Casa dos Contos Eróticos

Maldito pneu furado!

Autor: Yuzo
Categoria: Heterossexual
Data: 05/10/2013 00:10:55
Última revisão: 25/12/2016 19:50:55
Nota 9.92
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O dia estava ameno e promissor. Sol forte do verão, claridade intensa ofuscando a visão. Muita sorte. Nelson imaginou a expressão desalentada que Sheilla faria, se estivesse chovendo.

Ela estava na chácara da família. Para um churrasco ao ar livre. Seria um evento banal, se não tivesse um sentido especial. Sheilla iria apresenta-lo à família como namorado. O amor da sua vida, o felizardo com quem iria passar o resto dos seus dias.

Nelson dirigia com olhar fixo na estrada. Pensando nela. Depois de tantas mulheres, tinha finalmente encontrado a alma gêmea. Alguém que lhe causava, pela primeira vez, a impressão de que era imprescindível em sua vida. Que detinha virtudes que faltavam a ele, contrabalançando suas fraquezas.

Tinha uma tara incomum por garotas altas. Os 1,88m. dela despertou o interesse inicial. Mais alta que ele uns seis centímetros. Qual o problema? Até o ex-presidente da França, Sarcozy era mais baixo ainda que a deliciosa Carla Bruni. Ora! Contudo, não foi só isso que o fez apaixonar-se.

Possuía tipo físico que encaixava em suas preferências. Morena, cabelos negros e lisos, contrastando com a pele alva e aveludada. Rosto harmonioso, nariz afilado, lábios carnudos, sorriso encantador. Seios médios, coxas torneadas. As nádegas redondas e empinadas, realçando longas pernas.

Foi mais do que isso. Dizem que as bonitas são burras. Pura invencionice das frustradas, propagado pelas feias inconformadas. Uma maldosa vingança para amenizar complexos. Sheilla além de linda, era dotada de uma inteligência admirável. Tudo nela era cativante. O andar, falar, jeito brejeiro e exagero da perfeição: até a voz transmitia sensualidade.

Não tinha sido fácil conquistá-la. Sua fama de pegador era notória na roda de amigos. E como a conheceu através deles, foi difícil persuadi-la de que, com ela seria diferente de outras tantas. A pecha de superficial, volúvel e infiel era seu traço marcante.

Lembrou daquela noite. Seus pais viajando. A namorada em seu quarto, atraída pela curiosidade de ver fotos de infância do amado. Foi quando a energia caiu. Na escuridão total, só sentidos da audição, olfato e tato para guiar.

Nessa hora percebeu toda beleza daquela voz. Voz que dizia ¨-Não, para, para, o que você está fazendo?, aí não, aí não¨, tentando impedir arroubos da mão maliciosa que buscava estimular áreas pudicas. Os seios macios e os lábios da vagina, cobertos pelo tecido da calcinha. Esboçava fraca reação, se entregando cada vez mais, levada pelas sensações de volúpia e desejo.

O cheiro daquela fêmea enlouquecia Nelson. O hálito puro daquela boca, com aroma virginal convidava a dar beijos molhados, intensos. Línguas enroscadas como um par perfeito dançando tango, com seguidas paradas sensuais. Como chamas crepitando ao vento bravio.

Seu pênis agoniava, tal qual inconfidentes mineiros, inconformados com a derrama lusitana. Se bandeira tivesse, agitaria o ¨libertas quae sera tamen¨. Teve de libertá-lo. Desafivelar cinto, o botão do jeans, o fecho. Erguer o quadril, descer a calça e cueca. Tomar da mão dela, fazendo-a pegar na barra dura e inchada.

¨- Credo, benzinho, que que é isso? Para, amor!¨. A mão delicada esboçou uma fuga incontinente. Mais do que susto, as imposições sociais, a lavagem cerebral a que donzelas de respeito são submetidas, provocou o gesto. Nelson deteve a mão opositora. Com a sua firme, fez ela sentir a rigidez e textura do falo pulsante.

Sheilla já arfava, o corpo assumindo controle da mente racional. Ele queria. Ela também. Nelson prestes a tomar posse nos segredos mais íntimos, as maiores delícias que ela tinha para dar. O dedo ágil já escorregara por baixo do pano sedoso e elástico. Esgueirando lépido, estava no centro do vale do amor. Sentiu a umidade receptiva que denunciava o estado de prontidão da sua dona para o ato sublime.

Tudo estava perficiente e tão picante que até as deusas Hespérides se acaloraram. Com inveja dos amantes, fizeram com que a luz voltasse. A claridade repentina, ofendeu as pupilas dilatadas, destruindo a magia. Trazendo consigo a crua realidade e o pudor, entorpecidas pelo negrume cúmplice.

Se no início, Sheilla dizia que sexo só após o casamento, aos poucos, deixou essa irredutibilidade ser solapada. Admitiu um talvez promissor. E depois de persistente insistência, concordou que após assumirem o namoro oficial perante os familiares, iriam transar. Sempre o temor pela fama que o precedia.

Mais do que depressa, Nelson havia apresentado Sheilla aos pais. E agora estava indo conhecer os dela. Advogado, bem empregado num renomado escritório, a caminho da estabilidade financeira, de boa família, preenchia todos os requisitos para ser o genro sonhado por todos os sogros, por mais ogros que fossem...

Ainda assim, mesmo após um farto café da manhã, sentia um vazio no estômago. Aquele paradoxal frio na barriga, a ansiedade de saber se aceito seria, a preocupação de causar a melhor primeira impressão, já que aquela é que o acompanharia dentro do universo familiar da amada.

A mãe de Sheilla era viúva, um detalhe animador. Para Nelson, saber que não teria de enfrentar o crivo de um pai protetor e enciumado, o tranquilizava. Quando se trata de filha, a sogra sempre é mais maleável. Lembrou do namorado da irmã, tão criticado pelo seu pai e que tinha na sua mãe, a maior aliada.

Estava no meio de uma vilarejo rural. Muitas lombadas. Resultado das promessas de campanha dos políticos por maior segurança pública. Para cumpri-las, a instalação de redutores de velocidade e radares da indústria de multas. Nem mil metros e novamente a paisagem de mata virgem.

Atentou para a segunda entrada à direita. Uma estradinha rural, sem revestimento asfáltico. Entrou nela. Havia chovido e o escoar da água acentuara os sulcos da via. O sacolejar aumentou. Só a vegetação nativa ladeava o trecho. E após uma curva, um veículo parado. Sem ninguém.

