Aprendendo a dar o cu – De calcinha no meio da gurizada

Um conto erótico de Franios
Categoria: Homossexual
Contém 2087 palavras
Data: 18/11/2013 02:29:31

Aprendendo a dar o cu – De calcinha no meio da gurizada

Saí da casa do André já bolando o que ia fazer. A primeira coisa que fiz ao chegar em casa, foi conferir se ninguém tinha chego e fui ao quarto dos meus pais para pegar o que precisava.

Assim que meu irmão chegou, fiz um esforço e puxei assunto com ele, logo fiquei sabendo do encontro da turma na tarde seguinte. Sabia que esses encontros sempre acabavam no quarto de um dos caras, com a turma vendo sacanagem e na punheta coletiva.

Meu irmão falava comigo normalmente e eu tentava fazer o mesmo. Ao falar do encontro da turma, perguntei logo de cara se podia ir. Ele disse que sim, mas acrescentou um “mas não vai me fazer passar vergonha e sair correndo, feito criancinha”

Claro que jurei de pé junto que não ia sair correndo.

No dia seguinte, ao chegar junto com meu irmão no campinho, todo mundo me cumprimentou e perguntou do porque de eu ter sumido. Desconversei e entrei na pelada que já estava rolando. A única coisa meio chata foi encontrar com o Celso, embora ele tenha me recebido com uma sorriso que não tinha tamanho, eu mal olhava para ele e ainda fiquei todo vermelho. Após um tempinho, já foi ficando tudo normal. Ele agia normalmente e eu também fiz isso. Como não percebi nem um olhar ou brincadeira, tive certeza que o Celso cumprira com sua palavra e não contara para ninguém o que acontecera.

Depois de quase duas horas ali, jogando, combinamos de ir para a casa do Marcelo. Tudo ocorreu como sempre ocorria. Fomos para o quarto e nos espalhamos, cada um encontrando seu canto e logo as revistas foram aparecendo, os comentários maliciosos também. Foi questão de segundos para perceber as calças se estufando, os volumes ficando enormes.

Percebi que havia sim algo diferente. Mas era eu. Eu que estava secando as malas e, o pior, aquilo me enchia de tesão, mal olhava a revista, ficava observando os garotos ali folheando as revistas com as barracas armadas, ás vezes dando uma ajeitada, que fazia meu coração palpitar.

Não demorou e os paus foram sendo sacados de dentro de cada cueca e começaram ser massageados e punhetados. Eu via de camarote e vibrava com cada pau sendo sacado. Puxa vida, como nunca tinha percebido aquele show que acontecia naquelas rodas. Havia pauzinho, havia pauzão, uns lustrosos, outros muito brancos, outros bem roxos, outros muito escuros, e todos babões e duros como pedra.

Saquei meu pau mas quase não me tocava, pois sabia que gozaria muito rápido. Meu tesão estava a mil. A ideia de “fingir que era viado” não era preciso, tive certeza que eu já era viado. O pensamento me incomodou um pouco, mas preferir deixar para pensar nisso depois, agora eu queria aproveitar.

Meus devaneios iam longe, mas não me desviei do meu objetivo. Em pouco tempo veio a oportunidade que eu esperava. O safado do meu irmão, olhou para mim e já tascou:

- Ih Paulo, o pau num vai crescer, não?

Retruquei no ato:

- Acho que você gamou no meu pau, num para de ficar reparando!

A galera caiu na gargalhada e já foi zoando o meu irmão, que ficou explodindo de raiva. Sabia que teria troco e não demorou:

- Eu tô é preocupado. Com pau pequeno e bunda grande, vai acaba sendo mulher de macho!

Senti a raiva na voz dele, mas estava preparado. Levantei e virei de costa, empinei a bunda e perguntei:

- Gente, vocês acham minha bunda muito grande?

O silêncio se instalou. Eu continuei:

- Assim não dá pra ver, né? Então espera aí.

Saí e fui para o banheiro. Tirei minha bermuda e cueca. Revirei os bolsos da bermuda no chão e apanhei a calcinha que estava ali. Eu a havia pego no quarto dos meus pais, na gaveta de minha mãe. Olhei aquela peça vermelha e rendadinha. Para uma mulher toda certinha, aquela calcinha era um escândalo.

