a porta

Um conto erótico de Blabsterium
Categoria: Homossexual
Contém 980 palavras
Data: 21/12/2013 11:25:16
Assuntos: Gay, Homossexual

Eu estava na casa da minha mãe, dormindo no sofá, enquanto meu tio assistia o jogo na tv. Meu primo bateu palmas e meu tio mandou ele entrar. Ele disse que queria falar comigo e foi direto pra sala. Quando ele sentou no sofá, já deu pra perceber pelo olhar dele, que tinha um objetivo bem claro, mas eu teria percebido o pau duraço de qualquer jeito, por baixo da calça de moletom fina.

- O que cê quer?

- Aquilo que tu ia me emprestar.

- Ahnnn tá no quarto.

Meu pau já tava duro embaixo da coberta, eu tive que levantar meio de lado pra disfarçar. Ele veio atrás de mim no corredor já passando a mão no pau, o que triplicou o meu tesão.

-O quarto não tem porta...

-fodasse

Ele já veio pegando no meu pau. Eu encostei na porta, pensando que assim eu impediria meu tio ou minha mãe de entrar. Ele me apunhetava por cima do short, e eu fui obrigado a fazer o mesmo, e não demorou pro cinza da calça de moletom dele começar a ficar melado, assim como meu short branco. Ele enfiou a mão por dentro do meu short e da minha cueca, e começou a me apunhetar de pé. Eu fiz o mesmo, o pau dele tava todo babado, minha mão deslizava gostosa pela cabeça, e ele gemia gostoso. Eu fui me sentando aos poucos, contra a porta, ele desceu sem tirar a mão do meu pau. baixou parte do meu short e caiu de boca gostoso, lambendo a cabeça com jeito, como se não fizesse só alguns dias que ele começava a trepar com caras, assim como eu. Ele me apunhetava enquanto lambia o meu saco (fez a lição de casa com alguns pornôs pelo jeito). Depois de um tempo assim, senti um início de gozo, e pedi pra ele parar, que agora era minha vez. Eu já tava encarando aquele pau duro na calça melada, explodindo, pedindo pra sair, enquanto ele me chupava e agora eu queria ele na minha boca. Ele tomou meu lugar contra a porta, e eu comecei a lamber aquela gala na calça de moletom, pressionando o tecido contra aquele pau gostoso. Ele encostava a cabeça contra a porta, e pedia pra eu puxar o pau dele pra fora logo, pra chupar ele todo, mas eu queria que ele sofresse um pouquinho. Quando eu vi que ele não aguentava mais, tirei aquela cabeçona linda pra fora com facilidade pois ele estava sem cueca, e abocanhei com vontade, lambi mais gala daquela cabeçona vermelha, e comecei a chupar ele enquanto me apunhetava, a mão deslizando na gala de tão babado que meu pau estava. Ele segurava meu cabelo com força e se contorcia. Quando começava a gemer mais alto eu dava uns "shhhh" e ele se controlava. Eu percebi que ele estava começando a gemer mais rápido, não queria que ele gozasse assim. Parei.

-Levanta primo, não quero que tu goze assim.

-Pq não?

-Pq tu vai gozar com o meu pau enfiado nesse cuzinho.

De pronto ele levantou. Colocou as mãos contra a porta, e de costas pra mim falou:

-Vem então.

Peguei ele por trás esfregando meu pau no moletom da calça dele. Ele apertava meu pau e dizia:

- Tira essa calça e me come logo.

ouvimos um barulho. Meu tio perguntou o que estavamos fazendo.

- Jogando videogame tio.

- E o júlio vai almoçar aqui?

Eu desci parte da calça dele, só o suficiente pra poder esfregar meu caralho duraço no vão daquela bundinha redondinha. Ele se controlou o máximo pra dizer.

-p pode ser...

-Vai ter galinha ensopada.

Eu enfiei a pontinha da cabecinha na entradinha do cu. Ele se contraiu todo, gemeu baixinho, colocou a mão na minha perna e apertou.

-Eu adoro...

e eu: -Eu também - Enquanto dava um sorriso sacana, que era retribuído pelo meu primo, que me olhava com um tesão louco, e com a mão enfiava meu pau aos pouquinhos no próprio cu.

- Vou lá terminar. Não joguem muito videogame.

Falei um tá meio alto, enquanto colocava o pau de uma vez naquele cu gostoso. Ele gemeu baixinho.

-me fode de uma vez, acaba com isso.

Procurei o pau dele que estava contra a porta, dava pra ver a gala manchando a porta. Puxei ele mais pra trás, e comecei a punhetar ele no mesmo ritmo que eu colocava e tirava o pau daquela bunda. Fui aumentando a velocidade, ele apertou minha perna de novo.

-me come. me come com força. come esse cu, come caralho - Ele sussurrava.

Eu mordiscava a orelha dele enquanto metia cada vez mais forte, apunhetando ele na mesma velocidade. O tesão era tanto, que eu achei que meu pau ia explodir. Ele começou a gemer, eu senti o corpo dele se contrair, senti a porra escorrendo pela minha mão enquanto a respiração dele diminiuia aos poucos.

-goza em mim agora vai... goza

Não faltava muito pra mim também. Meti com mais força, estava fazendo barulho, mas fodasse, eu queria gozar gostoso, com bastante porra. Queria gozar dentro dele. Senti a porra escorrendo pra dentro dele, gozei com força, tirei o pau pra ver parte dela escorrendo daquela bundinha redondinha linda. Ele virou pra mim, sorria. Eu achava estranho como ele sempre sorria pra mim, quando eu gozava sentia vergonha, me arrependia do que tinha feito, umas neuras com a família, mas ele sempre me dava aquele sorriso. Ele me abraçou, me beijou, coisa que eu não gostava muito no começo, mas estava me soltando. Nossos paus começaram a endurecer na hora, começamos a esfregar um no outro gostoso, e já íamos pra uma segunda, quando meu tio chamou pro almoço. O jeito foi tentar limpar a bagunça, enfiar os paus em suas respectivas calças e tentar disfarçar a ereção na frente dos parentes. Ele me deu um último beijo.

-Depois do almoço?

Eu sorri.

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