Estava devagar. Quando passou por ele, viu o vulto de alguém, junto à um tronco de árvore. Preocupado, pensou em acelerar. Poderia ser um assalto. Era uma mulher que acenava, gesticulando para parar. Não estaria ela com comparsas ocultos, prontos para atacar?

Hesitou. O espirito de solidariedade naquele local ermo suplantou o temor. Ou o espirito do cavaleiro medieval a socorrer a dama em apuros é quem falou mais alto. Parou. A mulher se aproximou da janela e disse que o pneu tinha furado e não sabia trocá-lo.

Disse que estava atrás da árvore observando. Receosa de topar com malfeitores. E que ao vê-lo, se tranquilizou, avaliando-o como pessoa distinta e confiável. Ele com medo da dita cuja e ela com medo do dito cujo. Assim é este país, a nação do medo, onde as leis são feitas por bandidos e para os bandidos. Onde a impunidade e a injustiça impera...

Nelson abriu o porta-malas do carro dela. Retirou o pneu sobressalente e as ferramentas para a troca. A mulher, enquanto agradecia, disse que esquecera o telefone celular em casa e já estava ficando desesperada. Solícito, o rapaz tirou o seu aparelho do bolso e deu à ela.

- Se o problema é telefone, pode usar o meu, tá?

Ela pegou, dando um sorriso sedutor. Só então, o jovem reparou na mulher. Ar de madame distinta. Uma morena alta, com estatura para ser modelo, se não fosse a idade. Menos ou próximo de cinquenta? Ainda assim, linda, elegantemente trajada. Cabelos lisos e bem cuidados. Com óculos de sol os prendendo, aumentando o charme.

Uma mulher madura, fina e... alta como ele gostava. O tipo raro por quem tinha especial fetiche. Que desde a adolescência, sempre povoou a suas fantasias mais eróticas. Evento que seria jubiloso e feliz, porém, inadequado para o momento que vivia. Sua fidelidade sendo testada.

Se quando tentou Eva, o demônio usou uma maçã, desta vez, nem se deu ao trabalho de ser sutil. Fêz surgir em seu caminho uma das criaturas divinas, fruto da escrita certa por linhas tortas. Melhor, linhas curvas. E que curvas!

Estavam numa região de chácaras de alto padrão. Onde endinheirados construíram mansões para lazer no campo. Pelo carro, a dama deveria ser alguém de posses. Os brincos, o anel e as pulseiras eram discretas, contudo, não precisava ser um especialista para avaliar que eram joias de alto valor. A blusa leve de seda, a calça justa de tecido brilhante e as sandálias de salto alto, tudo combinando.

Ela que se afastara um pouco, ligou e falou rapidamente. Nelson estava agachado, elevando o veículo. A senhora devolveu o telefone móvel, agradecendo mais uma vez. Ao abaixar o tronco, suas cabeças quase se tocaram. O jovem aspirou o perfume que o corpo dela exalava. Um aroma primaveril em pleno verão. Como tivesse acabado de sair do banho naquela hora.

Nem ouviu direito a explicação de que estava indo até a venda da vilarejo para comprar carvão e álcool, pois, o que tinha em casa estava úmido e não pegava fogo. E o maldito pneu tinha furado justo naquela hora. Como se o furo de um pneu, tivesse alguma hora própria para acontecer.

Enquanto girava a chave de rodas, moveu discretamente a cabeça, olhando de soslaio para a dama, plantada a menos de meio metro. Retirou o pneu avariado e pegou o sobressalente para por no lugar. E a dama para observar melhor, tinha se curvado para frente, bastante pela elevada estatura. Tal postura empurrava as nádegas para trás, deixando-as mais saltadas.

O traseiro polpudo, de montes redondos, forçando o tecido acetinado e justo. Nelson imaginou o quão delicioso seria agarrá-la por trás, encostar e esfregar a pélvis naquelas carnes apetitosas. Imaginou como seria o rego no meio daqueles montes opulentos. Um sulco escuro onde se encaixaria forçado a glande rombuda do seu mastro. Que estava inchado de forma rotunda, tomado por violenta ereção.

Abaixou-se rápido para ocultar o volume que formara no baixo ventre. Tentou se concentrar na tarefa que executava. Evitava olhar aquele longo par de pernas torneadas, mas, mesmo sem olhar, sentia a presença delas. Podia vê-la, lindas e sensuais, em imagens que como vaga-lumes em noite de verão, piscavam em seus neurônios.

- Vejo que você não usa aliança. É solteiro?

A pergunta dela parecia uma daquelas, corriqueiras, para iniciar uma conversa. Sem se voltar, respondeu:

- Ainda. E a senhora também está sem aliança, o que não dá pra acreditar...

Pensou em aproveitar a deixa, elogiando a beleza dela, mas, deveria apelar para algo diferente. Lembrou-se de um artigo sobre as preferências das mulheres bonitas, que mais do que a aparência física, preferem ser enaltecidas pela capacidade intelectual. Mas, como elogiar sua inteligência, se mal a conhecia? Não, soaria falso. Resolveu ser sincero e continuou:

- Linda e elegante assim, deve chover homens na sua horta!

Moveu a cabeça, reparando de soslaio a reação que causara. Ela apenas sorriu agradecida. E não disse nada, encerrando o diálogo. ¨-Que idiota eu sou¨, pensou Nelson, reconhecendo a incompetência em aproveitar a deixa que a madame incrível havia proporcionado.

A região genital continuava agitada e sensível, captando as ondas de calor que emanava do corpo tão próximo. Terminado a troca, para se levantar, teve de virar o quadril para o lado, dissimulando seu estado. Abaixou o veiculo. Apertou bem as porcas e guardou tudo no porta-malas.

- Puxa, que sorte você aparecer! Quanto que eu te devo?

Pensou em dizer ¨-um beijo¨, hesitou, e depois, como um naufrago ante a corda salvadora, arriscou:

- Mil dólares! Mas pra uma mulher tão bela, tão maravilhosa, tão..tão tudo, eu faria de graça e ainda, viajaria junto até os quintos do inferno, para quando o pneu furasse de novo...

Já estava arrependido pela ousadia, quando ela abriu um largo sorriso encorajador e falou:

- Para ter uma coisinha dessas junto comigo, pra cima e pra baixo, eu pagaria bem mais que mil dólares...

E se aproximou mais, fitando-o de modo enigmático e provocante. Existe algo imperceptível que atrai as pessoas de modo inexorável. Um magnetismo que cria o ambiente diferenciado, envolvendo dois seres nessa atmosfera só deles, algo mágico que os empurra um para o outro.

