DOUTORADO EM PUTARIA

Um conto erótico de Calaf
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 901 palavras
Data: 30/12/2013 17:48:28

DOUTORADO EM PUTARIA

Nas duas semanas que fiquei preocupada aconteceram coisas boas que me esqueci de contar. Como a casa em que eu morava era no final da rua e insegura, meu sogro deu a ideia de que ele e os meus cunhados dormissem lá para me dar segurança. Cada noite um deles. Falei que não era necessário, que ia incomodar, mas a minha sogra deu força; - É isso mesmo, temos que cuidar da nossa filhinha. E o meu maridão assoberbado de serviço somente poderia vir de dois em dois meses. Chorei quando ele me deu a notícia.(dois meses passam muito depressa).O meu sogrão também trouxe do sítio um dos cachorros para ficar vigilante. Aquele, o meu amante cuidadoso, de nome Thor. Melhor não podia ser. No colégio teve uma reunião sobre remanejamento de local de trabalho. E novos conceitos pedagógicos na educação. A reunião foi super. dinâmica, com muitas brincadeiras. A supervisora percebi, me tratou com uma atenção especial, era uma senhora magra, alta e bonita. No final, todos com pressa de irem para casa, ela pediu-me para ajuda-la a recolher o material da palestra, as projeções e tudo mais. Atendi com o maior carinho. Quando peguei o retroprojetor e perguntei onde levar, ela falou:- Não minha linda, muito pesado para você. E veio pegá-lo dos meus braços. Levou as mãos e com as duas roçou nos meus peitos. Eu pedindo para deixar que eu levava e ela fingindo querer pegá-lo, mas na verdade me bolinando. Olhei nos seus olhos e fiz a cara mais sacana que imaginei. E forcei meus peitos nas mãos dela. Ela falou: Nós vamos nos entender muito bem. Pegou o retro e levou até o carro dela e eu a acompanhei levando o restante do material. No carro pediu meus dados, telefone , entrei no carro sentei no banco do carona, conversamos. Ela perguntou se gostaria de sair de sala de aula e trabalhar junto com ela. Perguntei se isso era possível e ela falou: - conversamos amanhã. Cedo, recebi um telefonema de Dona Alda, a supervisora. Amavelmente convidava-me para almoçar com ela. Um encanto. Ofereci para ir mais cedo e ajuda-la, ela falou:- Tudo bem. Venha o mais cedo que você puder. Meia hora depois estava tocando a campainha da casa dela. Uma senhora casa. Ela me recebeu, me beijou na face e avisou:- Estamos sozinhas. Eu falei:- Ótimo! Ela me abraçou e me deu um beijo de língua que me fez estremecer. Correspondi e em instante estávamos nuas. Ela perguntou:- Por quê? –Estou sem homem faz três meses, respondi. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi levando até na xana dela. Cabeluda e perfumada. –Mama, chupa cadelinha. E eu o fiz como se fosse a última coca cola da praia. Enterrei a língua até onde pude. Ela ordenou:- Deita no tapete putinha. Deitei e ela veio agachou com aquela gruta cheirosa e peluda na minha boca por cima. Eu fazia tudo que imaginava me traria prazer, se eu estivesse no lugar dela. E mamava, lambia, mordiscava, engolia tudo que descia salgado, mas delicioso. Ela gemia de prazer e de repente começou a ganir como uma cadela e gozou. E vieram rios de gozo que não couberam na minha boca nem consegui engoli, entraram no nariz e lavaram meu rosto. Ela ficou arreada, caída, mas logo veio lamber meu rosto lambendo e sugando tudo. Meu coração estava a mil. Embora não tivesse conseguido um orgasmo estava feliz.

Passados uns poucos minutos ela levantou e foi para o quarto. Antes deu um chupão na minha xaninha que parecia virar-me pelo avesso. E voltou com dois consolos de cinta, um era normal, mas o outro era enorme. Falou:- Escolhe! Escolhi o maior! Ela vestiu o menor e ajudou-me vestir o maior. Depois falou: - Lubrifica ele e me arromba, não tenha pena!

Penetrei cuidadosamente na xoxota dela, entrava devagar e ela falava: - Mais, mais... Parecia não ter fundo. Comecei a bombar com carinho e ela falou:- Soca com força filha da puta. Me arromba! E ela gozou aos gritos e gemidos.

Estávamos ambas suadas e cansadas, mas ela pediu:- Linda, arromba meu cuzinho, faz dele um cuzão vai! Quero ficar lembrando dessa foda uma semana. Vai! Você acha que vai conseguir? Perguntei. –Lubrifica bem e vamos tentar. -Sem pena, vai!

Lubriquei com carinho cuzinho dela e também o consolo. Fui procurando encaixar inclinando, torcendo e ela bufando e ajudando puxando as nádegas para abrir. Encaixou a cabeçona e ela pediu:- Vai, filha da puta! Fui forçando e entrando. Quando já tinha entrado uns dez centímetros e a bunda dela estava estufada em toda volta, parei. Ela pediu: Vai, me mata, me arromba. Fui. Ela segurava um grito e torcia a coluna para cima como um arco. Continuei, ela grunhia e gemia. Pelo tamanho parecia que o reto dela estava todo preenchido. Devia tem mais de vinte centímetros dentro dela. Ela pediu:- Me bate, enche minha bunda de palmadas. E bati, bati, até a pele branca da bunda dela ficar roxa das equimoses. Ela gozou resfolegando e eu também. Tirei lentamente o consolo e o cu dela não fechava, dava pra ver lá dentro. E deitamos abraçadas no tapete nos beijando e chorando de prazer. Estava entrando no doutorado em sado masoquismo. E estava gostando, pensando,sonhando:quando ela vai me penetrar daquele jeito?

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