A VIDA COMO ELA É – CAPÍTULO 5

Um conto erótico de KRÉU
Categoria: Homossexual
Contém 2441 palavras
Data: 05/07/2014 22:55:54

Continuação do capítulo 4

Tremi na alma e meu pinto murchou igual bexiga furada. André caiu sentado quando ouvimos aquela voz rouca e vimos um homem enorme, pelo menos nos pareceu assim naquela hora, saindo do meio do mato e parando ao nosso lado. Passado o susto inicial, vi que já o conhecia de algum lugar, só não me lembrava de onde. Espera! Ele é muito parecido com o Lucas, só que mais encorpado e um pouco mais alto. André gaguejava e não conseguia falar. Tomei coragem e falei:

—Ele pediu pra ver meus pentelhos...

—Quem são vocês? São da escola?

—Somos sim senhor! Da sexta série. Eu sou Gustavo e ele é o André. Somos colegas de classe.

—Ah! Então você é o menino que está dormindo com meu filho...

—O senhor... É pai...

—Do Lucas! Sou sim o pai dele e pelo que conheço meu filho... Sou o zelador da escola não me reconheceu?

—Agora lembrei! Seu Júlio! Me desculpe! O senhor não vai contar pra diretora de nós não?

—Vai depender de vocês. Se vocês fizerem tudinho que eu mandar eu guardo segredo, mas se não...

—André ainda pálido de susto ou de medo foi logo dizendo:

—Nós fazemos! Nós fazemos!

—Então tá certo! Não vou contar... Vamos começar com você André! Você estava querendo ver mesmo os pentelhos do Gustavo ou queria algo mais?

—Eu ia...

—Já sei, não precisa dizer que você queria dar pra ele. Tá na cara! Mas antes, começa vendo os meus pentelhos, são bem mais do que os dele.

Olhei e vi que Seu Júlio estava com o pinto duro porque sua calça estava estufada na frente. Se o Lucas puxou pra ele deve ser gigantesco... Seu Júlio abriu o zíper da calça e abaixou ela e a cueca junta até o meio das pernas. Nossa! Era gigantesco mesmo. Talvez fosse até do mesmo comprimento, mas era mais grosso e tinha o mesmo tipo de cabeça de cogumelo. No tronco do pinto muita pele e grossas veias inchadas, cheias de sangue. Uma mata fechada compunha sua pentelhada e um saco enorme guardando dois testículos não menos grandes.

—Anda André! Pega nos meus pentelhos e na minha rola. Você deve ir acostumando com rola de homem e não com rolinha de menino.

—É muito grande... Seu Júlio...

—Anda logo! Começa a pegar e a fazer carinho aí. Depois eu vou deixar você chupar ela.

Vendo o Andre de joelhos e pagando naquela rola-pai, fiquei excitado novamente. Eu queria segurar nela; Era eu quem devia chupar e mamar nela com gosto. Seu Júlio parece que adivinhando meus pensamentos, virou-se para mim e falou:

—Tu Gustavo, se dormiu com meu filho, já deve ter levado a rola dele na sua bunda. Contigo me entendo depois.

Depois que André pegou e massageou a rola do zelador, ele mandou que André mamasse nela. Com cara de nojo, mas cheio de vontade, logo começou a mamar. A rola mal cabia na boca e ficou mais da metade de fora. Acho que era porque ele não tinha prática em chupar rola de adulto. Depois de um tempo mamando, Seu Júlio mandou que ele parasse e ficasse de quatro com a bermuda arriada. André começou a chorar pedindo que ele não botasse na sua bunda. Ele disse que nunca tinha dado pra ninguém e gostava mesmo era de pegar e mamar nos meninos do tamanho dele.

—Sossega bichinha! Só vou gozar nas suas coxas. Anda!

Eu, um pouco afastado, me masturbava enquanto Seu Júlio fodia André nas coxas. Eu gozei todo o gozo acumulado da noite anterior e reforçado com os últimos acontecimentos. Seu Júlio gozou e melou bastante as pernas de André. Depois indicou uma trilha que levava a um pequeno riacho e falou:

—Vai lá no riacho e se lava direito. Depois fica lá esperando até eu chamar.

Depois, ainda com a rola dura e pingando porra, virou para mim e perguntou:

—Tu deu pro Lucas? Não minta pra mim!

Meio envergonhado, acenei com a cabeça afirmativamente morrendo de vontade de dar pra ele também.

—Tu já ouviu aquele ditado que diz “Tal pai, tal filho”? Pois é! Lucas não é muito diferente de mim e se tu já conheceu ele na intimidade, comigo vai ser igual. Adoro um cu.

—Mas o senhor é mais forte e mais encorpado que ele...

—Nada que você não possa suportar. Vem aqui e tira a bermuda. Como é que você prefere: de quatro ou deitado?

—Como é que o senhor gosta mais?

—De quatro.

—Então vou ficar de quatro, mas passa vaselina antes, por favor.

—Ah! Veio preparado, né?