A mitologia usava a figura de Cupido flechando corações. Os alquimistas falam em química. Amor à primeira vista, odores dos feromônios e outras definições. Impulsos que garantem a perpetuação da espécie. A atração para o acasalamento. O que Nelson pensava ser ligação de uma via, era na verdade recíproco. A mulher também estivera apreciando o macho jovem.

Ele, Nelson, tinha sido premiado pela natureza. Alto, corpo atlético, moreno, 26 anos. Olhos negros e profundos. Rosto de feições harmoniosas, alguém que não só a mãe dele, mas, dez em dez mulheres avaliariam como muito bonito. Se a aparência facilitava aproximação, sua inteligência e senso de humor garantia a conquista.

As mãos estavam sujas. Isso o incomodava, porém, não o impediu de enlaçar a cintura da mulher com os antebraços. Olhos nos olhos, as cabeças com leve inclinação, lábios entreabertos, prelúdio do beijo, de leve. Ambos aspirando o cheiro do outro, o tal hormônio da atração. O beijo se aprofundou, ficando molhado, de língua .

Ela com as mãos delicadas na nuca do rapaz, colando o quadril. Sentindo a protuberância formada pelo falo endurecido. O instinto a fez rebolar, esfregando as partes íntimas, aumentando a tensão de ambos. Ele correspondeu, com beijos ardentes que mudaram de foco, passeando pelo pescoço, orelhas, descendo até o colo no decote da blusa.

Ela abriu um, dois botões, facilitando o contato explorador no vale dos seios. A boca faminta a empurrar a borda do sutiã, protestando pela exiguidade do espaço. Generosa, a mulher colaborou ainda mais, expondo o mamilo redondo e firme. Permitindo o ataque sôfrego ao biquinho acastanhado e enrijecido.

Um lampejo de lucidez assolou o casal. A pequena pausa suscitou nela, a percepção da atitude insensata de estar nos braços de alguém que mal acabara de conhecer. Coisa de mulher fácil. Orientada a evitar pela mãe e que por sua vez, ensinara a filha a jamais fazer. Que nem mesmo, nos anos de viuvez, jamais se atrevera a fazer. Porém...

A parada momentânea trouxe divagações nele também. Era um dia importante. Sheilla o aguardava. Antes dela, teve incontáveis romances. Nunca precisou se esforçar para ter mulheres em seus braços. Depois de conhecer Sheilla, diminuiu o ritmo das conquistas. Ela deixara claro que jamais perdoaria uma infidelidade. Ele se esforçando para atender as expectativas dela. Afinal, já encontrara a mulher da sua vida. A companheira ideal para o resto dos seus dias. Porém...

Se podemos culpar alguém, esse alguém tem um nome: o ¨porém¨. O dela era a carência sexual. A necessidade de viver emoções intensas que só o orgasmo proporciona. O passar do tempo inexorável, a idade advertindo que nenhuma oportunidade deveria ser jogada fora. As fantasias irrealizadas, ora possíveis, um ensejo inusitado, com um rapaz jovem, bonito e bem apessoado.

O dele pelo puro instinto de macho predador. A motivação de espalhar genes espermáticos, no maior numero de rachas receptoras que pudesse encontrar. Uma vez mais somente. Com certeza a ultima, que seria penúltima na próxima vez, já que a ultima anterior passaria agora a ser a ante-penúltima.

Nelson vivia, mais uma vez, aquele instante em que, o cérebro faz o organismo aumentar o fluxo de sangue na genitália e este, fortalecido e hirto, toma conta das ações. Anulando a razão consciente, soltando os freios lógicos, enchendo a mente de realizações libidinosas.

Apesar do veiculo dela ser mais espaçoso, optaram pelo dele, buscando um ninho mais reservado graças aos vidros filmados. Trocando carícias voluptuosas, foram se desnudando, roupas atiradas sem qualquer cuidado. Admirou a beleza da lingerie que ela usava. O desenho, textura, tudo denotava exclusividade, alto valor.

Uma fêmea como aquela merecia ser degustada de forma demorada. Todavia, o tempo era escasso. O suficiente para uma rapidinha. Ela mamou deliciosamente na verga rígida. Algo que não fazia há muito tempo. De forma sôfrega, babada. Beijava a cabeçorra, afastava o rosto, apreciava o membro grosso e intumescido, lambia e voltava a abocanhar.

Nelson retribuiu chupando com voragem a fenda acolhedora, levando-a seguidos ápices de prazer. Nessa hora, a imagem da amada se esvaneceu completo da mente, como algo longínquo, puro platonismo quimérico. A realidade era os tremores daquele corpaço à sua frente, em orgasmos seguidos.

Os gemidos arfantes dela, a expectativa de possuir uma mulher incrível, fina e elegante, fazia vibrar cada músculo do seu corpo, tomado pelo desejo. Sem hesitar, introduziu a estaca intumescida na toca encantada daquele mulherão, copulando a princípio de forma licenciosa e depois,cada vez mais, impetuosa e voraz.

A fricção da carne na carne trocando calor, a penetração profunda e a respiração arfante e lasciva, causavam turbilhões de prazeres a ambos. O odor de sexo impregnava o ambiente. A vagina gulosa engolia e expelia o mastro inchado, movimentos concatenados buscando cada qual, maior prazer, o próprio gozo.

Apesar dos bancos rebaixados, o porte alto daquela coroa deliciosa e o tesão que impulsionava os amantes, provocava inevitáveis encontrões no volante, cambio e painel. Um desses movimentos bruscos, quebrou a alavanca do acionador do limpador de para-brisas, que se pôs a funcionar a seco, em pleno sol a pino. E quem se importava?

Pelos lábios da fenda dela, escorria farto o mel luxurioso, tantas foram as turgescências orgásticas. Ele estocava o cajado teso arrebatadamente, açoitando o monte proibido. Gemidos, grunhidos, gritos lascivos faziam o fundo musical. Quem olhasse de fora veria o veículo balançando, dançando ao ritmo da cópula.

O sexo animalesco continuou, até explodir numa ejaculação impetuosa da parte dele. Sua gala inundou o túnel do prazer. Mesmo quando imobilizou o corpo, saboreou a sensação do pênis continuar palpitando, vivo, profundamente enterrado na gruta perseguida.

Vestiram apressadamente. Só então, ele se apresentou com o nome de guerra ¨Luiz¨. Ela passou o numero do celular, que ele digitou. Deu um toque para o numero ficar gravado no aparelho da amante. E combinaram novos encontros.

