Peguei carona e descobri que adorava ser submissa

Um conto erótico de Bela Índia
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1916 palavras
Data: 03/10/2013 22:29:33
Última revisão: 03/10/2013 22:44:11

Não sei, mas acho que às vezes nasci para ser submissa. Hoje eu não vou contar sobre a minha vida pós sub/BDSM. Vou contar como muito antes de ser iniciada e aprender a amar essa filosofia eu já me sentia submissa. Já ocupava esse papel.

Na época eu tinha 17 anos apenas, era bem novinha. Era julho. Noite gelada. Tinha combinado de sair com os meus amigos. Minha turma era composta basicamente por homens, de menina era apenas eu e uma amiga minha. Saiamos para a rua sempre com violão e garrafas de vodca. Apesar de ser uma turma bem rock n’ roll, de se vestirem de preto, eu nunca me deixei influenciar e sempre usei e abusei da minha feminilidade. Sempre de saias ou vestidos, maquiagem e salto alto, diferente da minha amiga que usava apenas macacão e all star.

Na noite especifica, era festival de inverno na cidade. Muita programação cultural, teatros, apresentações musicais e etc. Muita gente bonita e muitos turistas... Como estava frio sai com um vestido cinza soltinho de mangas longas, meia calça e botas pretas e um cachecol vermelho para esquentar o pescoço. Apesar de muita roupa, meu corpo nessa idade era bem perfeitinho. Meus seios pareciam de mentira de tão perfeitos que eram... Barriga sequinha... Pernas e bumbum definidos... Tudo chamava atenção. E o meu vestido apesar de soltinho realçava isso.

Após uma apresentação que assistimos, os meus amigos resolveram sentar num barzinho para beber... Mas não gostei do ambiente e disse que ia embora. Como a cidade era pequena e tudo era relativamente perto, ia embora a pé mesmo.

Pouco depois de sair dali, indo em direção ao caminho de casa, uma caminhonete parou ao meu lado e o sujeito que a dirigia me ofereceu uma carona. Como lá todo mundo se conhecia, não vi maldade e resolvi aceitar. Entrei na caminhonete. Ele me perguntou onde eu morava, eu respondi e tomamos o rumo. No meio do caminho notei que ele não parava de olhar para as minhas pernas, e numa troca de marchas, lá estava suas mãos. Fiquei assustada. Perguntei o que estava acontecendo. Ele disse que não resistiu. Mas se conteve e continuou a dirigir. Mas seus olhos não saiam de mim. Mais um pouco ele entrou num beco e parou o carro. Eu perguntei o porquê e ele disse que não ia conseguir continuar sem fazer nada. Virou-se e tentou me beijar. Eu o empurrei, e quando fui tentar sair do carro, ele travou as portas e disse que a carona não seria de graça. E tentou me beijar de novo. Tentei empurrá-lo novamente, mas dessa vez ele me segurou forte e eu não consegui. Ele era grande e forte, aquele tipo malhado de academia. Devia ter entre 25 e 30 anos e era muito bonito. Quando ele me segurou, disse pra não reagir, que não faria nada que ele não soubesse que eu quisesse. E começou a me beijar e enquanto segurava meus punhos para trás com uma das mãos, com a outra acariciava meu corpo. Ainda tentava me livrar dele, mas não consegui. Ele voltou a me segurar forte com as duas mãos e dizia no meu ouvido para eu não reagir e fazer o que ele queria que seria melhor, que assim teríamos prazer juntos. Comecei a querer chorar.

“Não chora! Eu sei que você quer isso também... se não quisesse não teria aceitado a carona!”.