Pus a calcinha, que ficou atoladinha no meu rego. Meu irmão tinha razão. Eu tinha um bundão, redondinho e empinado. Como conferi pelo espelho do banheiro, era lisinho, sem nenhum pelinho, ficando um tesão naquela calcinha.

Abri a porta do banheiro e já enxerguei uns garotos na porta do quarto, esperando para saber o que eu tinha ido fazer. Não perdi tempo e sai do banheiro, só de calcinha e rebolando.

Passei por eles, entrei no quarto e fiquei de quatro encima da cama.

- Então, agora dá pra ver se minha bunda é muito grande?

Estava todo mundo mudo. Meu irmão de boca aberta e olhos faiscando de ódio.

Continuei com o que tinha planejado:

- Vou logo avisando que o dá eu não dou! Mas quem quiser dá uma esfregadinha fique a vontade.

Os olhares iam de minha bundinha para meu irmão e do meu irmão para minha bundinha. Percebi que esperavam o consentimento dele. Fiquei surpreso, pois nem parecia que eram adolescentes, borbulhado de hormônios. Mas os hormônios falaram mais alto. Logo senti uma mão em minha bunda. Era o Alex que logo colou atrás de mim, esfregando sua jeba em meu rabinho.

Eu delirei e gemi alto, olhando com cara de puta safada direto para meu irmão. Ele finalmente protestou:

- Pode parar com essa viadagem!

Antes que ele melasse meu plano, falei bem alto:

- Ué, não foi você que saiu contando que eu sento no seu pau! Deixa de ser egoísta e divide o seu irmãozinho. – Dei um tapa na minha bundinha – Você acha que essa bundinha é só sua, é?

Ele estava branco e estático, com cara de quem peidou. Foi o suficiente para eu confirmar que era verdade que ele tinha espalhado a história. Como meu irmão se calou e não teve mais reação, todos os outros tiveram.

Não sabia mais quem tanto me alisava e dava beliscões, eram mãos e mais mãos em cada centímetro de minha bunda. Mas o Alex não deixava ninguém tomar seu lugar, com o pau todinho na minha regada. Ele tentou puxar a calcinha. Protestei:

- Pode parar! Se alguém tentar tirar a minha calcinha, eu vou embora e acaba a brincadeira!

Eles entenderam o recado. Agora se revezavam. Iam se punhetando em volta da cama, enquanto um ia me sarrando legal. Estava uma delícia, ainda melhor que a meinha com o André. Pois eles esfregavam o pau sem cueca. Eu sentia aqueles paus quentes e duros, contra minha bundinha macia. O tecido fino e rendado da calcinha permitia que eu sentisse os paus deslizarem por meu rego, muitas vezes forçando a entradinha de meu cu. Meu cuzinho piscava alucinadamente e não resisti, comecei a participar mais. Rebolava e jogava meu rabinho para trás, forçando minha bunda contra cada pau de macho que se colocava atrás de mim.

Os gemidos, os palavrões e os incentivos para putaria começaram a ficar cada vez mais altos. Chamavam-me de viado, de puta, de bichinha. Mandavam eu rebolar e gemer que nem menina. Eu delirava e obedecia.

O Marcelo subiu na cama e se colocou na minha frente com seu pauzão babando e pediu que eu chupasse. Disse que não, que eu só deixava encoxar. Ele não insistiu, mas continuou ali, olhando de camarote cada encoxada gostosa que eu levava.

Sentia minha bunda toda melada e a calcinha encharcada. Ninguém tinha gozado ainda, era a baba dos paus que me melava todo, deixando o esfrega-esfrega ainda melhor.

Fechei os olhos e fiquei ali gemendo e curtindo cada segundo, era delicioso. O toque dos membros na minha bunda, os apertões e carinhos daquelas mãos fortes e o som das vozes roucas que não paravam de falar sacanagem.

Tudo era bom, daí aconteceu. Foi rápido. A puxada da calcinha para o lado, o pau duro escorregando fácil e forte pelo rego molhado, o rompimento de minhas pregas e o grito de dor que ecoou alto. Quando percebi, o Celso já atolara metade do pau em mim.

Minha reação também foi rápida. Saltei para frente, quase derrubando o Marcelo, mas conseguindo escapar do pau que me estourava. Rápido, sem dar chance de alguém me segurar, levantei-me e saí correndo, indo direto para o banheiro onde me tranquei. Ouvi algumas batidas na porta e muitas súplicas para que eu voltasse. Escutei também o Celso me pedir desculpa e pedir que eu continuasse, falando que ele não ia mais tentar me comer.

