Casa dos Contos Eróticos

Passivo - 3ª vez

No bate-papo eu conheci o Alberto, um coroa com seus 56 anos, que pelo seu “nickname” já entregava as suas preferências sexuais, era um apelido que indicava ser um coroa ativo sigiloso a fim de sexo com homem. Eu como usava o “nickname” indicando a minha preferência por coroas, logo ele me chamou para conversar.

Ao me abordar, ele já perguntou a minha idade e preferência sexual, se eu era ativo ou passivo. Então fomos conversando e pelo papo dava para perceber que ele era muito objetivo não gostando muito de rodeios. Eu falei das experiências que tive, falei das minhas preferências, minhas taras e fantasias... Ele se interessou em sair comigo, só não fez muita questão sobre as minhas taras, as tão desejadas calcinhas. Segundo ele, o grande barato e prazer dele era em comer um macho, se eu estivesse vestindo calcinha ou não, pra ele não tinha a menor importância. Aquilo foi meio desanimador, mas pelo menos já tinha um coroa disponível.

Peguei o celular e MSN dele e fiquei com aquilo na cabeça. Nem sempre ele estava on-line, ele costumava entrar a noite, lá pelas 22:30 e era nesses horários que ele queria marcar algo, mas pra mim era tarde. Sair àquela hora de casa pra mim ficava meio complicado. Dias se passaram e nada de surgir alguém bacana e confiável, além do Alberto que também não dava as caras na net.

Numa noite ele entrou e me chamou para conversarmos, me perguntando se eu já tinha criado coragem de sair com ele. Eu falei que a vontade era grande, mas eu gostaria de sair tendo os detalhes que eu gostaria. Ele me perguntava novamente se eu estava a fim mesmo, porque ele poderia comprar uma calcinha pra mim ou até mesmo pegar uma da sua filha pra eu usar. Ele era separado, mas tinha uma filha de 25 anos que passava alguns dias na casa dele, assim ela tinha um armário com roupas dela por lá. Nesse momento eu fiquei excitado com essa possibilidade e o informei sobre isso, ele disse que era pra eu pensar na proposta, como já estava muito tarde teria ser em outro dia.

No dia seguinte eu entrei cedo no MSN e comecei de papo com uns caras que eu não falava há um certo tempo, o papo com os caras foi esquentando e já me excitava, sem falar na conversa com o Alberto do dia anterior que estava mexendo com a minha cabeça. Peguei o celular e passei um SMS pra ele, perguntando onde ele estava, dizendo que era o Diego do bate-papo, assinando com o meu “nickname”. Logo ele me retornou também por SMS pedindo pra eu entrar no MSN. Como eu já estava on-line, eu respondi dizendo que eu já estava on.

Na hora ele entrou e perguntou o que eu queria. Respondi que estava tentado pelo nosso papo de ontem, ele escreveu risos e perguntou se eu queria sair com ele. Falei que sim e perguntei sobre a calcinha, ele falou que como ele estava no seu escritório e não poderia ir a casa naquele momento para pegar uma da sua filha, mas poderia passar numa loja e comprar uma, era só eu querer. Perguntei que horas ele podia sair, ele me respondeu que poderia sair às 14:00 e a gente se encontrava em torno das 14:30 num local determinado. Como a minha resposta foi sim, que eu queria sair, ele então pediu pra eu ligar a webcam pra ele me ver e saber quem eu era, pois até então não tínhamos nos visto.

Deu um frio na barriga, mas a vontade e o tesão venceram. Liguei a webcam e ele ligou a dele. Ele um coroa forte, meia altura, calvo, usando óculos, tinha uma boa aparência. Ele me viu na web e me elogiou e pediu pra ver a minha bunda sem cueca. Abaixei as calças e virei para a web, logo li seus elogios: “Delícia hein!” Ele escreveu que era pra eu virar novamente e abrir o cu. Fiz o que ele pediu, e ele escreveu que era pra eu raspar o cu, deixando ele todo lisinho e em torno dele também, assim como era pra eu fazer uma lavagem interna, pra ficar todo limpinho.

Eu fiquei alucinado com as suas ordens e pedi que era pra ele comprar a calcinha pra mim, ele afirmou que sim e falou que tinha que sair. Combinamos tudo e eu fui me preparar, pois já estava perto de sair. Fui tomar um banho e raspar meu cuzinho e ao seu redor, depois peguei a ducha do chuveirinho e fiz a limpeza interna, deixando tudo bem limpinho.

