Meu Pequeno, Meu Amor 2a Temporada Parte 21 Alexandre sente ciumes fortes por mim

Um conto erótico de Adriano & Alexandre
Categoria: Homossexual
Contém 2108 palavras
Data: 27/10/2013 22:52:26

NO ULTIMO CAPÍTULO...

Roberto – agora todos vcs vão ser traficados pela Europa toda hahaha... – nem que a vaca tussa...

Eu – nem que a vaca tussa... – falei fazendo ele próprio rir...

Bernardo – agora vc acha mesmo que sou otário? – perguntou olhando para ele com ódio...

Roberto ficou sério...

Logo toda a policia FEDERAL estava montando o cerco sobre ele e o policial subornado...

Agora a história vai pegar fogo...

MEU PEQUENO, MEU AMOR 2ª TEMPORADA PARTE 21

ALEXANDRE SENTE CIUMES FORTES DE MIM

CONTINUANDO...

Caralho maluco, a minha visão foi tomada por homens com trajes pretos e com armas pesadas apontando para

Roberto e o policial subornado, realmente o que o Bernardo falou era pura verdade...

Policial F – LARGA A ARMA... – gritou...

Roberto – NUNCA...EU NÃO VOU SER PRESO... – gritou apontando a arma para a sua cabeça...

Policial F – PUTA MERDA ELE VAI SE MATAR... – disse em tom alto, logo todos escutam um disparo e olhamos

fixamente para Roberto que estava em pé paralisado...

Depois outro e vimos a arma cair, e a mão dele estava sangrando...

Roberto – AH FILHO DA PUTA – urrou de dor vendo a bala alojada na sua mão...

Caralho o policial federal é foda...

Quando menos esperamos foram todos para algemá-lo, Roberto estava rindo descontroladamente...

Roberto – vcs nunca vão encontra-los, eles devem estar mortos agora – disse rindo muito...

Depois vi o Bernardo cair de joelhos aos prantos...

Bernardo – o Henrique...eu o amo...não...isso não pode ser... – falou chorando muito, e André foi consolar ele...

Mônica – GENTE TEMOS QUE LEVAR O EVANDRO PARA O HOSPITAL...ELE TÁ PERDENDO MUITO SANGUE... – gritou

desesperada com a cabeça dele no seu colo...

Eu me virei para ver ele, estava uma poça de sangue embaixo do corpo do Evandro, eu tive que tomar uma

providencia...

Eu – Alexandre me dá o seu cachecol... – disse e vi ele desenrolar o seu cachecol do seu pescoço...

Alexandre – toma... – disse assustado...

Eu – Evan...vai doer... – disse e ele apenas me falou...

Evandro – foda-se...estanca logo... – disse gemendo de dor...

Eu dei uma volta e apertei, caralho ele gritou de dor...

Evandro – AHG CARALHO... – gritou se contorcendo de dor...

Quando menos esperamos veio o Corpo de bombeiros...

Socorrista – se afaste...agora ele está em boas mãos... – disse tranquilamente...

Socorrista 2 – minha nossa...precisamos de uma bomba de oxigênio e uma maca... – disse surpreso com a quantidade de sangue no chão...

Logo o terceiro socorrista pegou a maca e a bomba de oxigênio e perguntou

Socorrista – vcs são o que dele? – perguntou sério...

Alexandre – somos amigos dele...viemos para Gramado passar os dias do Feriado... – explicou...

Socorrista – ele é menor de idade? – perguntou para o André...

André – sim e todos nós somos... – desembuchou...

Socorrista – ok...me passa o telefone dos pais dele para avisarmos... – disse com uma prancheta na mão...

Mônica – não precisa, eu já liguei... – explicou...

Socorrista – ok...avise que vamos leva-lo para o hospital xxxxx de Porto Alegre... – falou e depois entrou na ambulância...

Ela ligou imediatamente, e me preocupei com o Alexandre...

Eu – tudo bem com vc amor? – perguntei o abraçando...

Alexandre – eu tô com medo... – disse assustado...

Eu – ei...não precisa ter medo...aquele infeliz vai apodrecer na cadeia... – falei e depois o beijei...

Todo mundo foi para os quartos, em preciso dizer que voltamos para Porto Alegre...isso acabou com o nosso feriado

prolongado...

Já era fim de tarde, apenas voltamos para a caminhonete com as bagagens, Mariano estava muito triste...

Voltamos com uma pessoa a menos, mas as coisas de Evandro deixamos com o Mariano que olhava para a mala triste...

Mônica o aconselhou, eles acabaram se entendendo, no final...

Durante a viagem estava tudo escuro, um silêncio dentro do carro infernal todo mundo estava traumatizado com o

que houve, e no final quase um de nossos amigos se foram...

Alexandre adormeceu com a cabeça no meu colo, e eu dormi logo depoisxNARRAÇÃO ANDRÉ LUIZ DE MORAES...

