VIZINHO SAFADO 9

Um conto erótico de hakan
Categoria: Homossexual
Contém 1861 palavras
Data: 08/10/2013 10:09:24
Última revisão: 08/10/2013 11:27:51

VIZINHO SAFADO 9

Betim era o Beto, ou Roberto. Para os mais chegados era Betim, para os comuns Beto e na oficialidade Roberto. O cara me surpreendeu. Para mim ele era hétero total, tinha até uma namoradinha na escola, onde ficavam namorando no recreio. No dia seguinte mesmo, debaixo da escada do auditório o vi dando o maior beijo de língua na menina. Só lembrava da cara dele com a minha porra na boca.

Era isso, na virada para os meus 16 anos eu estava num mundo sexual de descoberta acelerado, onde tudo pendia ao homossexualismo. Meu pai, quando me visitava, perguntava se eu não tinha nenhuma namorada. Até incentivava dizendo que me daria dinheiro para cinema, passeio e tal. Mas eu nada. Fiquei puto um dia quando estávamos nessa conversa, na calçada de casa e o Vagner se aproximou e sentou junto, depois de cumprimentar meu pai.

-Estou dizendo aqui pra ele Vagner, pra ele arrumar uma namorada.

-Tá certo. E tá na hora mesmo. O cara tem que namorar. Não precisa ser fixa, pode só experimentar com uma, com outra, até uma hora que vai ter a certa.

-Justamente- meu pai confirmava.

-Tu já beijou na boca? – Vagner me perguntou e meu pai me olhava. Eu não dizia nada.

-Tá vendo.. tem que experimentar, cara. Eu pego geral por aqui.

-Siga o exemplo do seu amigo, filho – meu pai dizia tendo Vagner, ingenuamente, como uma referencia para mim. Se ele soubesse a grande verdade...

Fui na casa do Vagner outras vezes, e o processo estava tão íntimo que eu só ficava de costas em frente à estante de livros, na desculpa do livro de matemática, que ele baixava meu calção, sem dizer uma palavra, posicionava seu cacete já duro e enfiava, ou então, se achegava por trás,me roçava, queimando meu corpo de tesão, passava sua barbinha no meu pescoço, descia e dava uma lambida no meu cu.

Passei a ter vontade de sentir algo no meu traseiro. Parecia coisa de abstinência: uma período determinado sem aquele nervo moreno em mim e eu ficava louco, tipo subindo pelas paredes. Acho que me dei com a carne dele. Meu ânus recebi com mínima ardência o Vagner em mim. Era prazeroso. Claro que eu espaçava, tipo duas vezes na semana indo brechar ele. O ruim é que a mãe dele começava a perceber algo, pois um dia ela disse: Vai pegar o livro de novo?. Gelei, mas entrei quando meu cuzinho piscou desejando correr o risco.

Betim era o outro lado, o despertar do meu lado masculino, onde eu fazia d boca dele a minha buceta, tão querida por meu pai na minha vida. Como Betim eu descontava as retrações em mim.

Sentia uma sensação esquisita, de culpa depois de gozar, de sujeira quando socava na boca do Betim e resolvi para com aquilo. Nunca fudemos cacete-bunda , era só oral, e eu já não queria mais. Estava muito esquisito para mim, pois meu ânus era uma buceta e eu tinha meu macho. Estava tudo estranho na minha mente.

-Cara, vamos parar, dar um tempo. – disse ao Betim numa tarde em que ele veio em casa assistir TV.

-Por que?

- Cansei, não dá mais.

-Como assim? Tô chupando errado?

-Não, eu é que não to querendo mais. Tu não sente culpa quando beija a Vanessa na escola?

-Não... e tu não sente culpa quando vai brechar meu irmão? – ele disse numa disparada só, sem anestesia de palavras.

-Porra, cara, que é isso... eu bechar?

-Sim, eu sei que tu brecha o Vagner. Com desculpa de pegar o livro de matemática.. voyeur!