Tirei a roupa e fique de quatro. Seu Júlio passou vaselina no pinto e veio meter em mim. Fiquei com um pouquinho de medo porque não sabia como ele se comportaria comigo: seria carinhoso ou violento? Lucas, seu filho havia sido carinhoso comigo, mas e ele? Senti quando ele encostou seu pinto cabeçudo melado de vaselina e de porra que ainda escorria dele. Depois, com jeito de quem sabe o que está fazendo, foi empurrando de leve e tirando; empurrando e tirando até que empurrou mais forte um pouco e meu ânus abriu-se para receber aquela rola de meia idade, mas tão grossa quanto a rola durona do seu filho. A beterraba, digo, a cabeçorra entrou sem me machucar e foi sugada com avidez pelo meu cu faminto. Minhas carnes engoliam mais um pedaço de nervo duro que deslizou justinho, na medida certa para dentro de mim. Seu Júlio gemeu de prazer e empurrou o resto que foi avançando tal qual locomotiva ao passar lentamente pela plataforma de embarque de uma estação. Assim foi com minhas pregas que ficavam vendo a tora avançar lentamente em direção ao fim do mundo, ponto final de minhas entranhas. Penetração suave, sem dor e sem traumas. Teria sido a vaselina? Ou o fato de sua rola já não ser tão dura? Era dura o suficiente para entrar, mas macia o bastante para não machucar. Se eu gemi? Claro que gemi, ou melhor, gememos de prazer. Nossos gemidos se prolongaram por vários minutos até que os gemidos do seu Júlio transformaram-se em uivos e urros quando gozou. Suas estocadas foram se acelerando, acelerando, até ele explodir num fantástico orgasmo que me deixou inundado de esperma. Em mim, doíam somente os joelhos que ficaram esfolados pelos movimentos de fricção contra o capim a que foram submetidos durante nosso “affaire” sexual. Saciado e já incapacitado para mais outra rodada, Seu Júlio se levantou e vi sua rola murcha, derrotada, ficar pendurada de cabeça para baixo enquanto ele se limpava.

—Puxa Gustavo, você deve ter feito o Lucas muito feliz ontem de noite. Você sabe como levar uma rola no rabo. Você ainda quer comer aquela bichinha? Se quiser eu chamou ela.

—Não. Deixa pra lá. O senhor também é bom nisso... Será que depois que a gente voltar para a escola a gente vai poder se encontrar mais vezes?

—Se você gostou eu posso dar um jeito, mas vai ter que ser na minha casa.

—E a sua mulher? E o Lucas?

—Lucas eu dou um jeito e mulher... Faz tempo que me deixou. Moro com o Lucas e o Luis, meu outro filho.

—Ele estuda na minha escola também? Não conheço nenhum Luis...

—Não! Ele é já é adulto. Tem 20 anos e trabalha na construção civil. Vem em casa só pra dormir.

—Então depois a gente combina. Ah! O senhor não vai falar nada pro Lucas não, não é?

—Fica tranquilo. Ele não vai saber que você traiu ele.

Seu Júlio terminou de se vestir e falou:

—Agora vai cumprir sua tarefa com seu amiguinho.

Saí dali feliz. Estava acumulando experiência e machos. Dava até pra contar nos dedos: Ambrósio, Anastácio, meu pai querido, Lucas e agora Seu Júlio. Já são cinco. Que legal! Caminhei em direção ao riacho e chamei:

—André!

—Tô aqui Gustavo!

Me aproximei e o encontrei sentado na beira do riacho.

—Levanta cara! Vamos coletar as informações dos passarinhos, não anotamos nenhuma ainda.

Saímos em busca de sons de pássaros e ficamos quase até a hora do almoço fazendo anotações e depois voltamos para o ponto de reunião com os professores onde cada dupla leu em voz alta suas anotações. Quando a última dupla leu seu relatório, fomos liberados para o almoço sendo-nos informados de que deveríamos vestir calções para o banho de cachoeira na parte da tarde. Seguimos para nosso quarto e eu estava ansioso para ir logo no banheiro. Precisava descarregar a carga do Seu Júlio que sentia começar escorrer do meu cuzinho. Entrei quase correndo no quarto e fui direto para o vaso sanitário. Lucas estava pegando o calção para vestir e vi o quanto ele é parecido com seu pai. Só perde um pouquinho na grossura do pinto e no volume corporal, já que ainda não completou seu amadurecimento físico, mas no resto é igual sem tirar nem por.

— Lucas, eu conheci seu pai hoje. Legal ele! Não sabia que ele trabalhava lá na escola.

— É! Trabalha sim. Meu pai é gente boa, mas cuidado com ele.

—Por quê? Me pareceu ser tão gente boa.

—E é, mas quando toma umas cachaças, vira bicho brabo. Até eu tenho medo dele quando está embriagado.

—Hã...

Comecei a tomar banho e Lucas perguntou enquanto eu me ensaboava no chuveiro.

—Fofinho você só tem mesmo 13 anos?

—Só! Por quê?

—Parece que tem 15... Seu corpo já está bem cheiinho, principalmente a bunda. Já aguenta bem rola de macho...

