FUI ABUSADO 4

Um conto erótico de DUQUE DE SAXE
Categoria: Homossexual
Contém 2286 palavras
Data: 13/04/2014 19:53:13
Assuntos: Gay, Homossexual

Amanhã, é a minha vez! Só te falo isso! Deu para um, vai dar pra todos – Tiao, depois de dizer furiosamente essas palavras saiu mancando, como é típico dos velhos e me deixou ali atônito e assustado.

Entrei em casa quase correndo, tomei um banho rápido e dormi imediatamente. Meu corpo estava cansado, bem como minha mente. Não acordei durante instante nenhum, nem me mexi. Precisava realmente de um bom descanso.

Acordei com o sol batendo em meu rosto. Estava disposto e feliz. Uma nova fase da minha vida se iniciava. Lembrei-me dos meus colegas de escola que já tinham sarrado a minha bunda e me feito punheta-los. Lembrei do Vitinho que também já tinha socado uma bronha para mim e depois saiu correndo assustado quando gozei na mão dele. Agora sim, eu experimentava o sexo de verdade. Com homens de verdade. E, tirando aquele crioulo horrível, todos os outros foram bem bonitos. Nem todo viado tinha a sorte que eu tinha: a minha iniciação foi com quatro homens diferentes, no mesmo dia e três deles eram bem gostosos.

Comecei a rir sozinha e achei melhor parar de pensar bobagens.

Penteei meus cabelos com cuidado, passei perfume, vesti uma t-shirt cor-de-rosa um pouco curta e um short curto e largo. Sei lá, desde todas aquelas experiências do dia anterior eu me sentia, a cada momento, mais feminina.

Encontrei com meu dia no corredor e ele me cumprimentou com afeto. Beijou-me rapidamente (um selinho, apenas!) e olhou com aprovação para mim:

- Bruninho, meu sobrinho, está muito bonito! Muito bonito mesmo! Mas, o que acha disso... – e enquanto falava ele pegou as pontas da minha camiseta, levantou-a e deu um nó na altura dos meus seios, amarrando-a. Estava agora com um top...rsrs. Em seguida, ele levantou o cós do meu short para cima e depois o dobrou para baixo, diminuindo, visivelmente, o tamanho do meu short, que já era curto... – Creio que assim fica mais apropriado. Está mais interessante, mais... como dizem na cidade.... pergiguete! Ah, meu viadinho! É o viadinho do tio agora... - começou a esfregar sua barba crescida em mim e me dar algumas lambidas.

Soltei-me do meu tio e fui para a cozinha comer algo. A fome me consumia. Negra Maria, servia o café para meu primo. Meu primo arregalou os olhos quando me viu. Foi impossível não notar o volume que ele fazia na sua bermuda. Estava muito excitado. Gostei de provocar esse tipo de reação nele.

- Cara, tu virou viado mesmo! Puta que pariu! Que isso mano... poxa, quer chupar pau, chupa. Quer dá o cu, da! Mas, vira viado é foda! – De repente, começou a gargalhar, feito meu tio, fazia... que família bizarra – mas, que ta gostosa, ta! Tá gostosa demais! Senta no colo do primo e tome seu café. Eu te sirvo.

- Só vou sentar se vc prometer me respeitar! Não quero saber de assanhamento, viu... – falei sorrindo maliciosamente.

Instalei-me no colo do meu primo. Estava bem duro. Meu bumbum recentemente deflorado era cutucado pelo mastro rijo dele. Os braços do meu primo me prendia. Uma mão logo entrou dentro de minha roupa e começou a apertar meu peito. A outra tocava minha coxas lisinhas (nunca tive pelos). Seu hálito era quente. Sua voz me arrepiava. Ele interrompia as carícias para comer ou beber algo rapidamente. Enfiou o dedo no pote de geléia e me fez chupar. Chupei. Passou manteiga numa fatia de pão e ia colocando-a em minha boca enquanto eu dava pequenas mordidas. Estava tudo muito erótico e carinhoso.

