Dreams of Californication - Cap 12

Um conto erótico de Edgar
Categoria: Homossexual
Contém 1478 palavras
Data: 07/08/2013 20:08:21
Assuntos: Gay, Homossexual

Nem Mark nem John foram à aula nos dois dias seguintes. Pelo que Tom disse, Mark foi visitar seus avós. Ninguem tinha sinal de vida de John. Tentei ir na sua casa, mas ele não estava e sua mãe disse que ele queria que ninguém soubesse onde ele estava.

Mesmo sem ter feito nada, me senti culpado. Eu culpava Mark por me sentir culpado. A pior coisa é a sensação de impotência que eu sentia. Eu queria me explicar, mas John não queria me ouvir, muito menos me ver.

Na quinta-feira cedo, eu estava mal. Não queria ir para a escola, lá me lembrava Jonh e eu sentia culpa e saudade e me lembrava Mark, e eu sentia raiva e ódio. Esses sentimentos não eram bons de se sentir por um longo tempo.

Durante a manhã, falei com Fred e Paloma que não iria à aula, ao invés disso, iria no centro andar atoa. Almoçaria por lá mesmo e de tarde voltaria para casa. Eles relutaram mas deixaram por fim.

Em torno de 10h da manhã eu fui para o centro. Andei um pouco atoa até parar na livraria. Fiquei lá mais tempo do que pude contar. Comprei vários livros legais. Quando me dei por mim, vi que estava na hora do almoço. Lembrei então do restaurante “Brazilian Food”. Resolvi ir lá, e fui.

Mas, chegando lá, a razão da briga de John comigo mudou de lado. Assim que entrei vi aquele inegável cabelo ruivo de John sentado com outra pessoa à mesa. Era um cara loiro, olho azul, forte. Era bem bonito e charmoso. Ele estava com uma expressão safada no rosto.

Fiquei em pé parado na porta vendo eles. Algum tempo depois eles se beijaram. Comecei a chorar. Queria correr, mas não conseguia me locomover. Como que o que John sentia era tão forte como ela falava se em dois dias ele arranjou outro? Eu não acreditava no que eu estava vendo. Me senti destroçado por dentro, assim como me senti com Rodrigo.

O acompanhante de John me olhou e fez uma cara de dúvida. Em seguida John me olhou e fez uma cara de susto. Ele fez para se levantar, e então eu corri.

Queria ir para algum lugar onde ele não conseguiria me encontrar. Mas aonde? A minha casa? Muito óbvio. Escola? Fácil de pensar. O lugar do PikNik? Ele me proibiu de voltar lá. Eu corria muito enquanto pensava. Agora era eu que não queria mais conversa com John.

Depois que eu despistei John, comecei a andar a esmo pelas ruas. Minha raiva crescia, tal como minha tristeza. Até que eu vi Mark entrando em casa, sozinho. Toda a raiva que eu sentia explodiu em cima dele, tudo estava indo tão mal com John por sua causa e culpa.

Fui até sua direção, e, ele vendo o meu estado, perguntou:

- Tudo bem, Edgar? – Sua voz era preocupada e sem malícia, era um sentimento sincero de preocupação, mas na hora eu não captei por esse lado, senti um tom de ironia em sua voz. Respondi do modo que achei adequado:

- Vai te fuder, seu filho da puta! – Ele me olhou assustado e ficou em silencio, então, eu continuei:

- Antes de eu ficar com John, você me disse para ter cuidado com ele. Você, o tão preocupado com ele, foi o causador do sofrimento dele. Pior do que isso, do meu sofrimento! Ele tá lá com um cara na porra do “O Brasileiro”! Você se lembrou de avisar ele sobre não me machucar também? – Eu estava gritando com ele, na porta de sua casa. Ele pensou um pouco, fez uma cara de surpresa e sussurrou:

- Peter... – Ele tentou correr, mas eu fiz algo que até hoje não sei o motivo. Ele tentou correr, mas eu segurei o seu braço e o puxei para mim. Ele parou me abraçando, e então eu o beijei.

Ele retribuiu o beijo com intensidade. Parece que ele estava louco para fazer isso. Paramos de nos beijar e nossos olhares se cruzaram. Mesmo sem dizer sabíamos o que queríamos.

Foi um erro. Mas foi o melhor erro da minha vida.

Mark, com aqueles olhos verdes, cabelos caramelo e aquele corpo dos deuses, me olhou no fundo dos meus olhos. Me pegou no colo e entramos em sua casa. Estávamos sozinhos na sala.

O clima entre nós só esquentava. Mark me cercou na parede e me agarrava de uma forma de tirar o folego. Seus beijos eram suaves e fortes ao mesmo tempo. Ele me forçava contra seu corpo e eu podia sentir seu membro duro como uma pedra contra mim.