Nos homens, após ejacular, a glande encolhe e se oculta no prepúcio, devolvendo o controle e sanidade à cabeça de cima. Para essa cabeça racional, via de regra, acaba sobrando as consequências dos atos ordenados pela de baixo.

Ela mais tranquila, já que avisara os seus pelo problema do pneu furado. Nelson em desespero, forjando mentalmente desculpa convincente para o atraso. De que teria errado o caminho e se perdera. Iria imaginar a situação e de forma imaginária, repetir o álibi, tantas vezes quanto necessário, até que ele mesmo, se convencesse na verdade da mentira.

Ela foi comprar o carvão. Ele se apressou em direção da chácara. Antes, se cheirou por inteiro. Sentiu o aroma do perfume caro que a mulher usava. Sabia que ao chegar, Sheilla iria cobrar um beijo. Parou, desceu, quase chamuscou as mãos sujas na fuligem do escapamento. Esfregou-as no rosto.

Dirigindo, dentro do carro, o cheiro do perfume dedo-duro parecia mais forte, impregnado no cabelo, rosto, mãos e pescoço. Abriu a janela , colocou a cabeça para fora e acelerou, buscando socorro no vento cúmplice, como se ele pudesse levar para longe a evidência da infidelidade.

Ao chegar, incomodado, antes mesmo de descer do carro, estendeu ao alto as palmas da mãos imundas. Tal qual faria o bandido, se rendendo ao xerife em filme de faroeste. Vendo-a se achegar, desviou o rosto enquanto dizia de forma afobada:

- Desculpe, amor. Deu tudo errado. Quase que não chego aqui. Me perdi no caminho e o carro deu problema. Estou sujo igual um porco. Onde é o banheiro?

Para mais veracidade, continuou a farsa, xingando indignado o pobre veiculo, enquanto disfarçava o coração batendo de forma acelerada, se dirigindo lépido em direção do lavatório salvador. Diante da pia, se serviu de porções generosas do sabonete, rezando para que a espuma cheirosa acobertasse o perfume da outra.

O selinho da amada e expressão normal, tranquilizou seu espírito agitado. ¨Dessa me safei!¨, pensou. Foi quando suas pernas bambearem, deixando o grogue, como atingido por uma paulada na cabeça, ouvindo Sheilla dizer:

- Benzinho, você não cruzou com minha mãe no caminho? Ela foi comprar umas coisas na venda. Ligou pro meu irmão e disse que o pneu tinha furado, mas, alguém estava trocando pra ela...