A mão do meu primo encontrou meu cu. Suspirei baixinho. Negra Maria estava por ali, mas era uma velha quase cega e surda, além de meio senil. Uma presença silenciosa na casa. Ninguém ligava para ela. Não seria eu que iria me importar. O dedo do meu primo entrou. Entrou mais fundo. Agora eram dois dedos. Três dedos já se contorciam dentro do meu butão. Era bom, mas um pouco incômodo. Fiz manha e ele parou. Tirou os dedos e enfiou na minha boca. Novamente sentia o gosto do meu cu, mas agora ele estava cheiroso. Meu primo parecia se divertir. Eu também. Virei-me na posição que estava e fiquei frente a frente com ele. Esperei que ele tomasse uma atitude. Ele não fez nada. Fui em sua direção para beijá-lo, porém ele virou o rosto.

- Em viado a gente mete no cu e na boca. Só isso. Ok!

Fiquei um pouco triste, mas aceitei. Já tinha ouvido alguns comentários sobre isso. Não é comum os machos beijarem seus viados. Por isso, estranhei quando meu tio, além de ter me chupado, me beijou.

Meu primo me fez levantar, tirou a bermuda e a cueca junto e me mandou chupar. Mamei gostoso e bem babado. Ele suava e gemia pedindo para eu chupar mais. O sol batia em meu rosto e eu não conseguia ver a fisionomia dele. Mas, seus gemidos e seu corpo arfando e tendo espamos me dizia que eu estava agradando. O gozo veio forte. Engoli.

- Isso primão, beba sempre o leite do teu macho que isso te faz forte, entendeu brow. Vou nessa, vou na cidade. Quer ir¿

- Não. Vou ficar por aqui.

- Ok, brother. Se cuida aí, pq tu ta muito gostosinha! Os peõs vão querer te currar. Se ficarem de graça contigo chama meu pai! Dá mole não, senão vai ter que dá sempre. Blz... Fui!

Meu primo saiu e aí sim pude me alimentar. Comi feito um refugiado de guerra. Negra Maria teve até que repor o suco e o bolo. Sentia uma fome muito grande. O leite do meu primo, quente, grosso e farto havia me deixado ainda mais faminto.

Meu tio apareceu em seguida e disse que visitaria umas plantações e alguns arrendatários. Falou, ainda, que provavelmente não voltaria antes do final do dia. Talvez bem tarde mesmo. Olhava para mim fixamente. Às vezes olhava para a dispensa, como que pensando se deveria me levar lá para dentro. Eu também olhei para a dispensa. Mas, ele se recompôs e mudou de assunto. Disse que estava atrasado e precisava sair. Despediu-se de modo atrapalhado e saiu, tentando cobrir o volume que seu pau armado fazia sob a calça.

Gente, eu estava me sentido “a poderosa”. Todo mundo me querendo. Era uma sensação boa ser desejada.

Negra Maria disse que iria cuidar da horta e seu precisasse de algo era para gritar bem alto. Deveria gritar mesmo porque ela era surda como uma porta.

Imediatamente, Tião apareceu. Logo lembrei do que ele havia dito. Senti medo e nojo.

Ele me olhou e não disse nada. Apenas olhou com um misto de fúria, desprezo e desejo.

- Cabritinha, peituda! Todo mundo saiu. A casa é só nossa. – Fiquei sem ação, só agora me dava conta que estava sozinha em casa – Vô mama muito nessa tetinha de menina-moça!Tanto tempo que não cato um menino-flor. Quando era jovem passava a vara na bunda de todos!

- Não se aproxime de mim! – Não sei como arrumei coragem, mas consegui dizer isso.