Veio o estalo da descoberta. – Então foi você que escreveu no livro?

-E não é o que ta sendo?

Poxa vida, fiquei trêmulo e um pouco aliviado, pois quem descobriu meu segredo estava bebendo minha gala. Betim confessou também ser ele quem estava na cozinha naquele dia e apagado a luz e quem pegou minha cueca no diz do quase flagra no banheiro.

-Porra cara, e o que você quer com isso? É só uma brincadeira comigo e teu irmão.

-Brincadeira? Minha mãe tá desconfiando. Ela me perguntou um dia por que tu precisava tanto deste livro de matemática.

Fiquei em silêncio.

-Já pensou se minha mãe descobre? O choque que vai ser... e o meu pai? E o teu pai? Capaz de dar confusão feia.

Eu nada dizia.

-Então, eu fico calado e você me deixa curtir com seu pau. Não é isso que você faz também com meu irmão? E seu pau é grosso, viu, muito bom, olha só- ele dizia colocando mão no meu calção e apalpando. De maneira nenhuma eu consegui ficar duro naquela tarde. Estava nas mãos do Betim, e aquela bichinha enrustida estava falando a verdade sobre a possibilidade de dar confusão.

Ele veio no dia seguinte, me punhetou e pediu para eu tomar banho com a porta aberta para ele me ver. Não sabia que era desejado por ele. Viadinho.... o que eu estou escrevendo? E eu sou o quê do Vagner? Que confusão mental, viu.

Decide me ajeitar na vida. Não fui mais ver o Vagner por uma semana inteira. Bati a punheta com dois dedos enfiados no cu para compensar a necessidade do meu macho na impossibilidade da sua presença dentro de mim. Na segunda semana em que não apareci, ele veio falar comigo na calçada uma noite.

-Porra cara, to na secura.

-Não vou mais não.

-Por quê?

-Melhorar parar.

-Tu arrumou outro?

-Não, arrumei uma namorada, como você disse pro meu pai que era pra ser.

Vagner riu safadamente. Calou e depois massageou seu pau por cima do calção apertado dele. Imediatamente meus olhos vidraram no meio das coxas dele, que me cutucou.

-Presta atenção, a gente tá na rua,quer que vejam. Taí, é só eu pegar no cacete que tu olha. Fala a verdade. Descobririam? Tua mãe descobriu?

Respirei fundo e falei toda verdade pra ele sobre o Betim, as chupadas e o que ele sabia. Vagner ficou puto, com a voz ficando cada vez mais séria e odiosa.

-E ele ficava te chupando e ameaçando contar pro pai?

-Era, mas ele não disse que não era pra eu ir mais te ver, eu é que estava sem condições. Não ia rolar.

Vagner levantou-se e foi para casa. Depois daquela conversa, o inesperado aconteceu. O Betim nunca mais apareceu em minha casa, pouco falava comigo na rua e na escola nos tratávamos como colegas de sala. Não sei e nem quis saber o que Vagner fez, mas tinha ficado livre para curtir meu macho outra vez. Fudemos mais três vezes em duas semanas até o dia em que fui e ele não estava no banho às 18 hs. Depois soube, ouvindo uns caras indo pro campo jogar bola que o Vagner só ia rachar com eles no fim de semana, porque tinha arrumado emprego. Puxa vida. Depois eu soube que era emprego em shopping, ele saia às 10 da manhã e voltava às 11 da noite. Puta que pariu. Cruel para mim duas vezes: não íamos mais curtir como antes e lá no shopping ele ia fazer as safadezas dele com certeza.

Ainda bitolei no portão o horário do banho dele no fim de semana. Fui umas duas vezes e sempre tinha alguém em casa, ou assitindo TV ou a mãe dele na cozinha. Só reparava no Betim com um sorriso no canto da boca porque estava dando errado meus encontros com o Vagner. Conversei com ele depois no campo, entre uma partida e outra quando ele estava no banco e ele foi categórico:- Vamos dar um tempo!

