alem de apanhar do meu cunhado ainda levei na bunda!

Um conto erótico de Andressa
Categoria: Heterossexual
Contém 1077 palavras
Data: 02/07/2014 20:34:55
Última revisão: 20/01/2026 23:29:35

Olá, hoje vou contar a deliciosa foda que tive com meu cunhado há alguns dias atrás.

Como já contei antes, eu e meu cunhado mantemos uma relação sexual bem ativa – e considerando que ele é meu cunhado, é ativa até demais, kkkkkk. Ele é praticamente meu amante: toda vez que surge uma oportunidade, rola foda na certa.

Há algumas semanas, ele me mandou uma mensagem no WhatsApp dizendo que estava vindo pra minha cidade e que estava louco pra me foder. Eu respondi na hora: "Vem quente que eu tô fervendo, kkkkkkk". Na verdade, no momento eu tô meio que namorando, então não posso reclamar de falta de sexo. Mas, sabendo como meu cunhado fode – com uma rola grossa e fodaço sem igual –, não dava pra descartá-lo de jeito nenhum.

Fiquei pensando em algo diferente, algo que ele gostasse e que o surpreendesse de verdade. Mas, na hora, não consegui bolar nada especial pro dia. A única diferença era que não poderíamos transar na minha casa, porque tô dividindo o apê com uma amiga que tá fazendo mestrado aqui na cidade e vai ficar só um tempinho.

A princípio, cheguei a pensar em chamar ela pra fazer uma surpresa daquelas pro meu cunhado, já que nós duas já tivemos umas aventurinhas bem safadinhas – mas isso é história pra outra hora. No fim, desisti: além de ela ser ex-ficante dele, é a melhor amiga da minha irmã e nem sonha que eu fodo gostoso com ele.

Sem nada de especial em mente, almocei, fui pra casa, tomei um banho correndo e fui esperá-lo no local combinado – um lugar seguro, com bastante movimento de gente, pra não levantar suspeita nenhuma.

Cheguei lá e já vi o carro dele encostado. Entrei, a gente só trocou um "oi" rápido e seguimos direto pro motel novo aqui da cidade.

Chegamos no motel e, mal a porta da garagem fechou, ele me agarrou por trás. Beijava meu pescoço com fome, apertava meus seios com força, e esfregava o pau – que já tava duro pra caralho, latejando – bem na minha bundinha empinada.

Entramos no quarto e ele pediu um segundinho pra tomar banho. Enquanto isso, deitei na cama, liguei a TV e comecei a zapear os canais. Parei num daqueles de pornô 24 horas e vi uma cena que me deixou de buceta latejando: uma garotinha novinha deitada no colo de um velho, com a bunda pra cima, e o cara batendo nela com força, estalando alto. Aquilo me deu o maior tesão – sem perceber, já tava na maior siririca, enfiando os dedos na xoxota encharcada, quando ele saiu do banho e perguntou:

— Você gosta de apanhar na bundinha também?

— Só se for você quem tiver batendo — respondi, já doidinha de tesão.

— Então deita aqui no meu colo que hoje você vai apanhar muito, sua vadia — disse ele, com voz de macho dominante.

Eu nunca tinha me imaginado apanhando, mas aquela cena me deixou com o cu piscando de excitação. Ele sentou na cama, encostado na cabeceira, e mandou:

— Vem deitar aqui no colo do teu macho que agora tá na hora de você apanhar!

Não pensei duas vezes: arranquei o resto da roupa e deitei no colo dele, bundinha empinada. Nem bem me ajeitei, senti o primeiro tapa estalar forte – minha bunda ardeu que nem fogo. Ele deu outro, ainda mais forte, e eu soltei só um gemidinho, me segurando. Confesso: os dois primeiros doeram pra caralho, mas o tesão era mil vezes maior, minha xoxota escorrendo. Ele meteu o terceiro tapa daqueles, e aí não aguentei: gritei alto.

— Aiiiiii, filho da puta!!!

Ele me puxou pelo cabelo, deu mais um tapa estalado e rosnou:

— Não tá aguentando mais? Você pediu pra apanhar e não aguenta.

Eu não sabia o que dizer – tava praticamente gozando só com os tapas. Ele batia cada vez mais forte, minha bunda esquentando, vermelha e inchada. Aí, ele começou a cuspir no meu cuzinho, espalhando a saliva molhada pela bundinha toda até a bucetinha inchada. Brincava alternando: um dedo circulando o anel do cu, outro enfiando na xoxota melíflua, e ainda metendo tapas ritmados. Não queria que aquilo acabasse nunca – era a surra mais gostosa da minha vida.

Então, ele me botou de quatro na cama e atacou: chupava meu clitóris inchado com a língua gulosa, enfiava dois dedos na buceta encharcada, me fazendo gemer como puta. Parei de gemer quando ele parou de repente e pegou um lubrificante – não sei de onde tirou. Passou generoso no meu cuzinho apertado. Confesso: fiquei com medinho. Já tinha feito anal com ele e sabia do tamanho da ferramenta – comprida não assusta tanto, mas a grossura é anormal. Minha irmã sempre reclamou que nunca conseguiu porque é grossa demais. Mas não me acovardei e pedi, voz rouca de tesão:

— Vai, cunhadinho, manda essa pica pra dentro do meu cu!

Ele foi devagar, cauteloso. A cabeça grossa forçando entrada doía pra cacete – parecia que me rasgava ao meio, e a rola não acabava nunca de entrar. Logo ele começou a bombar: meu cu queimava inteiro. Aumentou o ritmo, apertou minha cintura com mãos fortes, puxou meu cabelo pra trás e empurrava até o talo. A dor diminuía aos poucos, mas ainda incomodava – só que eu não demostrava, pelo contrário: pedia mais, rebolando o rabo.

Ele reviveu tudo com tapas na bunda vermelha – cada estalo reacendia o tesão insano. Não sentia mais dor, só putaria pura: cada bombada profunda da pica grossa me levava pro gozo, misturado com tapas, socadas no cu e o saco peludo dele batendo na minha xoxota babada. Não aguentei: gozei gostoso, tremendo toda, esguichando. Gozei tanto que nem senti ele gozar no meu cuzinho. Ele disse que gozou junto, que meu cu apertou a rola dele como um torno e ele não resistiu. Eu não senti na hora, mas quando ele tirou a pica – puta merda! –, o gozo dele escorria sem parar pelo meu cu dilatado, misturando com meu mel e pingando na buceta.

Foi uma foda e tanto. Ele se deitou, me puxou pro ombro dele, e descansamos um pouco. Fomos pro banho – afinal, era horário de almoço e o tempo tava curto. Saí do banho, ele me levou até o trabalho e foi embora. Mais tarde, mandou msg: "Foi uma delícia foder com você hoje, mas você me ficou devendo um boquete. Beijos".

Depois desse dia, não nos vimos mais. Mas não vejo a hora de pagar o que devo pra ele.

Beijos, até a próxima!

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Comentários

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com queria uma cunhadinha desta maravilhosa

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