Queda 05

Um conto erótico de Rafael
Categoria: Homossexual
Contém 1168 palavras
Data: 22/01/2014 00:16:05

Desculpem o episódio curto, estou fazendo inscrição pra uma bolsa de estudos na faculdade e preciso reunir diversos documentos e isso anda me ocupando pra caramba, espero conseguir postar em episódios maiores a partir a semana que vem.

Obrigado por todos os elogios, espero que na próxima semana eu também tenha tempo de respondê-los individualmente, beijos.

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Peguei meu telefone e o cartão de Natália e telefonei, em alguns segundos ela atente o telefone.

‘Alô, Com que eu falo?”

“Alô Natália, é o Rafael, tudo bem?”

“Tudo, espero que tenha tomado uma decisão”

“Sim, decidi! Vou dar uma chance pra que o Gustavo se mostre diferente do que pensei que era, todos merecem uma segunda chance afinal”

“Fico muitíssimo feliz, faço questão de te buscar, deixe tudo pronto e me avise quando puder sair daqui.”

Resolvi que se as coisas forem feitas devem ser feitas de uma vez, arrumei tudo que tinha, na casa ficariam apenas os móveis, coloquei uma das melhores roupas que eu havia comprado, arrumei as malas e ás sete da noite telefonei pra Natália avisando que ela podia vir. Depois disso, enquanto eu esperava que ela me buscasse Luis Otávio me liga.

— Boa Noite meu anjo. — Ele disse sorrindo do outro lado da linha.

— Boa Noite, como você está — Eu disse sorrindo também.

— Melhor agora, o que você está fazendo?

— Arrumando minhas malas, porque?

— Como assim arrumando malas? Pra onde você vai? — Ele disse imediatamente ficando paranóico e preocupado.

— Decidi que esse lugar já deu, estou indo embora.

— Não, não vai! Cara, eu te amo! Por favor fica comigo. — Ele disse. — Eu vou até aí agora.

— Mais tarde te ligo e digo pra onde estou indo, talvez dê pra nos vermos hoje ainda. — Eu disse.

— Eu espero, me ligue mesmo ou te busco até no inferno! — Ele disse decidido.

— Boa noite meu amor, até mais.

Tempos depois o carro para na porta de casa, Natália desce assim que o motorista abre a porta de trás, e levo minhas malas e o ajudo a colocá-las no porta malas.

— Obrigado por me buscar. — Eu disse a Natália.

— Eu que agradeço por não nos deixar. — Ela disse enquanto eu pensava numa forma de colocar Thor no carro. — Você pode levá-lo aqui dentro sem problemas. — Ela continuou e apontou pra meu Labrador que tinha desde os doze anos.

Entrei no carro e fomos pro nobre condomínio onde moravam, na linda casa, não posso dizer que era um sonho pois eu tinha desistido de todos eles, o único que sobrava era terminar a minha faculdade e agora isso é bem mais fácil. Quando chegamos, a surpresa só foi estragada pois Thor entrou lá pra dentro e quando Otávio o viu soube imediatamente que eu estava ali, me olhou na porta, olhou para as malas no chão, depois olhou pra meus olhos com seus olhos marejados e correu pra me abraçar. Quando seu corpo tocou no meu eu estremeci noe notando imediatamente um calor tomou conta de mim, não nos beijamos, não ali na frente de todos, no entanto foi um abraço amoroso e carinhoso, todos sabiam que estávamos ‘quase namorando’.

— Ah meu Deus, você veio! — Fui recebido assim por meu pai, um abraço que ele não havia me dado durante quatro anos. — Seja bem vindo, essa casa é tão sua quanto de todos nós!

Chamaram a governanta pra que mostrasse o meu quarto, Otávio veio junto, quando abri vi praticamente uma réplica perfeita do quarto que me pertencia há quatro anos atrás! O Piano de minha mãe, todas minhas fotos de quando criança! Tudo! Eu não estava acreditando, lágrimas escorrias dos meus olhos, Otávio me abraçou por trás.

— Ele nunca nos deixou mudar nada neste quarto, deixou sempre trancado e permitia apenas que limpassem, ás vezes ele entrava aqui dentro e já pude o ouvir chorando aqui algumas vezes.

— Está tudo intacto…

— A gente realmente espera que você consiga retomar a vida a partir daqui! — Ele disse sorrindo e beijando meu pescoço.

— Não dá, aprendi muito nesse meio tempo, mas quero aprender e muar muito aqui.

Guardei um pouco das minhas roupas no guarda roupa, tinha um monte de outras minhas de quando saí de casa, outras de quando mais novo. Eu não havia crescido muita coisa desde aquela época, muitas delas serviam ainda. Enquanto arrumava tudo o Luis me beijava na boca vez em quando, e falava sobre o quão havia gostado do meu novo cabelo. Uma hora depois descemos pra jantar, teve brinde pela minha volta e tudo mais, meu pai estava bastante emocionado e eu talvez já consiga o chamar de pai afinal nunca fui vingativo e nem consegui desenvolver raiva por ele, apesar de ter sido muito machucado.

Eu e Luis Otávio após o jantar subimos, ele foi comigo até meu quarto e se sentou na minha cama ao meu lado, me beijou.

— Acho que seremos bastante felizes! — Ele disse radiante e depois me deu mais um beijo.

Os beijos se tornaram calorosos e eu sentia calafrios por todo o corpo, eu estava bem excitado e ele também, víamos isso quando nosso membros se tocavam, quando dei conta da situação ele já estava por cima de mim e não vestia mais a camiseta, eu também estava prestes a tirar a minha, então resolvi que já estava na hora de me libertar, então tirei minha camiseta e consegui me jogar por cima daquele montante de músculos rígidos e definidos e desci bailando seu pescoço, depois cada músculo até chegar por cima de sua bermuda, beijei aquele pedaço de músculo pulsando por cima da bermuda mesmo e depois a tirei deixando aquele que estava sendo meu homem apenas de cueca, beijei também a cueca e lentamente a tirei dando visão aquele membro rígido e pra minha surpresa bastante animador, ao menos pra mim, haviam ali uns dezenoves centímetros e era bastante rosso, com a cabeça rosada, retinho e todo proporcional ao corpo daquele semi-deus nú deitado em minha nova cama. Abocanhei seu pênis e senti o gosto do liquido que exalava dali, o senti pulsando e ouvi um gemido abafado, suas mãos acariciavam meu cabelos eu ouvi seus gemidos que logo se tornaram mais intensos e menos abafados, toda a delação durou alguns minutos e então ele me puxou pra um beijo na boca, me jogou na cama novamente e veio por cima de mim, sussurrou no meu ouvi.

— Você tem certeza que está pronto?

— Acho que ainda não! — Respondi de volta corando.

— Acho que podemos ir mais devagar.

Então ele desceu até minha calça, a abriu e colocou também meu membro na sua boca quente e macia, sugava com delicadeza ao mesmo tempo que sugava com maestria e talvez experiência, a sensação era inexplicável. Quando percebeu que eu estava prestes a me entregar ao gozo, se deitou ao meu lado me masturbando enquanto eu o masturbava e gozamos juntos, naquela noite foi tudo o que fizemos juntos. Fui tomar um banho e ele se dirigiu ao seu quarto, afinal eu tinha muito o que pensar e resolver.

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Comentários

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Maravilhoso, vejo que as coisas tão começando a se acertar e fico muito feliz que esta dando uma chance ao seu pai, mas acredito que a mesma pessoa que te separou do seu pai antes vai aprontar de novo.

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