Cheguei ao local marcado, era uma praça, próximo a um ponto de ônibus. Logo ele chegou com o seu carro, eu reconheci porque ele já tinha avisado qual era o seu carro. Ele parou, acenou com a cabeça e entrei em seu carro. Ele falou que tinha gostado de mim e que teríamos uma bela tarde. Eu logo perguntei sobre a calcinha e ele disse que não deu pra comprar, que na próxima vez ele iria comprar algumas roupinhas pra mim ou nós poderíamos ir pra casa dele e eu escolher qualquer roupa da filha dele. Ligou o carro e fomos, quando percebi que ele tinha pegado o caminho diferente, nós tínhamos combinado de ir ao seu sítio que estava vazio, mobilhado, mas ninguém morava, eu perguntei onde estávamos indo. Ele respondeu que iríamos a um motel que ele gostava e dava pra gente ficar mais a vontade.

No caminho ele foi me perguntando sobre como foi a minha primeira vez, sobre minhas preferências, se eu tinha gostado de dar o cu, se tinha doído, porque eu não tinha dado mais vezes para o cara que me descabaçou... Eu respondi que tinha ficado com vontade de fazer mais vezes, mas tinha ficado com vergonha do meu ex-patrão perceber que eu tinha adorado dar o cu. Ele então fala que se eu tinha gostado, eu tinha mais que aproveitar e fazer tudo que eu quisesse na cama. E ainda diz que se eu ficasse a vontade com ele, ele poderia fazer tudo que eu estivesse a fim e ficar saindo com ele mais vezes.

Eu já estava muito excitado com o papo, pena que ele não tinha trazido a calcinha. Quase perto do motel ele para o carro e pergunta se eu realmente estava seguro de entrar com ele no motel. Respondi que sim, ele pergunta se eu tinha preparado o cuzinho como ele tinha mandado. Afirmei que sim e ele pede pra ver. Eu desabotoei a calça, arriei a calça junto com a cueca e me viro de lado. Ele pede pra eu mostrar.

Me ajeito melhor no banco do carro e abro as nádegas, ele ao ver aquilo dá um suspiro e passa os dedos pra ver e dispara: “Hum, que delícia. Tá lisinho. Gostei, fez o que eu pedi.” Ao voltar à posição normal e colocar a calça, eu reparo pelo volume, que seu pau estava duro. Ele perguntou se eu queria ver, eu apenas afirmo com a cabeça que sim. Eu tremia de tesão, minha voz estava trêmula de tesão, nervosismo, sei lá...

Ao desabotoar a calça e colocar o pau pra fora, eu fiquei doido e espantado. Seu pau era enorme. Era grande e grosso, como pouco pentelhos. Dava pra ele o pau do Alberto palpitando e as veias todas salientes. Ele começa de leve bater uma punheta e pede pra eu fazer isso pra ele. Assim que eu coloco as mãos, ele me pede pra chupar. Eu nunca me imaginei pagando um boquete a luz do diz e dentro de um carro. A sorte que era uma estrada meio deserta.

Me abaixei e senti um cheirinho bom, ele devia passar algum tipo de perfume naquela região. Era muito grosso, eu apertava com as mãos e achava aquilo demais. Eu estava perto de dar para um coroa delicioso e com uma pica que me fazia ficar trêmulo. Cai de língua e já fui enfiando o máximo que eu pude. Eu chegava babar, eu lambia a cabeça, engasgava... Que delícia! Chupar um pau no carro que não era muito confortável. Eu falou que estava bom e era pra gente ir pro motel logo.

Assim que chegamos à garagem do quarto, meu coração batia muito forte, eu nunca tinha imaginado entrar num motel com outro homem. Entramos no quarto e ele já foi tirando a roupa e pedindo pra eu fazer o mesmo. Tirei as roupas e coloquei numa espécie de guarda-roupas e ele já estava na cama deitado e de pau duríssimo. Ele me pede para ir logo pra cama e chupar seu pau do jeito que eu quisesse.

Fiquei de bruços na cama e fui logo segurando na base daquela pica imensa e cai de boca, igual a um bezerro faminto. Eu chupava, lambia só a cabeça e depois tentava enfiar o máximo que eu podia. Engasguei várias vezes, me deu até ânsia de vômito. Ele ria e falava que eu estava como muita fome de pinto. Eu só olhava pra ele e cai de boca de novo. Parecia uma hipnose. Ele se levantou foi em seu casaco e pegou em um dos bolsos o tubo de KY e camisinhas.

Voltou pra cama e eu ainda bruços, ele aproveitou a minha posição e veio inspecionar minha bunda. Sua mão ao tocar na bunda, eu senti um frio na barriga delicioso. Seus dedos abriram minhas nádegas, fazendo meu cu ficar todo à mostra pra ele, que não parava de elogiar e fazer gemidos excitados. Perguntei se ele tinha gostado da minha bunda, ele respondeu que era uma delícia e que eu devia dar mais vezes, que com um bunda daquela eu poderia fazer muita gente feliz, finalizando com uma risada safada. Pedi pra ele chupar meu cu, ele me vira de barriga pra cima e entra no meio das minhas pernas e cai de língua em meu cu. Já falei em meus contos anteriores que eu adoro ser chupado no cu e na bunda, pena que ele foi rápido.

