minha primeira vez

Um conto erótico de adrianeskm
Categoria: Heterossexual
Contém 909 palavras
Data: 25/05/2014 21:30:04
Última revisão: 22/01/2026 19:32:39

Olá, resolvi postar aqui algumas de minhas aventuras sexuais que já vivi. Foram muitas na verdade, mas vou contar só as mais importantes, kkkk.

Bom, pra começar, meu nome é Adriane. Sou fisioterapeuta, solteira. Não sou tudo aquilo que todos os homens querem, mas sinto que chamo atenção. Tenho 1,60m, magra, seios pequenos, pernas grossas, etc... Kkkkkk.

Hoje, no meu primeiro conto, vou contar pra vocês como foi minha primeira vez. Não foi nada de espetacular, mas como dizem, a primeira vez a gente nunca esquece. Vamos lá.

Na época, eu tinha um namorado de quem gostava muito, e ele me retribuía na mesma altura. Rolava altos amassos entre nós. Sempre saíamos de carro, íamos pra um lugar um pouco mais deserto e aproveitávamos. Além dos amassos, rolava uns boquetinhos, umas punhetas etc...

Ele sempre insistia em transar, mas eu não sei por quê sempre recusava. Até que, de tanto ele insistir, resolvi liberar pra ele. Marcamos o dia, fomos pra um motel legal. Chegamos lá, eu meio com medo e tal, pois todos diziam que doía e tudo. Fiz uma exigência: só transaria com ele se usássemos camisinha, e ele concordou. Começamos os amassos, fomos tirando a roupa. Dei um boquete bem caprichado pra ele. A pica dele estava enorme — bom, enorme modo de dizer, porque não era tão grande assim, kkkkk. Mas também não era de se jogar fora. Voltando ao assunto principal: ele veio pra cima de mim com muito tesão, arrancou minha calcinha e já foi ajeitando aquela pica na minha bucetinha. Eu barrei e disse que só entrava se tivesse camisinha. Ele pegou rápido uma camisinha e colocou sem dificuldade. Porém, depois que colocou a camisinha, o pau dele começou a amolecer. Ele ficou nervoso e não conseguia endurecer de volta. Arranquei a camisinha e comecei outro boquete pra ele. De imediato, o pau dele novamente estava em pé. Peguei outra camisinha e coloquei nele rapidamente, e foi como se eu tivesse dado um soco no saco dele: o pau amoleceu de novo. Dá pra acreditar? Ele voltou a ficar mais nervoso ainda. Bom, pra resumir a história, acabamos indo embora por insistência dele. Ele não se conformava com o acontecido e ficou tão traumatizado que terminou comigo dias depois. Na época, eu já estava na faculdade e era a única virgem entre as minhas amigas. Ouvia todas falando de pau: que fulano tinha um pau grande, que beltrano tinha o pau torto, outro era pequeno etc. E eu só na imaginação.

O dia D aconteceu em um dia que tinha uma festa da minha turma. Estavam todos bêbados em uma chácara. Ele chegou em mim — já nos conhecíamos, pois eu era bem popular na minha turma e ele era da mesma turma que eu. Não demorou muito e já começamos a nos beijar. Logo, ele me tirou pra um lado e disse bem baixinho no meu ouvido:

— Você sabia que eu sou doidinho pra te foder?

Fiquei sem palavras, e ele me falou: "Vamos ali atrás". Eu, bêbada e com muito tesão, só acompanhei. Eu usava um vestido sem sutiã. Ele me encostou na parede, baixou a parte de cima do meu vestido e começou a chupar meus seios. Eu estava com a cabeça sei lá onde. Só lembro que falei:

— Tira esse pau pra fora que eu quero chupar.

Quando me dei conta, já estava ajoelhada levando jatos de porra no rosto e nos peitos. Então, ele me surpreendeu mais ainda quando disse:

— Agora baixa essa calcinha, ergue esse vestido e encosta na parede que agora eu vou comer tua buceta.

Não pensei duas vezes: tirei minha calcinha, ergui meu vestido, coloquei a mão na parede e ergui minha bundinha pra ele. Enquanto isso, ele colocava a camisinha. E então eu pedi pra ele:

— Só vai devagar que eu sou virgem.

— Pode deixar — ele me respondeu.

Então, ele se aproximou e deu umas pinceladas com aquela pica dura e quente na minha bucetinha, que já estava ardendo de tesão. Primeiro, ele foi colocando bem devagar até sentir o meu cabaço o impedindo. Quando sentiu que meu cabaço estava "atrapalhando" a foda dele, ele segurou minha cintura com a mão e mandou ver com força. Dou muito, eu fui pra frente tentando fugir do pau dele — que não era pequeno —, mas ele me segurou e ainda puxou meu cabelo pra trás, não me deixando escapar. Bombava com força e não parava. A dor foi passando, aquela sensação gostosa foi aumentando. Comecei a gemer de prazer, e quanto mais eu gemia, mais ele bombava dentro de mim. Eu já não aguentava mais e comecei a pedir pra ele parar, mas ele mandava cada vez com mais força. Minhas pernas começaram a tremer e meu corpo amoleceu. Eu estava gozando e pedindo pra ele parar, mas ele nem aí, só queria saber de meter. Quando estava achando que não aguentaria mais, ele apertou bem forte minha cintura e deu um gemido. Deu pra sentir o pau dele pulsando dentro da minha bucetinha. Ele gozou gostoso, me beijou por trás — ainda com o pau dentro de mim. Eu estava exausta nesse momento; acho que até o porre já tinha passado.

Logo em seguida, ele me levou pra casa. Depois desse dia, nossa relação permaneceu como se nada tivesse acontecido.

Bom, pessoal, eu sei que este conto foi meio fraco, mas não podia deixar de contar. Os próximos tenho certeza que serão bem melhores. Aguardem, kkkkk.

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Comentários

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hummmmm.... q delicia d conto.

apostos q dai viram contos d fazer o pessoal pegar fogo aqui na ksa.... contineu logo....

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