Esse feriado foi uma merda, eu fiquei preocupado com o Mariano, toda vez que eu olhava pelo retrovisor de dentro

do carro via ele chorar cheirando as camisas e bermudas de Evandro, era de cortar o coração, o pior é que eu AINDA

AMO ELE...

Bernardo dormia do banco no meu lado, todo mundo estava dormindo e eu acordado com os olhos fixos na estrada...

Depois de alguns minutos vi o Bernardo acordar, ele estava muito abalado...

Eu – como se sente? – perguntei olhando para os olhos dele, verdes lindos...

Bernardo – destruído...a pessoa que eu amava e ainda acreditava que estava viva pode estar morta agora... – disse

deixando uma lágrima escapar...

Eu fiquei calado, ele podia estar me usando para tentar apagar esse amor que ele sente pelo Henrique...

Bernardo – mas quando eu o vi, me lembrou muito dele, vc e o Adriano, ele tem os mesmos olhos que vc tem, a

mesma cor do Adriano...eu me senti atraído por vcs, mas o Adriano já é comprometido, o único que me sobrou foi

vc...que são muito parecidos com o Henrique... – desabafou...

Eu – mesmo na... – fui interrompido por ele...

Bernardo – especificamente na cama...vc é quente igual ele...isso não me deixou duvida... – caralho fiquei excitado

só de ver ele me elogiando...

Eu – fiquei sem jeito agora... – falei com um sorriso bobo...

Bernardo – ah não faz esse sorriso...me deixa louco... – disse manhoso...

Eu – e vc com essa voz... – falei tirando um risinho dele...

Bernardo olhou para trás e viu todo mundo dormir, o que ele quer aprontar?

Bernardo – tira o pau pra fora...quero mamar um pouco... – sem vergonha...

Eu – tá louco...todo mundo tá dormindo e se acordarem com vc me chupando? – perguntei e ele em olhou com um olhar devasso...

Bernardo – correndo o risco é mais tesão... – disse sorrindo maliciosamente...

Eu olhei trás novamente e tirei o meu pau da bermuda, e ele me olhou com uma cara de safado, e eu não tirava os olhos da estrada...

Ele começou batendo o meu pau no seu rosto delicado, fino sem espinhas perfeito o rostinho angelical de Bernardo...

Ele abocanhou o meu pau, puta merda que boca gostosa, quentinha e macia, parecia que não tinha dentes, ah que boca gostosa do caralho...

Eu já estava empurrando mais sua cabeça para engolir o meu pau, Bernardo engoliu tudo até a base, me fazendo

quase gritar de tesão...

Eu – issss... – gemi baixinho e ele mordeu de leve...

Bernardo tirou o meu pau da boca e ficou me masturbando e foi chupar as minhas bolas, eu gemia baixinho...

Bernardo – ah que pau gostoso... – e voltou a mamar...

Eu já estava chegando no ápice, ele me chupava mais forte e eu falei...

Eu – isssso...eu vou gozzar... – falei entre os gemidos e ele engoliu tudo novamente e expeli jatos fartos naqueles lábios finos e carnudos dele...

Bernardo – adoro porra de macho... – um verdadeiro putinho...o meu putinho haha...

Ele ainda me beijou e senti o gosto da minha porra nos seus lábios...

Ele ainda teve o privilegio de guardar o meu pau dentro da bermuda, eu estava doido para chegar logo e arregaçar esse cuzinho rosado dele, isso me fez acelerar ainda mais...

A viagem estava tranquila, passei naquele posto da PRF mas o infeliz não estava lá graças a Deus...

Bernardo alisava a minha perna enquanto ele apreciava a paisagem, eu a rodovia estava deserta, todo mundo estava curtindo o feriadão, menos a gente, merda!

Logo o Bernardo me pergunta...

Bernardo – vc tem coragem de transar com o seu irmão gêmeo? – perguntou me encarando com uma cara de que tá tramando alguma coisa...

Eu – meu sonho...eu fico doido para comer o cu daquele puto mas ele sempre desvia ou muda de assunto, incesto para ele deve ser o “fim do mundo”- falei tirando risadas dele...

Bernardo – hum...fico só imaginando um ménage de vcs três... – disse massageando a minha pica...

Eu – Bê não quero ser grosso, mas se vc ficar me provocando assim eu posso bater esse carro...- falei e ele parou...

Bernardo – então quando a gente chegar vc vai direto na minha casa quando chegarmos, tô doidinho para ter vc só

para mim... – disse mordendo a parte inferior do seu lábio...

Caralho o Bernardo é um puto...

Melhor para mim hahaxNARRAÇÃO ADRIANO DE MORAES...

Acordo com o Alexandre alisando o meu peito por cima da camisa, ah ele quer me provocar...

Eu – hum...para amor... – falei cochichando para ele que sorriu...