Depois ele me virou de bruços de novo e reparei que ele colocou a camisinha, em seguida Alberto veio espalhando KY por meu cu. Seus dedos me enrabaram primeiro, talvez para ele sentir se eu ia aguentar ou não. Até o momento eu nem pensava nisso, se aquela tora ia entrar ou não. Só para lembrar, esse seria o segundo pinto que eu ia sentir, ele seria o meu segundo macho.

Depois de um tempo sendo penetrado pelos dedos do Alberto, senti sua pica se encostando ao meu cuzinho. Ele foi forçando e logo começou a doer, mas dava pra aguentar. Ele tirou, colocou mais lubrificante e pediu pra eu empinar um pouco a bunda, e logo veio me ajeitando como ele mesmo queria que eu fizesse. Me colocou com a bunda toda empinada e veio com o pau na mira, já todo lubrificado. Pôs a cabeça no olho do cu e foi empurrando, doeu pra caralho. Eu já havia lido que na hora da penetração era pra fazer força com o cu, numa espécie de força para fazer cocô. Eu fiz esse movimento, mas não estava adiantando muito, e ele tentando meter. Eu reclamei que estava doendo e disse que era pra eu aguentar que logo ia passar. Nisso ele dá uma metida sem dó que doeu pra caralho, eu xinguei esbravejando que estava doendo e ele não tirou o pau de lá, deixou no mesmo local e pediu pra eu relaxar.

Alguns segundos depois eu reparei que a dor estava reduzindo e ele lá dentro parado ainda. Ele sentiu que eu dei uma mexida e começou devagarinho a meter de novo, tentando enfiar mais, eu reclamei que estava doendo muito. Nisso ele tira o pau e sai de cima, ao sair de cima eu pude olhar para o enorme espelho da parede na direção das minhas costas e pude ver o meu cu todo babado e bem arrombado. Aquilo me excitava me ver de bruços na cama e todo arrombado. Ele põe a mão em minha bunda me puxando para ficar de ladinho com ele e já vem com a sua pica em direção do meu ex-cuzinho. Nessa posição as coisas ficaram um pouco melhores, ele foi enfiando os dedos com mais KY e logo seu pau vem me penetrando, ainda estava meio difícil pra mim. O tira e bota, ele ainda não conseguia executar de maneira certa.

Eu estava bem de lado, me permitindo ver aquela cena nos espelhos, do teto e o de frente da cama, eu sendo enrabado devagar, estava delicioso. E olha que ainda estava difícil pra nós. Eu com o cu doendo e sem prática, não o deixava manter um ritmo na penetração, devido a minha dificuldade com o tamanho do seu pau, mas eu queria ver seu pau entrando e saindo de mim. Fui aos poucos me posicionando me fazendo, sem querer, virar a bunda um pouco para frente e levantei as pernas um pouco, me permitindo ver seu pau me penetrando. Fiquei alucinado com aquilo. Ele percebeu que estava começando a gostar e a dor não estava mais tão incômoda.

Assim, ele me coloca na posição de frango-assado e passa a me comer, tentava né, porque a dor começava a atrapalhar, mas ele não desistiu e passou a meter com mais sincronia, me levantando pela cintura fazendo meu cu engolir seu pau inteiro. Doía bastante, mas estava gostoso. Eu comecei a levantar as pernas instintivamente, mas doeu e eu recuei.

Ele me coloca de bruços na posição inicial e mete sem dó, mas quando estava começando a ficar gostoso pra mim, quase sem dor, eu sinto as estocadas ficando mais fortes e logo a estocada “final” veio, pelos movimentos que ele estava fazendo, entregava que ele estava acabando de gozar. Logo seus gemidos de ejaculação vieram e senti um alívio. Seu pau pulsava demais dentro de mim.

E assim foi consumido o meu segundo enrabamento. Doeu, mas foi delicioso. Eu queria muito estar de calcinha, ser submisso, variar as posições possíveis, entre outras taras... mas foi muito bom.

hquerhmaduro@hotmail.com

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
11/05/2014 00:31:29
Conto muito excitante e bem gostoso, Dieguinho, sou coroa, gostaria de conversar com vc, pelo skype, me add aí: toquerenus@hotmail.com. Beijos
18/02/2014 06:30:56
este cu não vai resistir a uma boa cantada----que experiência achar um tarugo para agasalhar
04/02/2014 15:02:28
Obrigado Bello Moreno!
02/02/2014 11:07:38
Nossa, muito bom!!! Um dia ainda vou passar por uma experiência assim!!!