- Fica quietinha, sua cabrita. Fica por aí esfregando essas teta na cara dos cabra e depois quer fugir da pica! Vai ficar caladinha! Gostei de ver ontem, sabia. Cabritinha quando é puta faz assim: dó o cuzinho em silêncio. Toma no cu gemendo bem baixinho, só pro macho ouvir. Tu é uma puta abestada e eu vou te torar agora!

- Você é velho e eu tenho nojo! Não encosta em mim que eu não sou pro... – a mão dele ardeu em meu rosto. A dor veio junto. Quis chorar. Aí me lembrei de quem eu era... – Seu velho maldito! Não encosta em mim de novo que eu te mato! Mato, corto teu pinto e dou pros procos! - Achei meio infantil o que disse, mas parece que isso assustou ele um pouco.

- Ninguém vai encostar a mão em mim se eu não quiser! Entendeu! – Nessa hora eu me lembrei bem de quem eu era. Eu havia sofrido tantos abusos até agora, mas, no fundo, sentira prazer. No fundo quis ser abusado. Mas, aquele velho era diferente. Era velho mesmo. Cheirava feito velho. Era feio como a morte. Era pelancudo. Nada me atraía. Tudo me fazia sentir repulsa. Eu era um menino bem nascido e bem criado. Ele era empregado do meu tio. Meu pai desde cedo me ensinou a mandar. Era isso que eu ia fazer.

- Você vai é agora mesmo preparar um cavalo que eu vou sair. Ande! Rápido! Agora!

Mesmo sem entender ele saiu esbaforido e voltou com o cavalo selado. Pra provocá-los, levantei minha blusa e expus, diante de seus olhos sedentos, meus seios nus, firmes e grandes (meus peitos não paravam de crescer depois que foram mamados intensamente por tantas bocas ávidas). Diverti-me com sua cara abobada.

Montei e sai por ali, um pouco de sol me faria bem, pensei. Fui para o rio instintivamente. Meus amigos só apareceriam lá mais tarde, depois de ajudarem seus pais na lavoura e nos outros trabalhos da roça. Lembrei do crioulo. Quis ir ate lá.

O caminho era meio longo, mas a cavalo tudo ficava perto. De longe já via a fumaça vindo de dentro da mata. Amarrei o pangaré numa árvore e segui uma trilha a pé mesmo. Vi uma casa muito pobre, de barro e bambu. Na soleira da porta, amolando um facão, vi o crioulo.

- A branquinha voltou! Gostou da pica do negão aqui ou veio caga de novo¿ - Abri a boca para responder, mas ele prosseguiu – Cala a porra da boca, que aqui tu não tem voz! Entra! – Com a cabeça ele me indicou o interior do casebre.

Entrei. O cheiro lá dentro era horrível. Suor, sujeira, imundícies, cavalo, cachorro... eram muitos odores para o meu olfato sensível. Fiquei tonto. Ele veio atrás. Abraçou-me por trás. Seu pau apertou minha bunda. A pocilga era muito escura. Uma única janela estava fechada. Pela porta quase não entrava luz. Eu, jovem, rico, bonito e branco estava sendo sarrado por um pobre, mulato, gordo, maduro e fedorento. E, estranhamente, estava gostando.

Sem ninguém mandar tirei a roupa. Nua em pelo. Quase brilhava ali no escuro de tão branco que eu era. Senti que isso o excitou muito. Sua mão agarrou minha cabeça com uma força que não era necessária, pois eu não ia resistir. Novamente, chupava seu pênis grande. Era grande mesmo. Agora pude sentir melhor. O gosto continuava ruim, mas eu não me importava.

- Chupa, branquinha! Chupa que vai sair leite! Os branquelo gostam do mingau do negão! Oh, se adoram! Os pretos sabem meter! A gente mete do jeito que as putinhas brancas gostam!

A pica dele era muito grossa, seu saco era muito grande. Tudo nele era grande. De pequeno naquela casa apenas eu. Nem soube como tive coragem de voltar ali depois da surra que levei. Tem coisas que só o tesão explica.