Alexandre - quero leitinho... – disse levantando a minha camisa e beijando o meu umbigo...

Eu – então espera...aqui na nave espacial da minha mãe nem pensar... – falei fazendo ele revirar os olhos...

Alexandre – e ai do senhor não me dá rum... – disse ficando com raiva acho tão lindo hehe...

Eu – own que lindo... – falei e ele se sentou e olhou rapidamente para o André que estava sendo “assediado” pelo

Bernardo, e ele apertou o meu pau com força, puta merda quase gritei...

Alexandre – isso para quando vc ter a noção do que eu passo quando eu quero vc... – disse mordendo a minha orelha, caralho que tesão...

Eu – para para...quando chegarmos eu faço bem feito o serviço... – falei, depois chupei o pescoço dele de leve

fazendo ele corar todo...

Alexandre- vc me paga... – disse puto...

Eu – me provoca... – o desafiei que na hora ele parou...

Mas enfim, depois de muiiitos quilômetros andados nós chegamos em Porto Alegre, e chegamos debaixo de uma

tempestade que faltava arrancar as arvores da cidade...

Mariano – caralho... – pode dar trovoadas que ele fica morrendo de medo...deve ter puxado isso da minha avó...

André – puta merda tá tão forte a tempestade que nem dá para ver direito os semáforos... – disse deixando todo mundo tenso...

Bernardo – é verdade...dá para ver porra nenhuma... – concordou...

Eu – vc sabe né...CAUTELA seu zé ruela... – falei em tom de sarcasmo tentando quebrar o gelo...

Mas não funcionou...

Chegamos em casa e graças a Deus chegamos, a garagem é coberta então não molha...

Nós “Descarregamos” o carro e entramos, a casa estava vazia, nem a empregada estava lá...

Provavelmente de folga, já que estamos no terceiro dia do feriado prolongado...

Meus pais deviam ter viajado também, nem vimos o carro do meu pai na garagem...

Quando colocamos as bagagens no chão a chuva não deu trégua e caiu um raio na fiação elétrica do setor, foi uma

explosão tão alta que arrancou gritos afeminados de Alexandre, Mariano e Bernardo...

A Mônica também gritou que quase me deixou surdo...

Eu – calma gente...fiquem aqui vou buscar a lanterna... – falei mas senti uma mão no meu ombro...

André – não deixa que eu vou... – disse e cedi...

Eu – calma fiquem onde estão ninguém sai daqui... – falei e todos concordaram...

Senti uma mão macia pegando a minha, não sabia de quem era...

Logo o André veio com a lanterna e iluminou todos nós, quando dei por mim vi o Bernardo com a mão dele na minha...

Todo mundo olha chocado, Alexandre já estava ficando vermelho...

Bernardo – desculpa Adriano, pensei que fosse o André...até a voz de vcs é igual... – disse envergonhado...

Eu – não esquenta... – falei tranquilo, mas Alexandre olhava para ele com uma cara de “se vc tocar no meu homem mais uma vez eu te mato”...

André – hum...não gostei – disse de cara amarrada...

Mônica – puta merda o que é aquilo? – gritou da cozinha...

Corremos até ela e vimos a coitada da Joelma na chuva...ah deu dó...

Mariano – JOELMA...ENTRA... – gritou e ela veio correndo para o nosso encontro toda ensopada coitada...

Mônica – vamos secar ela se não pega um resfriado... – disse fazendo carinho nela...

Mariano e Mônica foram para a área de serviço ficando só eu o Alexandre, Bernardo e André...

André – e então? – perguntou olhando para mim...

Eu – ah vou para o quarto, vem amor... – falei puxando o Alexandre...

André – ah que delicia de bunda... – disse quando subia na escada...

Eu – o que vc disse? – perguntei incrédulo...

André – que delicia de bunda... – repetiu e Alexandre ficou vermelho novamente...

Eu – se manca...olha ai uma delicia do seu lado e ainda fica dando encima de mim... – falei e Bernardo ficou todo

sem jeito...

Alexandre – eu mato os dois se assediarem o meu homem... – falou com ódio no olhar...

Eu não falei nada e apenas o puxei que veio sem relutar...

Quando entramos no quarto eu perguntei...

Eu – vc mata eles mesmo? – perguntei envolvendo os meus braços no seu corpo franzino...

Alexandre – mato...vc é MEU SÓ MEU... – disse tirando a minha camisa...

Eu – uuii...gostei... – falei sentindo ele passar a língua no meu abdômen...

Alexandre – tô doido para ter vc dentro de mim... – disse com um olhar que não consigo descrever...

Parecia de sarcasmo e desejo...

Eu ia esfolar esse danado todinho...

CONTINUA...

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Comentários

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Odeio quando esse povo lindo para na melhor parte, ta parecendo eu. Amei, ah se o Alexandre n tivesse dono ou o Adriano, ou todos os gatinhos desse conto

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