O tempo passou, eu e o Vagner fomos nos distanciando, estava ficando inviável nos vermos pelo trabalho e também porque finalmente, devido o dinheiro do emprego, ele arrumou uma namorada fixa, de sair juntos, namorar em casa e tal. Era dolorido para mim o confronto com a realidade. Nas crises eu perguntava por que eu não tinha nascido mulher, com uma buceta no meio das pernas já que eu sinto tanto tesão por homem. Por que as coisas ficam trocadas assim? O que eu ia fazer com meu tesão? Punhetas eram passageiras, e eu queria algo real, de carne em mim. Por que eu nascia num corpo trocado? Se sou homem fisicamente , por que gosto de homem? Por que não absolutamente nenhuma atração por nenhuma mulher? Por que as coisas são tão cruéis assim? E ainda tem gente que acha que isso é uma escolha. Escolha? Pois eu escolho gostar de mulher e ter uma vida de homem como os outros, mas cadê? Não é querer, já vem de nascimento, já nasce com a pessoa - me perguntava e concluía. Sofria e me calava.

O tempo passou. Vagner se juntou com essa namoradinha, alugaram uma casa em outro bairro e foram morar juntos. A pá de cal veio com a felicidade da mãe dele espalhando para a rua inteira que a mulher de Vagner ( mocréia) ia ser mãe, que ela ia ter sue primeiro neto. Fudeu pra mim, pois, inacreditavelmente ainda nutria que ele ia se separara e voltar para casa e meter em mim pelo menos mais uma vez. Nunca o procurei depois que ele ficou com essa megera, respeitei a união dele. Não ia dar uma de “ a(o) outra(o)” rsrsrsrsr. Deixei rolar.

Eu estava agora com 21 anos. Tinha arrumado um emprego também, mudado de casa, mas a namorada que meu pai queira não vinha nunca. Do pesoal daquela rua nunca mais tinha ouvido falar nada. Eu até tentava,mas não rolava nada, com ninguém. Ele me cobrava, minha mãe também, e aos poucos eles começavam a delinear a possibilidade de eu gostar de outra fruta. Mas eu estava me cuidando, malhando o corpo e o cacete, que para mim, estava mais grosso. Será que o cacete engrossa com exercícios masturbatórios? Não sei,mas eu tirava medida da grossura pela minha mão, que numa punheta já não fechava no corpo da vara e desta vez estava mais distante de fechar ainda. Havia mais carne, desde os meus 16 anos ou minha mão tinha diminuído, rsrsrsrs. mas, modéstia a parte estava gostoso socar punheta em meu pau. As vezes colocava um espelho de frente e me via na punheta... que falta a o Vagner faz...

Certo dia, já puto de acordar cedo e ir para aquele trabalho, quando meu system despertou com volume alto em uma FM, fui lá e dei uma porrada nele. Minha mãe até se espantou. Desloquei uma abertura de fita cassete e fiquei nervoso: o som estava na terceira parcela. Decidi não ir trabalhar naquele dia, peguei o manual do aparelho, vi a assistência técnica mais próxima e o levei lá. Não ia poder levar na semana mesmo por causa do trabalho e resolvi faltar naquele dia, o jeito era consertar o aparelho. Deixei o system na assitencia técnica, e na volta, observando o lugar que era novo para mim, procurava uma referência para quando fosse o dia de voltar eu não me perder. Nisso avistei algo surreal para mim, um lugar com portas de vidro, discreto, e uma pequena placa: CINE REX.

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Comentários

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Pior Cara a vida é cruel com a gente mesmo, te entendo perfeitamente apesar de minha história ser completamente diferente da sua. Ser gay não é fácil...Demais estou adorando muito.

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Nossa acho que a mulher do Vagner deve levar muito chifre dele com caras viu. Demais o conto.

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É sempre assim o enrustido se casa e trai a mulher com outros homens .... continua logo demorando muito...

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É sempre assim o enrustido se casa e trai a mulher com outros homens .... continua logo demorando muito...

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