisa para fazer sair com alguns amigos. Lá fiquei com uma menina linda, branquinha de olhos castanhos, e cabelos negros comportados em um rabo de cavalo. Papo vai papo vem, beijo ali, mão.boba aqui e a convido para ir a minha casa, ela aceita prontamente.

Já passava das três e duvidava que Káh estivesse acordada, entrei e subi até o meu quarto aos beijos com aquela mulher. Entrei no quarto e fechei a porta. Como estava ocupado beijando-a nem percebi que a porta não tinha feito barulho, ou seja, tinha ficado entreaberta. Algo que poderia passar batido, se ela não fosse o estopim para um mudança gigante en minha vida.

Logo estavamos nus, afinal éramos jovens sedentos por sexo. Seus seios eram médios, bicos duros e um pouco escuros, bunda avantajada, e coxas fartas. A beijava loucamente e ela retribuia, minha mão permeava suas coxas, quadris e nadegas. Meu pau duro era pressionado em sua barriga. Ela o segura e se ajoelha, com um sorriso safado no rosto começa uma lenta punheta. Calma e sem presa, por meu pênis ser grosso sua mãos mau dava a volta nele. Fátima (não lembro de seu nome, por esse motivo o dei esse.) Abocanhou meu membro ereto, o colocou até a metade, parou e o encheu de saliva, o libertou e novamente começou a punhetalo enquanto lambia a glande injada. Ficou nisso e no boquete por quase dez minutos. Sabendo a sadada que era não avisei de meu gozo, segurei sua nuca com a mão direita e tampei o seu nariz com a esquerda, ela sabia o que estava vindo e não tentou evitar, meu corpo tremeu e esporrei no fundo de sua garganta, ela tentou engolir tudo. Como tampava seu nariz, só lhe restava respirar pela boca, e quando fazia sinais de minha porra saia dela, e sujava a parte de meu pau que não estava em sua boca. A libertei e ela pegava o esperma que saia e o engolia novamente. Deu mais algumas lambidas para deixar meu pênis limpo. Ofereci minha mão para levantala, e depois a joguei sobre a cama, queria retribuir e fui em direção a sua vagina. Nunca fui encanado como a maioria dos homens com o tamanho do pênis, na minha concepção as preliminares ditava se a transa seria boa ou não. Primeiro respirava sobre sua boceta sem nenhum pelo, mel escorria por ela. Como o dedo indicador iniciei um massagem em seu clitóris, e lambia seus grandes lábios. Fátima gemia e se contorcia a cada toque. Então minha língua passou a lamber o seu clitóris e meu dedo que antes o fazia, agora penetrava a sua vagina, minha mão esquerda não podia ficar parada, e com ela apalpava e beslicava seus seios. Com três dedos a fudendo, minha língua a lambendo e tomando qualquer mel que saia, e tendo seus seios apalpados. Fátima não tinha pudor ao gemer alto e me chamar de gostoso. Sinto seu corpo tremer e meus dedos serem apertados, ela tinha gozado. Fátima sem forças e com a respiração descompassada encarava o teto, peguei uma camisinha no criado mudo e pedi para ela a colocar, algo que fez com a boca. Coloquei suas pernas em meus ombros, e pincelei a entrada daquela gruta com a cabeça do.meu pau. Queria vê-la implorando, o que não demorou a acontecer.

- Mete logoo... Para com essa tortura, quero sentir seu pau me alargando!

Não podia deixar uma mulher daquelas esperando, com um sorriso sacana o coloquei até a metade de uma vez, Fátima soltou um gritinho agudo, e com mais um movimento estava com o pênis tocando o seu útero. Sua vagina me apertava, sentia meu pau ser envolto por suas paredes macias e molhadas. Tasquei um beijo em sua boca, a chamei de vadia, e comecei a estocar forte. Quase tirava o meu.membro e o colocava por inteiro. Fátima gemia, mordia os lábios e fincava suas unhas em minhas costas. Aumentei o ritmo, seus peitos balançavam, mordisquei seu mamilo direito e logo após o esquerdo. Comecei a ficar cansado, tirei suas pernas de meus ombros ainda ficando meu pau, segurei sua cintura e sem sair de dentro dela a virei, e agora ela cavalgava freneticamente sobre mim. Segurava sua cintura enquanto lhe falava sacanagens, adorava ver ela subindo e descendo em meu cacete. 20, 30 minutos?! não sei quanto tempo se.passou, só me lembro que suavamos em bicas quando ela finalmente tremeu e gozou, poucos segundos de diferença fiz o mesmo. Fátima caiu quase desfalecida sobre meu corpo, a pus ao meu lado, e sem um pingo de vigor físico, praticamente desmaiei.

Na manhã seguinte, quase as nove horas do dia, o meu celular acorda a eu e Fátima, eram meus pais perguntando se estava tudo bem, disse que sim, e não pronloguei a conversa, desliguei. Não sem antes escutar um "não faça nenhuma besteira" de minha mãe. Nem ela ou eu sabiamos o quão séria, era a besteira que estava para acontecer com a participação de minha irmã Káh.

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Comentários

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Muito bom,espero que não demore para colocar a continuação,leia os meus e diga o que acha

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