Comentários

12/12/2017 15:40:40
Gostei do conto, adoro mulheres assim... e como percebi que pessoal tem colocado numero pra tc... se desejar papo picante mesmo, falar sobre curiosidades, desejos e fantasias... ter esses desejos descobertos ou sentir eles aflorarem me chama whats (dezenove) nove,dois, três,três-vinte e sete, nove, oito! Dotado Safado!!! Add, nem que seja pela curiosidade!!
11/12/2017 01:52:39
Que escrita formidável. Me encantei pelo modo como utilizou as palavras, contrastando as de maneira delicada e poética. Me conte mais experiências: teacherk01@outlook.com
07/12/2017 03:54:14
muito bom reler esta obra de rara inspiraçao vale dez amigo
07/12/2017 01:50:41
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem putinha safada, confira nossas aventuras... Temos um blog para maridos liberais: https://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br/
26/11/2017 23:48:32
Mr. Fugi Nobuhiko! Hehehehe! Que conto e que enredo, guri! Parabéns! Postei outro conto mas não chega nem aos pés desse dado que um é relato e outro fantasia! Nota 1000!
22/11/2017 09:58:10
Nossa... Amei e também amei a parte da coincidência, sair dessa não deve ter sido fácil, ou a sogra deu um jeitinho de acobertar, já que ela também não ia querer sair falando o que houve. Mas fiquei curiosa, obrigada por ler meus contos, você é um amor. Beijos molhados e até a próxima.
14/09/2017 20:52:06
Detalhes sutis impressionantes. O cara cruzou e como cruzou com a mãe dela. Kkkkkk. Vc é mesmo fantástico.
06/09/2017 08:31:23
DENTRE MAIS DE CENTO E VINTE MIL CONTOS, ESTE É O OCTAGÉSIMO-NONO (89) MAIS COMENTADO DO SITE, COM 101 VOTOS. Muito bem escrito, merece a nota máxima.
27/07/2017 21:11:53
Que belo conto... Hummm, vc é simplesmente fantástico escrevendo. De todos que li até agora foi o melhor. Me envolveu fácil na história e deixou o melhor para o final com o ¨cruzamento¨ entre futuros genro e sogra. Rs. Um beijo!
18/07/2017 11:33:23
Este conto tem o final mais surpreendente que já li, está sensacional.
24/06/2017 13:52:46
Que enredo delicioso, e que escrita acachapante.
04/05/2017 08:51:48
Fodástico!!! O melhor conto que já li aqui. Putz!... o cara vai casar com uma e levar duas. RsrSrs... Além disso, os teus comentários são D+!!!... São até melhores que muitos contos aqui do site. Beijaaauuummm...*-*
Ly@
15/01/2017 23:48:12
Yuzo, japa querido, já havia lido esse conto, cometi o desleixo de não comentar, alguns anos se passaram, reli com a sensação de deja vu, porem os sentidos despertos embora fossem os mesmos, foram aguçados tão ferozmente quando da primeira vez que li. Parabéns! Obrigada pelo comentário no meu cantinho, compartilho da mesma sensação de deletar os textos, só não os faço também por respeito e apego aos comentários... Quanto ao seu, não delete, amei!
06/04/2016 07:50:16
Palmas Yuzo! Nossa... O enredo envolvente me prendeu do começo ao fim... Um dos melhores que já li. Fiquei honrada com sua leitura e comentário. Sou sua fã incondicional. Bj
27/02/2016 08:21:41
O conto foi bem elaborado merece nota máxima
27/02/2016 08:19:46
kkkkkk
09/01/2016 11:19:27
Já devo ter lido centenas de contos aqui. Porém, nenhum tão perfeito como este. Salta aos olhos a escrita impecável, o clima psicológico da pressão pela fidelidade, as alegorias e metáforas usadas com genialidade e para encerrar um final avassalador. Se houvesse um concurso de melhor conto aqui, este teria meu voto sem pestanejar. Nota onze.
06/12/2015 12:08:33
Elogios merecidos. Como conto, o melhor que li aqui. Parabéns!
28/11/2015 09:47:04
Meu sonho é comer uma madame dessas. Muito massa mesmo.
12/11/2015 22:42:49
Eita mundo pequeno de meu Deus, kkk... PQP!!! Mto bom, como tdo q escreve.
J_P
10/11/2015 15:00:35
...
01/10/2015 07:47:54
Bom demais.
23/08/2015 06:03:50
Barbaridade, que tu escreves bem já sabemos. Não precisava exagerar. Baita conto este, onde transparece teu total domínio do vernáculo. A história desse rapaz, sua noiva e futura sogra foi uma verdadeira aula de conto. Parabéns.
06/07/2015 10:47:35
Caracas, o melhor conto que já li. Vou tentar escrever bem assim. Gostaria que lesse o meu e desse orientações como melhorar. Abs.
05/07/2015 23:21:49
Querido ídolo rsrsrs genial o conto e ainda fonte de informações kkkkkk. Vai de Sarcozy a problemas sociais do nosso amado Brasil. O texto todo é um primor, deleito-me com suas expressões. Me ganhou ainda mais quando citou referências da minha querida "terrinha" ... "Se bandeira tivesse, agitaria o ¨libertas quae sera tamen¨." Parabéns mais uma vez. Fiquei lisonjeada ao receber sua visita no novo conto. Bjokas da fã.
13/06/2015 19:55:14
NÓ, CONTO ESPETACULAR, BEM ESCRITO PRA DANAR! SE A NAMORADA FICAR SABENDO DO BREGUETE, O NELSON ESTÁ LASCADO. VAI SER DIVERTIDO O DEPOIS, MAS ELE E A SOGRA VÃO TER QUE FINGIR DE ÉGUA. NOTA ONZE! KKKKKKKK.
13/06/2015 14:39:43
Eu simplesmente amo a forma como vc escreve! Tantos meandros que deveriam, por vezes, me distrair, na verdade instigam a imaginação. Muito bom, e a forma como terminou foi melhor ainda pois deixa ainda muito pra imaginação. Parabéns!
07/06/2015 20:20:04
O guri comeu a mãe da namorada e se ela descobre, vai pretear o olho da gateada. Rss. Baita conto este, o melhor que li até agora. Tu escreves com tanta perfeição que me faz lembrar Luiz Fernando Veríssimo. Vou ter de ler todos teus contos. Abs.
06/06/2015 08:29:55
Ótimo! Kkkkkk
25/05/2015 23:51:53
Cara, este conto nem deve ser comparado com os demais. É fora de série. Perfeito em tudo, no enredo, na escrita, no diálogo, no final. Dez é pouco.
23/03/2015 20:48:43
Mais um conto que li e ri muito, sério, tive que rir deste protagonista desgraçado. Palpite: a sogra teria que acompanhar a história e ficar bem quieta. Confessar que foi comida pelo genro, na beira da estrada?! Nem pensar!
18/01/2015 21:34:02
Muito legal! Kkk imagina a cara da mãe dela quando chegar com o carvão...
07/01/2015 08:43:07
Nossa, acho que depois de ler este, vai ser difícil encontrar conto melhor aqui no site. Parabéns!
02/12/2014 23:18:01
Excelente, e com um final magnífico. Adoro teus contos. Nota 10. Acabei de rele-lo, acredito eu, pela quinta vez, e cada vez gosto mais.
25/11/2014 04:08:58
me adicione mypagesocial.com
25/11/2014 02:33:30
Yuzo,adoro seus contos,e lendo-os tenho muita vontade de dar pra vc,rss Escrevi meu primeiro,espero suas dicas,para conseguir relatar,uma boa experiência.. harleyquinn92@hotmail.com Beijos Ráh
25/11/2014 02:15:29
