Elas conseguem o quê e quando querem

Um conto erótico de Rodrigo Cateuck
Categoria: Heterossexual
Contém 1362 palavras
Data: 24/03/2014 18:17:57

Ah, Jô... Saudades de uma mulher louca e no ápice de seu tesão. Conheci a baiana num trabalho que fizemos em comum durante um evento da empresa que trabalhava. Prefiro chamá-la de Jô a seu longo e diferente nome, Josinalda. Se tem alguém que me faz pensar em coisa boas, essa é a primeira pessoa. O primeiro motivo é seu sorriso constante, seu olhar positivo e quebrador de qualquer cheiro de desânimo. Não encontrei ninguém que pensasse mal daquela flor. Sem dúvidas, uma guerreira.

Com seus 45 anos, dava um show de corpo e disposição em muitas meninas. Nunca frequentara uma academia, fazia questão de ir caminhando pelos 4 km que separavam o escritório de sua casa. Pernas fortes e com um tom de pele maravilhoso eram exibidos com gosto pela nordestina, que ignorava com categoria. E foi por uma dessas gracinhas que me envolvi com a dama.

Eufórica, chegara da rua toda irritadinha por ter sido alvo de um elogio sem dono, um carro que passou e projetou palavras pesadas elogiando seu traseiro.

- Nossa, como tem gente sem noção, né? Acredita que um imbecil passou num carro e comentou que meu traseiro é pra mais de metro?

Quis rir num primeiro momento, mas a revolta da moça não permitia. Então brinquei.

- Calma, Jô, ele não está tão errado. Quis apenas elogiar seu belo e grande rebolado.

- Oxe, menino, me respeite!

- Só falei a verdade, é belo e grande. Deixa qualquer homem interessado.

Jô saiu bufando. Sabia que não ficaria assim por muito tempo. Era dela esquecer e sempre sorrir. Quando fui buscar água, cruzei com ela no corredor e provoquei mais uma vez:

- Ou, bunduda, ops, Jô!

Ela gargalhou e me puxou pela camiseta, chegou falando baixo:

- Sério que vocês gostam desse jeito?

Puxou perto demais, pude sentir seu cheiro e logo vi que seus olhos estavam diferentes. Não sabia o que responder e pedi que fosse a sala das máquinas que poderia provar que aquilo era verdade. Ela saiu.

Pensei e repensei. Porra, o que acabara de fazer? Ambiente de trabalho, se alguém nos pega com aquela conversa ficaria chato deveras! Por outro lado, não estava mentindo. A baiana tinha uma bunda muito gostosa, aliás, não só a bunda. Só de pensar meu pau ficou duro e foi bem nesse momento que pensei com a cabeça de baixo.

Jô me viu passar pelo corredor no sentido da tal sala. Entrei, encostei a porta e fique pensando em como falar, afinal, ela tinha quase quinze anos mais que eu. Poderia se ofender e dar qualquer escândalo. Aquilo poderia ser uma pegadinha da parte dela pra ver até onde minha ousadia chegaria, mas, em minha cabeça só vinha uma forma de comê-la ali. E sem mais tempo, a porta se abriu.

- Pronto, estou aqui, agora diga-me.

Não precisei dizer. Minha rola estava armada e a mulher ficou doida vendo aquilo, mesmo estando dentro da calça. Fui claro:

- Poderia falar pra senhora que não, mas estou com um tesão danado desde a hora em que nos cruzamos.

- Menino, o que é isso...

Veio com a mão e segurou. Alisava, apertava, sentia. Não parecia querer perder tempo. Por minha, vez, segurei seus peitos grandes e gostosos, já ciente de que daria merda ou uma trepada muito boa. Comecei a desabotoar a caça de Jô, ela a minha. Até que alguém bateu na porta. Jô estava encostada e ficou pálida, assustada. Perguntei quem era e nosso chefe respondeu. Pedi que aguardasse, ele perguntou se estava tudo bem. Confirmei e ele me pediu que fosse a sala dele.

Aguardamos mais alguns segundos, minutos. Saí. Jô também. Ela foi pra um lado e eu pro outro. No que virei o corredor, meu chefe estava ali, esperando.

Fomos até a sala dele.

- O que você estava fazendo com a Jô ali? Por que não me deixaram entrar? Você sabia que ela é esposa de um grande amigo meu?

- Sr. Rafael, não tenho palavras. Quero que me demita. Não aconteceu nada ali, mas a desconfiança será pra sempre. Prefiro sair da empresa.

O patrão não hesitou. Sua amizade com o marido de Jô era mais antiga que eu. Restava-me procurar um novo emprego.

Fiquei sabendo que Jô não ficou muito tempo ali. Não tínhamos contato e pensei que nunca mais a encontraria. Melhor seria esquecê-la.