—Para Lucas!

—Será que dá tempo da gente “dá uma” rapidinha? Só pra aliviar?

—Correndo eu não gosto. Gosto só bem devagar. Fica pra de noite, tá bem?

—Valeu!

Saímos e fomos nos juntar ao grupo de meninos. As meninas seguiram com as professoras e um guia do hotel fazenda e nós seguimos com os professores que já conheciam a trilha para a outra cachoeira, bem mais acima de onde iriam estar as meninas. Éramos uns 20 meninos e dois professores. Max, de geologia e Gregório de Biologia. O lugar era fantástico. A paisagem deslumbrante parecia cenário de filme de Hollywood e a queda d’água de mais de 8 metros formava um cortina de água e espuma que ocultava uma caverna. Lá dentro, um pequeno lago de águas azuis cristalinas onde se era possível ver vários peixinhos nadando. A turma praticamente se espalhou pela cachoeira e mata circunvizinha àquele pedaço de paraíso terrestre. André estava colado no meu pé e não me largava a ponto de eu chegar pra ele e perguntar porque ele não me largava. Na maior sem cerimônia ele falou:

—Quero dar pra você.

Imagine! Logo eu que só gostava de dar também! Respondi aborrecido:

—Sai fora guri! Vai catar outro cara que esteja a fim. Eu não tô não!

Me afastei dele e passei pela cortina de água que formava o véu de noiva na queda d’água e entrei na caverna. Os professores haviam avisado que não entrássemos ali desacompanhados, mas para me livrar do pivete, entrei. Lá no interior da caverna só se ouvia o som da água chocando-se com as rochas do lado de fora. Fiquei maravilhado com a beleza e a paz que aquele lugar me proporcionava. Andei mais um pouco para o interior e ouvi barulho de alguém nadando. Era o Professor Max que mergulhava para catar pequenas pedras no fundo do lago. Ele estava pelado e quando me viu, aborreceu-se por eu ter descumprido as ordens deles. Ficou de pé dentro d’água com a água pela cintura, mas a transparência daquelas águas não impediu que eu visse a parte de seu corpo que estava submersa. É claro que a refração da luz na água distorcia o visual, mas não o bastante para ver que era daqueles homens bem dotados. Professor Max devia ter lá seus 29 ou 30 anos, usava óculos de lentes e aro grossos, tinha o peito e as pernas cabeludas; media talvez pouco mais de 1,65 de altura ( quase da mesma altura que eu) e era meio gordinho. Na escola era zoado pelas meninas por ser a antítese do homem “gato”. Apesar de ele estar bravo comigo, depositei minha mochila sobre uma pedra, tirei o calção, entrei na água e nadei em sua direção. Na minha cabeça, eu só pensava em me tornar “íntimo” dele. Não importa que fosse professor. Professor ou não ele era homem e homem é do que eu gosto. Ele é macho e eu decidi que seria sua fêmea.

— Você ficou maluco? Sabe no que pode acontecer se eu comunicar à diretora que você quebrou as regras?

— Se fiquei maluco é o senhor quem vai dizer depois, o fato é que sei que o senhor não vai me dedurar, principalmente se eu falar que tomamos banhos pelados juntos, só nós dois. Mais perto dele eu vi que seu pinto, apesar de mole e encolhido por causa da água fria, era grosso e a cabeçona vermelha estava de fora. Tudo ali estava encolhido e o saco bastante enrugado. A pentelhada preta formava uma mancha preta na água azulada.

—Sai logo da água e veste seu short. Anda!

Me aproximei mais dele e deixei minha coxa encostar em sua “bagagem” murcha, enrugada.

—Tá com medo de mim ou das consequências?

O professor Max estava desconcertado e olhava constantemente para a entrada da caverna, cujo véu de água e espuma impedia a visão de quem estivesse do lado de fora. Coloquei minha mão em sua cintura e deixei meu pinto duro tocar em sua perna.

—Se nos virem aqui o que vão pensar?

—Que o senhor me comeu.

—TÁ MALUCO! Sou seu professor...

— Mas é macho e todo macho que se preza, não dispensa uma bundinha igual a minha.

O demônio do desejo dominava minhas ações e palavras naquele momento; naquele diálogo entre o jovem aluno pervertido e sequioso por rola e o professor intelectual, zoado por causa de sua feiura. Mudei a posição do meu corpo e deixei minhas nádegas tocar em seu pinto murcho, que senti ser consistente.

—GUSTAVO! Você está me fazendo perder o controle...

Senti seu pinto sair do estado de latência e começar a despertar daquela letargia gelada. Melhorei a posição ficando, agora, totalmente de costas para ele permitindo que seu pinto crescesse bem na direção do meu rego. Ele colocou as mãos em minhas costas como querendo me afastar dele, mas sem nenhuma convicção de que realmente queria me afastar. Peguei em suas mãos e as trouxe para minha cintura e fiz com que ele me apertasse contra seu corpo. Seu pinto cresceu e engrossou entre minhas coxas.

—Gustavo...

Continua...

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