Nota dez no seu conto,leio tudo que vc posta e adoro,confesso que me da vontade de dar pra vc,espero que veja meu primeiro conto e possa me dar algumas dicas,vendo minha inexperiência, harleyquinn92@hotmail.com Beijos da Ráh!
11/11/2014 20:08:05
Muito bom.
16/10/2014 13:30:29
Muito bom conto Yuzo. Gostariamos de te convidar para postar na Fantasy Island e a todos que nos leem aqui para participarem como leitores tambem. Nossa comunidade de contos eróticos é totalmente grátis e os contos vem com fotos e/ou video. Mandem um email pra nós. Beijoka da Carla Zéfira (Moderadora) - Email: fantisland@gmail.com
28/09/2014 16:46:01
Adoro a forma como vc escreve, me inspiramuito!Suas metáforas são as melhores kkkkk Tenho um conto novo, dá uma olhadinha depois..bjsss
10/09/2014 17:17:17
Por tudo o que li, estou inclinada a pensar que Yuzo é bem mais que um personagem: é um estilo de vida, rs. Beijos, querido Quintus! Nídia.
10/09/2014 03:44:04
Adorei...fico curiosa a cada novo texto seu que leio. Minha imaginação vai bem longe, percebo um lado bem culto, maduro e ao mesmo tempo encontro algumas características que me deixa confusa no julgamento. Enfim, não os personagens , nem os textos muito bem escritos, mas o personagem Yuzo atrai. Adoro ler os comentários em seus textos...são hilários. Ganhou uma mais uma fã de seus contos. Bjokas.
08/09/2014 17:47:45
O conto é genial, Quinto Filho, mas o trocadilho empregado no último parágrafo (Benzinho, você não "cruzou" com a minha mãe pelo caminho?"), além de divertidíssimo, vai ao ponto. Claro que o Nelson "cruzou" com a futura sogra e bem gostoso, kkkkkkk. Beijos e beijos. Nídia.
30/08/2014 21:10:56
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk o penis agoniava tal qual inconfidentes mineiros
06/08/2014 22:08:24
Não precisa de Leandro e Fernando longe do caminho....rsrrs Obg pelo cmentario em meu conto!! bjoss
05/08/2014 19:49:02
Nossa vc escreve divinamente bem!! amei! parabéns!
18/07/2014 11:19:08
excelente!
11/07/2014 03:05:51
Vc escreve super bem, e o conto foi hilario e ao mesmo tempo tesudo. Ameeeii, Parabens!!!
29/06/2014 02:19:35
Muitíssimo bommmm. Cara' Você escreve muito bem. Parabéns
23/06/2014 01:53:19
Caraca!!!...tenho muito que aprender viu!!!...estou encantada com seu jeito maravilhoso perfeito de escrever, vivenciei essa história como se fosse como se estive atrás das câmeras de reality show...hehehe...olhando a tudo em tempo real, experimentado minhas emoções...e as sensações!!??...uia!!...pra lá de excitantes...lindo conto! adorei ;)
29/05/2014 14:14:13
Suas histórias são magníficas!!!... Fico até PASMO e de BOCA ABERTA... Vc tem o dom de nos ENVOLVER, com contos que não é deste planeta!!!... Mas, vamos ao que interessa... Pela Sheilla - Nota: MIRRR (Por uma gata dessas eu me casava de novo e seria bígamo, aiai)... Pela mãe da Sheilla - Nota:????? (se dei mil para a gatinha da filha, que nota dar pra mãe dela?)... Pelo Nelson ¨Luiz¨- Nota: ZERO (não gostei nadica do cara. Não é por inveja, é...é...por...isso mesmo)!!!... Pelo conto - Nota: Só pode ser MÁXIMA, para esse primor de aula de conto... Mando um tapa na bunda do Nelson, um beliscão no traseiro do japa e para mãe e filha, o maior beijão nas RACHINHAS!!!... Valeu!!!... e XAU!!!
27/05/2014 10:02:41
Um noivo apaixonado transa com a futura sogra sem saber. Talvez o mais perfeito e brilhante conto deste site. Derrubado do topo pelo pederasta medíocre ¨john_99¨ ou ¨joaodosanjos_99¨ que já usou o perfil fake ¨Andre2013¨, em campanha para prejudicar todos os bons autores héteros do site.
26/05/2014 11:31:02
hm
01/05/2014 18:03:16
Fiquei tão empolgada que me esqueci de dar a nota...rs...qual será? rs...10, sem dúvida!
01/05/2014 17:58:35
Olá Yuzo... Não li todos os teus contos ainda, então, não sei se esse é o primeiro que você faz narrando em terceira pessoa. E ficou muito bom!!! Excitante, convincente. Erótico sem ser apelativo. As cenas deliciosamente bem descritas. Só não posso dizer que foi surpreendente o final porque você deixou muitas pistas durante o texto...rs...dava pra imaginar o provável desfecho, mas isso não tira o mérito do conto. Texto divertido e extremamente excitante. Apesar de cafajeste, torci pelo personagem...rs...e o meu final para a história é que ele se deu bem. Casou com a filha e ainda tem a sogra como amante...rs...tudo em família. Ah! Escreva outros contos nesse formato, assim você pode explorar qualquer tema. Meus parabéns. Ah! Respondi o seu comentário. Beijos querido!
01/05/2014 01:12:00
Ha ha ha! O final! Que trágico pro safado e engraçado pra nós, ha ha. Muito bom mesmo. Curti cada linha. Perfeito na escrita, na linguagem e na trama. Palmas pra você, Yuzo! Nota 10 convicta!
10/03/2014 17:16:48
Delicia...molhadinha aqui...
08/03/2014 10:10:46
sensacional
03/02/2014 12:48:59
tesão adorei o conto
27/01/2014 07:43:29
Adoriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii muito bom ja sabe né sou sua fan ja tinha lido mas não me apegado aos detalhes ,tipo fiquei bem animadinha rsrsrs .Bjao da sua minerinha.
25/01/2014 20:27:49
Oii querido, passando pra dizer que postei a segunda parte, passa lá! Beijooo :*
13/01/2014 15:02:49
Demasiado excitante. um escrita inteligente e irrepreensível, Parabéns, vc é um otimo escritor.
11/01/2014 08:29:28
Grande imaginação e inteligencia. Adorei este conto, com um final bem surpreendente.
11/01/2014 01:52:29
Se estivesse disponível uma nota acima de 10, concerteza daria mais! Perfeito, essa escrita deliciosamente instigante, me prendeu a todo momento. Parabéns!
07/01/2014 22:33:48
Olá meus parabens pelo conto mas meu motivo por estar aqui é outro leia esse texto por favor e deixe lá seu comentario: Part.1: http://www.casadoscontos.com.br/texto/Part.2: http://www.casadoscontos.com.br/texto/Obrigada
29/12/2013 16:16:11
Parabéns!!! Amei a fluência, o jeito meio retrô, e a forma direta. Espero que venham mais.... Quando puder leia os meus....Bj
28/12/2013 11:09:03
Franios e Franklaudio são fakes - Rebaixando notas de contos homo e hetero propositalmente. Fica o aviso.
27/12/2013 17:46:02
obs: onde se lê "raking", leia-se "ranking"...
27/12/2013 17:45:09