Alguns meses se passaram e comecei a trabalhar num hospital. A roupa branca me incomodava, nunca gostei.

Saindo um dia do trabalho, encontrei Jô e sua irmã. Vieram me cumprimentar e logo perguntaram o que estava fazendo da vida. Falei de meu trabalho novo. A irmã de Jô me pediu o telefone para enviar um currículo de um amigo da prima de sei lá quem. Pedi o dela e, pra minha sorte, estava sem. Pediu a Jô que pegasse meu número e depois conversaríamos.

Fiquei na esperança de receber uma mensagem por dois ou quatro dias. E uma semana depois, veio a primeira:

“Quero brincar de médico. Que hora trabalha?”

Sabia de quem era. Meus plantões varavam a noite e ela mandou outra mensagem perguntando se poderia vir me visitar. Autorizei. Pensei que não viria. Pensei errado.

Era quase meia-noite quando estava na recepção e vi o carro parar. Amparada pelo marido, veio encenando uma enorme cólica. Alguns auxiliares a colocaram numa maca e avisaram que em breve seria atendida. Ela se sentou e ficou com seu esposo ali, na recepção. Olhava pra mim com cara de maldade e disfarçava quando alguém se aproximava.

Desci, fui até a sala do arquivo, confirmei que estava vazia e voltei. Ainda estava lá. Procurei na recepção a ficha da paciente. O correto seria encaminhá-la para o primeiro médico. Mas nada daquilo estava correto há muito tempo. Chamei:

- Senhora Josinalda de Oliveira.

Ela acenou.

- A senhora pode me acompanhar?

Acompanhei Jô até o final do corredor mancando. Quando chegamos a escada ela me abordou.

- Quem de nós dois é mais louco?

Puxei a morena pelo braço e entramos no arquivo. Estava quente, ardente. Abri os botões de sua blusa com a fúria de quem tinha algo guardado há tempos para aquele momento. Sua mão desceu rápido para meu cacete e começou a alisá-lo com jeito, sabedoria. Sacou minha rola e, com ar desesperado, passou a mamá-la ali mesmo, agachada no chão. Olhava-me querendo aprovação. E tinha.

Nosso silêncio só era desmascarado pela respiração de ambos, o som de quem faz coisa errada. Jô mamava de boca cheia e me fazia lembrar aquele sorriso grande e safado. Babava e lambia tudo com o prazer de quem se satisfaz chupando com tesão. Não queria apenas me dar prazer, mas gostava e muito do que estava fazendo.

Sem muito tempo, a levantei pelo braço e, enquanto abria sua calça, saquei seus maravilhosos peitos pra fora. Pareciam peitos de adolescentes. Grandes e com bicos gigantes, seriam capazes de me entreter por horas, mas não era o caso. Pediu pra colocar o cacete entre seus seios. Atendi.

Fez uma espanhola de quem entende, conseguindo chupar apenas a cabeça da minha rola enquanto a comprimia com suas tetas enormes. Enormes e macias. Mas eu queria mais.

Coloquei a dona daquele traseiro gostoso de quatro e alisei meu pau por um tempo. Eram os instantes de prestigiar aquela beleza.

- Vai, vai logo, me come! Quero muito!!!

Não tinha jeito, era minha hora. Enfiei devagar e parecia ser dolorido para ela. Fui cauteloso e nas primeiras estocadas ainda a sentia desconfortável. Mas depois de mais algumas cutucadas ela se adaptou. Passei a socar com força e Jô chegava a sair do lugar a cada metida.

Eu a puxava e ela escapava.

- Vai, goze logo quero ver seu pau espirrar!

Quando estava próximo da hora Jô saiu e segurou meu cacete. Bateu uma punheta gostosa e sorria enquanto minha rola jorrava. Satisfez-se com aquilo e vestiu-se. Saiu correndo.

Pelos próximos dias, mandava-me uma mensagem querendo saber quando era meu próximo plantão. Vinha, trepava e ia embora.

A cada dia nosso desempenho melhorava e o hospital já não conseguia conter o fogo da mulher. Era de um tesão correspondente a idade, mas a criatividade para enganar o velhote surpreendia qualquer malandro.

Mulher de verdade, com fogo e maldade.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Cateuck a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de ADD KOROAS KSADAS

Que conto maravilhoso! É muito bom pegar casadinhas, principalmente coroas, é tudo de bom, por serem mais experientes e estarem carentes são presas fáceis e não oferecem resistência quando são assediadas, como estão muito tempo casadas não tem interesse de se separarem de seus maridos portanto aceitam apenas ter uma relação extraconjugal, adoram trair seus maridos, devido serem experientes transam bem gostoso e isso é muito bom!!!!!!!

0 0
Este comentário não está disponível