Mark tirou a camisa, mostrando aquele corpo sexy e definido. Naquele momento ele era somente meu e de mais ninguém. E eu era somente dele. Nos beijamos mais e mais e Mark tirou minha camiseta também. Ele me pegou e jogou no sofá. Ficamos lá um bom tempo, e cada vez mais nossos beijos se intensificavam. O tempo parecia não passar naquele momento.

No sofá, Mark tirou sua calça ficando somente de cueca. Era uma boxer vermelha com um recheio enorme dentro. Eu queria tudo dele. Queria senti-lo, apreciá-lo. Queria-o dentro de mim. Tirei minha calça e Mark começou a me roçar seu pau na minha bunda, por cima da cueca.

Na hora que eu beijei seu pescoço e comecei a descer, ele murmurou no meu ouvido “Vamo para o meu quarto!”. Dessa vez ele não me pegou no colo. Fomos nos beijando até o seu quarto. Quebramos um vaso de flor, um porta retrato, pisamos no gato da casa e derrubamos um espelho. Esse era o nível de nossa aproximação. A química entre nós foi intensa.

Uma vez no seu quarto, joguei-o sobre a cama, de modo que suas pernas ficaram para fora. Ajoelhei por entre suas pernas e comecei a mordiscar sua vara por cima da cueca. Ao mesmo tempo, Mark fazia um carinho na minha nuca que me arrepiava a espinha.

Finalmente tirei aquela vara para fora. Devia ter uns 20 cm, grossa e com a cabeça vermelha e babando. Tentei coloca-la por inteiro na boca mas não consegui. Era bem maior do que todas que eu já havia visto e mamado. Mark segurou minha cabeça, deixando-a estática, e começou a fuder minha boca. Mamei o máximo que pude. Depois, ele pegou no criado uma camisinha e me entregou. Coloquei-a e fiquei mamando mesmo por cima da camisinha. Confesso que foi a primeira vez que fiz isso, nem é tão diferente, mas tira aquele gosto de vara gostoso e coloca um gosto de látex no local.

Depois disso, ele murmurou no meu ouvido “De quatro, vadia”. Hesitei um instante mas fiquei de quatro, ainda de cueca. Ele bateu com aquele mastro no meu lombo e nas minhas nadegas. Eu não aguentava mais esperar. Ele forçou com o dedo na minha cueca na região onde fica meu cu até rasgar. Quando rasgou, pegou um lubrificante, passou no meu cu e na sua vara e começou a força-la em mim.

Mesmo eu, acostumado a receber vara no cu (sim, eu sou passivo), me senti virgem ao recebe-la. Era muito grossa e grande e, mesmo Mark indo devagar, parando a cada centímetro para eu me acostumar, senti uma dor que nunca havia sentido antes. Mas Mark era bom no que fazia. Quando por fim, senti seus pentelhos na minha bunda e suas coxas nas minhas coxas, já não sentia dor, e sim um tesão alucinante.

Ele começou a bombar, gemendo alto. Eu também gemia e ele ia cada vez mais forte. Casualmente ele me dava um tapa e me chamava de vadia. Isso só aumentava meu tesão. Meu pau estava tão duro que achei que fosse estourar minha cueca.

Após um tempo, mudamos a posição. Ele me mandou cavalgar e eu fiz. Sentei no seu colo e cavalguei como se não houvesse amanhã. O meu tesão foi tanto que gozei com sua vara no meu cu, mesmo sem toca-la. Alguns instantes depois ele me tirou de seu colo, me colocou de joelhos a sua frente, tirou a camisinha e me colocou pra mamar. Gozou litros na minha cara, lambuzando não só meu rosto, mas meu peitoral também.

Deitamos em sua cama exaustos. Meu cu latejava e piscava, esperando uma vara enorme entrar novamente. Essa foi de longe a melhor foda da minha vida. Ficamos deitados um bom tempo, até Mark me chamar para tomar um banho.

Tomamos um banho juntos. Nesse banho aproveitei para tirar todo proveito do corpo de Mark. Ele me deu uma cueca nova de presente, a minha além de rasgada estava toda melada.

Esse dia eu dormi na casa de Mark mesmo, avisei Fred e ele consentiu. O resto do dia eu e Mark passamos abraçadinhos. Quase não conversamos, mas tive um momento de intimidade que eu nunca tive antes, nem com Rodrigo e nem com Jonh.

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Comentários

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Quem ama: escuta, entende, perdoa, não sai por ai ficando com o primeiro que aparece e isso so mostrou que ele não te merece, bola pra frente.

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Nossa o John que pagava de santinho mais não tinha nada eo Mark mais fofo não podia ser e adorei essa reviravolta.

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