Quando abri a porta já estava com minha camiseta, minha cueca e bermuda. A calcinha guardada no meu bolso. Antes que houvesse qualquer reclamação, anunciei:

- Avisei que se tirassem a calcinha a brincadeira acabava.

Abri caminho entre eles que se amontoavam no corredor e fui indo embora. Meu cú ardia. Estava bravo. Não com o Celso, mas comigo mesmo. Agora eu tinha certeza que eu adorava pau e era tesudo em macho, mas não conseguia dá o cu! Estava puto porque eu queria, mas não aguentava levar rola no rabo. Mas uma coisa me dava tesão: ver aquela molecada com cara de pidão, louquinha por minha bunda. Sentia-me poderoso, embora submisso a macho. Apertei mais o passo e finalmente saí da casa do Alex, morrendo de vontade de voltar, mas eu imporia as regras, se eles quisessem teriam que obedecer.

E obedeceram. Ninguém sequer tentava mexer na calcinha que eu usava, nem cogitava forçar uma metida em meu rabinho. Aprenderam rápido que é melhor gozar se esfregando num rego sem poder meter na olhota , do que ficar só na punheta. De início até pegavam no pé do Celso, fiscalizando se ele não tentaria burlar a regra e acabando por pôr a perder a brincadeira do dia.

Certo dia o Celso conseguiu conversar comigo sozinho. Fui sincero com ele, disse que na verdade ele tinha tirado meu cabaço, mas que eu não aguentava levar rola no rabo e nunca mais daria o cu, então se ele quisesse teria que ser só na base da meinha mesmo.

A rotina passou da roda de punheta, para a roda da meinha. Eu ficava de quatro rebolando no meio deles e eles se revezavam, encoxando e gemendo. A farra só acabava depois que minha bunda e calcinha estivessem totalmente encharcadas da porra de cada um deles.

No início eles disputavam para ver quem era o primeiro a esporrar e melar meu rego, mas com o tempo começaram a disputar quem seria o último. Embora parecesse meio viadagem, eles ficavam tesudos de esfregar seus pintos na minha bunda de puta toda melada de leite de de outros machos.

A única coisa que não deu certo foi minha vingança. Meu irmão na verdade até gostou de saber que tinha acendido o estopim que explodiu em um irmão viado. Afinal de contas ele tinha seu momento de exclusividade. Em casa, é claro, ele não perdeu a oportunidade de encoxar e gozar muitas e muitas vezes no rabo do irmãozinho.

O que meu irmão não sabia era que não era o único a ter momentos de exclusividade, pois fiz questão de pelo menos uma vez por semana passar a tarde na casa do André, que merecia ser recompensado por ter me apresentado à meinha e inserido o prazer na minha vida. Aliás a turma toda deve muito ao André. Foi ele que me ensinou a meinha, quando percebeu que meu lance mesmo era ser passivo, foi me introduzindo mais e mais nos prazeres da pegação entre homens. Ensinou-me a punhetar um pau. Aos poucos foi tirando meu nojo em engolir e mamar uma pica, inclusive foi o primeiro a me fazer engolir tudo e ainda pedir mais leite de macho. Tudo que ele ensinava, eu praticava e muito na roda com a turma.

Os encontros com a turma passavam a ser uma putaria total, eu punhetava, era encochado, chupava e engolia a porra de todos. A única coisa que eu não fazia era liberar o cu. Isso o André não conseguiu me ensinar. Eu morria de medo e não deixava mesmo.

Era o viado do meu irmão em casa. Era a fêmea do André na casa dele. E era a puta da turma na roda da sacanagem. Mas com o cuzinho intacto, até pensava em liberar de vez, mas o medo da dor me consumia. Pensei em alargar meu anel, começando a dedar meu cu enquanto me punhetava em casa, mas logo que forçava a pontinha do dedo, já vinha a dor e a ardência, então me conformei que eu nunca mais daria o cu. Assim passou-se três anos, até que tivemos um visitante em nossa tradicional roda de sacanagem...

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Comentários

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Gostei do seu conto apesar de te achar um cara muito mole, levar no cu não tão doloroso assim não rapaz, tasca lubrificante nessa porra e libera logo.

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Maravilhoso. Puro tesão. Você deve ser muito gostosinha e safada.

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