Sensacional! Escrita impecável e situação invejável! Só o título não se equipara à excelência do texto, já que ao invés de maldito, o tal pneu furado foi bendito demais, rapaz! Nada obstante, também em relação a este conto vai a mensagem de alerta que tenho procurado enviar aos bons escritores deste site: Infelizmente, como já identificado quanto ao "Andre2013" (perfil aparentemente excluído pelo moderador), está havendo um inexplicável ataque heterofóbico a todos os bons contos deste site! É dezarrazoado! No raking dos mais lidos não há um texto da categoria homossexual, o que demonstra que a maior parte do público deste portal lê os contos heterossexuais. Portanto, como explicar que no Raking dos "melhores" só apareça 5 contos heterossexuais contra 35 homossexuais??? Há algumas pessoas criando perfis maldosos só pra atacar esses contos e retirá-los do ranking, o que é lamentável, pois sentem que não podem ter visibilidade pela própria qualidade do seu texto, necessitando ir avacalhar os dos demais... Neste conto específico, identifica-se como outro perfil maldoso o do: "Franklaudio" O cara é leitor de contos da categoria homossexual e de repente vem ler um da categoria heterossexual só pra dar nota [7] a um conto que mereceria nota mil... Parece pouca diferença, mas já é uma diferença suficiente para fazer esse conto "despencar" para [37ª] posição, quando na verdade deveria estar láaa... bem lá em cima.... Vamos todos denunciar isso ao moderador do site, não só em relação a este conto, mas em relação a todos os demais... Só assim os bons autores terão visibilidade pelo próprio mérito e não por lesar textos alheios!
26/12/2013 21:26:50
Deliciosamente excitante e bem escrito. Original e com um final inesperado
26/12/2013 12:03:46
Muito Bom!!!
21/12/2013 09:37:42
EXCELENTE.
20/12/2013 00:25:00
Amigo me envia 1 msg no e-mail. quero tratar do conto da capetinha com vc. obrigado ps: de onde vc tira inspiraçao para seus contos? Da um pouco para mim kkkk
19/12/2013 18:09:06
rsrs Adorei!
18/12/2013 11:19:01
Belo enredo, e melhor final. Vc escreve muito bem, parabéns
18/12/2013 10:38:47
Adorei a leitura deste conto, envolvente e sensual. Os rasgados elogios são merecidos. Tu escreves de forma que nos faz ficarmos apaixonadas, pela facilidade e fluência. Acho os contos ¨Foi duro aguentar, mas, não comi a mulher do amigo¨ e ¨Foi difícil fazer a mulher do Neto berrar¨ os melhores do site, este também não fica muito atrás. Parabéns e beijocas.
16/12/2013 20:22:55
Bem, querido Yuzo...eu diria que ele foi muito bem aceite pela futura sogra. Nem sei o que dizer, perto de vc, somos meros amadores, perto da sua inteligência e a sua facilidade em usar palavras requintadas. Fico até com vergonha da minha «RATINHA», perto das suas «gruta requintada» ou « toca encantada». Uma verdadeira lição de boa escrita. Humor, excitação e um final inesperado. PERFEITO. Menos que 10 seria quase uma afronta
15/12/2013 10:53:09
Sempre um otimo escritor. Vc domina cm tanta facilidade a escrita q me pergunto pq n escreveu um livro ainda? at q nao seria uma ma ideia fazer uma coletanea de contos ehmm? :)
13/12/2013 20:25:34
A nossa língua é maravilhosa e quem a domina como é o seu caso, consegue escrever um conto erótico sem ser chulo. Parabéns!!! Só teve um pequeno detalhe, que em nada tira o mérito do seu texto, mas que, pelo menos para mim, permitiu antever o final..."era muita sorte encontrar num local tão ermo, uma mulher madura, fina e... alta como ele gostava." Nesse momento eu já desconfiava quem era a mulher. De qualquer modo, você é um fantástico escritor.
13/12/2013 09:18:12
Cara vai um protesto e um dez pelo que esse PULHA do andre2013 fez com vários outros contos - um ataque proposital para favorecer outros ou ele mesmo. Meu voto é pela atitude desse, e não por seu conto. Dei 10 aos que ele zerou e zero a quem deu 10.
27/11/2013 10:10:13
Dizem que Deus criou a mãe e o diabo criou a sogra. No caso do Nelson, eu ainda acrescentaria ¨...e caprichou¨. Rss. Se já diziam que vc é o melhor do site, este conto consolidou de vez. Parabéns!
21/11/2013 20:01:55
realmente uma delicia ler seus contos, esse final ficou perfeito, não vale outra nota a não ser um 10. Beijos de Mel.
13/11/2013 23:09:42
Yuzo, um conto maravilhoso, com tudo na medida. E uma mulher dessas, madura, fina e alta. Seria morena como a filha também? A circunstancia, o local e um final digno do suspense de um filme. Como pode ter alguém que nao goste de um dos melhores autores desta casa. Parabéns, um dez para compensar.
12/11/2013 00:42:55
obrigado por ler o meu conto Yuzo, fiquei muito feliz por teres sido o primeiro!na verdade ja li e reli vários dos teus contos! me deram muito bons momentos hahahahahahnos "encontramos" em breve
08/11/2013 16:29:15
Meu querido e amado Yuzo, estou sem palavras, vc é ESPETACULAR, a cada dia que passa vc continua a me surpreender, vc é o meu escritor preferido, esse conto é totalmente diferente de todos os que ja fez, com exceção da "sua obsessão por mulheres altas", rss, eu fui abduzida por este conto, parecia que estava assistindo um filme inicialmente de romance, depois de ação, aventura, suspense, drama, erotismo e com um final surpreendente e inimaginavel de " terror", kkkk, pois tenho plena certeza que foi aterrorizado que o Nelson ficou, vc mexe com os leitores, vou continuar a pensar por dias em seu conto, no " desfecho final", como foi a chegada da futura sogra?? Como reagiram?? Será que conseguiram controlar o tesão depois?? Ele continuou a penetrar deliciosamente sua sogrinha?? Cara te amo sabia???? Beijos da sua eterna fã
07/11/2013 18:26:29
Já acabou ? que dom maravilhoso você tem ...prende o leitor de tal forma que ,nos transporta para a história .bjus
07/11/2013 16:59:04
Brilhante! Para os desavisados de plantão, que podem pensar que há algum exagero nos comentários, sugiro a leitura de todos os contos do Yuzo. Como seria muito difícil decidir qual o melhor e considerando que a tarefa sequer me foi designada, prefiro apreciar todos, uma, duas, três, quantas vezes aguentar... literatura gratuita e de altíssima qualidade!
07/11/2013 15:58:37
Merito pulchra, eius fama est: Hoc honore condignus - oriental ocidentalis paulistanus
07/11/2013 11:12:13
¨Pelos labios da fenda dela, escorria farto o mel luxurioso, tantas foram as turgescências orgásticas¨. Simplesmente, sem palavras para comentar. Só dizer que é o melhor do site.
03/11/2013 15:32:45
Yuzo entra em contato comigo via email. kahennajackson@hotmail.com vou adorar te conhecer meu amor. Beijos da sua ninja :-*
03/11/2013 14:25:25
O site cortou meu comentário: Mas enfim, o conto ta maravilhoso.. cheio de tesão! Me manda seu email, o meu é samvasconcelos2@gmail.com
03/11/2013 14:23:58
Vou parafrasear A
02/11/2013 10:31:45
Yuzo tem conto novo no meu painel meu amor vai lá ler... bjo da sua ninja.
30/10/2013 07:33:19
Sempre um prazer vir até aqui,e mais feliz ainda com sua visita e comentário.Abraços claro que não pode ser nota inferior a DEZ.
29/10/2013 12:45:06