Dizendo isso abriu a porta, saiu do carro, conferiu se não havia mesmo ninguém ali. Abriu a porta do meu lado, me mandou sair. Quando sai, me pegou pelo braço e me posicionou escorada na porta da caminhonete, que era bem alta. Colocou-se na minha frente e se pôs a me beijar. E enquanto beijava suas mãos corriam meu corpo. Ele apertava meus seios... Apertava o meu pescoço... Suas mãos então desceram e ele começou a me masturbar. Quis gemer, e ele mordia meus lábios, pescoço e orelhas. “Você não quer que os vizinhos te escutem e nos encontre, não é? Então fica caladinha, quietinha.” – falou baixinho no meu ouvido. Consertou meu cachecol e passou a mão dentro do meu decote. Apertava forte os meus mamilos, que pelo frio já estavam duros e pontudinhos. Logo, enquanto apertava o meu pescoço levou sua boca para meus seios, mamava feito criança. Com muita vontade...

Eu me contorcia de tesão. E percebi que sua pica estava quase estourando dentro da calça. Então ele largou meus seios e me mandou ajoelhar. Que era minha vez de retribuir. Não queria... Disse que estragaria minha meia calça e nunca tinha feito aquilo que ele queria. Ele sorriu com um ar maldoso, puxou meu cabelo pela nuca, me levou para perto dele e me disse que aquilo era ótimo! Que ele me ensinaria direitinho... E sem soltar meu cabelo foi puxando ate me colocar de joelho... Abriu a calça, tirou aquela pica gigante para fora e me mandou chupar. Acenei negativamente com a cabeça, mas ele puxou tão forte meu cabelo que não consegui evitar. Com uma mão ele puxava meu cabelo e com a outra enfiava sua pica na minha boca. Eu toda desajeitada não sabia muito bem como fazer, sem querer meus dentes esbarram nela. “Vai com calma que eu te ensino... mas se me morder de novo bato em você!!”

E então ele foi me ensinando como fazer... Quando aprendi os movimentos, fui com gosto e ele gozou na minha boca. Quis cuspir, não estava acostumada com o gosto. Quando já ia fazer isso, ele segurou minhas bochechas, apertando forte e me mandou engolir. Quase vomitei, mas ele riu e disse que eu acostumaria com o gosto, e que ainda faria isso centenas de vezes na minha vida. Naquele dia não sabia, mas ele estava certo!

Despois disso ele fechou as calças e me mandou entrar no carro. Entrei aliviada achando que ia pra casa, que já tinha pagado a carona.

Ele começou a dirigir e fiquei tensa novamente quando o vi tomando outro rumo. Disse que estava sem dinheiro. Que havia gostado muito do meu trabalho e que queria mais. Passaria na casa de um amigo onde estava hospedado para pegar mais dinheiro. Chegamos a tal casa. Ele me mandou ficar no carro, mas confiscou minha bolsa e celular, com medo de que eu ligasse para alguém. Trancou-me no carro e saiu. Tentava observar o máximo de coisas que eu podia. O medo estava tomando conta de mim. Se ele quisesse ele sumiria comigo e ninguém ficaria sabendo. Afinal ninguém me viu entrando no carro. Eu tinha dito meu endereço e ele estava com minha bolsa com os meus documentos dentro. Comecei a procurar algo no carro que me desse alguma informação sobre ele. Encontrei um boleto e guardei comigo. Coloquei preso a minha calcinha. Logo depois ele estava de volta. Tentei me controlar.

Ele me levou ao motel da cidade. Chegando lá ele foi logo tirando a roupa. Eu apenas observei.

“O que está fazendo que ainda está vestida? Quero você nua agora!!”

Chegou perto de mim e começou a tirar minha roupa. Logo o papel que tinha pegado caiu no chão. Ele viu e pegou para saber o que era. E gritou comigo perguntando o porquê estava com aquilo ali! Enfurecido, me deu um tapa na cara e me jogou na cama. Perguntava por que eu estava atrapalhando tudo, que aquela noite seria muito especial. Ele então veio pra cima de mim. Abriu minhas pernas a força e sem dó enfiou sua pica na minha xana... Quando me penetrou, tampou com sua mão minha boca para eu não gritar... Como doía. Naquela época eu quase não havia tido relações. Ele continuou metendo com muita força... Como um animal mesmo. Quando estava para gozar, tirou a pica e jorrou toda sua porra na minha barriga e seios. E deitou ofegante ao meu lado. Perguntou se eu estava gostando, mas não me deixou responder. Beijou-me apaixonadamente. Em seguida me largou e me mandou tomar banho enquanto ele descansava. Quando levantei percebi tinha sangrado um pouco. Ele nem se importou. Disse que eu tinha uma xana apertadíssima, deliciosa.