Ele tirou o pau da minha boca. Me deitou no chão. Quando digo chão é chão mesmo. A casa era de chão batido. Uma pobreza. Ele se deitou sob mim. Mordia meu pescoço com muita força. Sua cabeça desceu para meus peitos. Mamou muito ali. Sua língua era áspera. Não era uma carne macia. Era cortante. Grossa. Irritava minha pele. Parecia uma lixa ou um pedaço de couro. A pressão que ele punha em meus peitos também era excessiva. Não precisava apertar, nem morder tanto. Mas, era bom. Não negarei, era muito bom.

Ele se sentou em cima de mim e colocou o pau na minha boca. Nós dois suávamos muito. Era quente ali dentro. Nem uma sauna era tão quente.

- O cagão gosta de rola! Gosta duma pica preta bem grossa! Só num como teu cu, porque tem muita bosta lá dentro. Senão, já tinha te virado do avesso e feito de você mulher! Maricas! Viadinho! Branquelo desgraçado! Filho duma puta! Tua mãe é uma vadia!

Seu pau pulsava em minha boca e vieram três jatos fortes e cheios de porra. Depois vieram quatro jatos mais fracos. Por fim, saiu um filete ralo. Quando minha boca ficou livre eu quase sufoquei com toda a porra. Engoli. Sei que os homens ficam felizes quando os viados fazem isso. Minha segunda dose de leite diária. Foi bom.

Ele me puxou pelo braço e me virou de costas no chão. Pegou um chinelo velho e com a marca do pé dele e começou a bater na minha bunda.

- Viado a gente trata assim! Toma! Toma! Toma! – Ai, meu Deus, doía muito, mas eu quis apanhar!

- Puta, vagabunda! Viciou no meu leite! Vai vir aqui sempre toma sua mamadeira preta! Toma, Puta!

Sem nenhum aviso prévio, ele aproximou a própria bunda da minha cara e soltou um peido muito barulhento. O fedor era insuportável. Perdi a consciência.

Minutos depois, quando acordei, ele estava lá fora de novo e eu pelada, estendida no chão. Levantei e saí. Lá fora ele me olhava enquanto amolava o facão. Seu olhar era dúbio: loucura e luxuria brilhavam ali.

Sai correndo. O fedor do peido ainda empesteava a casa e minhas narinas. Puxei forte o ar puro. Corri. Achei meu cavalo. Montei rápido.

Já de volta aos limites da sede da fazenda, parei. Meu cabelo já estava todo bagunçado. Minha blusa já estava desamarrada. Tinha marcas de chupões no meu corpo e de chineladas. Mas, meu fogo no cu, continuava o mesmo. Resolvi procurar aquele moleque no estábulo.

O estábulo era grande. Meu tio tinha muitos cavalos. Não tinha nenhum homem ali. Todos deviam estar ocupados em outro lugar. Estava ali sozinho e foi ai que eu vi. Um relincho atraiu meu olhar e eu vi o Trovão, o cavalo premiado do meu tio, ali bem próximo. Seu pelo era lindo e seu pau era um mastro...

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Comentários

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Alex curte peludo, pula p o proximo logo e não me enche o saco... tô nem aí não... esse conto não foi escrito pra te agradar...

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olha francamente..... acho q se continuar nesse nivel nem vou ler mais essa será a primeira vez q vou largar um conto

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Nojento, repulsa, seu conto nao tem limite, isso chega a ser imundo, nota 2

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continua ...gostei + do anterior ,mas escreva logo(tu é ótimo)

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Diamandis, ele tá naquela fase que se descobriu e aceitou como viado. Nessa fase a gente fica com o cu pegando fogo mesmo. Tay, o tio dele trata ele com algum carinho, vc nao acha? Beijao galera! Repito que não pretendia fazer uma série, nem levo jeito p isso... abraços

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Seu conto deveria mudar para insaciável ou ninfomaníaco rsrsrs esse cap foi muito louco

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