Adorei... obrigada pela visita novamente, e pode sim enviar o email, fiquei curiosa rsrs...bjos hevelyn.santos19@gmail.com
28/10/2013 12:51:22
Como sempre um mestre dos contos !!!
19/10/2013 10:32:51
Vc é o cara, mestre! Sou chegado numa coroa e das minhas minas, sempre deu + tesão as mães delas. Nota mirrrr!
18/10/2013 21:36:50
Yuzo meu gostoso... nota 10 com prazer... Manda um e-mail pra mim meu amor O endereço e esse aqui o! Mas se você tiver facebook vai ser melhor ainda meu gostoso aqui -> kahenninhajackson@hotmail.com Beijo carinhoso meu amor...
17/10/2013 09:48:38
Yuzo o que podemos dizer de uma obra prima? somente a aprecie!!! nota dez. Meu amigo estou conversando com o o Borghi sobre umas ideias que tivemos. Por favor entre em contato com ele por email ou comigo para podermos te explicar qual ideia tivemos. meu email é maximus0357@hotmail.com abs. Max a nota??? ahhh imagina? 10 é claro!!!
14/10/2013 23:07:23
Yuzo! Adoro seus contos!! Me passa seu email! Bjuu
09/10/2013 20:51:08
Cabra, o conto foi arretado! Mas faltou, alem da apimentada de sempre a calabresa! Sogra porreta, namorada porreta! Gastura na foda! Afinal é isso que interessa.
08/10/2013 23:50:43
Outro show de conto, nos sugando para dentro da história, com um final inusitado. Apesar do humor, o sarcasmo político e o erotismo soft, notei que é o seu primeiro conto escrito na terceira pessoa. Algo diferente, com o brilhantismo de sempre. Adorei.
08/10/2013 19:19:12
Maravilhoso! Você consegue jogar com as palavras, humor, ironia e sensualidade de uma forma incrível e gostosa! Compraria hoje mesmo seu livro!! Beijos
08/10/2013 13:58:50
kkkkkkkk' Ah Yuzo se nao tivesse graça o conto nao seria seu kkk' muito bem escrito como todos seus outros contos, e com humor.. O que esta fazendo aqui? voce e um perfeito escritor podia escrever um livro erotico e todos ficariam viciados em voce como eu estou. espero que possamos nos encontrar em breve para eu fazer um teste uii' so de pensar no teste que faria com voce me arrepio toda rsrs beijos molhadinhos de sua admiradora
07/10/2013 20:03:00
Requintado! Um belíssimo conto. Uma obra-prima nesta casa. Mas, concordo com as observações do Borghi e leila, esperamos que concepção enaltecida por uma visão solitária, não venha a mudar o todo. Para muito de nós os contos, não são apenas contos, mas vivência e experiência sexual de anos. De qualquer forma repito um belissimo, conto, espero um próximo mais apimentado e explicito! Viva o sexo!
07/10/2013 00:06:47
Meu caro Japa Rodrigues, texto perfeito, não há como levar algo diferente do 10. Inquestionável valor literário, refinada, e rica em figuras de linguagem, bem de acordo com o ambiente e os personagens. Os mundanos buceteiros que evoluam, brincadeirinha, excelente conto. Apto a ser redator de qualquer grande empresa de comunicações. Abraços nortista.
06/10/2013 21:37:55
Faltou um pedacinho de texto aí embaixo, engolido pelo site, em que eu dizia que dificilmente leremos um conto igual na Casa e, também, que você superou mestres da literatura e cinema ao nos proporcionar um final tão surpreendente a ponto de quase nos derrubar da poltrona. Disse ainda que "se bem entendo de entrelinhas há neste conto maravilhoso um quê de ironia intencionalmente endereçado a - diria Roberto Carlos em suas canções no tempo da Jovem Guarda - um certo alguém.
06/10/2013 21:31:02
Há sentenças em que se pensam mil vezes antes de bater o martelo e no último momento desistem-se por alguma inconsistência ou dúvida. No meu caso há uma dúvida que não me permite consumar e sacramentar a afirmação que este é o melhor conto que já li aqui na Casa. Parece-me ser, sem dúvida. Entretanto, como ando às vésperas da idade em que o Mal de Alzheimer ataca, o Mal de Parkinson começa a cercar pelas beiradas e tantos outros males jã se apossaram de meu frágil cérebro com seus mais de vinte e cinco anos de existência, temo cometer injustiça com um possível conto tão bom quanto, que tenha lido nesses últimos oito ou dez anos de Casa dos Contos (viu como a memória já falha?) e, olhe, já li pra mais de quinhentos ou mil, ou mil e qualquer coisa. Assim sendo, para não cometer uma possível injustiça, afirmo que este é um dos cinco melhores contos que ja li na Casa dos Contos e o único que faltou ser publicado no livro "As Cem Melhores Crônicas Brasileiras, da Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2007, ISBNYuzo, equiparo ao saudoso Joelmir Beting, o maior comentarista econômico brasileiro de todos os tempos que, brincando com palavras, situações e trocadilhos conseguia explicar economia a qualquer cidadão. Yuzo, brincando, jogando com palavras e situações consegue nos ensinar que conto erótico pode nos fazer rir em vez de bater punheta, sem deixar de ser excitante. Yuzo utiliza de movimentos pendulares em sua narrativa que batem na mitologia grega e rebatem em Nicolas Sarcozy
06/10/2013 16:29:46
hahahaha se não tivesse humor, não seria seu conto, Yuzo!Perfeito e um final que me fez gargalhar. Bravo, bravo!!!
05/10/2013 22:29:54
Concordo com Leila. Não há nada de maldito no pneu furado. Pelo contrário, o ensejo para uma excitante transa, ainda que bem rapidinha. E ainda há os que falam mal das sogras. Rss. Ótimo, como sempre. Beijos.
05/10/2013 11:50:58
Que delícia Yuzo! Parabéns! Procura esse e-mail no facebook se vc tiver kahenninhajackson@hotmail.com
05/10/2013 07:16:01
Gostei do conto, escrito de forma suave e com certo ar retrô. Estranhei por ser algo diferente dos seus outros trabalhos, estando presente neste, apenas a obcecação do autor pelas mulheres altas, a ironia no caos que está a nossa segurança publica e a metáfora pelo anseio à liberdade dos mineiros oprimidos. Restou imaginar como terminou esse triângulo amoroso...
05/10/2013 06:42:59
muito bom mesmo
05/10/2013 05:44:14
Excelente conto
05/10/2013 05:30:59
O conto foi lindo. Inusitado, sedutor. Pela descrição das mulheres, por um instante pensei se não eram minha mãe e eu! Seria muita sorte! Nada de maldito nesta situação. Ter mãe e filha em um relacionamento, não é raro, mas tb. Não é comum. Senti por um momento a busca por um texto mais aprimorado, algo mais nobre. Seria uma busca ao tempo perdido? Ou a procura de de um 10 "requintado"? Lembrou-me os ares nobres, franceses Proustinianos. Parabéns!
A&M
05/10/2013 04:52:16
Yuzo de deus kkk que conto mais porreta de bom, cara de sorte comeu a mãe e vai traçar a filha eita lele kkkkkkkkkkkk só vc mesmo.
05/10/2013 01:08:22
Adorei,é instigante ,quero mais...

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