Levantei e fui tomar banho. Quando voltei, ele me mandou deitar e abrir bem as pernas. Ele me chupou, sugava o máximo que conseguia de mim. Alternava entre a língua e os dedos. Foi a primeira vez que não resisti e gozei na boca de alguém. Nessa hora ele riu e disse que sabia que eu estava gostando da noite.

Mandou-me ficar de quatro e colocou meu cachecol no meu pescoço de uma forma que prendia o meu ar quando ele puxava. Posicionou-se atrás de mim e voltou a penetrar minha xana. Dizendo que com uma xana apertada como aquela, era perda de tempo querer usar o meu cuzinho. Não precisava. Que ele já tinha o que ele queria. E que eu experimentaria ser asfixiada, que ele adorava esse tipo de controle.

Começou então o movimento. Era intenso, a cada estocada eu mal conseguia continuar de quatro. Ele controlava a minha respiração puxando o cachecol. Quando ele via que eu começava a ficar tonta ele me deixava respirar. Loucura a minha, mas eu sabia que se reagisse poderia ser pior. Ele enfiava sua pica todinha, ate eu sentir suas bolas encostando-se a mim. E tirava lentamente me deixando sentir cada pedacinho. Enfiava rapidamente tudo de novo e tirava lentamente. Nem gemer eu conseguia. Mas a sensação... Nossa... Lembrando-me aqui... Já fico encharcada.

Gozei como nunca... Até ele se assustou com a quantidade. Com sua pica coberta pelo meu gozo deslizando facilmente dentro de mim.... Ele não resistiu e gozou como louco também. Quando terminou, me fez limpar sua pica com a língua. E dessa vez já sabendo quais os movimentos, fiz direitinho. Deixei-a limpinha, suas bolas também. Se ele não tivesse tão cansado teria me usado novamente, já que com aquela limpeza que eu fazia ele se excitou mais uma vez.

Ele mandou eu me vestir, pediu e pagou a conta e saímos. “Bem, finalmente vou pra casa” – pensei. Mas não! Ele ainda me levou para o mirante da cidade para observarmos o nascer do sol. Completamente louco era aquele homem.

Após vermos o sol nascer, passamos em um posto de gasolina onde ele comprou o café da manha pra gente. E só então me levou embora. Na porta da minha casa ele me entregou a minha bolsa, celular e disse que tinha colocado um dinheiro ali para que eu comprasse a pílula do dia seguinte, já que ele tinha gozado dentro de mim. Disse que se eu contasse a alguém o acontecido que ele viria atrás de mim, já que ele sabia meu nome, endereço e tudo mais. Que era pra eu ficar calada, que ele não queria problemas. Mandou-me sair do carro. Quando desci e já ia entrar ele me chamou, voltei e ele puxou minha cabeça pela janela do carro e me beijou. Disse que jamais se esqueceria de mim. Que eu havia sido perfeita. Em seguida arrancou o carro e foi embora.

Fiquei meio atordoada. Sabia que era errado o que ele tinha feito comigo. Mas confesso que adorei. Cheguei em casa, tomei um banho e enquanto pensava no ocorrido me masturbei muito.

Nunca mais o vi, nem soube o seu nome... Mas também nunca o esqueci... Foi o primeiro homem que me ensinou como ser submissa pode ser delicioso!

Quero saber o que acharam do conto! Entrem em contato comigo pelo belaindia.sub@gmail.com

Bjos!!!

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Comentários

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Bela índia, me escreva prof.sado@gmail.com

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ola bela, muito bom o seu conto, entre em contato pra gente converdar?? banjos394@gmail.com

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